O boletim epidemiológico desta semana traz a confirmação de 1.019 novos casos confirmados de dengue em Mato Grosso do Sul nesta mais recente semana epidemiológico.
Cinco municípios registraram morte por dengue em 2023 – Crédito: Sinan Online/SES
Os números correspondem a média de 145 novos diagnósticos confirmados desta doença endêmica no Estado.
O levantamento foi divulgado nessa quinta-feira (16) pela SES (Secretaria de Estado de Saúde).
Com a atualização, Mato Grosso do Sul atinge o total de 5.550 casos de dengue confirmados neste ano – sendo 1.335 por critério clínico e 4.215 por exames em laboratório.
O Estado também acumula 13.235 notificações neste ano, além de cinco óbitos confirmados e quatro em investigação.
Os óbitos confirmados são de Guia Lopes de Laguna, mulher de 59 anos; de Dourados, adolescente de 14 anos, sexo masculino; de Amambai, 21 anos, sexo masculino; de Campo Grande, 58 anos, sexo feminino; e de Aquidauana, sexo masculino e 74 anos de idade.
As cinco vítimas da dengue em Mato Grosso do Sul não possuíam comorbidades.
O Boletim Epidemiológico da Dengue é elaborado pela Gerência Técnica de Doenças Endêmicas, vinculado ao setor de Vigilância em Saúde da SES.
Durante dois dias, Mato Grosso do Sul participa do Fórum do Conseplan (Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Planejamento), em Brasília. O secretário de Governo e Gestão Estratégica, Pedro Caravina, que representa o Estado, marca presença em palestras e debates. Segundo ele, a troca de ideias e experiências com gestores de outros estados e do governo federal serão importantes na construção do PPA (Plano Plurianual) 2024-2027. Logo no primeiro dia, nesta quinta-feira (16), ele assistiu a uma palestra da ministra do Planejamento, Simone Tebet.
Secretário de Governo Pedro Caravina, que representa o MS, marca presença no eventos (Foto Adilson Selvano)
“Foi um dia bastante produtivo para trocar experiências e começar a organizar também o nosso modelo de planejamento e de execução orçamentária em Mato Grosso do Sul, que tem tudo a ver com a Secretaria de Governo e Gestão Estratégica e também o setor de orçamento, que está ligado à Sefaz (Secretaria de Estado de Fazenda). As secretarias de Governo e Fazenda estão trabalhando em conjunto para que o Plano Plurianual, que vai ser montado esse ano, possa efetivamente trazer as informações que estão no Plano de Governo e serem transformadas em políticas públicas levando, junto com as demais secretarias, melhor qualidade de vida para a população”, explicou o secretário sul-mato-grossense.
Com duração de quatro anos, o PPA é o instrumento de planejamento governamental de médio prazo, previsto na Constituição Federal, que estabelece, de forma regionalizada, as diretrizes, objetivos e metas da Administração Pública, organizado em programas e estruturado em ações, que resultem em bens e serviços para a população.
O Fórum Nacional de Secretários Estaduais do Planejamento acontece nesta quinta-feira (16) e sexta-feira (17). Entre os temas discutidos estão também a LOA (Lei Orçamentária Anual), a questão fiscal e os desafios e planejamento das gestões estaduais.
A comitiva de Mato Grosso do Sul conta ainda com o superintendente de Planejamento, Estratégia e Governança da Segov, Rodrigo Alejandro Benavides, e o superintendente de Orçamento da Sefaz, Ricardo Peixoto Velloso.
Mato Grosso do Sul se tornou referência e um dos melhores estados do Brasil em transparência pública. Esta condição é reconhecida pelos principais rankings e indicadores do setor. Para aperfeiçoar estes trabalhos várias ações já estão em andamento, entre elas a construção do Novo Portal da Transparência.
Governador durante lançamento do programa Compliance (Foto: Saul Schramm)
“Quando entrei no Governo em 2015, na época como secretário, Mato Grosso do Sul era o último estado em transparência no Brasil. Começamos a trabalhar para reverter este cenário, pois a transparência é uma das bases de qualquer governança que se propõe a ser bem-feita. Em seis meses já tivemos bons resultados e hoje somos destaques em âmbito nacional”, afirmou o governador Eduardo Riedel.
Para o controlador-geral do Estado, Carlos Eduardo Girão, este resultado positivo na transparência faz parte de um trabalho conjunto dentro do Estado. “Temos a Ouvidoria-Geral do Estado muito atuante dentro da CGE, assim como uma parceria imprescindível da Superintendência de Tecnologia da Informação (SGI). Desta forma conseguimos atender as expectativas dos cidadãos e dos órgãos avaliadores”.
Girão destacou que as “boas práticas” estão entre os pilares da atual gestão. “. Estamos sempre correndo e conseguindo entregar bons resultados e assim figurar bem nos rankings nacionais”.
Na avaliação feita pelo Mapa Brasil Transparente, da CGU (Controladoria-Geral da União), Mato Grosso do Sul foi o quinto melhor estado em transparência em 2022, obtendo a nota 9.93, ficando atrás apenas do Ceará, Espírito Santo, Minas Gerais e Paraná.
Neste ranking foram avaliados 26 itens, entre eles Portal da Transparência, divulgação da estrutura organizacional, informações sobre receitas, despesas, pagamentos, empenhos, licitações, contratos, obras públicas, servidores, diárias, pedido de informação e prazo cumpridos. Mato Grosso do Sul cumpriu 25 de forma integral.
Novo Portal
Para seguir coo destaque nacional, o Governo do Estado segue com várias ações no setor. A principal é a construção de um novo Portal da Transparência, que terá o objetivo de tornar todas estas informações do Estado mais acessíveis à população, com uma linguagem mais simples aos cidadãos.
“Já somos referência nacional neste quesito, mesmo assim estamos com um grande projeto de reformulação do portal, tendo a ideia de levar todas as informações disponíveis para uma linguagem mais cidadã, para que a população como um todo tenham uma compreensão maior sobre estes dados e informações do poder público”, descreveu Girão.
Controlador-geral do Estado, Carlos Eduardo Girão (Foto: Bruno Rezende)
Este trabalho será conduzido pela CGE (Controladoria-Geral do Estado) em parceria com todas as secretarias, fundações e autarquias do Poder Executivo na elaboração e construção deste canal. A previsão é que o produto final seja disponibilizado para a população no primeiro semestre de 2024.
Outra ação importante é o programa “Compliance”, que foi lançado pelo Governo e vai começar as atividades pela Setescc (Secretaria de Estado de Turismo, Esporte, Cultura e Cidadania) e depois seguir para as demais pastas. Lá serão desenvolvidas ações de transparência, eficiência no serviço público, simplificação dos processos e incentivo a integridade e conduta ética.
São vagas para o nível médio e superior; empresa oferece vários benefícios
A concessionária Energia está com vagas de trabalho abertas em MS e mais 11 estados brasileiros, com oportunidades em diferentes áreas, como operação, comercial, construção e tecnologia.
Além de MS, as posições são para Acre, Minas Gerais, Mato Grosso, Paraíba, Piauí, Paraná, Rio de Janeiro, Rondônia, Sergipe, São Paulo e Tocantins. Cada área tem requisitos distintos, mas há chances tanto para quem tem nível médio quanto para profissionais com ensino superior.
Além do salário compatível com o mercado, as empresas do Grupo disponibilizam planos de cargos e salários, e benefícios, como plano de saúde, odontológico e seguro de vida, previdência privada, participação nos lucros, vale alimentação ou refeição, auxílio creche e gympass.
Atualmente o Grupo Energisa tem atuado nos três modelos de trabalho, híbrido, presencial e home office e é uma das 25 empresas mais desejadas pelos brasileiros para construir carreira de acordo com a lista Top Companies do LinkedIn e todas as suas unidades são certificadas Great Place To Work com um índice de confiança acima de 70%.
Distribuídos nos 862 municípios atendidos pela companhia, o Grupo emprega hoje cerca de 20 mil trabalhadores diretos e indiretos. Para participar do processo seletivo, basta acessar o site https://jobs.kenoby.com/grupoenergisa. Os currículos são recebidos através deste site e a pessoa candidata consegue acompanhar as vagas abertas e os processos a que está concorrendo. A partir da inscrição, o candidato receberá um e-mail de confirmação e iniciará seu processo seletivo.
Seleção – A Energisa tem diversas vagas, em áreas distintas e com perfis de atuação diferentes. A triagem é realizada avaliando os seguintes critérios: pré-requisitos da vaga com base na descritivo da posição, escolaridade, cursos de qualificação obrigatórios, experiência desejada, e demais conhecimentos necessários.
Após as etapas iniciais (triagem de currículo e demais avaliações), caso a pessoa seja selecionada, participará das entrevistas com a área de RH e com os gestores da posição. Essas entrevistas podem ser feitas online, através de ferramenta de vídeo, ou presenciais.
A interação é feita por email, telefone ou whatsapp. Como a Energisa tem unidades em todas as regiões do país, pode ser que a pessoa candidata receba um contato de um DDD diferente da localidade onde reside. Não é solicitado nenhum tipo de treinamento pago ou qualquer pedido de pagamento.
A temporada nacional do vôlei de praia passará por Mato Grosso do Sul mais uma vez. Três etapas do Circuito Brasileiro (CBVP) 2023 estão confirmadas para acontecer em Campo Grande, em maio, com apoio do Governo de Mato Grosso do Sul, por meio da Fundação de Desporto e Lazer (Fundesporte) e Secretaria de Estado de Turismo, Esporte, Cultura e Cidadania (Setescc).
Foto: Wander Roberto/Inovafoto/CBV
Em reunião nesta quarta-feira (15) na Fundesporte, o presidente da Federação de Voleibol de Mato Grosso do Sul, José Amâncio da Mota, o “Madrugada”, confirmou a vinda de etapas do Sub-19 (6 a 9 de maio), Aberto (10 a 13 de maio) e Top 12 (10 a 14 de maio).
As competições da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) serão realizadas em arena montada no Parque das Nações Indígenas, assim como no ano passado. O diretor-presidente da Fundesporte, Herculano Borges, destaca a tradição em Mato Grosso do Sul receber grandes eventos da modalidade. “Nosso estado tem largado na frente para receber etapas do Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia e ficamos felizes de poder trazer mais uma vez essas competições para nossa população prestigiar”.
“Temos oferecido não só eventos de excelência ao voleibol nacional, mas também atletas de alto nível revelados em nossa terra, como Talita Antunes, Saymon Barbosa, Benjamin, Victoria Lopes, Arthur Mariano, e uma geração nova da base, a exemplo da dupla Cadu e Anthony. É interessante também que eles nos prestigiam nas competições aqui em Mato Grosso do Sul”, pontua Madrugada.
Mato Grosso do Sul receberá a primeira de três etapas da categoria sub-19. Segundo Madrugada, atletas de 22 unidades federativas estão confirmados. Na classe adulta, o Aberto reunirá duplas entre o 8º e o 13º lugar no ranking nacional entre os inscritos, além de dois convidados e até oito parcerias classificadas pelo Qualifying (torneio qualificatório). Esse sistema permite jogos mais nivelados, entre duplas de ranqueamento mais próximo.
Já o Top 12, segundo a CBV, será disputado pelas duplas mais bem ranqueadas, além dos campeões das etapas anteriores do torneio Aberto. Esta é uma forma de estimular a renovação da modalidade, já que todas as duplas podem brigar por uma vaga no Circuito Mundial.
Os deputados estaduais da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALEMS) aprovaram os quatro projetos pautados na Ordem do Dia desta quarta-feira (15). Um dos destaques foi a aprovação, em primeira discussão, do Projeto de Lei 19 de 2023, que que torna ilegal, produzir, distribuir, comercializar e extrair, fabricar, transformar, preparar, possuir, manter em depósito, importar, exportar, reexportar, remeter, transportar, expor, oferecer, vender, comprar, trocar, ceder ou adquirir, para qualquer fim, o MMS (Mineral Miracle Solution – Solução Mineral Milagrosa), em Mato Grosso do Sul.
Solução Mineral Milagrosa – (Foto: Imagem ilustrativa)
A vedação será aplicada apenas às pessoas físicas, sem autorização ou em desacordo com determinação legal ou regulamentar, substâncias ou matéria-prima destinada à obtenção do dióxido de cloro – MMS, mesmo que em proporções diversas ou de forma inominada. Não se aplica às pessoas jurídicas legalmente constituídas, que utilizem o dióxido de cloro para fins industriais ou comerciais.
Em discussão única foram aprovadas duas matérias.
O Projeto de Decreto Legislativo 1 de 2023, da Mesa Diretora, aprova convênios e protocolos do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) e ajustes do Sistema Nacional de Informações Econômico-Fiscais (Sinief), celebrados entre o governo estadual e o Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz). E o Projeto de Lei 1 de 2023 declara de Utilidade Pública Estadual a Associação Beneficente Lar Cristo Redentor, com sede e foro em Coronel Sapucaia.
Por fim, foi aprovado o Projeto de Lei 56 de 2023, da Mesa Diretora, que dispõe sobre a alteração da Lei Estadual 4.090/2011, alterada pelas Leis 4.343/2013, 4.987/2017, 5.323/2019, 5.704/2021 e 4.09/2011. O objetivo da proposição é reorganizar a estrutura organizacional da ALEMS.
Moções
Entre as moções, duas foram apresentadas em nome da Casa de Leis. A primeira trata-se da Moção de Congratulação ao ex-mantenedor e fundador da startup brasileira Educbank, Danilo Costa, que conquistou o prêmio Innovation Awards SXSW 2023. E a segunda é a Moção de Pesar aos familiares do ex-prefeito de Dourados e ex-deputado federal, José Elias Moreira.
A ministra Sônia Guajajara e o secretário-executivo do Ministério dos Povos Indígenas, Eloy Terena, vêm a Mato Grosso do Sul neste final de semana para discutir a questão da demarcação das terras indígenas no Estado.
O compromisso foi divulgado nas redes sociais do líder da bancada federal, deputado Vander Loubet (PT). Ela desembarca na Capital no sábado (18) e cumprirá uma série de visitas no interior do Estado até domingo (19).
“Saímos da audiência com a ministra e confirmamos que ela virá ao Mato Grosso do Sul para poder dialogar com o governo do Estado, comunidades indígenas e vai até a retomada, em Rio Brilhante”, ressaltou o petista. Vander ainda afirmou que a bancada estará presente, acompanhando o diálogo.
A ministra destacou que a agenda faz parte do compromisso assumido com os povos originários, ao assumir a pasta. “Nosso compromisso para diminuir esses conflitos, problemas fundiários, que vemos no Estado. Vamos juntos encontrar uma solução”, ponderou.
A agenda será debatida no sábado e domingo, segundo membros do PT (Partido dos Trabalhadores). “Eles vêm para ajudar a acelerar a pacificar as desapropriações, analisar essas e outras áreas que tenham sido adquiridas de áreas demarcadas de terras dos povos originários”, disse o deputado estadual Amarildo Cruz (PT).
No início do mês, Sônia cancelou a visita que faria nesta semana a Mato Grosso do Sul. Não foi informado o motivo do cancelamento da agenda e nem se haveria nova data marcada para a visita. Com isso, também ficou adiada a decisão sobre a coordenação do Dsei (Distrito Sanitário Indígena) no Estado.
A SES (Secretaria de Estado de Saúde) recebeu nesta terça-feira (14), a primeira remessa da vacina MVA-BN Jynneos Mpox. As 332 doses ficarão armazenadas na sede da CEVE (Coordenadoria Estadual de Vigilância Epidemiológica) até que os municípios com maior registro da doença, entre eles Campo Grande, Dourados e Três Lagoas informem o quantitativo necessário para imunização do público-alvo.
Vacinas contra MPox chegaram na Capital (Foto Álvaro Rezende)
A coordenadora de Vigilância Epidemiológica da SES, Ana Paula Goldfinger, destaca que estes municípios elencados deverão fazer busca ativa do público-alvo informado pelo Ministério da Saúde.
“Das 332 doses, nós vamos conseguir atender 166 pessoas com a D1 da vacina, além de reservar um percentual que se faz necessário para atendimento pós-exposição. Mas de acordo com o andamento da vacinação e verificação de necessidade de reposição dessas doses, nós reportaremos essa necessidade ao Ministério da Saúde que fará o ajuste no quantitativo a ser enviado aos estados, se necessário”, afirma Goldfinger.
Ministério da Saúde recomenda que as vacinas contra a Mpox sejam restritas aos seguintes grupos:
• Pessoas vivendo com HIV/Aids: homens cisgêneros, travestis e mulheres transexuais, com idade igual ou superior a 18 anos e com contagem de linfócitos TCD4 inferior a 200 células nos últimos seis meses;
• Profissionais de laboratório que trabalham diretamente com Orthopoxvírus e que possuam de 18 a 49 anos de idade.
• As vacinas serão ministradas em duas doses, D1 e D2, com intervalo mínimo de 28 dias entre as doses.
Mpox
A Mpox é uma doença causada pelo vírus do gênero Orthopoxvirus e família Poxviridae, geralmente autolimitada, cujos sinais e sintomas duram de 2 a 4 semanas. O período de incubação do vírus é tipicamente de 6 a 16 dias, mas pode chegar a 21 dias.
A pessoa infectada é assintomática no período de incubação. A manifestação cutânea típica é do tipo papulovesicular (manchas vermelhas), precedido ou não de febre de início súbito e de linfadenopatia (inchaço dos gânglios). Outros sintomas incluem dor de cabeça, dores musculares, dores nas costas, calafrios e exaustão.
Mato Grosso do Sul registrou nos últimos sete dias mais 531 casos de covid-19, com cinco mortes constatadas em decorrência da doença. As vítimas que faleceram são todas idosas, em Corumbá, Três Lagoas e Dourados, além de duas em Campo Grande, município que lidera o ranking de novos casos, com 171 confirmações.
O índice de mortalidade da doença é o menor em Mato Grosso do Sul (Foto: Edemir Rodrigues)
Logo atrás na lista aparece Santa Rita do Pardo, com 82 casos, seguida por Jardim, Aquidauana e Glória de Dourados, respectivamente, com 39, 35 e 33 novos casos. Em todo o Estado, 15.098 casos de covid foram registrados em 2023, com 87 óbitos. Os dados são do Boletim Epidemiólogico da SES (Secretaria de Estado de Saúde).
O índice de mortalidade da doença, ou seja, a quantidade de pessoas que morrem em decorrência da covid-19 a cada 100 mil habitantes, é o menor desde o início da pandemia em Mato Grosso do Sul. Em 2020 o índice era de 85,3m subindo para 261,8 em 2021. No ano passado, foi de 41,6, caindo agora para 3,1.
Hoje, há 1.403 infectados com a covid em isolamento domiciliar, enquanto outros 12 estão hospitalizados – 10 em leitos clínicos e dois em UTIs (Unidades de Tratamento Intensivo), um deles em hospital público e outro em unidade privada.
Vacinação
Quanto a imunização em Mato Grosso do Sul, na faixa etária entre 12 e 34 anos, onde já foi disponibilizado o primeiro reforço da vacina, 52,3% da população já se imunizou, enquanto na faixa etária de 35 anos ou mais, o número é de 79,3%. Este grupo, que já tem disponível o segundo reforço, consta com adesão de 25,6% nesta etapa.
Já na faixa etária de crianças entre 5 e 11 anos, a primeira dose foi tomada por 59,5% do público alvo sul-mato-grossense, que somam 301.008 crianças. A segunda dose da vacinação já conta com 36,2% de adesão no Estado.
O governo federal publicou no “Diário Oficial da União” desta segunda-feira (13) a nomeação dos novos superintendentes regionais da Polícia Rodoviária Federal nos 26 estados e no Distrito Federal.
Os ocupantes anteriores dos cargos tinham sido exonerados em 19 de janeiro, e parte dos novos diretores já vinha atuando na função de forma interina.
O novo superintendente da PRF em Mato Grosso do Sul: João Paulo Pinheiro Bueno
O governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) trocou todos os comandos regionais da PRF e deve trocar, também, todos os superintendentes locais da Polícia Federal.
Durante o governo anterior, o então presidente Jair Bolsonaro manteve uma relação de proximidade com a cúpula da PF e da PRF e, com frequência, foi acusado pela oposição de aparelhar as corporações e fazer alterações nos comandos das equipes para driblar investigações.
Para MS, o Governo Federal confirmou a nomeação de João Paulo Pinheiro Bueno para a função de Superintendente da Polícia Rodoviária Federal no Mato Grosso do Sul.
O Sindicato dos Policiais Rodoviários Federais de Mato Grosso do Sul (SINPRF/MS) havia indicado uma lista de cinco nomes para o cargo de superintendente regional no Estado. A lista apresentada pela PRF tinha como indicados: André Figueiredo de Araújo; Marcos Khadur Rosa Pires; Robinson Luis de Araújo; Waldir Brasil do Nascimento Júnior e Rafael Gomes Charão.
João Paulo Pinheiro chegou a se inscrever uma hora antes, mas acabou não participando da votação. No final, acabou sendo o escolhido.