Dois dos três homens mortos após troca de tiros com policiais militares na tarde dessa segunda-feira (1) em Dourados são de outros estados.
Segundo apurado pelo Dourados News, Jonathan Douglas Diomasio Santana, 29 anos, é de São Paulo, e Erick Henrique Cardim Marques, do Paraná.
A troca de tiros aconteceu em residência localizada no bairro Estrela Porã – Crédito: Osvaldo Duarte/Dourados News
Apenas Vinicius Werlang, 26 anos, é morador em Dourados.
Após investigação que buscava levantamentos sobre assaltos ocorridos na cidade, equipe do DOF (Departamento de Operações de Fronteira) chegou até uma casa na rua Demeciano de Mattos Pereira, bairro Estrela Porã, região Sudoeste de Dourados.
Os suspeitos teriam reagido à abordagem, dando início ao confronto.
Eles chegaram a ser regatado por socorristas, mas não resistiram aos ferimentos e morreram a caminho de hospital.
Após escutarem tiros, vizinhos encontraram o produtor rural Henrique Vergílio Schupp, 95, e esposa, Hilda Aguilera Schupp, 76, mortos. O caso ocorreu na madrugada desta quarta-feira (26), em Porto Murtinho.
Casal foi encontrado morto nesta madrugada, em Porto Murtinho – Crédito: Reprodução
Moradores próximos à residência do casal ouviram disparos durante a madrugada e acionaram a polícia.
O corpo de Hilda foi encontrado no quarto da casa, enquanto o de Vergílio estava em um corredor. Perto dele, havia uma arma de fogo, calibre 357, que pode ter sido usada no crime.
Residência do casal (Foto Porto Murtinho Notícias)
Ainda de acordo com o portal, o cenário onde ocorreu os fatos indica para feminicídio seguido de suicídio, contudo, o local é analisado e a polícia busca câmeras de segurança no entorno do imóvel para saber se pode se tratar de um homicídio ou até latrocínio.
Mato Grosso do Sul registrou mais uma morte por dengue, em Três Lagoas e, com isso o total de vítimas fatais da doença em 2023 atinge 17. As informações são da SES (Secretaria de Estado de Saúde) e apontam que a recente morte foi de um idoso de 94 anos, sem comorbidades relatadas.
MS possui 16.801 casos confirmados da doença em 2023
Outros óbitos foram registrados em Guia Lopes da Laguna, Dourados, Amambai, Campo Grande, Aquidauana, Três Lagoas, Laguna Carapã, Ivinhema, Ribas do Rio Pardo, Brasilândia durante esses quatro meses.
Além desses casos, o Estado investiga oito óbitos que podem ter sido causado por dengue.
Conforme dados do documento da Secretaria, MS possui 16.801 casos confirmados da doença, até o momento, em 2023. Já o número de casos prováveis chega a 34.263. No comparativo ao número de casos prováveis divulgados pelo órgão na semana anterior (31.140), o aumento foi de 3.123 casos a mais. Em todo o ano de 2022, esse total chegou a 26.548 registros acumulados, ou seja, antes de completar quatro meses, 2023, já superou esse índice.
Ao todo 71 municípios de MS apresentam alta incidência da doença. Considerados com média incidência são 7 municípios e apenas Iguatemi possui baixa incidência.
Em Campo Grande, o total de casos confirmados chega a 4.767. Em Três Lagoas a 2.520 e em Bela Vista 730, Maracaju totaliza 574 e em Dourados, o total de confirmados chega a 515.
Eles participavam do transporte de uma carga de mais de 100 tabletes de pasta base de cocaína. A droga foi apreendida e um terceiro criminoso envolvido na ação conseguido fugir do local
Dois homens, morreram em um confronto com a Polícia Militar, durante a noite desta segunda-feira (24), no Bairro Santa Emília, em Campo Grande. De acordo com registro policial os suspeitos participavam do transporte de uma carga de mais de 100 tabletes de pasta base de cocaína. A droga foi apreendida e um terceiro criminoso envolvido na ação conseguiu fugir do local.
Mais de 100 tabletes de pasta base foram apreendidos. — Foto: José Aparecido
Conforme informado pela polícia, agentes faziam rondas pelo bairro Santa Emília, quando após suspeitarem de um veiculo Pálio branco tentaram fazer uma abordagem, no entanto, ao perceber a presença dos polícias, eles fugiram.
Durante a fuga, os suspeitos teriam atirado contra a guarnição, que revidaram, acertando os dois homens.
Ainda de acordo com o registro policial, os homens foram socorridos pela própria polícia, um deles foi levado para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Leblon e o outro para o Hospital Regional, mas não resistiram e morreram.
No veículo em que os criminosos estavam, foram apreendidos dois revolveres, calibre 38 e uma pistola calibre 6.35 mm.
Próximo do local do confronto, na mesma rua, um veiculo Tucson foi abandonado por um motorista que saiu correndo ao ver a ação policial. Ao chegar no veículo a polícia encontrou pasta base de cocaína.
Os dois veículos e a droga foram levados para a Delegacia de Repressão ao Narcotráfico (Denar).
Equipes ainda fazem balanço de desaparecidos – último número divulgado é de 36
O número de mortos após o forte temporal no litoral norte paulista durante o carnaval subiu para 48, informou a major Luciana Soares, porta-voz do Corpo de Bombeiros, à Rádio Eldorado. Segundo ela, após as buscas serem interrompidas por causa de novas chuvas nesta terça-feira, 21, os trabalhos de procura por desaparecidos foram retomados por volta das 5 horas desta quarta-feira, 22.
De acordo com a major, ainda há riscos, mas as análises técnicas mostram que neste momento eles estão sob controle. Luciana afirma que há locais de ainda difícil acesso e há ajuda dos militares para chegar a esses pontos. São quase 200 bombeiros, além de cerca de 100 agentes do Exército, envolvidos nas operações. “A maior dificuldade é depender da condição climática”, diz a major. Muitas vezes, acrescenta, os bombeiros são obrigados a parar por causa da volta das chuvas.
Bairro de Itatinga, em São Sebastião, foi um dos mais afetados pelas chuvas Foto: Prefeitura de São Sebastião
A quantidade de desaparecidos, segundo ela, é de 36, mas ainda não foi feita atualização da lista após serem achados corpos. “Não temos como precisar (quando será) o término dessa operação”, afirma. “É bem possível que esse atendimento se estenda por meses.” Sobre a possibilidade de encontrar desaparecidos ainda com vida, a major afirmou que isso depende da obstrução das vias aéreas das vítimas.
Dos 48 óbitos confirmados, 47 ocorreram em São Sebastião e um em Ubatuba. Equipes do município de São Sebastião com psicólogas e assistentes sociais fazem um trabalho de acolhimento dos familiares das vítimas. Vinte e seis corpos (26) já foram identificados e liberados para o sepultamento. São 10 homens adultos, nove mulheres adultas e sete crianças, segundo balanço do governo de São Paulo divulgado nesta manhã. Atualmente, há mais de 1.730 desalojados e 766 desabrigados em todo Estado
Os temporais na região se tornaram os maiores registrados na história do Brasil. De acordo com o Centro Nacional de Previsão de Monitoramento de Desastres (Cemaden), as chuvas que caíram no último sábado, 18, e domingo, 19, resultaram no acumulado de 682 mm em Bertioga e 626 mm em São Sebastião, maiores valores acumulados já registrados no País.
Ocupação desordenada Com a valorização de locais como Barra do Sahy, Baleia e Juquehy, o adensamento construtivo tem avançado em direção às encostas, desde moradias mais vulneráveis até condomínios de médio e alto padrão.
Dados extraídos da plataforma MapBiomas mostram uma urbanização crescente nas quatro cidades do litoral norte. Em São Sebastião, que concentra a maior parte das vítimas das chuvas, a área urbanizada mais do que quadruplicou (345,8%) desde 1985, chegando a 1.810 hectares em 2021. Imagens de satélite mostram a abertura de novas vias, o adensamento construtivo e a expansão para a Serra do Mar.
Quase 2,5 mil pessoas tiveram que sair de casa e muitas delas estão ilhadas
Equipes de resgate continuam, nesta segunda-feira, a busca por sobreviventes após o forte temporal que atingiu o Litoral Norte de São Paulo no fim de semana. Ao menos 40 pessoas morreram e 560 tiveram que sair de casa, entre desabrigados e desalojados.
Casas em meio à lama deixada nas ruas pelas chuvas torrenciais (Corpo de Bombeiros)
Além das mortes, ao menos 40 pessoas estavam desaparecidas, sendo 36 na Vila do Sahy e outras quatro em Juquehy.
Em São Sebastião, fortemente afetada pelas chuvas, os corpos de 11 dos 35 mortos na cidade foram levados para o Instituto Médico Legal. Ao menos quatro das vítimas são crianças. O trabalho de identificação deve ser feito nesta segunda, assim como o transporte dos demais corpos.
Vista aérea de trecho de rodovia interditada por desmoronamento (Corpo de Bombeiros)
Na costa sul do município, onde a situação é crítica, moradores ficaram ilhados e aguardam a chegada de doações e atendimento médico. O volume de chuva na cidade foi de 627 milímetros, o dobro esperado para o mês.
Segundo a Defesa Civil, o volume de chuva entre sábado e domingo superou o esperado para todo o mês de fevereiro em três das quatro cidades do Litoral Norte (São Sebastião, Ilhabela, Caraguatatuba e Ubatuba), região fortemente castigada pelos temporais.
Trecho de rodovia interditada em Boiçucanga, em São Sebastião (Corpo de Bombeiros)
As tempestades provocaram alagamentos, deslizamentos e interditaram trechos das rodovias Rio-Santos, Mogi-Bertioga e Tamoios. Apenas a Tamoios foi totalmente liberada, por volta das 21h30.
Moradores ilhados em bairro de São Sebastião (Corpo de Bombeiros)
Acidente aconteceu na manhã desta quinta (Foto: Cenário MS)
Com a batida, a família morreu no local, sendo que todos estavam na caminhonete Ford Ranger
As vítimas do acidente na MS-040, na manhã desta quinta-feira (16), em Santa Rita do Pardo, foram identificadas. O casal Edson Cristofolini, a esposa Fernanda Cristofolini, o pai Cassiano Cristofolini e os dois filhos do casal morreram no grave acidente.
Família morreu no acidente Foto Redes Sociais
A família é de Pouso Redondo, em Santa Catarina, mas estaria vivendo em Rio Negro, interior do Estado.
Informações apontam que a família estaria em uma Ford Ranger, quando colidiu na traseira de um caminhão boiadeiro, por volta das 7h da manhã, em frente ao trevo de acesso a uma fazenda.
Ainda não há informações sobre o estado de saúde do motorista do caminhão e as circunstâncias do acidente.
Equipe de resgate do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar de Santa Rita do Pardo estiveram no local.
Oito dias após os terremotos na Síria e na Turquia, o último balanço indica mais de 35 mil mortos nos dois países. Nesse domingo (12), a Organização das Nações Unidas (ONU) observou que o número de mortos poderá duplicar, pelo fato de milhares de pessoas permanecerem presas nos destroços dos prédios que desabaram. As rivalidades territoriais entre o governo sírio e os grupos rebeldes estão dificultando a ajuda humanitária.
Embora trabalhos de busca estejam mais lentos, sobreviventes ainda são encontrados Foto Reprodução
A catástrofe causada pelos tremores – com magnitudes de 7.8 e 7.5 na escala Richter – deixou um quadro de destruição. De acordo com a agência France Presse, as autoridades turcas registram 31.643 mortes. Na Síria são confirmadas 3.581.
A ajuda humanitária e de resgate corre contra o tempo nas regiões afetadas, numa tentativa de salvar eventuais sobreviventes.
Diplomacia e conflitos Confrontos entre grupos não identificados já fizeram com que as equipes de salvamento alemãs e o Exército austríaco suspendessem as operações na Turquia. Os serviços de busca alegam estar diante uma “situação de segurança cada vez mais difícil”.
Na Síria, a pressão se repete. O contexto de guerra civil no território afetado pela catástrofe, no noroeste do país, agrava a insegurança da ajuda vital.
A região é uma das que estão sob controle de forças rebeldes, especialmente do grupo islâmico Hayat Tahrir al-Sham (HTS), que combate o regime do presidente Bashar al-Assad e conta com o apoio da Rússia e do Irã.
EUA Os Estados Unidos (EUA) pediram aos adversários na Síria que concedam passagem imediata à assistência humanitária. “Toda a assistência humanitária deve ter permissão para passar por todos os pontos fronteiriços”, advertiu o porta-voz do Conselho de Segurança Nacional da Casa Branca.
O HTS disse que o grupo não permitiria ajuda procedente do lado sírio controlado pelo governo: “Não permitiremos que o regime tire vantagem da situação para mostrar que está ajudando”.
OMS O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, esteve durante o fim de semana na Síria e encontrou-se com Assad em Damasco.
“Assad está aberto a considerar pontos de acesso transfronteiriços adicionais para essa emergência”, afirmou à imprensa.
Tedros disse também que a OMS está à espera de luz verde das áreas controladas pelos rebeldes antes de a ajuda humanitária prosseguir e reiterou que vai acompanhar “fornecimentos médicos de emergência de cerca de 37 toneladas”.
O chefe de ajuda da ONU, Martin Griffiths, que está na Turquia e deve visitar a Síria, disse à Sky News no sábado que vai pedir ao Conselho de Segurança para autorizar o acesso de ajuda por meio de mais duas passagens de fronteira, argumentando que há “um caso humanitário muito claro”.
No entanto, o governo sírio considera que as ajudas que cheguem pela fronteira sem sua aprovação representam violação da soberania.
A fronteira que divide a Turquia e a Armênia reabriu pela primeira vez, em 35 anos, para providenciar ajuda às vítimas. Cinco caminhões partiram da Armênia com alimentos.
Mais de três dias após o maior terremoto dos últimos 80 anos na Turquia e na Síria, o número de mortos confirmados na região já é de quase 17 mil. O Tremor de magnitude 7,8 abalou a região diversas regiões dos dois países na última segunda-feira (6).
Segundo o último balanço divulgado pelo governo turco na manhã desta quinta-feira (9), as mortes no país já somam 14.014. Já a Síria, contabiliza 2.950 mortos – somando os dois países, as mortes já chegam a 16.964.
Trabalho das equipes de resgate e emergência também sofre dificuldades por conta das temperaturas abaixo de zero, que ainda agravam a situação dos sobreviventes nos dois países
O terremoto já é considerado o pior da região nas últimas décadas. Ele durou cerca de um minuto e meio. O epicentro do tremor foi a 10 km da superfície, afirmou o Centro Alemão de Pesquisa em Geociências.
O abalo sísmico teve origem perto da cidade de Kahramanmaras, segundo a autoridade turca responsável por administrar desastres e emergências no país.
Novos abalos
Nove horas após o primeiro terremoto, houve um segundo tremor de magnitude 7,5. O epicentro foi registrado a cerca de quatro quilômetros de Ekinozu, no sudeste da Turquia, a 10 quilômetros de profundidade.
No dia seguinte, outro terremoto, dessa vez de magnitude 5,6, atingiu o centro da Turquia. O novo abalo foi registrado a 2 km de profundidade.
Resgate
O vice-presidente da Turquia, Fuat Oktay disse que as condições climáticas severas dificultaram o envio de ajuda às regiões afetadas e a realização de resgates. Segundo a autoridade turca, apenas veículos de resgate e de ajuda estão autorizados a entrar ou sair das três províncias mais afetadas: Hatay, Kahramanmaras e Adiyaman.
Ainda, a Sociedade Médica Sírio-Americana comunicou que os hospitais estão sobrecarregados e há pacientes nos corredores.
Na última terça-feira (7), o presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, decretou luto oficial pelo período de sete dias por conta das milhares de vítimas do terremoto.
“Devido aos terremotos ocorridos em nosso país em 6 de fevereiro de 2023, foi declarado luto nacional por sete dias. Nossa bandeira será hasteada a meio mastro até o pôr do sol do domingo, 12 de fevereiro de 2023, em todas as nossas representações nacionais e estrangeiras”, escreveu o líder na sua conta oficial do Twitter.
Tremor de magnitude 7,8 atingiu os países na madrugada de segunda-feira (6); mais de 100 abalos secundários também foram registrados
Pelo menos 7.266 pessoas morreram na Turquia e na Síria após o terremoto de magnitude 7,8 que atingiu a região na segunda-feira (6).
O número de mortos subiu para 5.434 na Turquia, segundo o que disse o ministro da Saúde da Turquia, Fahrettin Koca, em entrevista coletiva nesta terça-feira (7).
O número de mortos na Síria é superior a 1.832. Mais de 1.020 pessoas foram mortas em áreas controladas pela oposição, segundo os Capacetes Brancos da Síria, também conhecidos como Defesa Civil da Síria. Nas áreas controladas pelo governo, o número de mortos é de 812, segundo a agência de notícias estatal SANA.
Primeiro terremoto na Turquia aconteceu por volta das 4 da manhã no horário local Ugur Yildirim/ dia images via Getty Images Atay Alamda CNN
Pelo menos 35.626 pessoas ficaram feridas nos dois países, segundo dados do governo turco, dos Capacetes Brancos e da mídia estatal síria.
Na Turquia foram 31.777 feridos, de acordo com Koca. Na Síria, pelo menos 3.849.
Cerca de 23 milhões podem ser afetados por terremoto na Síria e Turquia, diz OMS A Organização Mundial da Saúde (OMS) disse que cerca de 23 milhões de pessoas podem ser afetadas pelo forte terremoto que atingiu a Síria e a Turquia na segunda-feira (6), deixando mais de 7.000 mortos e 35.000 feridos.
“Os mapas gerais de eventos mostram que potencialmente 23 milhões de pessoas estão expostas, incluindo cerca de 5 milhões de populações vulneráveis, sendo mais de 350.000 idosos e 1,4 milhão de crianças”, disse o oficial sênior de emergências da OMS, Adelheid Marschang, à reunião do conselho-executivo da agência de saúde das Nações Unidas (ONU) em Genebra.
O chefe da OMS expressou sua preocupação com a situação, chamando-a de “corrida contra o tempo”.
“Estamos especialmente preocupados com as áreas onde ainda não temos informações”, disse Tedros Adhanom, diretor-geral da OMS. “O mapeamento de danos é uma maneira de entender onde precisamos focar nossa atenção”.
Imagens dos esforços de resgate em ambos os países surgiram na segunda-feira, com familiares lamentando a perda de entes queridos, enquanto outros comemoraram o encontro de sobreviventes nos escombros de edifícios destruídos.