AGU pede que acusados de financiar golpe paguem R$ 20,7 milhões

Ação é contra 54 pessoas físicas, três empresas, uma associação e um sindicato por colaboração aos atos terroristas em Brasília

A Advocacia-Geral da União (AGU) pediu a condenação em definitivo de acusados de financiar o fretamento de ônibus para envolvidos nos ataques às sedes dos Três Poderes em 8 de janeiro para que realizem o pagamento de R$ 20,7 milhões aos cofres públicos, informou o órgão em comunicado nesta segunda-feira, 13.

Redes sociais ajudaram a organizar atos terroristas em Brasília
Foto: Agência Brasil

A AGU está pedindo à Justiça Federal do Distrito Federal a conversão em ação civil pública de uma ação cautelar contra 54 pessoas físicas, três empresas, uma associação e um sindicato para que seja feita a condenação e o pagamento ao erário.

No pedido, a AGU assinala configurar “ato ilícito quando o titular de um direito (no caso em específico o direito à livre manifestação e reunião pacífica), ao exercê-lo, excede manifestamente os limites impostos pelo seu fim econômico ou social, pela boa-fé ou pelos bons costumes”.

O órgão do governo federal aponta ainda que “num regime democrático, como no sistema brasileiro, contraria os costumes da democracia e a boa-fé a convocação e financiamento de um movimento ou manifestação com intento de tomada do poder, situação essa que evidencia a ilicitude do evento ocorrido”.

A AGU alega também que os supostos financiadores tinham consciência de que seriam realizados atos antidemocráticos pelas pessoas que viajariam à capital federal, uma vez que as convocações para essas manifestações falavam de atividades não pacíficas e de tomada do poder.

No dia 8 de janeiro, apoiadores radicais do ex-presidente Jair Bolsonaro que defendiam um golpe de Estado contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, empossado uma semana antes, invadiram e depredaram o Palácio do Planalto e os prédios do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal (STF).

Na ação, a AGU diz ainda que o valor de 20,7 milhões de reais refere-se aos danos causados às sedes dos Três Poderes.

“É o valor que a Advocacia-Geral da União reputa como dano material já incontroverso, sem prejuízo de, no curso da instrução processual, serem produzidos novos elementos de provas demonstrando um dano ainda maior ao patrimônio público”, afirma a AGU.

Casal é preso com quase R$ 20 milhões em cocaína escondida em Kombi

Motorista ficou nervoso com batida da PRF (Polícia Rodoviária Federal) e acabou entregando R$ 20 milhões em cocaína, na noite desta quarta-feira (2), na BR-262, em Terenos, a 30 km de Campo Grande. Ele foi preso por tráfico de drogas e a passageira também foi conduzida para a delegacia.

Foram localizados diversos tabletes da droga, peso total 166 kg, avaliada em quase R$ 20 milhões

A equipe da PRF (Polícia Rodoviária Federal) fiscalizava a rodovia quando abordou um caminhão guincho que transportava um veículo Volkswagen Kombi. Quando abordaram o condutor os policiais desconfiaram do nervosismo apresentado na entrevista.

Após vistoria, a equipe encontrou um compartimento oculto na Kombi onde estavam escondidos os tabletes de cocaína. Foram localizados diversos tabletes da droga, peso total 166 kg.

À polícia o homem disse que foi contratado para transportar o veículo de Corumbá até Campo Grande. O valor da carga final do entorpecente é de quase R$ 20 milhões.

O condutor e uma passageira que o acompanhava foram encaminhados à Polícia Civil em Terenos, juntamente com os veículos e a droga para as medidas cabíveis.

Maconha apreendida em sítio de policial da reserva é avaliada em R$ 20 milhões

Os fardos de maconha prensada apreendidos em uma propriedade rural nessa segunda-feira (17) em Dourados totalizaram 9.920 mil quilos.

A carga guardada no sito usado de entreposto do tráfico foi avaliada em aproximadamente R$ 20 milhões, segundo nota oficial da Defron (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Fronteira).

No caminhão caçamba, da marca Ford, modelo Cargo 4331, foram localizadas mais 5.250 mil quilos de maconha – Crédito: Osvaldo Duarte/Dourados News

Azam Martins Alves, 56 anos, policial militar da reserva, foi preso em flagrante.

A apreensão aconteceu por volta do meio-dia, quando os policiais civis já aguardavam a chegada na cidade de um caminhão caçamba que havia saído de Ponta Porã.

Investigadores conseguiram identificar o veículo e segui-lo até o sítio onde estava Azam.

Os policiais, liderados pelo delegado da Defron, Rafael de Souza Carvalho, foram até o caminhão e o encontraram abandonado com as chaves na ignição.

Além do caminhão, foram encontraram dois contêineres recém pintados de verde, cobertos por uma estrutura de telhas e fechado por um portão de metal para impedir a visualização de quem passasse pela região.

Dentro de um dos contêineres estavam 4.670 mil quilos de maconha.

No caminhão caçamba, da marca Ford, modelo Cargo 4331, foram localizadas mais 5.250 mil quilos de maconha, totalizando na apreensão de 9.920 mil quilos do entorpecente.