MS registra em uma semana 3 mortes e 174 casos de covid-19

De acordo com o boletim epidemiológico divulgado nesta terça-feira (16/5) pela SES (Secretaria de Estado de Saúde), Mato Grosso do Sul registrou três óbitos causados por covid-19.

Profissional de saúde realiza testagem da covid. (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Uma moradora de Dourados, de 99 anos, é uma das mais recentes vítimas, o óbito ocorreu em 10/05/2023. As demais vítimas são de Três Lagoas e Campo Grande, de 53 e 83 anos, respectivamente.

A primeira vítima tinha imunodeficiência/imunossupressão como comorbidades; enquanto a segunda possuía doença renal crônica, doença cardiovascular crônica, doença neurológica crônica, e outra Pneumopatia crônica.

No documento publicado, foram confirmados mais 174 casos da doença no Estado. Somente neste ano, já são mais de 18,9 mil casos confirmados e 107 mortes. Desde o início da pandemia, no entanto, o Estado já registrou mais de 612,1 mil casos, dos quais 599,4 mil se recuperaram, mas 11.044 morreram.

A Capital lidera o levantamento, com 70. Dourados, Naviraí e Porto Murtinho registraram 12.

 

MS registra 2 mil novos casos de dengue em apenas uma semana

Em uma semana Mato Grosso do Sul registrou 2.084 mil novas notificações da dengue. Só neste ano em Campo Grande foram 6.710 casos confirmados de dengue. A boa notícia é que nenhuma nova morte suspeita foi registrada agora.

De acordo com mapa de notificações da CCEV (Coordenadoria de Controle de Endemias Vetoriais), os bairros com maior risco da dengue são: Caiobá, Tiradentes, Chácara dos Poderes, Los Angeles, Maria Aparecida Pedrossian, Nova Lima, Noroeste e Tijuca.

Agora no Estado, o número de casos confirmados neste ano soma 23.245, o número é maior do que o registrado durante todo o ano de 2022, quando foram registrados 21.328 infectados pelo vírus do mosquito Aedes aegypti.

O número de casos prováveis também aumentaram, são 41.633 até o momento, em 2022 foram registrados 26.548 possíveis infectados durante todo o ano. No entanto, o número de óbitos se manteve em relação à última semana, são 22 mortes confirmadss e 16 em investigação.

Na lista de cidades com mais casos já confirmados de dengue, Campo Grande alcançou a marca de 6.710, sendo 694 novos casos em sete dias. Três Lagoas é a segunda cidade de MS com mais pessoas que já contraíram a doença ao menos uma vez neste ano, sendo 3.487, aumento de 273 casos no período. Em terceiro lugar está Bela Vista, com 816 casos, dezesseis a mais do que há uma semana.

O número de cidades com alta incidência de casos se manteve, 71 municípios fazem parte da classificação, que é quando são registrados mais de 300 casos suspeitos de dengue dentro de cada grupo composto por 100 mil habitantes. Outras oito estão com a média incidência (eram sete até a última semana), quando existem de 100 a 300 casos para cada 100 mil habitantes. Nenhuma apareceu com baixa incidência.

MS registra 304 novos casos de covid e uma morte na última semana

Na última semana foram registrados 304 novos casos de covi19 em Mato Grosso do Sul. Estes dados constam no boletim da SES (Secretaria Estadual de Saúde) divulgado nesta terça-feira (02). Neste período houve apenas uma morte, um idoso de 78 anos, residente em Campo Grande, e que possuía doença cardiovascular crônica.

Dos novos casos, Campo Grande lidera a lista com 147 ocorrências, seguido por Dourados (66), Chapadão do Sul (13), Guia Lopes da Laguna (7), Três Lagoas (7), Nova Andradina (6), Nova Alvorada do Sul (5), Paranaíba (5), Cassilândia (4), Ponta Porã (4) e Costa Rica (4). Ao todo 35 cidades tiveram notificações da doença nos últimos sete dias.

O boletim mostra que 11 pessoas estão internadas devido a covid no Estado, sendo nove em leitos clínicos e 2 precisam de UTI (Unidade de Tratamento Intensivo) para realizar o tratamento. Neste momento 1.209 pessoas estão em isolamento domiciliar no Estado. (confira o boletim completo)

MS registra três mortes por Covid-19 e 536 novos casos

Mato Grosso do Sul registrou três novos óbitos e mais 536 casos de Covid-19 no boletim semanal divulgado pela SES (Secretaria Estadual de Saúde) nesta terça-feira (4), sendo que parte dessas mortes aconteceu antes desse período, mas ainda não haviam sido contabilizadas no levantamento anterior. No momento, 11 pessoas estão hospitalizadas no Estado devido a doença.

As três mortes notificadas no boletim são de mulheres de 41, 65 e 84 anos, residentes dos municípios de Campo Grande, Três Lagoas e Dourados, respectivamente. As vítimas mais idosas apresentavam doenças cardiovasculares crônicas. Os óbitos ocorreram entre os dias 25 e 30 de março deste ano.

Dos novos casos, Campo Grande lidera a lista com 187 ocorrências, seguida por Dourados (177), Bodoquena (54), Ponta Porã (20), Deodápolis (14), Chapadão do Sul (13), Terenos (10), Três Lagoas (10), Itaporã (9), Douradina (8) e Naviraí (8). Ao todo 40 cidades registraram casos nesta semana.

O boletim mostra que 11 pacientes estão internados devido a doença, sendo nove em leitos clínicos e dois em UTIs (Unidades de Terapia Intensiva). No Estado 1.194 pessoas estão em isolamento domiciliar em função da covid.

Confira o boletim aqui: https://www.vs.saude.ms.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/Boletim-Epidemiologico-COVID-19-2023.04.04.pdf.

Unidades de Saúde da Família atenderão casos leves de dengue e síndromes respiratórias

O atendimento será realizado de 7h às 19h em 15 unidades espalhadas pelas seis regiões urbanas de Campo Grande

Para desafogar Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e Centros Regionais de Saúde (CRSs), as Unidades de saúde da família (USFs) farão atendimento de pacientes que apresentem casos leves de síndromes respiratórias, dengue e outras Arboviroses em Campo Grande.

Unidades de saúde da família (USFs). — Foto: Reprodução

A Secretaria Municipal de Saúde (Sesau) referenciou 15 unidades espalhadas pelas seis regiões urbanas, que funcionarão em horário estendido para atender os pacientes de menor gravidade nas referidas condições clínicas, sem a necessidade de agendamento.

O atendimento será realizado de 7h às 19h nas seguintes unidades:

Clínica da Família Iracy Coelho,
Clínica da Família Portal Caiobá,
Clínica da Família Nova Lima,
USF Batistão,
USF Coophavila,
USF Itamaracá,
USF Noroeste,
USF Jardim Presidente,
USF Moreninha,
USF Oliveira,
USF Paulo Coelho Machado,
USF Santa Emília,
USF Serradinho,
USF Tiradentes,
USF Vida Nova.

Cenário
Atualmente, mais de 60% do volume de atendimento das unidades de urgência e emergência são de pacientes classificados como azul e verde, ou seja, de menor gravidade e que poderiam ser atendidos na Atenção Primária.

“Neste momento, estamos passando por um surto de doenças respiratórias e de dengue em nossa cidade e isso fez com que a demanda das unidades de urgência aumentassem em mais de 30%. Desta forma, a recomendação é de que a população busque atendimento nas unidades básicas e de saúde da família, evitando assim longas esperas por atendimento”, explica o secretário municipal de saúde, Dr. Sandro Benites.
As outras 59 unidades básicas e de saúde da família do município devem manter os atendimentos às demandas espontâneas e programadas, de acordo com a organização de cada uma.

Semana tem cinco mortes por Covid em MS e mais 588 novos casos

O boletim epidemiológico do Coronavírus divulgado na manhã desta terça-feira (21) pela SES (Secretaria de Estado de Saúde) traz o registro de mais cinco óbitos atribuídos a esta doença em Mato Grosso do Sul.

Trata-se de quatro vítimas de Campo Grande, todos homens, e uma pessoa do sexo feminino, moradora em Ponta Porã.

Crédito: Divulgação/Ministério da Saúde

Com a atualização, o Estado chega a 11.023 óbitos desde o começo da pandemia.

Também foram contabilizados mais 588 novos casos de Covid em Mato Grosso do Sul, chegando ao acumulado de 608.895, desde o começo do período pandêmico.

Apesar de não ter registro de morte, Dourados aparece no topo do ranking de casos novos confirmados nesta semana epidemiológica, na comparação com demais municípios do Estado.

Foram 168 diagnósticos novos de Covid em unidades de saúde da maior e mais populosa cidade do interior de Mato Grosso do Sul.
Na sequência vem Jardim com 123 novos casos, e Campo Grande com 95.

Nos hospitais em todo o Estado, 13 pacientes estão em tratamento com testagem positiva para Covid.

Dez estão em leitos clínicos de enfermaria e outros três em leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva).

O Boletim Epidemiológico da Covid-19 é elaborado semanalmente pela Gerência Técnica de Influenza e Doenças Respiratórias, vinculado ao setor de Vigilância em Saúde da SES.

Mato Grosso do Sul tem média de 145 novos casos de dengue por dia

O boletim epidemiológico desta semana traz a confirmação de 1.019 novos casos confirmados de dengue em Mato Grosso do Sul nesta mais recente semana epidemiológico.

Cinco municípios registraram morte por dengue em 2023 – Crédito: Sinan Online/SES

Os números correspondem a média de 145 novos diagnósticos confirmados desta doença endêmica no Estado.

O levantamento foi divulgado nessa quinta-feira (16) pela SES (Secretaria de Estado de Saúde).

Com a atualização, Mato Grosso do Sul atinge o total de 5.550 casos de dengue confirmados neste ano – sendo 1.335 por critério clínico e 4.215 por exames em laboratório.

O Estado também acumula 13.235 notificações neste ano, além de cinco óbitos confirmados e quatro em investigação.

Os óbitos confirmados são de Guia Lopes de Laguna, mulher de 59 anos; de Dourados, adolescente de 14 anos, sexo masculino; de Amambai, 21 anos, sexo masculino; de Campo Grande, 58 anos, sexo feminino; e de Aquidauana, sexo masculino e 74 anos de idade.

As cinco vítimas da dengue em Mato Grosso do Sul não possuíam comorbidades.

O Boletim Epidemiológico da Dengue é elaborado pela Gerência Técnica de Doenças Endêmicas, vinculado ao setor de Vigilância em Saúde da SES.

MS registra seis mortes e 420 novos casos de covid na última semana

Mato Grosso do Sul registrou seis mortes e 420 novos casos de Covid-19 na última semana. Estes dados constam no boletim da SES (Secretaria Estadual de Saúde) divulgado nesta terça-feira (07). No Estado 18 pessoas estão internadas devido a doença.

Das seis mortes registradas, cinco são em Campo Grande. Entre as vítimas aparece um homem de 52 anos, sem nenhuma comorbidade e uma mulher de 49 anos, que tinha imunodeficiência. Dourados também teve um óbito de uma mulher de 76 anos, que apresentava doença cardiovascular crônica.

Dos novos casos da doença, Dourados lidera a lista com 57 ocorrências, seguido por Paranaíba (56), Campo Grande (55), Três Lagoas (35), Ivinhema (32), Aparecida do Taboado (26), Nova Alvorada do Sul (26), Itaquiraí (20), Naviraí (16), Santa Rita do Pardo (14), Amambai (11) e Glória de Dourados (11). Ao todo 48 cidades tiveram casos nos últimos sete dias.

O boletim também mostra que 18 pessoas estão internadas devido a covid, sendo 14 em leitos clínicos e 4 precisando de UTI (Unidade de Tratamento Intensivo). Seguem 1.282 pessoas em isolamento no Estado.  (Confira o boletim completo)

CGU analisa 234 casos de quebra de sigilo de Bolsonaro

Controladoria-Geral da União disse que sigilos são considerados “indevidos”. Respostas sobre os processos começam a chegar a partir da próxima segunda-feira

A Controladoria-Geral da União (CGU) contabiliza 234 casos de pedidos de dados via Lei de Acesso à Informação (LAI) para serem revistos ou reanalisados. A medida decorre de determinação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva pela revisão das regras de sigilo de documentos da administração pública federal.

Foto Evaristo Sa/AFP)

“A partir do despacho do presidente da República foi determinado que fizéssemos revisão e reanálise de casos envolvendo sigilo com base fundamentos questionáveis, no sentido de banalizar o sigilo e prejudicar a política de transparência pública”, disse hoje (3) o ministro da CGU, Vinicius Carvalho, ao apresentar um balanço inicial dos resultados obtidos até o momento.

A determinação pela transparência de gastos federais já resultou na divulgação, em 12 de janeiro, de gastos com o cartão corporativo dos ex-presidentes da República entre 2003 e 2022. As informações liberadas abrangem os mandatos de Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2010), Dilma Rousseff (2011-2016), Michel Temer (2016-2018) e Jair Bolsonaro (2019-2022).

Pedidos de acesso

De acordo com a controladoria, entre 2019 e 2022 foram registrados 511.994 pedidos de acesso à informação. Destes, 64.571 foram negados total ou parcialmente.

“O que me chamou a atenção foi o fato de que, deste total, apenas 2.510 foram objeto de recurso para a CGU, o que revela que muita gente desiste ao longo do caminho, após ter o pedido inicial negado. Veja que a porcentagem de recursos feitos à CGU é menor do que 5%”, disse o ministro.

Ainda segundo Carvalho, 1.335 dos cerca de 2,5 mil pedidos que foram objeto de recurso receberam uma negativa, como resposta ao pedido de acesso à informação.

Justificativas 

Dos 234 casos de pedidos de informação que serão analisados ou revisados pelo órgão, 111 apresentaram como justificativa o fato de envolverem segurança nacional; 35 apresentaram como justificativas questões envolvendo a segurança do presidente da República ou de seus familiares; 49 abrangiam informações consideradas pessoais; e 16 eram relativos à proteção das atividades de inteligência. Ainda segundo a CGU, 23 pedidos foram negados por “outros motivos”.

“A partir de segunda-feira (6), quem demandou essas informações começará a receber o resultado das decisões da CGU”, informou o ministro.

Carvalho explicou que os números apresentados “falam mais de quantitativo do que qualitativo”, e que dados quantitativos têm de ser olhados com cuidado, porque não dizem muito sobre a questão qualitativa. “Por isso, nos interessam mais os dados relativos aos argumentos apresentados do que números”, disse o ministro.

Retrocessos

Segundo o corregedor, o critério foi adotado porque “nos últimos anos testemunhamos alguns retrocessos importantes em relação ao acesso à informação e a toda politica de transparência de um governo aberto”.

Tendo por base o material que está sob análise, ele avalia que o governo anterior acabou por “utilizar determinadas categorias para ampliar os sigilos, de forma a dificultar acesso à informação”. Ele usou como exemplo de categorias, as de segurança nacional e de proteção de dados pessoais para situações em que elas não se enquadram.

“A transparência é decorrência lógica do princípio da publicidade de nossa constituição, que ajuda e muito no aprimoramento de politicas públicas e no monitoramento da ação governamental. É portanto algo instrumental.”

Casos sob análise

O ministro evitou falar de casos concretos, quando perguntado por jornalistas. Sua equipe, no entanto, enumerou exemplos que estão sob análise.

Entre eles estão entradas e saídas de pessoas em prédios públicos; o assassinato da vereadora do PSOL Marielle Franco; gastos do ex-presidente Bolsonaro com motociatas; pagamentos de cachês de artistas feitos pela Caixa; casos de empréstimos consignados feitos por beneficiários do Auxílio Brasil; registros de armas de fogo; listas de passageiros em voos da Força Aérea; e compras publicas envolvendo Exército e Forças Armadas.

O ministro lembrou que servidor público que não cumpre a lei de acesso à informação “é passível de responsabilização”, mas que a CGU terá todo cuidado para evitar injustiças ao fazer a análise das motivações de negativas de acesso à informação. “O que avaliamos é o argumento que foi dado”, disse.

Sugestões

A fim de fortalecer o Sistema de Acesso à Informação, a CGU apresentou algumas sugestões a serem adotadas pela administração e por órgãos públicos.

Entre elas, fortalecimento do Conselho de Transparência Pública e Combate à Corrupção; criação de programas de orientação e capacitação; avaliação qualitativa de respostas a pedidos de acesso à informação, com uso de inteligência artificial para reduzir recursos a instâncias superiores; padronização de procedimentos e proposição de atos normativos; e emissão de orientações para harmonização da garantia do acesso à informação com outras legislações e direitos.

A controladoria sugeriu também a promoção da Lei de Acesso à Informação como instrumento de participação social, por meio de articulação junto a organizações da sociedade civil para projetos de orientação e capacitação para o acesso à informação, tanto no âmbito federal como estadual e municipal.

MS registra 24 casos de SRAG após encerrar 2022 com recorde de mortes por Influenza

A SES (Secretaria de Estado de Saúde) divulgou nessa terça-feira (10) o primeiro boletim epidemiológico da Influenza de 2023.

O ano começa com o registro de 24 casos notificados de SRAG (Síndrome Respiratória Aguda Grave) em Mato Grosso do Sul. Após coleta, as amostras são encaminhadas para laboratório onde passam por testes.

Ainda não há caso confirmado para Influenza neste ano no Estado.

Já 2022 terminou com número recorde de mortes atribuídas a Influenza em Mato Grosso do Sul.

Foram contabilizados 112 óbitos – três por Influenza A H1N1, 104 atribuídas a Influenza A H3N2, quatro casos de morte não subtipados, além de um óbito por Influenza B, mencionado no boletim divulgado ontem (10).

Ainda segundo o boletim da SES, 2022 também acumulou 11.965 casos notificados de hospitalizações por SRAG, com casos 638 confirmados para Influenza.

Com 112 óbitos, o ano passado foi mais letal de série histórica iniciada em 2009, seguido de 103 mortes por Influenza registradas em 2016 e 65 em 2019.

O Boletim Epidemiológico Influenza é disponibilizado semanalmente pela equipe da Gerência Técnica de Influenza e Doenças Respiratórias, vinculado ao setor de Vigilância em Saúde da SES.