Detran alerta ser golpe anúncio de CNH sem aulas ou exames

O Detran-MS (Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso do Sul) fez um alerta à população sobre golpes de supostos facilitadores em publicações nas redes sociais e aplicativos de mensagem.

Com valores bem abaixo do mercado, os anúncios que circulam na internet prometem CNH (Carteira Nacional de Habilitação) de todas as categorias sem a necessidade de passar pelos exames obrigatórios. Os estelionatários destacam que o documento é “totalmente original e autêntico”, com consulta no sistema CNH Digital.

Na dúvida, busque os canais oficiais de atendimento do Detran-MS (Foto: Rachid Waqued)

“Provavelmente essas pessoas não vão receber a habilitação e muitos ficam com vergonha de denunciar, pois têm ciência das consequências e medo das sanções ou mesmo, vão receber um documento falso, cujo registro não existe junto ao sistema Renach-Registro Nacional de Carteiras de Habilitação. Quem cai no golpe, também se enquadra em crime de falsificação de documento”, alerta o diretor de habilitação do Detran-MS, Luiz Fernando Ferreira dos Santos.

Ele destaca que para tirar a CNH é preciso passar por todas as etapas que incluem: exames psicológico, médico, cursos teórico e prático, além de aprovação nos exames teórico e prático. “Não existe outra maneira de emitir o documento sem passar por todas as etapas. Busque sempre os meios legais. Na dúvida, busque os canais oficiais de atendimento do Detran-MS”, esclarece.

O site do Detran-MS (www.meudetran.ms.gov.br) disponibiliza informações oficiais da situação das autoescolas credenciadas para prestar o serviço de CNH nos 79 municípios de Mato Grosso do Sul.

O Detran em Números disponibiliza ainda, o índice de aprovação por CFC (Centro de Formação de Condutores). A ferramenta permite o filtro por município, categoria e tipo de exame.

Menores são encaminhados à delegacia ao aplicar golpe do PIX em comerciante

Nesta terça-feira (11), a Polícia Civil, por intermédio da Delegacia de Bataguassu (MS), identificou dois adolescentes que tentaram aplicar o golpe do Pix em um comerciante local. Ambos irão responder pela prática de ato infracional análogo ao crime de estelionato tentado.

Ocorrência foi atendida pela PC – Crédito: Divulgação PCMS

Segundo apurado, após ter solicitado a compra de produtos no valor de R$ 100,00, via WhatsApp, o comprador enviou um comprovante ao estabelecimento. No entanto, o valor não caiu na conta da empresa.

Diante disso, a Polícia Civil foi acionada e verificou indícios de adulteração no comprovante de pagamento via Pix, sendo que, mediante diligências, foi possível identificar dois adolescentes de 14 e 13 anos, responsáveis pela adulteração do material.

De acordo com informações policiais, os indivíduos foram encaminhados para a delegacia, local em que permaneceram em companhia de seus representantes legais durante o registro da ocorrência.

Hackers anunciam ‘dinheiro esquecido’ em golpe

Criminosos escolheram novos atrativos para aplicar golpes digitais em todo o país. Enquanto o “dinheiro esquecido”, assunto em alta nos noticiários reais, ganhou links falsos para resgate via Pix, um fictício recall de cartões de crédito tem sido anunciado em vídeos na internet. O Banco Central alertou sobre os dois temas.

— Sem dúvida, os cibercriminosos se orientam por assuntos que chamam a atenção das pessoas. A intenção com isso é fazer com que a pessoa se motive, por exemplo, a clicar no link divulgado — explica o professor da FGV Direito Rio, Daniel Dias.

É o caso do golpe do “dinheiro esquecido”, também divulgado pela Polícia Civil de São Paulo. As mensagens que têm sido compartilhadas nas redes sociais informam que é possível resgatar a quantia via Pix clicando em um link. Na realidade, no entanto, a única forma de consulta e resgaste do dinheiro é pelo Sistema de Valores a Receber (SVR) do Banco Central. O BC, aliás, ressalta que não envia links nem entra em contato com ninguém, tem todos os seus serviços gratuitos e nunca pede senhas bancárias.

Entenda:

Segundo Daniel Dias, um dos riscos para a vítima ao clicar no link falso enviado é acabar inserindo no dispositivo eletrônico um vírus que consegue roubar dados para vantagem financeira. Esses dados são: informações pessoais, números de cartão de crédito, senhas, contatos e outros.

Sócio-gerente e líder de prática na área de cibersegurança da Daryus Consultoria, Cláudio Dodt acrescenta:

— Essa não é a única consequência do clique em links falsos. Eles também podem instalar malware, ou seja, código malicioso, ou vírus no dispositivo da vítima para tentar controlá-lo remotamente ou bloqueá-lo até que seja feito um pagamento, normalmente através de alguma criptomoeda como o bitcoin.

É lei:

Outra estratégia dos bandidos é a invenção de que pessoas com cartão de crédito há três anos ou que usaram o cartão de crédito no ano passado teriam dinheiro a receber valores de volta. Nos vídeos publicados na internet, uma das justificativas apresentadas é de que o governo cobrou taxas além do que deveria, necessitando fazer a devolução do extra. Nas instruções, os vídeos recomendam cursos para aprender a retirar essas quantias ou indicam links que pedem dados bancários da vítima. Nada disso é real, no entanto.

Para quem já caiu no golpe, o Banco Central orienta a informar ao banco. Se foi feito Pix pela vítima, é possível abrir um Mecanismo Especial de Devolução (MED), pra tentar reaver valores. O banco também pode marcar a chave Pix que recebeu o montante como suspeita e bloquear a conta do golpista. A vítima, é claro, também precisa acionar a Polícia.

Como se proteger de golpes virtuais?

– Ao receber uma mensagem de alguém que não conhece ou mensagem suspeita de um conhecido, entre em contato com a empresa ou a organização por meio de seus canais oficiais para confirmar se a mensagem é legítima.

– Evite clicar em links suspeitos em mensagens de texto, e-mail ou redes sociais. Antes disso, verifique se a URL parece legítima e não tem erros de digitação ou caracteres estranhos.

– Um software antivírus pode ajudar a detectar e bloquear sites maliciosos e downloads de códigos maliciosos. Vale lembrar que hoje existem diversas opções, inclusive sem custo, de antivírus tanto para proteger smartphones quanto computadores.

– Sempre mantenha o sistema operacional e os softwares do seu dispositivo atualizados com as versões mais recentes. Isso ajuda a garantir que ele esteja protegido contra vulnerabilidades conhecidas.

 

AGU pede que acusados de financiar golpe paguem R$ 20,7 milhões

Ação é contra 54 pessoas físicas, três empresas, uma associação e um sindicato por colaboração aos atos terroristas em Brasília

A Advocacia-Geral da União (AGU) pediu a condenação em definitivo de acusados de financiar o fretamento de ônibus para envolvidos nos ataques às sedes dos Três Poderes em 8 de janeiro para que realizem o pagamento de R$ 20,7 milhões aos cofres públicos, informou o órgão em comunicado nesta segunda-feira, 13.

Redes sociais ajudaram a organizar atos terroristas em Brasília
Foto: Agência Brasil

A AGU está pedindo à Justiça Federal do Distrito Federal a conversão em ação civil pública de uma ação cautelar contra 54 pessoas físicas, três empresas, uma associação e um sindicato para que seja feita a condenação e o pagamento ao erário.

No pedido, a AGU assinala configurar “ato ilícito quando o titular de um direito (no caso em específico o direito à livre manifestação e reunião pacífica), ao exercê-lo, excede manifestamente os limites impostos pelo seu fim econômico ou social, pela boa-fé ou pelos bons costumes”.

O órgão do governo federal aponta ainda que “num regime democrático, como no sistema brasileiro, contraria os costumes da democracia e a boa-fé a convocação e financiamento de um movimento ou manifestação com intento de tomada do poder, situação essa que evidencia a ilicitude do evento ocorrido”.

A AGU alega também que os supostos financiadores tinham consciência de que seriam realizados atos antidemocráticos pelas pessoas que viajariam à capital federal, uma vez que as convocações para essas manifestações falavam de atividades não pacíficas e de tomada do poder.

No dia 8 de janeiro, apoiadores radicais do ex-presidente Jair Bolsonaro que defendiam um golpe de Estado contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, empossado uma semana antes, invadiram e depredaram o Palácio do Planalto e os prédios do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal (STF).

Na ação, a AGU diz ainda que o valor de 20,7 milhões de reais refere-se aos danos causados às sedes dos Três Poderes.

“É o valor que a Advocacia-Geral da União reputa como dano material já incontroverso, sem prejuízo de, no curso da instrução processual, serem produzidos novos elementos de provas demonstrando um dano ainda maior ao patrimônio público”, afirma a AGU.

Mulher cai em golpe e perde R$ 45 mil reais ao comprar um imóvel pela Internet

A vítima encontrou o anúncio pelo Facebook e só desconfiou de golpe após transferência bancária

Uma mulher de 44 anos caiu em um golpe e perdeu R$45 mil reais em Campo Grande. A vítima compraria um imóvel no bairro Noroeste.

De acordo com o boletim de ocorrência, a vítima informou que viu um anúncio de uma casa no Marketing Place/Facebook no valor de R$45.000,00. O anúncio foi publicado por uma mulher e o contato para tratar da negociação era de um homem.

Interessada pelo imóvel, a mulher entrou em contato via WhatsApp no número disponível no anúncio. O homem chegou a enviar vídeos do imóvel e marcou uma visita às 09h do dia 06/02.

Acompanhada de seu esposo, a vítima chegou ao local e avistou o negociador em frente à casa e logo depois chegou uma terceira pessoa, outro homem, que seria o verdadeiro proprietário do imóvel. Após mostrar a casa eles fecharam o negócio.

Ainda segundo informações, os envolvidos combinaram de ir ao cartório, e lá realizar o pagamento via transferência bancária no valor de R$40.000,00 e outra via pix no valor de R$5.000,00.

Após enviar os comprovantes de pagamento, o proprietário do imóvel confirmou o recebimento apenas do pix de 5 mil e a transferência TED ainda não constava. Cerca de 30 minutos depois começou a desconfiar que poderia ter caído em um golpe. A vítima representou criminalmente e o caso foi registrado como Estelionato na Depac-Cepol.

Senador diz que Bolsonaro tentou convencê-lo a dar golpe e anuncia renúncia

O senador Marcos do Val (Podemos-ES) afirmou na madrugada desta quinta-feira que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) tentou coagi-lo para dar um golpe de estado. A investida, segundo o parlamentar, foi recusada e prontamente denunciada. O senador também anunciou que vai renunciar ao mandato.

A declaração do senador foi dada durante uma live nas redes sociais.

Senador Marcos do Val acusa ex-presidente Jair Bolsonaro de tentar convencê-lo a dar golpe de Estado – Foto: REUTERS/Amanda Perobelli

— Eu ficava puto quando me chamavam de bolsonarista. Vocês me esperem que vou soltar uma bomba. Sexta-feira vai sair na Veja a tentativa de Bolsonaro de me coagir para que eu pudesse dar um golpe de estado junto com ele, só para vocês terem ideia. E é lógico que eu denunciei — afirmou do Val.

Após a transmissão, Marcos do Val usou sua conta no Instagram para reforçar o que havia declarado anteriormente. O parlamentar capixaba comunicou sua “saída definitivamente da política”.

“Perdi a convivência com a minha família em especial com minha filha. Não adianta ser transparente, honesto e lutar por um Brasil melhor, sem os ataques e as ofensas que seguem da mesma forma. Nos próximos dias, darei entrada no pedido de afastamento do senado e voltarei para a minha carreira nos EUA”, escreveu o senador.

Marcos do Val também alegou ter perdido a “paixão” por sua atividade parlamentar, lembrou que teve um problema de saúde, “chegando a sofrer um princípio de infarto”, e que vem sofrendo ofensas pesadas e que afetam até mesmo sua família.

“Desculpem, mas meu tempo, a minha saúde até a minha paciência já não estão mais em mim! Por mais que doa, o adeus é a melhor solução para acalmar o meu coração”, finalizou.

Serasa liga para cobrar dívida e homem descobre golpe de  R$ 406 mil em MS

Segundo o registro policial, a conta teria sido aberta por uma outra pessoa que se passou pela vítima e os pedidos de empréstimo foram feitos pelo aplicativo virtual do banco

Um homem, de 46 anos, descobriu nesta segunda-feira (16) ter sido vítima de um golpe após ter recebido uma ligação do Serasa cobrando uma dívida no valor de quase R$ 500 mil. O golpista teria aberto uma conta em um banco sem a vítima saber e solicitado diversos empréstimos que nunca foram pagos.

Segundo o registro policial, depois de ter recebido o telefonema, a vítima foi até uma agência bancária e solicitado as informações da conta. De acordo com o banco, uma pessoa teria aberto a conta em setembro de 2021 no nome da vítima.

O gerente do banco informou ainda que existem quatro contratos de empréstimos firmados, entre setembro e novembro de 2021, sendo todos solicitados através do aplicativo virtual do banco.

Ainda conforme o boletim de ocorrência, a vítima informou nunca ter aberto essa conta. O homem solicitou ao banco dados fornecidos durante a abertura da conta, porém o local só forneceu os comprovantes de contratação dos créditos.

De acordo com os dados do banco, no dia 14 de setembro o golpista solicitou um empréstimo no valor de R$ 8.999,04. E no dia 15 de setembro, um outro no mesmo valor. Já no dia 30 de setembro, o golpista realizou mais um pedido no valor de R$ 238.320,00.

O último empréstimo solicitado foi no dia 19 de novembro, no valor de R$149.753,52.

Ao todo, a dívida é de R$ 406.071,60. O caso segue sendo investigado pela polícia e foi registrado como falsidade ideológica na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) Centro.

PF acha documento para Bolsonaro fraudar resultado da eleição na casa de Torres

O decreto seria uma forma de golpe de Estado para mudar o resultado da eleição

A Polícia Federal (PF) encontrou na casa do ex-ministro da Justiça Anderson Torres uma minuta, que é uma proposta de decreto antes da publicação, para que o então presidente Jair Bolsonaro (PL) instaurasse um estado de defesa na sede do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O objetivo da ação era reverter o resultado do segundo turno da eleição presidencial em que o presidente Lula (PT) foi o vencedor.

O decreto encontrado na casa de Torres seria, na prática, um meio de Bolsonaro fraudar o resultado da eleição que deu a vitória a Lula. (Foto: EVARISTO SA/AFP via Getty Images)

Segundo informações do jornal Folha de S. Paulo, o documento foi encontrado no armário do ex-ministro durante a busca e apreensão realizada na última terça-feira (10) . A PF ainda investiga as circunstâncias da elaboração do documento golpista.

A minuta inconstitucional teria sido realizada após a realização das eleições. O objetivo do documento seria investigar hipotéticos casos de abuso de poder, suspeição de medidas ilegais da presidência do TSE antes, durante e depois do processo eleitoral. Fontes ouvidas pelo jornal dizem que documento cita o “reestabelecimento imediato da lisura e correção da eleição de 2022”.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes determinou, nesta semana, a prisão de Anderson Torres. O aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro era o secretário de Segurança do Distrito Federal (DF) durante os atos golpistas realizados no último domingo (8). O agora ex-secretário estava de férias nos Estados Unidos, assim como Bolsonaro, durante os atos.

PF interrogou e prendeu 1.159 pessoas por atos golpistas

A Polícia Federal divulgou uma nota na noite desta quarta-feira, 11, informando que qualificou, interrogou e prendeu 1.159 pessoas pelos atos golpistas que aconteceram em Brasília no domingo (8), quando houve a depredação e vandalismo nos prédios do Congresso Nacional, do Supremo Tribunal Federal (STF) e no Palácio do Planalto. Essas prisões se somam a 209 efetuadas pelas polícias Militar e Civil do Distrito Federal no próprio domingo.

Manifestantes invadem Congresso, STF e Palácio do Planalto.

Esses presos vão responder, na medida de suas responsabilidades, por crimes de terrorismo, associação criminosa, atentado contra o Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, perseguição, incitação ao crime, dentre outros. Eles foram entregues para a Polícia Civil do Distrito Federal, responsável pelo encaminhamento ao Instituto Médico Legal e, posteriormente, ao sistema prisional.

Mais 684 detidos – idosos, pessoas com problemas de saúde, em situação de rua e pais/mães acompanhados de crianças – também foram identificados e responderão em liberdade. No total, 1.843 pessoas foram conduzidas pela Polícia Militar do Distrito Federal para a Academia Nacional de Polícia, onde todos foram identificados pela Polícia Federal.

Segundo a nota, com isso, a Polícia Federal encerrou as atividades de polícia judiciária determinadas pelo STF após os ataques de domingo.

A PF destaca que, durante toda a ação, que durou 57 horas e mobilizou cerca de 550 policiais federais, os detidos receberam café da manhã, almoço, lanche e jantar e tiveram acesso a água. Eles também tiveram disponível erviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e Defensoria Pública da União.

A operação, considerada a maior de polícia judiciária da história da PF, também teve a participação do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania,  Ministério Público Federal, do Ministério Público do Distrito Federal e dos Territórios, da Defensoria Pública do Distrito Federal, da Comissão de Ética e da Comissão de Direitos Humanos da OAB, da Polícia Rodoviária Federal, do Departamento Penitenciário Nacional, da Força Nacional, da Polícia Militar do Distrito Federal, da Polícia Civil do Distrito Federal, do Departamento de Trânsito do Distrito Federal, da Secretaria de Direitos Humanos do Distrito Federal, Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal, da Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal,  do Conselho Tutelar, do governo do Distrito Federal, do Senado Federal e da Câmara dos Deputados.

Criminosos usam foto de filho de idosa e recebem PIX de mais de R$ 1 mil

Mais um crime de estelionato foi registrado em Dourados, praticado por aplicativo de troca de mensagens instantâneas.

Nessa terça-feira (10), uma mulher de 64 anos denunciou que caiu em um golpe ao receber mensagem através do WhatsApp de pessoa se passando por seu filho.

A idosa conta que foi enganada e acabou efetuando transferência por PIX no valor de R$ 1.100.

Só depois percebeu que se tratava de um golpe.

O caso foi registrado como estelionato na Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário).

A Polícia Civil alerta a população para o aumento deste tipo de crime em Dourados.