Campo Grande libera vacina da gripe para toda a população

Em Campo Grande,  vacinação contra a gripe está disponível  durante a manhã e tarde em mais de 70 unidades básicas e de saúde da família (UBSs e USFs) espalhadas pelas sete regiões urbanas e distritos do município

A partir desta quinta-feira, dia 11 de maio, a Prefeitura de Campo Grande, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Sesau), irá liberar a vacinação contra a gripe para toda a população com idade acima de seis meses, seguindo resolução da Comissão Intergestores Bipartite (CIB). Até então, o imunizante era aplicado apenas nos grupos prioritários definidos pelo Ministério da Saúde.

Vacinação será liberada para todos os públicos a partir de amanhã, dia 11. (Foto: Divulgação)

A liberação ocorre diante da baixa procura pelos grupos prioritários e a chegada das temperaturas mais baixas que favorecem a disseminação dos vírus causadores de infecções respiratórias. Desta forma, a oferta da vacina é necessária não só para os grupos prioritários, mas para população geral, visando o aumento de pessoas imunizadas, para tanto uma menor circulação dos vírus e diminuição na sobrecarga dos serviços de saúde.

Segundo a superintendente de Vigilância em Saúde da Sesau, Veruska Lahdo, a imunização contra a gripe reduz os riscos de infecção, minimiza a carga viral e os sintomas e previne o surgimento de complicações decorrentes da doença, internações e até mortes.

“A vacina da gripe, ofertada pelo SUS, é segura e eficaz. Ela protege a população contra os vírus H1N1 e H3N2 da Influenza A e contra a Influenza B, três formas diferentes de gripe”, pontua.

Ela reforça que as pessoas pertencentes aos públicos prioritários, sobretudo os idosos com 60 anos, gestantes, pessoas com comorbidades e crianças com seis meses a menores de seis anos devem continuar procurando as unidades de saúde para se vacinar.

“É importante destacar que as pessoas pertencentes a estes grupos são mais suscetíveis à doença e, portanto, devem ser vacinadas. Reiteramos que apesar da vacina estar liberada para toda a população, é fundamental que estas pessoas se vacinem”, diz.

Em Campo Grande,  vacinação contra a gripe está disponível  durante a manhã e tarde em mais de 70 unidades básicas e de saúde da família (UBSs e USFs) espalhadas pelas sete regiões urbanas e distritos do município.

De acordo com o último relatório disponibilizado pelo Serviço de Imunização da Sesau no dia 24,  a maior procura foi entre os idosos de 60 anos ou mais. Até o momento, 28.270 pessoas pertencentes a este público foram vacinadas, ou 28,98% do quantitativo populacional estimado em 134,7 mil pessoas.

Os professores do Ensino Básico e Superior, que englobam o público de Trabalhadores da Educação, também continuam entre que mais se vacinaram, com 14,46% de cobertura, e em seguida aparece as Puérperas, com 12,9%, seguido das Gestantes, com 12,12% e os Trabalhadores da Saúde, com 11,08|%.

Na última campanha a cobertura foi muito abaixo do recomendado, que é de pelo menos 90% para cada um dos públicos. Em 2022, apenas 43,4% de todo o público-alvo buscou pela vacinação.

A doença
A gripe é uma doença respiratória causada pelo vírus influenza que é transmitida através do contato com secreções das vias respiratórias, eliminadas pela pessoa contaminada ao falar, tossir ou espirrar e também por meio das mãos e objetos contaminados, quando entram em contato com a boca, olhos e nariz. A gripe provoca febre, dores no corpo e mal estar. Quem perceber esses sintomas deve procurar um posto de saúde.

Prevenção
Cuidados simples ajudam na prevenção contra a Gripe:

  • Lave as mãos com água e sabão e use álcool gel 70% regularmente, especialmente depois de tocar o nariz e a boca ou superfícies que possam estar contaminadas;
  • Proteja o nariz e a boca. Cubra-os enquanto espirra ou tosse e use lenços descartáveis.
  • Evite tocar a boca e o nariz.
  • Melhore a circulação de ar abrindo as janelas.
  • Evite ficar por muito tempo em locais com grande aglomeração de pessoas.
  • Mantenha hábitos saudáveis: coma e durma bem, além de fazer exercícios físicos regulares.

Adriane Lopes faz apelo para que a população tome vacinas contra gripe

Prefeita mencionou que imunização está disponível em 70 unidades básicas de saúde

A prefeita de Campo Grande (MS) Adriane Lopes (Patri) fez um apelo durante entrevista ao vivo na TVMS Record (canal 11.1) nesta quarta-feira, 26 de Abril. Ela pediu a população que tome vacinas preventivas contra a gripe. Na Capital, os índices de vacinação são baixos, segundo Adriane.

A chefe do Poder Executivo municipal se demonstrou preocupada especialmente com os idosos e crianças e com a proximidade do inverno. “Pessoal, por favor, tomem as vacinas preventivas. Levem as crianças e idosos para se imunizar. Os nossos índices estão baixos”, apelou durante entrevista ao apresentador Rodrigão, no programa Balanço Geral MS.

Adriane Lopes durante entrevista ao Balanço Geral MS (Foto: Valdelice Bonifácio)

Ela mencionou que as vacinas estão disponíveis em 70 unidades básicas de saúde (UBS) e de saúde da família (UBSF).

Um levantamento divulgado nesta semana aponta que 43,6 mil pessoas foram imunizadas contra a gripe em Campo Grande, o que representa 12,89% de cobertura. A meta é vacinar ao menos 90% dos públicos estabelecidos como prioritários pelo Ministério da Saúde, o equivalente a 300 mil pessoas.

Conforme o relatório disponibilizado pelo Serviço de Imunização da Sesau, a maior procura continua entre os idosos de 60 anos ou mais. Até o momento, 28.270 pessoas pertencentes a este público foram vacinadas, ou 28,98% do quantitativo populacional estimado em 134,7 mil pessoas.

A vacina disponibilizada pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em todas as unidades de saúde da Capital protege contra os vírus H1N1 e H3N2 da Influenza A e contra a Influenza B, sendo eficaz contra as três formas diferentes de gripe.

Durante a semana, a vacinação está disponível durante todo o dia (manhã e tarde) em mais de 70 unidades básicas de saúde (UBS) e de saúde da família (UBSF). Aos sábados e feriados, o município tem realizado plantão de vacinação em ao menos três unidades referenciadas, além de ações itinerantes em locais de grande circulação de pessoas, como os shoppings.

Ministério proíbe estoque, venda e uso de vacinas contra febre aftosa em MS

Para Jaime Verruck, a medida é mais um passo rumo a obtenção do status de área livre de aftosa sem vacinação

O Ministério da Agricultura publicou hoje portaria que proíbe o armazenamento, a comercialização e o uso de vacinas contra a febre aftosa em Mato Grosso do Sul e demais estados pertencentes ao Bloco IV do Plano Estratégico (PNEFA).

A portaria Mapa Nº 574, de 31 de março de 2023 foi publicada no Diário Oficial da União e prevê a a proibição do armazenamento, a comercialização e o uso de vacinas contra a febre aftosa no Distrito Federal e nos Estados do Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Tocantins, pertencentes ao Bloco IV, do Plano Estratégico 2017-2026, do Programa Nacional de Vigilância para a Febre Aftosa.

A portaria do Mapa segue o roteiro da retirada da vacina contra a a aftosa (Foto Divulgação)

A vacina poderá ser utilizada mediante autorização do Departamento de Saúde Animal da Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura e Pecuária.

O armazenamento e a comercialização de vacinas contra a febre aftosa poderão ser permitidos, mediante autorização do Órgão Executor da Sanidade Agropecuária, nos respectivos Estados e Distrito Federal, aos laboratórios e estabelecimentos comerciais que forneçam vacinas a outras Unidades da Federação, onde houver a vacinação regular contra a febre aftosa de bovinos e bubalinos.

A manutenção da proibição, constante no caput, está condicionada à conclusão das ações estaduais previstas no Plano Estratégico 2017-2026, do Programa Nacional de Vigilância para a Febre Aftosa.

De acordo com o diretor-presidente da Iagro (Agência Estadual de Vigilância Sanitária Animal e Vegetal), Daniel Ingold, a portaria do Mapa segue o roteiro da retirada da vacina contra a a aftosa, prevista no PNEFA. “A partir de agora houve o posicionamnento do Mapa para os estados que suspenderam em 2022 a vacinação contra febre aftosa, entre eles o MS. Não pode mais ter a vacina estocada em revendas e paramos efetivamente de vacinar. Esta norma nos permite agora publicar a portaria estadual, seguindo as normas e diretrizes do Mapa”, salientou.

Para o secretário de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc), Jaime Verruck, a medida é mais um passo rumo a obtenção do status de área livre de aftosa sem vacinação. “Agora a atenção do produtor rural deve ser redobrada pra mantermos as boas condições de sanidade do rebanho e atendermos todos os parâmetros da OMSA (Organização Mundial de Saúde Animal)”, concluiu.

Com novo público para a Bivalente, vacina da Covid segue disponível

A partir desta segunda-feira (03) a vacina bivalente será aplicada também em novos públicos, e as demais doses, que também protegem contra a Covid-19, estão disponíveis para toda a população. Agora também poderão receber o imunizante que protege contra a cepa original e as variantes do coronavírus pessoas com comorbidades e que que tenham 12 anos ou mais, grávidas e as puérperas que deram à luz há até 45 dias. 

Com a liberação do Ministério da Saúde, válida a partir deste final de semana, a Prefeitura de Campo Grande já iniciou a aplicação das doses nestes novos públicos. “Temos que reforçar a vacinação em todo o qualquer indivíduo que está mais vulnerável ou exposto ao vírus, uma vez que essa é a forma mais eficaz de se evitar quadros graves da doença”, explica a superintendente de vigilância em saúde, Veruska Lahdo. 

Além destes públicos, a bivalente está disponível também para trabalhadores da saúde, população com 60 anos ou mais, indígenas aldeados e quilombolas a partir dos 12 anos de idade, para isso é necessário o esquema vacinal completo e a última dose ter sido aplicada há pelo menos quatro meses. 

O reforço também está disponível para quem finalizou o esquema primário e tem pelo menos 12 anos de idade. E quem tem 18 anos ou mais e completou o mesmo período após receber o primeiro reforço, já está apto para o segundo. 

Crianças a partir de seis meses se enquadram para iniciar o esquema vacinal. Aquelas iniciaram o esquema com a Pfizer baby devem receber a segunda dose após um intervalo de quatro semanas e a terceira após oito semanas da dose anterior.  

Covid-19: índice de imunização com a vacina bivalente segue abaixo do esperado

Com a chegada das estações mais frias do ano, os cuidados com a saúde devem ser redobrados. Nesta época, é comum um aumento no número de casos de doenças respiratória, principalmente, entre crianças e idosos. Por isso, é importante manter o calendário de vacinas atualizado e seguir todas as medidas de biossegurança. Este é um alerta da SES (Secretaria Estadual de Saúde).

Segundo dados da SES, a taxa de imunização contra a Covid-19 está abaixo do esperado, registrando apenas 18,8% da população imunizada entre os grupos prioritários (idosos, pessoas imunosuprimidas e as que estão em instituições de longa permanência, indígenas, ribeirinhos, quilombolas).

Devido à baixa procura pelo imunizante bivalente, a SES em conformidade com o Ministério da Saúde, já autorizou a aplicação a todos os grupos prioritários elencados no Informe Técnico Nacional de vacinação contra a Covid-19 no ano de 2023. E orienta que os municípios continuem fazendo a busca ativa destes grupos.

Para a coordenadora estadual de Vigilância Epidemiológica da SES, Ana Paula Rezende de Oliveira Goldfinger, é importante que a população atualize a vacina contra a Covid-19 para evitar um aumento no número de casos e complicações como internações hospitalares.

“Fazemos um apelo para que as pessoas atualizem o calendário vacinal, não só da Covid, mas também contra outras doenças que acometem adultos e crianças. É importante que a população procure uma unidade de saúde ou o local indicado para a vacinação em seu município”, aconselha Ana Paula.

Bivalente

Estão aptos a receber o imunizante bivalente pessoas que possuem o esquema primário, ou seja, que já tomou pelo menos duas doses da vacina monovalente e pertença aos grupos prioritários.

O Estado recebeu 209 mil doses da vacina Pfizer Bivalente e que foram repassadas aos 79 municípios do Estado. A bivalente é importante porque confere proteção contra as variantes do vírus Sars-CoV-2 e é recomendado que os grupos elencados como prioritários pelo Ministério da Saúde procurem uma unidade de saúde mais próxima e se vacinem.

Estado recebe 332 doses da vacina contra a Mpox

Mato Grosso do Sul recebe na próxima terça-feira (14) 332 doses da vacina contra a Mpox. As doses da vacina – MVA-BN Jynneos Mpox – são para grupos específicos definido pelo Ministério da Saúde e somente os municípios onde houve maior registro da doença é que receberão o imunizante.

Nesta sexta-feira (10), a SES/MS fará capacitação com as equipes destes municípios de forma virtual

Segundo a coordenadora de Vigilância Epidemiológica da SES, Ana Paula Goldfinger, os municípios elencados para receber a vacina farão suas estratégias como a realização de busca ativa do público-alvo. “É importante dizer que nós vamos receber o quantitativo de 332 doses, porém, como a gente deve resguardar imunizantes para a segunda dose, vamos conseguir atender 166 pessoas com a D1 da vacina. Mas de acordo com o andamento da vacinação e verificação de necessidade de reposição dessas doses, nós reportaremos essa necessidade ao Ministério da Saúde que fará o ajuste no quantitativo a ser enviado aos estados, se necessário”, afirma.

Conforme a preconização do Ministério da Saúde, as vacinas contra a Mpox serão restritas aos seguintes grupos:

• Pessoas vivendo com HIV/Aids: homens cisgêneros, travestis e mulheres transexuais, com idade igual ou superior a 18 anos e com contagem de linfócitos TCD4 inferior a 200 células nos últimos seis meses;

• Profissionais de laboratório que trabalham diretamente com Orthopoxvírus e que possuam de 18 a 49 anos de idade.

Nesta sexta-feira (10), a SES/MS fará capacitação com as equipes destes municípios de forma virtual. Os municípios considerados para receber os imunizantes contra a Mpox são Campo Grande, Dourados e Três Lagoas. As vacinas serão ministradas em duas doses, D1 e D2, com intervalo mínimo de 28 dias entre as doses.

Mpox

A Mpox é uma doença causada pelo vírus do gênero Orthopoxvirus e família Poxviridae, geralmente autolimitada, cujos sinais e sintomas duram de 2 a 4 semanas. O período de incubação do vírus é tipicamente de 6 a 16 dias, mas pode chegar a 21 dias.

A pessoa infectada é assintomática no período de incubação. A manifestação cutânea típica é do tipo papulovesicular (manchas vermelhas), precedido ou não de febre de início súbito e de linfadenopatia (inchaço dos gânglios). Outros sintomas incluem dor de cabeça, dores musculares, dores nas costas, calafrios e exaustão.

Retirada da vacina antiaftosa habilita MS a exportar carne ao México

A retirada da vacina antiaftosa no rebanho sul-mato-grossense já começa a render benefícios ao Estado. A partir desta semana, o Brasil pode exportar carne bovina para o México. O país habilitou 34 plantas frigoríficas a venderem para o mercado mexicano, após 12 anos de negociações. Mato Grosso do Sul está entre as unidades da federação que poderão fazer a comercialização de carne maturada e desossada.

O México poderá comprar carne bovina de Santa Catarina, estado reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) como zona livre de febre aftosa. O país também poderá comprar carne in natura e desossada de outros 14 estados declarados livres de febre aftosa, com vacinação.

Na avaliação do secretário de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc) Jaime Verruck, o Estado só conseguiu esta habilitação por conta das medidas sanitárias como a retirada da vacina antiaftosa. “No final do ano passado, a vacina foi retirada e isso acabou por ajudar a abrir este nosso mercado para o México”, destacou Verruck.

O secretário lembrou que a meta de Mato Grosso do Sul para os próximos anos, com o status de área livre de aftosa, é ter uma pecuária cada vez mais tecnificada, com uma defesa sanitária adequada. “O trabalho não cessa em momento nenhum. Nós estamos em uma fase, é um processo.  O que buscamos agora é obter o status de área livre da doença que será solicitado em 2024”, reforçou.

Liberação

Na segunda-feira (6) à noite, o governo mexicano publicou os requisitos zoosanitários para a compra de carne bovina do Brasil, último passo para a liberação dos 34 frigoríficos. A autorização ocorre um mês após o México liberar a importação da carne suína brasileira.

Segundo o Ministério da Agricultura e Pecuária, a abertura do mercado mexicano representa uma oportunidade histórica para as relações comerciais brasileiras. A expansão dos mercados, informou a pasta, propicia a retomada do crescimento da pecuária, que sofreu um golpe no mês passado, com a descoberta de um caso atípico de mal da vaca louca numa fazenda em Marabá (PA).

Em 2011, o Brasil havia pedido ao México autorização para exportar aves, bovinos e suínos ao país. Desde o início do ano, destacou o Ministério da Agricultura e Pecuária, foram habilitadas plantas frigoríficas para a exportação para a Indonésia e derrubadas as suspensões de mais três frigoríficos para a comercialização aos chineses.

Os estados habilitados são: Bahia; Distrito Federal; Espírito Santo; Goiás; Mato Grosso; Mato Grosso do Sul; Minas Gerais; Paraná; Rio Grande do Sul; Rio de Janeiro; Rondônia; São Paulo; Sergipe e Tocantins, reconhecida pela OMSA com o status de livre de febre aftosa com vacinação. Segundo os técnicos da Direção-Geral de Sanidade Animal (DGSA), para eliminar qualquer risco sanitário relacionado com a febre aftosa, os produtores desses 14 estados poderão exportar para o México apenas carne maturada e desossada, a mesma exigência imposta recentemente à Argentina e há 17 anos para importar carne do Uruguai.

Municípios do interior aderem a vacinação da Bivalente

Levantamento realizado pela SES (Secretaria de Estado de Saúde) mostra que os municípios do interior de Mato Grosso do Sul fizeram adesão à Campanha de Imunização Contra a Covid-19 por meio da aplicação da vacina Pfizer Bivalente no Estado. A vacinação foi liberada para as quatro fases da Campanha no dia 24 de fevereiro nos 79 municípios do Estado.

Para a coordenadora estadual de Vigilância Epidemiológica da SES, Ana Paula Rezende de Oliveira Goldfinger, o objetivo da ação foi otimizar as doses remanescentes da vacina e ampliar a cobertura devido abaixa procura pelo imunizante no Estado.

Nesta sexta-feira (2), a CEVE da SES realiza a entrega de novas doses solicitadas pelos municípios Foto: Álvaro Rezende

“Recomendamos aos municípios a flexibilidade na oferta, ainda de modo a respeitar os grupos prioritários elencados em cada fase. Assim, os pacientes pertencentes as fases 1, 2, 3 e 4, neste momento, poderão ser atendidas a depender da estratégia de cada município, devendo em caso de escassez, priorizar as fases até que seja enviada novas remessas de imunizante”, relata.

Ana Paula ainda destaca que os municípios continuem com a busca ativa de todos os públicos elencadas pela Campanha. “E que a população procure uma unidade de saúde ou local indicado para receber a dose de reforço da Bivalente no seu município”.

Nesta sexta-feira (2), a CEVE (Coordenadoria Estadual de Vigilância Epidemiológica) da SES realiza a entrega de novas doses solicitadas pelos municípios. Somente, o município de Campo Grande tem 45 mil doses que já estão disponíveis para fazer a retirada pelo município.

Vacina Bivalente

A SES/MS informa que recebeu do Ministério da Saúde 242.196 doses da vacina Pfizer Bivalente enviadas em duas remessas sendo o quantitativo necessário para suprir a população estimada da 1ª fase da campanha. Deste total, a SES dispõe de 170 mil doses em estoque na sede da Coordenadoria Estadual de Vigilância Epidemiológica, da SES. E o Ministério da Saúde já sinalizou o envio de mais 200 mil doses da Bivalente para iniciar a imunização do grupo da fase 2 da campanha.

Prefeitura inicia a aplicação da vacina bivalente em idosos de 85 anos ou mais

A partir da tarde desta terça-feira (14), idosos de 85 anos ou mais, que tenham recebido a última dose da vacina contra a Covid-19 há pelo menos quatro meses e estejam com o esquema vacinal básico completo, iniciarão uma nova etapa na proteção contra o vírus com a aplicação da vacina bivalente. 

Campo Grande recebeu nesta semana cerca de seis mil doses da vacina, que, neste momento, serão distribuídas em dez unidades de saúde para iniciar a aplicação a partir das 13h. Obedecendo a preconização do Ministério da Saúde, nesta primeira fase da utilização deste imunizante, pessoas com 70 anos ou mais; aquelas que vivem em Instituições de Longa Permanência, abrigados e os trabalhadores destes locais; imunocomprometidos; comunidades indígenas, ribeirinhas e quilombolas devem ser imunizadas. 

Estima-se que cerca de 61 mil pessoas façam parte deste público da primeira fase da aplicação da vacina

“Como o número de doses é restrito, iniciamos a vacinação com o público de 85 anos ou mais, e, conforme recebemos mais doses, outros públicos serão abertos”, explica a superintendente de vigilância em saúde, Veruska Lahdo. 

Estima-se que cerca de 61 mil pessoas façam parte deste público da primeira fase da aplicação da vacina. Hoje a vacina estará disponível a partir do período da tarde, para que seja feito o abastecimento dos locais de vacinação, contudo, a partir de amanhã (15), a dose será aplicada durante o dia todo. 

“Abastecemos essas dez unidades nesta manhã e as demais receberão as doses conforme a rotina delas. Até semana que vem todos os pontos referenciados para a vacinação contra a Covid-19 estarão com estoque da bivalente”, completa a superintendente. 

Onde encontrar a vacina? 

Horário de vacinação – 7h30 às 11h e 13h às 16h45 

Bandeira 

  • USF Moreninhas 

Centro 

  • UBS 26 de Agosto 

Prosa 

  • USF Noroeste 

Imbirussu 

  • UBS Silvia Regina 
  • USF Aero Itália 

Lagoa 

  • UBS Caiçara 
  • USF Santa Emília 

Segredo 

  • USF São Francisco 

Anhanduizinho 

  • UBS Dona Neta 
  • USF Paulo Coelho 

Mato Grosso do Sul vai receber 242 mil doses de vacina bivalente contra a covid-19

Com objetivo de reforçar a Campanha de Imunização contra a Covid-19, o Ministério da Saúde envia 242.196 doses Pfizer Bivalente para Mato Grosso do Sul. A primeira remessa chega nesta sexta-feira (10), com 32.400 doses e o outro carregamento chega na próxima segunda-feira (13), com 209.796 doses. As doses chegam em voo solidário até às 17 horas, na sede da Coordenadoria Estadual de Vigilância Epidemiológica, da SES (Secretaria Estadual de Saúde), nos respectivos dias. Os imunizantes serão entregues aos 79 municípios a partir da próxima segunda-feira (13).

Os imunizantes serão entregues aos 79 municípios a partir da próxima segunda-feira  Foto: Edemir Rodrigues

Para a Coordenadora Estadual de Vigilância Epidemiológica da SES, Ana Paula Rezende de Oliveira Goldfinger, as vacinas serão destinadas a integrantes da primeira fase da Campanha Nacional de Imunização contra a Covid-19. “Idosos a partir de 70; pessoas vivendo em instituições de longa permanência a partir de 12 anos; abrigados e trabalhadores destas instituições, imunocomprometidos, comunidade indígenas, ribeirinhas e quilombolas e profissionais da saúde. A vacina Bivalente deve ser usada somente para dose de reforço”.

O esquema vacinal para os grupos prioritários, será de uma dose da vacina Covid-19 bivalente (Reforço) a partir dos 12 anos de idade, para pessoas que apresentarem pelo menos o esquema prévio de duas doses com vacinas monovalentes. O intervalo para doses de reforço com vacinas bivalentes será a partir de 4 meses da última dose de reforço ou última dose do esquema primário (básico) com vacinas monovalentes.

A SES/MS ressalta que as pessoas que não fazem parte do grupo prioritário para as doses de reforço de vacinas bivalentes e que não iniciaram a vacinação ou que estão com o esquema de duas doses monovalente incompleto, deverão completar o esquema vacinal já preconizado com as vacinas monovalentes da Covid-19.