MS não registra casos novos de Varíola dos Macacos

O Boletim da Mokeypox divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde nesta segunda-feira (26), informa que o Estado está sem casos suspeitos notificados da doença na última semana epidemiológica e a última notificação de caso confirmado em Mato Grosso do Sul ocorreu há 30 dias.

Dos 160 casos confirmados pela doença, não há registro de casos ativos no Estado.

Sobre a doença

A Monkeypox é uma doença causada pelo vírus Monkeypox virus do gênero Orthopoxvirus e família Poxviridae, geralmente autolimitada, cujos sinais e sintomas duram de 2 a 4 semanas. O período de incubação do vírus é tipicamente de 6 a 16 dias, mas pode chegar a 21 dias.

A pessoa infectada é assintomática no período de incubação. A manifestação cutânea típica é do tipo papulovesicular (manchas vermelhas), precedido ou não de febre de início súbito e de linfadenopatia (inchaço dos gânglios). Outros sintomas incluem dor de cabeça, dores musculares, dores nas costas, calafrios e exaustão.

As erupções podem acometer regiões como face, boca, tronco, mãos, pés ou qualquer outra parte do corpo, incluindo as regiões genital e anal. Na pele, podem aparecer manchas vermelhas sobre as quais surgem vesículas (bolhas) com secreção; posteriormente, essas vesículas se rompem, formam uma crosta e evoluem para cura. É importante destacar que a dor nestas lesões pode ser bastante intensa. Quando a crosta desaparece a pessoa deixa de infectar outras pessoas e, na maioria dos casos, os sinais e sintomas desaparecem em poucas semanas.

A transmissão entre humanos ocorre principalmente por meio de contato pessoal com lesões de pele ou fluidos corporais de uma pessoa infectada ou objetos recentemente contaminados, tais como toalhas e roupas de cama. Também pode ocorrer por meio de gotículas que geralmente requer contato mais próximo entre o paciente infectado e outras pessoas, o que torna trabalhadores da saúde, familiares e parceiros íntimos pessoas com maior risco de infecção.

Uma pessoa pode transmitir a doença desde o momento em que os sintomas começam até a erupção ter cicatrizado completamente e uma nova camada de pele se forme. Em caso suspeito da doença, realizar o isolamento imediato do indivíduo e coletar amostras clínicas em uma unidade de saúde. O rastreamento e monitoramento dos contatos dos casos suspeitos deverão ser realizados por no mínimo 21 dias.

MS inicia última semana de 2022 com 3.795 casos de Covid-19

Segundo o levantamento, o estado tem 3.739 pessoas infectadas com sintomas leves ou assintomáticos, que estão em isolamento domiciliar e 56, que com quadro mais severo, estão hospitalizadas

Mato Grosso do Sul inicia a última semana de 2022 com 3.795 casos ativos de Covid-19. É o que aponta o boletim divulgado nesta terça-feira (27), pela secretaria estadual de Saúde do estado (SES).

Segundo o levantamento, o estado tem 3.739 pessoas infectadas com sintomas leves ou assintomáticos, que estão em isolamento domiciliar e 56, que com quadro mais severo, estão hospitalizadas.

Das pessoas internadas, 30 estão em leitos clínicos e 26 em leitos de terapia intensiva.

De acordo com o boletim, entre os dias 20 e 27 de dezembro, o estado confirmou 2.177 casos novos da doença. A média móvel é de 364,1 por dia. Desde o início da pandemia, Mato Grosso do Sul registrou 593.209 infectados com o novo coronavírus.

Neste intervalo de tempo, Campo Grande contabilizou o maior número de infectados, 515. Isso significa que de cada cinco casos confirmados em Mato Grosso do Sul, um foi de morador da capital.

Nos últimos 7 dias, a secretaria estadual de Saúde confirmou 15 mortes provocadas pela doença. A média é de 2,4 óbitos por dia. O total de vidas perdidas para a Covid no estado é de 10.903.

 

MS tem mais de 19 mil casos confirmados de dengue neste ano

Com mais 289 testes positivos e confirmações através de critério clínico, Mato Grosso do Sul chegou a 19.116 casos de dengue em 2022, segundo dados da SES (Secretaria de Estado de Saúde) divulgados nesta quinta-feira (15).

O Estado tem 22 mortes atribuídas a esta doença em 2022, as duas mais recentes registradas em novembro.

Entre os diagnósticos, 9.199 casos de dengue foram confirmados por meio de critério clínico-epidemiológico e 9.917 através de exames em laboratório.

No ranking municipal de casos confirmados de dengue, Dourados aparece na quarta colocação com 916 confirmações, ficando atrás apenas de Campo Grande (8.287), Chapadão do Sul (964) e Amambai (950).

A quantidade atual de casos prováveis de dengue em todo Mato Grosso do Sul é de 26.627, figurando em situação de alta incidência da doença endêmica.

O boletim epidemiológico da dengue é elaborado pela Gerência Técnica de Doenças Endêmicas, vinculado ao Setor de Vigilância em Saúde da SES.

MS registra 978 novos casos de COVID-19 em uma semana

A SES (Secretaria de Estado de Saúde) divulgou, nesta terça-feira (13), o relatório que apresenta um salto de 661 para 1646 novos de COVID-19, durante a última semana em Mato Grosso do Sul. Do acréscimo de 978 casos, houve seis novas mortes registradas, entre elas, uma criança de 8 anos do município de Miranda.

Dourados é o município com mais casos, são 228 novos pacientes com o vírus, em seguida Maracaju (112), Nova Andradina (102) e Ladário (89). O boletim mostra que em Campo Grande foram 72 casos confirmados da COVID-19.

 

Covid: MS registra 127 novos casos e 1 óbito em uma semana

Boletim epidemiológico da SES (Secretaria de Estado de Saúde) releva que Mato Grosso do Sul registrou queda significativa nos casos de covid, na primeira semana de novembro. O total de pessoas infectas chegou a 127.Uma pessoa morreu.

No comparativo com os dados da semana anterior, com levantamento feito entre os dias 25 de outubro e 01 de novembro, quando o total de casos chegou a 322, a média móvel despencou de 46,0 para 18,1, nesta semana.

O número de pessoas contaminadas no Estado, desde o começo da pandemia atinge 582.454.

O recente óbito foi registrado em Campo Grande, no dia 07. Trata-se de uma mulher, de 69 anos, que possuía comorbidades (doença cardiovascular crônica, doença respiratória crônica).

Campo Grande figurou como a cidade com maior número de casos na semana, 12 ao todo. Santa Rita do Pardo registrou 11. Dourados e Naviraí, 10 cada. Em outras cidades do Estado, o total na semana ficou abaixo de 10, como em Ponta Porã, Bonito, Nova Alvorada do Sul.

MS tem mais de 400 novos casos de Covid e duas mortes em uma semana

O boletim epidemiológico da Covid-19 desta semana traz o registro de 440 novos casos e mais duas mortes atribuídas a esta doença. Os dados são da SES (Secretaria de Estado de Saúde) divulgados nesta quarta-feira (25).

Com a atualização, Mato Grosso do Sul chegou a 582.005 testes positivos desde quando teve início o período de pandemia de coronavírus e 10.843 óbitos acumulados.

O boletim epidemiológico da Covid-19 é elaborado pela Gerência Técnica de Influenza e Doenças Respiratórias, vinculado ao setor de Vigilância em Saúde da SES – Crédito: Divulgação

Os dois óbitos mais recentes são do sexo feminino, ambos com comorbidades, sendo uma vítima residente em Campo Grande, com 82 anos e outra em Dois Irmãos do Buriti, 78 anos. As idosas tinham doenças pré-existentes.

O Estado tem atualmente apenas uma pessoa hospitalizada diagnosticada com a Covid e em período de risco de transmissão da doença. Este paciente está sendo tratado em leito clínico de hospital público.

O boletim epidemiológico da Covid-19 é elaborado pela Gerência Técnica de Influenza e Doenças Respiratórias, vinculado ao setor de Vigilância em Saúde da SES.

Mato Grosso do Sul registra 296 novos casos de dengue em uma semana

O boletim semanal da SES (Secretaria de Estado de Saúde) divulgado nesta sexta-feira (14) traz a confirmação de 296 novos casos de dengue em Mato Grosso do Sul.

Com a atualização, o Estado chega a 16.453 testes positivos desta doença endêmica em 2022 e um total de 21.817 notificações, resultante do total de casos confirmados e descartados.

O boletim da dengue é elaborado pela Gerência Técnica de Doenças Endêmicas, vinculado a Vigilância em Saúde da SES

Desde o início deste ano, 19 pessoas morreram por complicações de saúde causados pela dengue.

Campo Grande aparece na primeira colocação do ranking com quarta colocação no ranking com 7.472 de casos confirmados, depois vem Chapadão do Sul (956) e Amambai (943).

O boletim epidemiológico da dengue é elaborado toda semana pela Gerência Técnica de Doenças Endêmicas, vinculado ao setor de Vigilância em Saúde da SES.

MS chega a 113 casos confirmados de varíola dos macacos; ainda há 63 suspeitas

Campo Grande concentra a maioria dos casos suspeitos e de confirmados, sendo 44 e 85 respectivamente

Mato Grosso do Sul chegou a 113 casos confirmados de varíola dos macacos, a Monkeypox. Ainda há 63 exames aguardando análise. Atualmente, dos casos confirmados da doença, 103 pessoas foram curadas. Sendo 10 ativos e 4 que ainda estão aguardando confirmação.

Conforme o boletim epidemiológico da SES (Secretaria Estadual de Saúde) divulgado nesta terça-feira (4), Campo Grande concentra a maioria dos casos suspeitos e de confirmados, sendo 44 e 85 respectivamente. Dourados tem 11 confirmações.

Em sessenta dias da doença em MS, a maioria dos infectados é de homens – 86,3% do total de doentes – e também com idades de 20 a 29 anos, com 33,3% dos contaminados. Em seguida, o gráfico mostra que 28,9% são pessoas de 30 a 39 anos que ficaram doentes.

O levantamento da secretaria indica que a maioria das infecções (52,7% dos casos) aconteceu, provavelmente, por contato sexual e 31% disseram não saber como contraíram a doença. Cerca de 33% disseram que mantiveram relação íntima com desconhecido ou parceiro casual e 17,8% relataram que tiveram contato com possível caso suspeito da varíola.

Sobre as reações e sintomas da doença, 86,7% tiveram erupções cutâneas (feridas) na pele, seguido por febre (57,8%), adenomegalia – linfonodos no pescoço (53,3%) e lesão genital (47,8%). Vale lembrar que a varíola dos macacos não é uma IST (Infecção Sexualmente Transmissível).

Saúde confirma quase mil casos e duas mortes por Covid-19 em MS

Boletim epidemiológico divulgado nesta terça-feira (4/9) revela 954 novos casos e duas mortes confirmadas por Covid-19 nos últimos sete dias em Mato Grosso do Sul.

Os dois novos óbitos não aconteceram nesse período, mas foram notificados somente agora. As vítimas são de Coronel Sapucaia e Chapadão do Sul e as mortes foram em 22 de setembro e 2 de julho.

Com isso, o Estado já contabiliza 581.344 contaminações e 10.837 pessoas mortas em decorrência da doença.

Oito estão hospitalizados por conta da doença, todos na rede pública: três em leitos clínicos e cinco em UTIs (Unidades de Tratamento Intensivo). E 1.075 estão em isolamento domiciliar.

Até o momento, 95,72% da população vacinável (com cinco anos ou mais) de Mato Grosso do Sul tomou pelo menos uma dose da vacina.

MS registra 550 novos casos de covid nos últimos sete dias

Nos últimos sete dias foram registrados 550 novos casos de covid-19 em Mato Grosso do Sul. Neste mesmo período ocorreram três mortes, todas elas na cidade de Campo Grande. Estes dados fazem parte do boletim epidemiológico divulgado nesta terça-feira (27), pela Secretaria Estadual de Saúde (SES).

Os casos notificados são dos dias 20 a 27 de setembro. A média diária é de 78,6 ocorrências no Estado. A cidade que lidera as notificações é Campo Grande com 265 casos registrados nos últimos sete dias. Depois aparece Três Lagoas (58), Aquidauana (50), Bataguassu (34), Deodápolis (30), Nioaque (22) e Bonito (14), Corumbá (13), Inocência (13).

Das 79 cidades do Estado, 49 registraram casos da doença nesta última semana. O Estado tem neste momento 10 pessoas internadas devido a covid, sendo seis em leitos clínicos e apenas quatro precisando de UTI (Unidade de Tratamento Intensivo). Todas estão em unidades de saúde pública.

Desde o início da pandemia Mato Grosso do Sul já teve 580.390 casos confirmados, sendo que neste momento 1.149 estão em isolamento domiciliar. Já foram 10.835 mortes no Estado em função da doença. Segundo o levantamento 568.396 pessoas se recuperaram da covid. Confira o boletim completo

O Governo do Estado trabalhou desde o início para combater a pandemia, com ampliação de leitos, distribuição em tempo recorde das vacinas aos municípios e por muito tempo liderou o ranking de vacinação no Brasil. Ainda criou o programa “Prosseguir” para monitorar os casos e fazer o equilíbrio com as atividades econômicas.