Mato Grosso do Sul segue sem registro de casos ativos de ‘varíola dos macacos’

O Estado começou 2023 com casos de Monkeypox zerados em todos os municípios.

As informações são do Informe Epidemiológico Monkeypox, divulgado recentemente pela SES (Secretaria de Estado de Saúde).

Mato Grosso do Sul continua com 160 casos confirmados de Varíola dos Macacos, além de cinco casos classificados como ‘prováveis’, 18 como ‘perda de seguimento’ e 348 casos descartados.

O Informe mostra que Dourados teve 16 casos confirmados de Monkeypox e 23 descartados após testagem e laboratório.

Mais da metade dos casos confirmados são de pessoas do sexo masculino na faixa etária entre 30 e 49 anos.

A Monkeypox é uma doença causada pelo vírus Monkeypox virus do gênero Orthopoxvirus e família Poxviridae, geralmente autolimitada, cujos sinais e sintomas duram de 2 a 4 semanas. O período de incubação do vírus é tipicamente de 6 a 16 dias, mas pode chegar a 21 dias.

O Informe Monkeypox é elaborado pela SES com base em dados do Cievs-MS (Centro de Informações Estratégicas da Vigilância em Saúde).

MS não registra casos novos de Varíola dos Macacos

O Boletim da Mokeypox divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde nesta segunda-feira (26), informa que o Estado está sem casos suspeitos notificados da doença na última semana epidemiológica e a última notificação de caso confirmado em Mato Grosso do Sul ocorreu há 30 dias.

Dos 160 casos confirmados pela doença, não há registro de casos ativos no Estado.

Sobre a doença

A Monkeypox é uma doença causada pelo vírus Monkeypox virus do gênero Orthopoxvirus e família Poxviridae, geralmente autolimitada, cujos sinais e sintomas duram de 2 a 4 semanas. O período de incubação do vírus é tipicamente de 6 a 16 dias, mas pode chegar a 21 dias.

A pessoa infectada é assintomática no período de incubação. A manifestação cutânea típica é do tipo papulovesicular (manchas vermelhas), precedido ou não de febre de início súbito e de linfadenopatia (inchaço dos gânglios). Outros sintomas incluem dor de cabeça, dores musculares, dores nas costas, calafrios e exaustão.

As erupções podem acometer regiões como face, boca, tronco, mãos, pés ou qualquer outra parte do corpo, incluindo as regiões genital e anal. Na pele, podem aparecer manchas vermelhas sobre as quais surgem vesículas (bolhas) com secreção; posteriormente, essas vesículas se rompem, formam uma crosta e evoluem para cura. É importante destacar que a dor nestas lesões pode ser bastante intensa. Quando a crosta desaparece a pessoa deixa de infectar outras pessoas e, na maioria dos casos, os sinais e sintomas desaparecem em poucas semanas.

A transmissão entre humanos ocorre principalmente por meio de contato pessoal com lesões de pele ou fluidos corporais de uma pessoa infectada ou objetos recentemente contaminados, tais como toalhas e roupas de cama. Também pode ocorrer por meio de gotículas que geralmente requer contato mais próximo entre o paciente infectado e outras pessoas, o que torna trabalhadores da saúde, familiares e parceiros íntimos pessoas com maior risco de infecção.

Uma pessoa pode transmitir a doença desde o momento em que os sintomas começam até a erupção ter cicatrizado completamente e uma nova camada de pele se forme. Em caso suspeito da doença, realizar o isolamento imediato do indivíduo e coletar amostras clínicas em uma unidade de saúde. O rastreamento e monitoramento dos contatos dos casos suspeitos deverão ser realizados por no mínimo 21 dias.

MS não tem casos ativos de ‘varíola dos macacos’

O Boletim da Mokeypox, popularmente conhecida como ‘varíola dos macacos’, divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde na segunda-feira (12), informa que a última semana epidemiológica não registra casos novos da doença em Mato Grosso do Sul. Dos 160 casos confirmados pela doença, não há registro de casos ativos no Estado.

Conforme o Boletim da Monkeypox, dos cinco casos prováveis onde o diagnóstico foi constatado clinicamente, os pacientes já se encontram recuperados. Já os seis casos suspeitos estão bem e aguardando o resultado de exames laboratoriais.

Sobre a Monkeypox

A Monkeypox é uma doença causada pelo vírus Monkeypox virus do gênero Orthopoxvirus e família Poxviridae, geralmente autolimitada, cujos sinais e sintomas duram de 2 a 4 semanas. O período de incubação do vírus é tipicamente de 6 a 16 dias, mas pode chegar a 21 dias.

A pessoa infectada é assintomática no período de incubação. A manifestação cutânea típica é do tipo papulovesicular (manchas vermelhas), precedido ou não de febre de início súbito e de linfadenopatia (inchaço dos gânglios). Outros sintomas incluem dor de cabeça, dores musculares, dores nas costas, calafrios e exaustão.

As erupções podem acometer regiões como face, boca, tronco, mãos, pés ou qualquer outra parte do corpo, incluindo as regiões genital e anal. Na pele, podem aparecer manchas vermelhas sobre as quais surgem vesículas (bolhas) com secreção; posteriormente, essas vesículas se rompem, formam uma crosta e evoluem para cura. É importante destacar que a dor nestas lesões pode ser bastante intensa. Quando a crosta desaparece a pessoa deixa de infectar outras pessoas e, na maioria dos casos, os sinais e sintomas desaparecem em poucas semanas.

A transmissão entre humanos ocorre principalmente por meio de contato pessoal com lesões de pele ou fluidos corporais de uma pessoa infectada ou objetos recentemente contaminados, tais como toalhas e roupas de cama. Também pode ocorrer por meio de gotículas que geralmente requer contato mais próximo entre o paciente infectado e outras pessoas, o que torna trabalhadores da saúde, familiares e parceiros íntimos pessoas com maior risco de infecção.

Estado recebe material para diagnosticar casos suspeitos de Monkeypox

Antes, amostras colhidas em MS eram encaminhadas para o laboratório da Fiocruz no Rio de Janeiro

A Secretaria de Estado de Saúde (SES) recebeu do Ministério da Saúde dois kits, que permitem analisar 190 amostras, para diagnósticos da monkeypox ou a conhecida varíola dos macacos.

A expectativa é que os testes possam ser realizados já nesta quarta-feira (26).

Kit recebido pela Secretaria de Estado de Saúde para realização de testes. (Foto: Divulgação / SES)

Os testes chegaram no fim da semana e as equipes do Laboratório Central de Saúde Pública (LACEN) estão fazendo a validação dos testes, kits e dos equipamentos para dar início às análises das amostras.

“A equipe do Lacen está seguindo os protocolos e validando os testes e os kits de controle para saber se há a compatibilização deste material com os nossos equipamentos de extração. A previsão, se tudo estiver validado, é que na quarta-feira já iniciamos as análises das amostras colhidas no Lacen”, disse o secretário de Estado de Saúde, Flávio Britto.

Segundo dados do Ministério da Saúde, o teste encaminhado para o Estado é capaz de fazer a identificação do vírus a partir das amostras colhidas em cada indivíduo. O material genético é coletado a partir da secreção formada pelas lesões que surgem na pele.

A farmacêutica bioquímica do Lacen, Miriam Tokeshi, explica que a orientação do Ministério da Saúde é que os testes sejam usados em pessoas com suspeitas da doença.

“É importante dizer que esse kit permite fazer a análise em 190 amostras, mas o Ministério da Saúde ainda não nos informou se vamos receber novos testes”.

A expectativa é que sejam realizados uma média de 30 testes por semana. Segundo a farmacêutica, antes do recebimento desses kits, as amostras eram encaminhadas para o laboratório da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que analisava e mandava os resultados. Desta forma, a análise das amostras será mais rápida no Estado.

Monkeypox

A doença é causada pelo vírus Monkeypox, vírus do gênero Orthopoxvirus e família Poxviridae. Embora receba a nomenclatura de “varíola dos macacos”, o atual surto não tem a participação de macacos na transmissão para seres humanos.

Todas as transmissões identificadas até o momento pelas agências de saúde no mundo foram atribuídas à contaminação por transmissão entre pessoas.

Os sintomas mais comuns da varíola dos macacos são erupção cutânea ou lesões espalhadas pela pele; adenomegalia/linfonodos inchados, também conhecidos como ínguas; dor de cabeça; calafrios e fraqueza. Quaisquer sintomas, procure uma unidade de saúde.

Para quem testou positivo, a conduta recomendada é a manutenção do isolamento até desaparecimento das crostas e a completa cicatrização da pele, sem a necessidade de um novo teste.

MS tem dez casos ativos de varíola dos macacos

A SES (Secretaria de Estado de Saúde) segue acompanhando evolução de casos de Monkeypox em Mato Grosso do Sul.

No informe epidemiológico divulgado nesta terça-feira (18), dez casos aparecem classificados como ativos em todo o Estado.

Desde que começaram a ser contabilizadas as infecções causadas pelo vírus, 134 casos foram confirmados, 128 estão curados e quatro casos estão classificados como prováveis.

Na tabela geral, são mencionados 64 casos suspeitos aguardando análise em laboratório, 186 casos descartados e ainda nove nomeados como perda de seguimento, ou seja, com resultado de análise inconclusivo.

Na divisão por sexo dos indivíduos confirmados e prováveis para a ‘varíola dos macacos’, o gráfico mostra que 87% são de sexo masculino e 13% do sexo feminino.

O Informe Epidemiológico Monkeypox é elaborado pela SES com base em dados compilados pelo Cievs-MS (Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde de Mato Grosso do Sul).

Aluno é afastado de EMEI por suspeita de varíola dos macacos

A idade da criança e o nome da escola não foram divulgados, o aluno está em isolamento em casa há cerca de duas semanas

Aluno de uma Emei (Escola Municipal de Educação Infantil) de Campo Grande foi afastado da sala de aula, por suspeita de estar com monkeypox, a varíola dos macacos. O caso foi identificado há duas semanas e desde então a criança está em isolamento em casa. Até o momento não há confirmação de outros casos suspeitos na mesma unidade escolar.

O caso foi identificado há duas semanas e desde então a criança está em isolamento em casa  Foto Divulgação

De acordo com o último boletim epidemiológico da Monkeypox, divulgado pela SES (Secretária de Estado de Saúde), na terça-feira (04) em Mato Grosso do Sul, são 113 casos confirmados, quatro prováveis, 103 curados e 14 ativos.

Entre as cidades com maior incidência de casos, Campo Grande lidera com 85 confirmações, na sequência aparece Dourados (11), Aquidauana (4), Três Lagoas (4), Maracaju (2), Costa Rica (2), Ponta Porã (2) . Outros 67 casos suspeitos seguem em investigação. Dentre os casos confirmados 87,2% foram registrados em pessoas do sexo masculino e 12,8% em pessoas do sexo feminino.

Entre os principais sintomas apresentados pelos pacientes 86,3% tiveram feridas na pele, 60,7% febre súbita, 51,3% aumento dos linfonodos do pescoço (adenomegalia), 43,6% dor de cabeça (cefaleia), e 50,4% relataram lesão genital.

A secretaria ainda divulgou nota informando sobre o caso. “A Sesau reforça que todas as orientações quanto ao isolamento do paciente, rastreio dos contactantes e informações a serem repassadas à escola já foram feitas, não sendo necessário dúvidas ou questionamentos a respeito da saúde desta criança e das que estudam na mesma escola”, informou em nota.

A idade da criança e o nome da escola não foram divulgados. O caso foi descoberto após manifestação da escola à Sesau (Secretaria Municipal de Saúde), que monitora periodicamente o avanço da doença.

MS chega a 113 casos confirmados de varíola dos macacos; ainda há 63 suspeitas

Campo Grande concentra a maioria dos casos suspeitos e de confirmados, sendo 44 e 85 respectivamente

Mato Grosso do Sul chegou a 113 casos confirmados de varíola dos macacos, a Monkeypox. Ainda há 63 exames aguardando análise. Atualmente, dos casos confirmados da doença, 103 pessoas foram curadas. Sendo 10 ativos e 4 que ainda estão aguardando confirmação.

Conforme o boletim epidemiológico da SES (Secretaria Estadual de Saúde) divulgado nesta terça-feira (4), Campo Grande concentra a maioria dos casos suspeitos e de confirmados, sendo 44 e 85 respectivamente. Dourados tem 11 confirmações.

Em sessenta dias da doença em MS, a maioria dos infectados é de homens – 86,3% do total de doentes – e também com idades de 20 a 29 anos, com 33,3% dos contaminados. Em seguida, o gráfico mostra que 28,9% são pessoas de 30 a 39 anos que ficaram doentes.

O levantamento da secretaria indica que a maioria das infecções (52,7% dos casos) aconteceu, provavelmente, por contato sexual e 31% disseram não saber como contraíram a doença. Cerca de 33% disseram que mantiveram relação íntima com desconhecido ou parceiro casual e 17,8% relataram que tiveram contato com possível caso suspeito da varíola.

Sobre as reações e sintomas da doença, 86,7% tiveram erupções cutâneas (feridas) na pele, seguido por febre (57,8%), adenomegalia – linfonodos no pescoço (53,3%) e lesão genital (47,8%). Vale lembrar que a varíola dos macacos não é uma IST (Infecção Sexualmente Transmissível).

MS tem 87 casos confirmados de varíola dos macacos

De acordo com a Secretaria de Saúde, desse total, 18 casos são considerados ativos. Dez cidades do estado registraram casos

Mato Grosso do Sul tem 87 casos confirmados de varíola dos macacos (monkeypox). Os dados são de informe epidemiológico divulgado nesta sexta-feira (23), pela secretaria estadual de Saúde (SES).

Amostras para testes de varíola dos macacos — Foto: Agência Brasil/Diulgação

De acordo com a secretaria, desse total, 18 casos são considerados ativos. Dez cidades do estado registraram casos: Campo Grande, Dourados, Itaquiraí, Aparecida do Taboado, Costa Rica, Aquidauana, Ponta Porã, Três Lagoas, Maracaju e Jardim.

Entretanto, Campo Grande concentra 74% dos casos confirmados. A capital sul-mato-grossense tem 65 registros. Desse total, 51 são de pessoas curadas e 14 ativos.

No estado, a SES diz que 85,7% dos casos são de pacientes do sexo masculino e que 82,5% são de pessoas na faixa etária dos 20 aos 49 anos.

“Varíola dos macacos”: mais de 20 pessoas estão em tratamento da doença em MS

Mato Grosso do Sul tem atualmente 23 pessoas com o vírus da Monkeypox ativo, segundo o Informe Epidemiológico da SES (Secretaria de Estado de Saúde) divulgado nesta quinta-feira (22).

Campo Grande concentra 65 confirmações desta doença Foto Divulgação

Desde que os casos começaram a aparecer, o Estado acumulou um total de 86 confirmações desta doença, sendo dois registros excluídos em decorrência de duplicidade no sistema.

O boletim mostra ainda que 67 casos são considerados “curados”, quatro pessoas estão registradas como casos “prováveis” e outras três notificações estão cadastradas como “perda de seguimento”, ou seja, com coleta imprecisa de materiais genéticos.

Total de 112 pessoas seguem esperando resultado de análise laboratorial e 85 casos já foram descartados.

Na divisão por cidades, Campo Grande concentra 65 confirmações desta doença, sendo 50 curados e 15 com o vírus ativo.

Já Dourados aparece com oito casos confirmados de ‘varíola dos macacos’, sendo um ainda ativo e os demais classificados como curados.

Os demais casos ativos estão em Costa Rica (1), Ponta Porã (1) e Três Lagoas (3).

Dos 86 casos confirmados de Monkeypox em Mato Grosso do Sul, 86,7% são do sexo masculino e 13,3% são do sexo feminino.

O Informe Epidemiológico Monkeypox é elaborado pela SES com informações colhidas junto ao Cievs-MS (Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde de Mato Grosso do Sul).

MS tem seis novos casos de varíola dos macacos, 51 pessoas já foram curadas

De acordo com boletim epidemiológico da Secretaria Estadual de Saúde, os novos casos foram registrados em Campo Grande, Três Lagoas, Maracaju e Dourados

O boletim epidemiológico da SES (Secretaria Estadual de Saúde), divulgado nesta quinta-feira (15), traz seis novos casos de varíola dos macacos no estado. Os novos casos foram registrados em Campo Grande, Três Lagoas, Maracaju e Dourados. Dos casos confirmados, 51 pessoas estão curadas, de acordo com o boletim, o que equivale a 63,75% dos casos.

Em Campo Grande, dois homens de 29 e 42 anos tiveram os exames positivos. Em Dourados, o novo caso foi de um homem de 28 anos. Já em Três Lagoas, duas mulheres de 26 e 44 anos estão com a doença, enquanto em Maracaju um adolescente de 16 anos contraiu o vírus.

A secretaria acompanha outros 62 casos suspeitos. No dia 15 de julho a SES confirmou o primeiro caso de varíola dos macacos em Mato Grosso do Sul, sendo um homem, de 41 anos, que é residente em Campo Grande.