Mais 12 casos de varíola dos macacos foram confirmados em Mato Grosso do Sul, nas últimas 24 horas. De acordo com o boletim epidemiológico, divulgado pela SES (Secretaria de Estado de Saúde), o número sai de 61 para 73 infectados.
Conforme boletim epidemiológico, os novos pacientes são todos homens com idades entre 24 e 41 anos. A maioria, nove deles, são de Campo Grande. Na sequência aparecem dois de Dourados e um de Ponta Porã.
Outras 67 pessoas estão com a doença em investigação e aparecem como casos suspeitos, além de quatro casos prováveis. Do total de confirmados, 26 seguem em isolamento porque apresentam quadro ativo do vírus.
A cidade com maior número de confirmações é Campo Grande, com 58. Na sequência, aparecem Dourados com sete, Aquidauana e Ponta Porã com dois cada e Aparecida do Taboado, Costa Rica, Itaquiraí e Três Lagoas.
Feridas na pele, febre súbita e dores de cabeça são os sintomas mais relatados pelos pacientes.
De acordo com boletim epidemiológico da Secretaria Estadual de Saúde (SES), divulgado neste sábado, três novos casos foram confirmados, totalizando 61
A Secretaria Estadual de Saúde (SES) confirmou neste sábado (10), mais três novos casos de monkeypox, doença conhecida como varíola dos macacos. Os casos foram registrados em Itaquiraí, Ponta Porã e Três Lagoas, conforme o boletim epidemiológico. Ao todo, o estado tem 61 casos confirmados.
Do total de confirmados, 31 casos são de pessoas já curadas. Segundo a SES, Mato Grosso do Sul tem 72 casos suspeitos e 70 descartados.
No dia 15 de julho a SES confirmou o primeiro caso de varíola dos macacos em Mato Grosso do Sul, sendo um homem, de 41 anos, que é residente em Campo Grande.
Transmissão
Ainda não se sabe se a varíola do macaco pode se espalhar por meio de sêmen ou fluidos vaginais. Também pode haver transmissão das seguintes formas:
Por materiais contaminados que tocaram fluidos corporais ou feridas, como roupas ou lençóis; Da mãe para o feto através da placenta; Da mãe para o bebê durante ou após o parto, pelo contato pele a pele; Úlceras, lesões ou feridas na boca também podem ser infecciosas, o que significa que o vírus pode se espalhar pela saliva.
Conheça os sintomas
Os principais sintomas da varíola dos macacos são:
Febre Dor de cabeça Dores musculares Dor nas costas Gânglios (linfonodos) inchados Calafrios Exaustão
Como se proteger
O uso de máscaras, distanciamento e a higienização das mãos são formas de evitar o contágio pela varíola dos macacos.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) reforça a adoção dessas medidas, frisando que elas também servem para proteger contra a Covid-19.
Os novos casos são de moradores de Campo Grande e foram confirmados pela Secretaria Estadual de Saúde
A SES (Secretaria Estadual de Saúde) confirmou nesta quarta-feira (7), mais três novos casos de monkeypox, doença conhecida como varíola dos macacos. Os casos foram registrados em Campo Grande, conforme o boletim epidemiológico. Os pacientes são todos do sexo masculino, com idades 29, 33 e 34 anos.
Ao todo, Mato Grosso do Sul totaliza 47 casos confirmados da doença, 4 prováveis, além de 71 suspeitos.
Os 71 casos suspeitos envolvem pessoas que moram nas seguintes cidades: Campo Grande, Três Lagoas, Paranaíba, Dourados, Aquidauana, Bonito, Fátima do Sul , Angélica, Figueirão, Iguatemi, Jardim, Maracaju, Nova Alvorada do Sul, Ponta Porã e Três Lagoas.
No dia 15 de julho a SES confirmou o primeiro caso de varíola dos macacos em Mato Grosso do Sul, sendo um homem, de 41 anos, que é residente em Campo Grande.
Transmissão
Ainda não se sabe se a varíola do macaco pode se espalhar por meio de sêmen ou fluidos vaginais. Também pode haver transmissão das seguintes formas:
Por materiais contaminados que tocaram fluidos corporais ou feridas, como roupas ou lençóis;
Da mãe para o feto através da placenta;
Da mãe para o bebê durante ou após o parto, pelo contato pele a pele;
Úlceras, lesões ou feridas na boca também podem ser infecciosas, o que significa que o vírus pode se espalhar pela saliva.
Conheça os sintomas
Os principais sintomas da varíola dos macacos são:
Febre
Dor de cabeça
Dores musculares
Dor nas costas
Gânglios (linfonodos) inchados
Calafrios
Exaustão
Como se proteger
O uso de máscaras, distanciamento e a higienização das mãos são formas de evitar o contágio pela varíola dos macacos.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) reforça a adoção dessas medidas, frisando que elas também servem para proteger contra a Covid-19.
Ao todo, Mato Grosso do Sul possui 44 casos confirmados da doença e 4 prováveis.
A Secretaria Estadual de Saúde (SES) confirmou, nesta terça-feira (6), mais nove novos casos de monkeypox, doença conhecida como varíola dos macacos. Com isso, Mato Grosso do Sul totaliza 44 casos confirmados da doença e 4 prováveis da doença.
De acordo com o boletim epidemiológico, os dois últimos casos foram confirmados em Campo Grande, sendo uma mulher, de 38 anos, e um homem, de 43 anos.
Teste positivo de varíola dos macacos — Foto: Reprodução/EPTV
Os 71 casos suspeitos envolvem pessoas que moram nas seguintes cidades: Campo Grande (50), Três Lagoas (4), Paranaíba (3), Dourados (4), Aquidauana (2), Bonito (1), Fátima do Sul (1), Angélica (1), Figueirão (1), Iguatemi (1), Jardim (1), Maracaju (1), Nova Alvorada do Sul (1) e Ponta Porã (1), Três Lagoas (3).
No dia 15 de julho a SES confirmou o primeiro caso de varíola dos macacos em Mato Grosso do Sul, sendo um homem, de 41 anos, que é residente em Campo Grande.
Ao todo, sete novos casos foram confirmados pela Secretaria Estadual de Saúde. Boletim epidemiológico sobre a doença foi divulgado nesta quarta-feira
A Secretaria Estadual de Saúde (SES) confirmou, nesta quarta-feira (31), mais sete novos casos de monkeypox, doença conhecida como varíola dos macacos. Entre os casos, estão um menino de dois anos e uma idosa de 73 anos. Com isso, o estado totaliza 26 notificações. Segundo a SES, ainda há 67 casos suspeitos.
Entre os casos confirmados no Estado, está um menino de dois anos Foto Reprodução
De acordo com o boletim epidemiológico, divulgado nesta quarta, os novos casos foram registrados em Campo Grande, Aquidauana, Dourados e Ponta Porã, sendo cinco homens de 16, 26, 34, 43 e 28 anos, um menino de 2 anos e uma idosa de 73 anos.
Segundo a Secretaria Municipal de Saúde (Sesau), a idosa está internada em Campo Grande.
Os 67 casos em investigação envolvem pessoas que moram nas seguintes cidades: Campo Grande (46), Dourados (1), Três Lagoas (4), Costa Rica (1), Fátima do Sul (2), Aquidauana (5), Maracaju (1), Jardim (1), Nova Alvorada do Sul (1), Paranaíba (3), Deodápolis (1), Figueirão (1).
No dia 15 de julho a SES confirmou o primeiro caso de varíola dos macacos em Mato Grosso do Sul, sendo um homem, de 41 anos, que é residente em Campo Grande.
Transmissão Ainda não se sabe se a varíola do macaco pode se espalhar por meio de sêmen ou fluidos vaginais. Também pode haver transmissão das seguintes formas:
Por materiais contaminados que tocaram fluidos corporais ou feridas, como roupas ou lençóis; Da mãe para o feto através da placenta; Da mãe para o bebê durante ou após o parto, pelo contato pele a pele; Úlceras, lesões ou feridas na boca também podem ser infecciosas, o que significa que o vírus pode se espalhar pela saliva.
Sintomas Os principais sintomas da varíola dos macacos são:
Febre Dor de cabeça Dores musculares Dor nas costas Gânglios (linfonodos) inchados Calafrios Exaustão
Como se proteger O uso de máscaras, distanciamento e a higienização das mãos são formas de evitar o contágio pela varíola dos macacos.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) reforça a adoção dessas medidas, frisando que elas também servem para proteger contra a Covid-19.
A atualização do Informe Epidemiológico Monkeypox desta terça-feira (30) incluiu mais 14 pessoas consideradas suspeitas de terem sido infectadas pelo vírus da ‘varíola dos macacos’ em Mato Grosso do Sul.
Campo Grande tem doze casos confirmados de varíola dos macacos – Crédito: Divulgação/SES
Com isso, Campo Grande passa a contabilizar 46 casos suspeitos, 20 descartados e 12 confirmados, segundo dados da SES (Secretaria de Estado de Saúde).
Já Dourados se mantém com três casos suspeitos de Monkeypox, três descartados e quatro confirmados após exame laboratorial.
Em todo o Estado são 69 pessoas classificadas como suspeitas de terem contraído o vírus, 40 casos passaram por análise e foram descartados e 19 tiveram diagnóstico confirmado para ‘varíola dos macacos’.
Todos os casos confirmados são de pessoas do sexo masculino – 42,1% com idades entre 20 e 29 anos, 38,8% entre 30 e 39 anos, 15,8% tem entre 40 e 49, além de 5,3% com idade superior a 60 anos.
A tabela completa com os casos notificados no Estado pode ser conferida a seguir:
Os dados do Informe Epidemiológico da Monkeypox são construídos com base em registros no Cievs-MS (Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde de Mato Grosso do Sul) – (Crédito: Reprodução/SES)
De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde (SES), ainda há a investigação de outros 55 casos suspeitos. Boletim epidemiológico sobre a doença foi divulgado nesta segunda-feira (29).
Mato Grosso do Sul confirmou três novos casos de “Monkeypox”, doença conhecida como varíola dos macacos, nesta segunda-feira (29). Com isso, o estado chega a 19 pacientes infectados, de acordo com a Secretaria Estadual de Saúde (SES).
Lesões na pele podem durar até quatro semana Foto Divulgação
Conforme o boletim epidemiológico, um caso foi confirmado em Campo Grande e dois em Dourados, sendo três homens de 26, 32 e 36 anos. Dentre as confirmações, a capital é o município com maior número de casos, 12 ao todo. Na sequência aparecem Dourados com quatro, Itaquiraí, Aparecida do Taboado e Costa Rica.
Mato Grosso do Sul ainda investiga outros 55 casos de pessoas que moram nas seguintes cidades: Campo Grande (35), Dourados (3), Ponta Porã (1), Três Lagoas (2), Aquidauana (6), Itaporã (1), Deodápolis (1), Paranaíba (1), Jardim (1) e Fátima do Sul (1).
No dia 15 de julho a SES confirmou o primeiro caso de varíola dos macacos em Mato Grosso do Sul, sendo um homem, de 41 anos, que é residente em Campo Grande.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou hoje (25) – por unanimidade -, em Brasília, a dispensa de registro para que o Ministério da Saúde (MS) importe e utilize no Brasil a vacina Jynneos/Imvanex contra a varíola dos macacos.
Em outra decisão unânime, a Anvisa autorizou a dispensa de registro para que o Ministério da Saúde importe e use no Brasil o medicamento Tecovirimat, para tratamento da mesma doença.
Vacina
No caso da vacina, a autorização se aplica à Jynneos (EUA) ou Imvanex (EMA) – vacina contra varíola e monkeypox, vírus vaccínia modificado, cepa Ankara. Apesar de ser o mesmo produto, o imunizante possui nomes diferentes nos Estados Unidos e na Europa. A vacina da empresa Bavarian Nordic A/S é fabricada na Dinamarca e na Alemanha.
“O imunizante é destinado a adultos com idade igual ou superior a 18 anos e possui prazo de até 60 meses de validade, quando conservado entre -60°C e -40°C. A dispensa temporária e excepcional se aplica somente ao Ministério da Saúde e terá validade de seis meses, desde que não seja expressamente revogada pela Anvisa”, explicou a agência.
Em seu voto, a diretora relatora Meiruze Freitas destacou que a varíola dos macacos é causada por um vírus semelhante ao da varíola e que, portanto, é esperado que a vacina previna ou reduza a gravidade da infecção pela doença. Apesar disso, ela ressaltou a necessidade de estudos de monitoramento para a confirmação da efetividade do produto.
A decisão da Anvisa teve como base o relatório de avaliação da agência americana Food and Drug Administration (FDA) para a vacina Jynneos, as informações públicas emitidas pela Agência Europeia de Medicamentos (European Medicines Agency – EMA) e pela agência do Reino Unido (National Health Service – NHS), além da bula, dizeres de rotulagem e demais documentos apresentados pelo Ministério da Saúde.
“A documentação encaminhada pelo Ministério da Saúde é a mesma disponibilizada pela FDA, sendo que o produto importado deverá corresponder às mesmas características do pedido avaliado pela Anvisa”, explicou a agência.
Acrescentou que no Brasil, até o momento, não há submissão de protocolo de ensaio clínico em vacinas para ser conduzido nacionalmente, e também não existe protocolo submetido ou mesmo vacina já registrada pela Anvisa com a indicação de imunização contra a varíola dos macacos.
Antiviral
Sobre a autorização do antiviral, a Anvisa destacou que ela se aplica ao medicamento Tecovirimat, concentração de 200 mg, na forma farmacêutica cápsula dura, uso oral, prazo de validade de 84 meses e indicado para o tratamento de doenças causadas pelo Orthopoxvirus em adultos, adolescentes e crianças com peso mínimo de 13 kg.
A atualização do informe epidemiológico Monkeypox desta segunda-feira (22) traz a confirmação de mais quatro casos desta doença em Mato Grosso do Sul.
Os casos mais recentes com testes positivos após exame laboratorial são de Campo Grande. Três pessoas do sexo masculino, de 27, 31 e 47 anos de idade tiveram diagnósticos confirmados para ‘varíola dos macacos’.
Um idoso de 61 anos também testou positivo, infectado pelo vírus da Monkeypox.
Com isso, o Estado chega ao total de 16 casos confirmados – dois em Dourados -, 28 casos estão classificados como suspeitos e 31 foram analisados e descartados.
Todas as pessoas com testes confirmados para ‘varíola dos macacos’ em Mato Grosso do Sul são do sexto masculino – 46,7% tem entre 20 e 29 anos, 33,3% entre 30 e 39 anos e 20% com mais de 49 anos.
A distribuição por municípios das notificações de casos no Estado pode ser conferida na íntegra a seguir:
A análise de caso de óbito de morador de Cassilândia resultou em diagnóstico negativo para a Monkeypox, segundo nota oficial da SES (Secretaria de Estado de Saúde)
O homem de 31 anos morreu no dia 6 de agosto com suspeita de estar infectado com o vírus. Ele deu entrada no Hospital Regional de Campo Grande no dia 1º.
Dez pessoas foram infectadas com o vírus Monkeypox em Mato Grosso do Sul – Crédito: Itamar Crispim/Fiocruz
Foram colhidos materiais genéticos e encaminhados para laboratório em universidade federal no Rio de Janeiro (RJ), onde o exame resultou em ‘não detectável’.
A atualização do Informe Epidemiológico da SES desta sexta-feira (12) também confirmou o primeiro caso da ‘varíola de macacos’ em Dourados. O paciente do sexo masculino passa por tratamento em casa.
Foram registrados dois novos casos de Monkeypox entre terça-feira (9) e hoje (12).
Assim, o Estado passa a acumular dez diagnósticos positivos, oito descartados, além de 22 casos sendo tratados como suspeitos.
Todas as confirmações no Estado são de pessoas do sexo masculino, conforme dados do Cievs-MS (Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde de Mato Grosso do Sul).
A distribuição de notificações desta doença dividida por município pode ser conferida na íntegra na tabela a seguir: