Carros e motos de luxo são apreendidos durante operação da PF

Entre os veículos apreendidos, estão um Rang Rover Evoque, um Jeep Compass e uma caminhonete Amarok, além de quatro motos, ambas de auto padrão, avaliadas em mais de R$ 1,3 milhão

Três integrantes de uma organização criminosa foram presos pela Polícia Federal (PF) com veículos de luxo, avaliados em mais de R$ 1,3 milhão, nesta quarta-feira (8), na Vila Militar, em Ponta Porã, a 295 quilômetros de Campo Grande.

Entre os veículos apreendidos, estão um Rang Rover Evoque, um Jeep Compass e uma caminhonete Amarok, além de quatro motos, ambas de auto padrão. — Foto: PF

As ações da Operação Caterva, foram realizadas após investigações sobre o roubo praticado contra um policial federal, no último sábado (04).

Entre os veículos apreendidos, estão um Rang Rover Evoque, um Jeep Compass e uma caminhonete Amarok, além de quatro motos, ambas de auto padrão. Os carros e motocicletas estavam na residência onde o trio foi preso.

Conforme a Polícia Federal, os criminosos possuem registros policiais por tráfico de drogas e um deles ainda era alvo de um mandado de prisão em aberto pelos crimes por homicídio, roubo e associação criminosa, praticados em Ponta Porã.

Os presos poderão ser indiciados pelos crimes de organização criminosa e roubo. — Foto: PF

Os presos poderão ser indiciados pelos crimes de organização criminosa e roubo.

Cerca de 20 policiais federais participaram da operação, que contou com a participação de integrantes do Grupo de Pronta Intervenção (GPI), o grupo tático da Polícia Federal especializado em ações especiais.

Policial federal tem viatura e arma roubada em Ponta Porã

O policiamento em Ponta Porã e até na região do distrito de Sanga Puită até Posto Aquidaban na MS 163 foi reforçado

Um policial foi vítima de assalto no sábado (4), em Ponta Porã. Os bandidos levaram a viatura em que o agente estava e também a sua arma. O nome do policial não foi divulgado, e mais informações de como aconteceu o roubo só serão divulgadas após a resolução do caso.

Foto divulgação

O policiamento em Ponta Porã e até na região do distrito de Sanga Puită até Posto Aquidaban na MS 163 foi reforçada ,uma megaoperacão conjunta com a participação de várias forças policiais fazem blitz em pontos estratégicos e também nas estradas vicinais na fronteira Brasil /Paraguai,segundo fontes a operação não tem dia e hora para encerrar.

Governo Lula dá 60 dias para CACs registrarem armas na PF

Cadastro atinge grupos que hoje só têm registro no Exército. Registros serão virtuais e centralizados no Sistema Nacional de Armas

O Ministério da Justiça e Segurança Pública abriu prazo de 60 dias, contados a partir desta quarta-feira (1º/2), para que proprietários de armas de uso permitido ou restrito registrem esses armamentos no Sistema Nacional de Armas (Sinarm), gerenciado pela Polícia Federal.

A portaria foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta quarta e assinada pelo ministro Flávio Dino. O texto dá 60 dias para que seja feito o cadastro. O ministro explicou que o decreto assinado por Lula no dia da posse tornará as armas que não forem recadastradas ilegais e poderá haver a apreensão. A intenção é saber efetivamente o que há de armas registradas no Brasil e onde elas se encontram.

(crédito: Arquivo/Agência Brasil)

A exigência tem como objetivo concentrar todos os registros de armas em posse da população no Sinarm, incluindo o arsenal de caçadores, atiradores e colecionadores (CACs), que hoje é controlado e registrado pelo Exército. A medida, que é uma forma de aumentar o controle sobre a circulação de armamento, ocorre na esteira do decreto de 1º de janeiro que, entre outras coisas, limitou a quantidade de armas e munições de uso permitido.

O recadastramento também atinge grupos que possuem armas cadastradas no Sigma (Sistema de Gerenciamento Militar de Armas). Ao fim do prazo, quem não fizer o cadastro pode ter o armamento apreendido e responder pelos crimes de porte e posse ilegal de arma de fogo, previstos no Estatuto de Desarmamento de 2003.

“As normas operacionais serão editadas pela Polícia Federal. Haverá um sistema híbrido: eletrônico e presencial. Dependendo da condição, do armamento, da gravidade e lesividade potencial do armamento haverá necessidade ou não de apresentação física. As normas operacionais serão editadas pela Polícia Federal ainda nesta semana”, explicou Dino, em coletiva de imprensa na época do decreto.

Cadastro

O cadastro deverá conter a identificação da arma e do proprietário, sendo: nome, CFP ou CNPJ, endereço de residência e do acervo. Apesar da centralização do registro de armas, o cadastro não substituirá a comprovação de requisitos para obtenção da posse ou porte.

Entidades apontam que o Exército, responsável até agora pelo controle dos CACs, não tem efetivo operacional suficiente para fiscalizar e garantir a integridade dos cadastros. A equipe do presidente sugeriu que a Polícia Federal passe a ser responsável pela concessão de registro e pela autorização para aquisição de armas para CACs.

PF faz nova operação em MS contra Bolsonaristas que bloquearam a BR-163

A Polícia Federal (PF), deflagrou na manhã desta sexta-feira (20), a Operação Unlock II, que busca encontrar os responsáveis pelas manifestações antidemocráticas, realizadas na BR-163, em Dourados, no ano passado, após o resultado das eleições que elegeram o presidente Luís Inácio Lula da Silva.

PF deflagra operação em relacionada aos crimes cometidos durante bloqueios em rodovias federais. — Foto: PF

Foram cumpridos três mandados de busca e apreensão, além de um mandado de prisão preventiva, emitidos pela Justiça de Mato Grosso do Sul.

Durante atos, os vândalos utilizaram máscaras e veículos sem placas e formaram barricadas no Trevo da Bandeira, na BR 163, bloqueando totalmente o acesso à rodovia e prejudicando diversas pessoas que precisavam acessar o local por dias.

Primeira Fase

No dia 20 de novembro de 2022, a Polícia Federal, com apoio da PRF, deflagrou a primeira fase da Operação Unlock , que resultou na apreensão do veículo e de materiais que teriam sido utilizados no ato criminoso, além da prisão do motorista que transportou os pneus até o local do incêndio.

A ação desencadeada hoje tem por objeto o aprofundamento das investigações, em especial a identificação dos demais envolvidos, inclusive organizadores e financiadores do ato ilícito.

O grupo de pessoas investigadas deverão responder pelos crimes previstos nos arts.286 (incitação ao crime), 288 (associação criminosa), 330 (desobediência), 359- L (abolição violenta do Estado Democrático de Direito), todos do Código Penal.

PF prende a “Ruiva do Contar” em MS por financiar atos terroristas

STF expediu 8 mandados de prisão preventiva e 16 de busca e apreensão. Uma das detidas é a tradutora de Libras do Capitão Contar

A Polícia Federal deflagrou, nesta sexta-feira (20), a primeira fase da operação Lesa Pátria, que mira financiadores e participantes de atos terroristas ocorridos em Brasília, em 8 de janeiro.

A ação foi ordenada pelo Supremo Tribunal Federal, que expediu oito mandados de prisão preventiva e 16 de busca e apreensão. As ordens são cumpridas no Distrito Federal e nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás, e Mato Grosso do Sul.

Soraia chamou atenção durante entrevista de Renan Contar após resultado do 1º turno. (Foto: Reprodução)

A investigação, que levou à deflagração da Operação Lesa Pátria, constitui, em tese, nos crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado, associação criminosa, incitação ao crime, destruição e deterioração ou inutilização de bem especialmente protegido.

A presa em MS, trabalhou na campanha de Renan Contar, o Capitão Contar, como tradutora de Libras. Aos 48 anos de idade, ela já trabalha com Libras há muito tempo, desde 1997. Antes de ficar conhecida como a intérprete “Ruiva do Contar”, Soraia se formou em Pedagogia e fez cursos de Turismo e Gastronomia.  Agora, faz especialização em Educação com ênfase em surdez.

Até as 8h30, quatro alvos tinham sido presos (veja perfis dos detidos). São eles:

Ramiro Alves Da Rocha Cruz Junior, conhecido como Ramiro dos Caminhoneiros
Randolfo Antonio Dias, em Minas Gerais
Renan Silva Sena, no DF
Soraia Bacciotti, do Mato Grosso do Sul

Veja quantos mandados são cumpridos por unidade da federação:

Distrito Federal: 5 de busca e apreensão e 2 prisões
Goiás: 1 busca e apreensão
São Paulo: 7 busca e apreensão e 3 prisões
Rio de Janeiro: 1 busca e apreensão e 1 prisão
Minas Gerais: 1 busca e apreensão e 1 prisão
Mato Grosso do Sul: 1 busca e apreensão e 1 prisão

Segundo a corporação, as investigações continuam. A Polícia Federal pede para que, caso alguém tenha informações sobre pessoas que participaram, financiaram ou fomentaram os ataques do último dia 8, encaminhe a identificação para o e-mail denuncia8janeiro@pf.gov.br.

 

Agnaldo Mendonça Alves assume comando da PF em Mato Grosso do Sul

Na PRF, apenas superintendente interino da corporação no Piauí não foi dispensado. Na PF, Flávio Dino nomeou nove delegados e nove delegadas para os postos; faltam ainda nove trocas

O ministro da Justiça, Flávio Dino, exonerou na noite desta quarta-feira (19) 26 dos 27 superintendentes regionais da Polícia Rodoviária Federal nos estados e no Distrito Federal.

Agnaldo Mendonça Alves trabalhou na superintendência da PF em Alagoas. (Foto: Daniel Paulino/Cada Minuto)

As exonerações foram publicadas em uma edição extra do “Diário Oficial da União”. O nome dos substitutos não foi divulgado.

Apenas o superintendente da PRF no Piauí não foi exonerado. Hoje, o cargo é ocupado de forma interina por Jairo Lima.

O novo diretor-geral da PRF, Antônio Fernando Souza Oliveira, já tinha sido nomeado no último dia 2, mas as mudanças nas superintendências regionais ainda não tinham sido concretizadas.

PF nos estados

Na mesma edição do “Diário Oficial da União”, o ministro da Casa Civil, Rui Costa, trocou os diretores da Polícia Federal em 18 estados.

Na mesma edição, consta a dispensa de Chang Fan da superintendência da PF no MS, que estava no cargo desde julho de 2011. No lugar dele, assume Agnaldo Mendonça Alves, que já ocupou, em 2018, o cargo de delegado regional de Investigação e Combate ao Crime Organizado de Alagoas e, em 2020, foi superintendente da Polícia Federal daquele estado.

A lista de novos diretores inclui o delegado Leandro Almada da Costa, que já investigou o assassinato da vereadora Marielle Franco e, agora, vai comandar a Polícia Federal no Rio.

Assumem os cargos:

  • Alagoas: Luciana Paiva Barbosa;
  • Amazonas: Umberto Ramos Rodrigues;
  • Goiás: Marcela Rodrigues de Siqueira Vicente;
  • Maranhão: Sandro Rogério Jansen Castro;
  • Mato Grosso: Ligia Neves Aziz Lucindo;
  • Mato Grosso do Sul: Agnaldo Mendonça Alves;
  • Minas Gerais: Tatiana Alves Torres.
  • Pará: José Roberto Feres;
  • Paraíba: Christiane Correa Machado;
  • Paraná: Rivaldo Venâncio;
  • Pernambuco: Antonio de Pádua Vieira Cavalcanti;
  • Rio de Janeiro: Leandro Almada da Costa;
  • Rio Grande do Norte: Larissa Freitas Carlos Perdigão;
  • Rondônia: Larissa Magalhães Nascimento;
  • Santa Catarina: Aletea Vega Marona Kunde;
  • São Paulo: Rogério Giampaoli;
  • Sergipe: Aline Marchesini Pinto;
  • Tocantins: Reginaldo Donizetti Gallan Batista

Durante a transição de governo, especialistas apontaram a necessidade de enfrentar uma crescente “influência político-ideológica” nas corporações. Veja no vídeo abaixo:

Anderson Torres fica em silêncio durante depoimento à PF

Bolsonaristas temiam possibilidade de delação premiada do ex-ministro

Anderson Torres se recusou a falar com agentes da Polícia Federal durante seu depoimento na manhã desta quarta-feira (18), em Brasília. As informações são do portal g1.

Anderson Torres ficou em silêncio durante depoimento – Foto: REUTERS/Adriano Machado

O ex-ministro da Justiça e ex-secretário de Segurança Pública do Distrito Federal ficou em silêncio durante toda a abordagem dos policiais no 4º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal (Guará), onde ele está preso.

A equipe da PF chegou ao local por volta das 10h30, mas saiu pouco depois, às 12h, após ouvir do ex-ministro que não tinha declarações a dar aos agentes.

Omissão em invasão bolsonarista

O ex-secretário de Segurança Pública do Distrito Federal é acusado de omissão nos atos terroristas do último dia 8 em Brasília, quando prédios dos Três Poderes foram invadidos e depredados por apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que também agrediram policiais e jornalistas.

Durante o episódio, Anderson estava de férias em Orlando, nos Estados Unidos, e teria negligenciado a segurança na capital federal mesmo diante dos avisos dos manifestantes golpistas.

Exonerado do cargo

Logo depois do ocorrido, o secretário foi exonerado pelo governador Ibaneis Rocha (MDB), que também acabou afastado do cargo, por pelo menos 90 dias, após decisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Anderson foi detido assim que retornou ao Brasil, no último sábado. Ele passou por audiência de custódia virtual, e a Justiça determinou que ele seguisse preso.

Ex-secretário se sente “abandonado” por Bolsonaro

O ex-ministro teria sinalizado a pessoas próximas que se sentiu “abandonado” por Bolsonaro desde sua prisão e se mostrou decepcionado com o tratamento dado ao seu caso pelo ex-presidente.

A prisão de Anderson teria ligado um alerta entre os bolsonaristas para uma possível delação premiada. A cúpula do antigo governo já se mostrou preocupada com o que ele pode dizer.

À coluna Radar, da revista Veja, uma pessoa próxima ao ex-ministro indicou que Torres pode mesmo “derrubar” outros ex-integrantes do governo.

Segundo esta fonte, o ex-ministro fez favores para gente importante em Brasília e guardou informações relevantes sobre diversas figuras do poder. “Se (ele) for abandonado, não cairá sozinho”, afirmou.

No entanto, o advogado do próprio Anderson, Rodrigo Roca, havia descartado mais cedo a possibilidade de uma delação premiada. “Não há o que ser delatado”, disse à CNN Brasil.

PF acha documento para Bolsonaro fraudar resultado da eleição na casa de Torres

O decreto seria uma forma de golpe de Estado para mudar o resultado da eleição

A Polícia Federal (PF) encontrou na casa do ex-ministro da Justiça Anderson Torres uma minuta, que é uma proposta de decreto antes da publicação, para que o então presidente Jair Bolsonaro (PL) instaurasse um estado de defesa na sede do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O objetivo da ação era reverter o resultado do segundo turno da eleição presidencial em que o presidente Lula (PT) foi o vencedor.

O decreto encontrado na casa de Torres seria, na prática, um meio de Bolsonaro fraudar o resultado da eleição que deu a vitória a Lula. (Foto: EVARISTO SA/AFP via Getty Images)

Segundo informações do jornal Folha de S. Paulo, o documento foi encontrado no armário do ex-ministro durante a busca e apreensão realizada na última terça-feira (10) . A PF ainda investiga as circunstâncias da elaboração do documento golpista.

A minuta inconstitucional teria sido realizada após a realização das eleições. O objetivo do documento seria investigar hipotéticos casos de abuso de poder, suspeição de medidas ilegais da presidência do TSE antes, durante e depois do processo eleitoral. Fontes ouvidas pelo jornal dizem que documento cita o “reestabelecimento imediato da lisura e correção da eleição de 2022”.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes determinou, nesta semana, a prisão de Anderson Torres. O aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro era o secretário de Segurança do Distrito Federal (DF) durante os atos golpistas realizados no último domingo (8). O agora ex-secretário estava de férias nos Estados Unidos, assim como Bolsonaro, durante os atos.

PF interrogou e prendeu 1.159 pessoas por atos golpistas

A Polícia Federal divulgou uma nota na noite desta quarta-feira, 11, informando que qualificou, interrogou e prendeu 1.159 pessoas pelos atos golpistas que aconteceram em Brasília no domingo (8), quando houve a depredação e vandalismo nos prédios do Congresso Nacional, do Supremo Tribunal Federal (STF) e no Palácio do Planalto. Essas prisões se somam a 209 efetuadas pelas polícias Militar e Civil do Distrito Federal no próprio domingo.

Manifestantes invadem Congresso, STF e Palácio do Planalto.

Esses presos vão responder, na medida de suas responsabilidades, por crimes de terrorismo, associação criminosa, atentado contra o Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, perseguição, incitação ao crime, dentre outros. Eles foram entregues para a Polícia Civil do Distrito Federal, responsável pelo encaminhamento ao Instituto Médico Legal e, posteriormente, ao sistema prisional.

Mais 684 detidos – idosos, pessoas com problemas de saúde, em situação de rua e pais/mães acompanhados de crianças – também foram identificados e responderão em liberdade. No total, 1.843 pessoas foram conduzidas pela Polícia Militar do Distrito Federal para a Academia Nacional de Polícia, onde todos foram identificados pela Polícia Federal.

Segundo a nota, com isso, a Polícia Federal encerrou as atividades de polícia judiciária determinadas pelo STF após os ataques de domingo.

A PF destaca que, durante toda a ação, que durou 57 horas e mobilizou cerca de 550 policiais federais, os detidos receberam café da manhã, almoço, lanche e jantar e tiveram acesso a água. Eles também tiveram disponível erviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e Defensoria Pública da União.

A operação, considerada a maior de polícia judiciária da história da PF, também teve a participação do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania,  Ministério Público Federal, do Ministério Público do Distrito Federal e dos Territórios, da Defensoria Pública do Distrito Federal, da Comissão de Ética e da Comissão de Direitos Humanos da OAB, da Polícia Rodoviária Federal, do Departamento Penitenciário Nacional, da Força Nacional, da Polícia Militar do Distrito Federal, da Polícia Civil do Distrito Federal, do Departamento de Trânsito do Distrito Federal, da Secretaria de Direitos Humanos do Distrito Federal, Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal, da Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal,  do Conselho Tutelar, do governo do Distrito Federal, do Senado Federal e da Câmara dos Deputados.

PF identifica empresários que financiaram atos terroristas no DF e mira políticos

Agora, corporação busca políticos que estariam por trás do episódio

A Polícia Federal identificou um grupo de empresários responsáveis por financiar os atos terroristas promovidos por apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no último domingo, em Brasília.

De acordo com informações do blog de Valdo Cruz, no portal g1, o grupo de financiadores foi encontrado após breve investigação da PF. Não foram reveladas, porém, as identidades dos envolvidos.

PF identifica empresários responsáveis por financiar a invasão terrorista de domingo (AP Photo/Eraldo Peres)

Até porque a corporação, agora, trabalha para aprofundar a apuração, uma vez que os tais empresários estariam ligados a lideranças políticas que teriam articulado a invasão aos prédios dos Três Poderes no fim de semana.

Lula também foi informado de influência política

Essa é uma informação obtida também pela Presidência da República. A equipe de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) entende que políticos bolsonaristas mantinham contato com os empresários golpistas que bancaram a manifestação terrorista.

“Não podemos apenas punir quem invadiu, mas também quem financiou e quem articulou politicamente. Esse é um movimento golpista, político, não é algo de um grupo isolado que agiu espontaneamente”, afirmou um assessor de Lula ao blog de Valdo Cruz.

A avaliação de pessoas próximas ao petista é de que o movimento bolsonarista sai enfraquecido após os atos de vandalismo, uma vez que até antigos apoiadores do ex-presidente se manifestaram contra as cenas de violência vistas na capital federal.