Na noite de terça-feira (16), policiais militares da equipe de Força Tática do 13º Batalhão prenderam um homem, de 20 anos, que comercializada entorpecentes no Bairro Industrial de Lourdes. Na ‘boca de fumo’ foram apreendidos objetos furtados e outros com origem duvidosa.
De acordo com informações policiais, a equipe foi até uma residência na Rua Ivo Fabres de Queiroz, onde a proprietária chegou, por volta das 17h30, e constatou que vários objetos teriam sido furtados.
Material apreendido na ação – Crédito: Divulgação PMMS
Os policiais saíram em diligências em busca do autor e dos produtos furtados, e pouco tempo depois avistaram um suspeito em frente à sua casa na Rua Antônio Marão, no bairro de Lourdes.
O homem conhecido pelos policiais por ter passagens por crimes como furto, roubo, tráfico de drogas e outros, bem como o local, já era alvo de várias denúncias de possivelmente ser usado para o comércio de entorpecentes.
Diante da suspeita, os policiais abordaram o indivíduo e encontraram dez trouxinhas de crack em seu bolso. Ele confessou que realizava o tráfico de drogas e completou dizendo que traficar compensava mais do que trabalhar honestamente.
Durante busca na casa do autor, os policiais encontraram uma balança de precisão, uma porção de maconha e o valor de R$ 651 reais em diversas cédulas e valores.
Também foram localizados um aspirador de pó, uma fritadeira elétrica Air Fryer e um vídeo game Play Station 4, estes dois últimos reconhecidos como seus pela proprietária da casa furtada. O homem alegou ter adquirido os três itens na noite anterior pelo valor de R$100 reais, versão desmentida por uma testemunha que afirmou terem sidos trocados por droga.
Também foram localizados na residência um botijão de gás, duas bicicletas, uma televisão Samsung de 32 polegadas e um celular Samsung A31, produtos os quais o autor não soube informar a origem lícita.
Devido ao flagrante delito, os policiais militares deram voz de prisão ao autor por cometer tráfico de drogas e receptação e o conduziram para a delegacia de polícia, juntamente com objetos recuperados e apreendidos.
Cerca de 15 mil pessoas vivem na área rural que inclui os distritos de Rochedinho e Anhanduí
A Prefeitura de Campo Grande trabalha continuamente com as ações de manutenção e zeladoria da Secretaria de Infraestrutura e Serviços Públicos. Além do centro e dos bairros, os serviços têm se intensificado também nas zonas rurais do município.
Máquina da prefeitura recupera estrada vicinal (Foto: Divulgação)
De acordo com a Sisep, estão sendo realizados serviços de reconformação das vias e raspagem mecânica com trabalho das equipes e de máquinas, além da reforma de pontes para garantir um tráfego seguro a população.
Só no ano passado, as cinco equipes que formam a Gerência de Manutenção da Zona Rural, fizeram raspagem mecânica em uma área de 1,5 milhão de m² e foram reconformados 385 km dos 1.200 km de vias vicinais.
Além disso, Campo Grande tem hoje 86 pontes de madeira, sendo seis substituídas por pontes de concreto para dar maior capacidade de carga. Ainda foram reformadas mais seis pontes de madeira e mais quatro estão em processos licitatórios para que sejam reformadas.
Ainda segundo a Secretaria, cerca de 15 mil pessoas vivem na área rural que inclui os distritos de Rochedinho e Anhanduí – onde neste fim de semana, acontece o Programa Todos em Ação, que vai levar uma força-tarefa nas ações de manutenções durante os próximos dias.
Os trabalhos realizados pela Prefeitura nos 1.200 km de vias nas zonas rurais visam atender a esse importante setor, onde são produzidos muito dos alimentos que estarão na mesa dos campo-grandenses.
“Nós somos um lugar de oportunidades para todos e dotar a zona rural da infraestrutura para o desenvolvimento econômico e social dessa população é projetar uma Campo Grande cada vez melhor”, ressalta o secretário municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos, Domingos Sahib Neto.
A Fundação Social do Trabalho (Funsat) realiza mais uma ação para fomentar a empregabilidade em Campo Grande, desta vez, com a realização da 3ª edição do Feirão das Oportunidades, que acontece no dia 8 de maio (segunda-feira), na sede da instituição. A iniciativa, que tem feito a diferença para o trabalhador que busca uma chance no mercado e mudar de vida, dessa vez vai oferecer mais de 1 mil vagas de empregos.
“O grande diferencial do Feirão é a chance do trabalhador que busca uma oportunidade de trabalho, sair da nossa ação já empregado e encaminhado para o mercado. Para nós da Funsat, essa movimentação de candidatos nos ajuda muito com a rotatividade de mão de obra para os próximos dias, pois assim, preenchem-se nichos de mercado e surgem novas demandas de oferta-procura”, aponta o diretor-presidente da Fundação do Trabalho, Paulo da Silva.
O projeto é sinônimo de efetividade na intermediação da Funsat em recrutamentos
Sucesso total em número de público nas duas edições anteriores, a estimativa de visitação nesta 3ª edição é de pelo menos 1,5 mil pessoas, conforme a organização. O projeto é sinônimo de efetividade na intermediação da Funsat em recrutamentos, já que, somando o resultado da edição de novembro de 2022, e a de fevereiro deste ano, foram registradas 900 contratações em 15 empresas.
Segundo a Fundação, as empresas parceiras estarão oferecendo as vagas em guichês próprios no evento. A ação de contratações imediatas agiliza trâmites de recrutamentos tanto para quem busca, quanto para quem oferece oportunidades de empregos. Segundo o diretor-adjunto da Funsat, João Henrique Lima Bezerra, o Feirão de Empregos deixa ainda mais claro a força de Campo Grande em ter se tornado uma capital das oportunidades.
“Nosso Feirão é uma cartela de possibilidades, que visa preencher mais de mil vagas em inúmeras profissões e segmentos, em alusão ao mês do trabalhador. O evento programado para o dia 8 irá disponibilizar um recorde de vagas nesta terceira edição. Serão mais de mil, já que as duas primeiras foram de 400 e 600 vagas respectivamente. A ação também conta com equipes de Recursos Humanos de dezenas de empresas”, informa Bezerra.
Queda do treinador é iminente, com a derrota para o Fluminense, na final do Carioca, sendo a gota d’água de uma série de situações
Vítor Pereira não trabalha mais no Flamengo. O português deve ser comunicado da decisão nesta terça-feira, após reunião realizada entre membros da diretoria. Em quatro meses de trabalho, o treinador teve 57% de aproveitamento, mas fracassou em todas as competições que disputou pelo Rubro-Negro.
Por isso, o LANCE! preparou uma análise com os sete grandes pecados de Vítor Pereira no Flamengo. Da chegada turbulenta até a atuação fraca na decisão do Carioca, o português foi minando seu próprio caminho até a iminente demissão.
Vítor Pereira, durante seu último jogo pelo Flamengo (Foto: Armando Paiva/LANCE!)
PRIMEIRO PECADO: CHEGADA TURBULENTA
A própria chegada de Vítor Pereira já poderia ser considerada um momento de turbulência, já que envolveu a saída de Dorival Júnior, admirado pela torcida e jogadores. O português, inclusive, jamais caiu nas graças da Nação e colecionou jogos em que foi hostilizado, seja no Maracanã ou em outros estádios. Na estreia da Libertadores, por exemplo, o treinador discutiu com um torcedor em Quito.
SEGUNDO PECADO: COLETIVAS POLÊMICAS
As coletivas de Vítor Pereira também incomodavam desde o início. Embora muito didático com os pensamentos sobre o jogo, o português começou a perder a confiança da diretoria ao afirmar que via evolução no trabalho, mesmo com as más atuações da equipe. O estopim foi, sem dúvida, na partida diante do Aucas, em que ele poupou os titulares e foi derrotado na estreia da Libertadores.
TERCEIRO PECADO: RESERVAS NA LIBERTADORES
A decisão de preservar os titulares é o terceiro pecado de Vítor Pereira. Depois de ganhar fôlego pelos bons resultados do Campeonato Carioca, o treinador entrou em campo com reservas e perdeu para o Aucas em Quito, sendo dominado em boa parte do segundo tempo. Poupar o time principal não pegou bem com a diretoria, que iniciou a pressão, culminada na iminente demissão.
QUARTO PECADO: SUCESSIVOS FRACASSOS
Mesmo com as questões citadas, os maiores pecados de Vítor Pereira no Flamengo estão relacionados ao estilo de jogo e fracassos dentro de campo. A começar pelos quatros títulos perdidos em 2023: Supercopa do Brasil, Recopa Sul-Americana, Mundial de Clubes e, mais recentemente, o Campeonato Carioca.
QUINTO PECADO: CONVICÇÕES VIRAM TEIMOSIA
No entanto, não foi só a perda dos títulos que minou o trabalho de VP, mas também suas convicções, que muitos, no ambiente do clube, viam como teimosia. Vítor se agarrou no esquema de três zagueiros, com intuito de proteger um sistema defensivo frágil, mas falhou no objetivo de manter a ofensividade de um Flamengo que tem peças muito fortes do meio para frente.
SEXTO PECADO: IMPROVISAÇÕES
A improvisação de alguns jogadores, para manter o esquema, também incomodou e mexeu com o ambiente do Flamengo. Embora os atletas tentassem buscar o melhor para clube e técnico, as ideias foram perdendo força conforme o tempo. Marinho chegou a atuar como lateral, enquanto Gabigol foi deslocado para a ponta direita. Nenhum dos dois rendeu o esperado.
SÉTIMO PECADO: FALTA DE TRANSPARÊNCIA
No fim do trabalho, já ameaçado, faltou transparência para Vítor Pereira. O português não treinava com o time titular por medo de vazamento da escalação, e a atitude deixava os atletas perdidos. A relação com o elenco foi minada, e a atuação na final do Carioca só comprovou o quão fora de sintonia plantel e comissão técnica estavam.
Com a demissão, o Flamengo já começa a observar o mercado em busca de nomes para substituir o português. O conterrâneo Jorge Jesus saiu na frente. Jorge Sampaoli e Tite, este último menos provável, correm por fora. O certo é que Mário Jorge, treinador da equipe sub-20, deve comandar o Rubro-Negro nesta quinta-feira, diante do Maringá, na estreia da Copa do Brasil.
Oportunidades são para eletricistas, mecânicos, operadores de máquinas e entre outras
A Friboi, empresa da JBS líder no segmento de carne bovina no Brasil, realiza nesta terça-feira (11/4) um processo seletivo para preencher 100 vagas de trabalho da unidade 2 em Campo Grande (MS), localizada na saída para Sidrolândia.
As oportunidades são para atuar nas funções de carga e descarga, faqueiro, desossador, torneiro mecânico, refilador/açougueiro, operador de produção, mecânico industrial, eletricista de indústria e operador de máquinas e equipamentos. A contratação é imediata e, para algumas das vagas, não é necessário ter experiência na área para se candidatar.
O processo seletivo vai acontecer no espaço de eventos da Faculdade de Tecnologia do SENAI (FATEC – SENAI), a partir das 7h30. Os interessados devem comparecer ao local da seleção com um documento de identificação com foto, carteira de trabalho e comprovante de residência.
Serviço:
Seleção Friboi – unidade 2 de Campo Grande (MS)
Data: 11 de abril, das 7h30 às 16h30
Local: espaço de eventos FATEC SENAI – Rua Engenheiro Roberto Mange, S/N, bairro Amambai – atrás da Casa da Indústria.
Cinco trabalhadores foram retirados da condição de trabalho análogo ao de escravo durante a operação conjunta “Pantanal Paiaguás”, realizada pelo Ministério Público do Trabalho (MPT-MS), Ministério do Trabalho e Emprego, Polícia Federal (Grupo Especial de Polícia Marítima de Corumbá) e Polícia Militar Ambiental, com apoio da Casa Militar do Governo do Estado.
A ação ocorreu entre os dias 12 e 17 de março, na sub-região do Pantanal de Paiaguás.
Ontem (22), as vítimas receberam do empregador as verbas rescisórias pelos serviços prestados, pouco mais de R$ 37,4 mil para cada um deles, além de uma indenização por danos morais individuais, que totalizou R$ 240 mil – o equivalente a 20 vezes o valor do salário acordado no momento da contratação – e que será dividida entre os cinco trabalhadores. O pagamento destes valores foi pactuado com o MPT-MS por meio de um Termo de Ajuste de Conduta (TAC), assinado pelo procurador do Trabalho Paulo Douglas de Moraes e por representantes legais da propriedade rural, durante audiência administrativa, realizada no dia 15 de março, nas dependências da Polícia Federal no município de Corumbá.
Trbalhadores foram resgatados de helicóptero por estarem em área alagada do Pantanal – Foto: Divulgação
O proprietário da fazenda também deverá pagar outros R$ 240 mil, a título de dano moral coletivo, como forma de reparação à sociedade. O valor será revertido a entidades e/ ou instituições que promovam direitos sociais de interesse coletivo.
Outro Termo de Ajuste de Conduta foi subscrito na mesma ocasião, este objetivando a adequação do meio ambiente de trabalho à legislação laboral vigente, bem como resguardar trabalhadores que, futuramente, venham a exercer quaisquer serviços na propriedade onde ocorreu o flagrante, ou em outras empresas que integram ou venham a integrar seu grupo econômico. O não cumprimento de qualquer uma das obrigações do TAC implica no pagamento de multa, cujo valor é vinculado à natureza da cláusula descumprida – legislação trabalhista, segurança do trabalho ou medicina do trabalho – e ao número de trabalhadores impactados.
Com a operação “Pantanal Paiaguás”, 22 trabalhadores foram resgatados de condições análogas à de escravidão em propriedades rurais de Mato Grosso do Sul, entre janeiro e 21 de março de 2023, conforme levantamento da Superintendência da Inspeção do Trabalho no estado. Em todo o país, foram 918 trabalhadores no mesmo período, o que representa alta de 124% em relação ao volume dos primeiros três meses de 2022.
Condições degradantes de trabalho
Durante a operação, duas propriedades rurais, localizadas na sub-região do Pantanal de Paiaguás, foram diligenciadas. Na primeira, uma fazenda localizada a cerca de 60 quilômetros do perímetro urbano de Corumbá, não houve flagrante do crime.
Já na segunda propriedade rural, distante 180 quilômetros da cidade, os cinco trabalhadores foram localizados isolados em meio à mata, dentro de uma fazenda que atua no ramo da pecuária bovina e tem 15 mil hectares. Foi necessária a utilização de um helicóptero e de um barco, cedidos pela Casa Militar do Governo do Estado de Mato Grosso do Sul e pelo Grupo Especial de Polícia Marítima de Corumbá, da Polícia Federal, respectivamente, já que nesta época do ano a região fica alagada. Policiais da Polícia do Ministério Público da União (MPU) realizaram a escolta e acompanhamento do procurador do MPT durante as diligências, as inspeções e as audiências.
Barraca que servia de alojamento para trabalhadores resgatados – Crédito: Divulgação
Nesta fazenda, os trabalhadores estavam alojados em um acampamento, afastado a quilômetros da sede, composto por quatro barracos, construídos com varões de arbustos e cobertos com lona plástica, e dormiam em redes e estruturas precárias, que eles chamavam de “camas”, e eram montadas de forma improvisada com troncos de vegetação. Sem paredes ou pisos, as condições expunham os trabalhadores a intempéries, animais peçonhentos e silvestres.
Não havia banheiros e as necessidades eram feitas no mato. A água disponível ficava armazenada em um tanque pipa e servia para uso geral – beber, cozinhar e tomar banho. Em depoimento, os trabalhadores disseram que ela tinha gosto de ferrugem, e que até capivaras foram vistas bebendo desta mesma água.
Residentes em Corumbá, os trabalhadores foram contratados de forma irregular para construir cercas na fazenda, por um intermediador de mão de obra. “O cercamento da propriedade rural é uma atividade lícita, porém, não pode ser executada nestas condições, que configuram o crime de redução à condição análoga à de escravo”, pontua o procurador do Trabalho Paulo Douglas de Mores.
Nenhum dos trabalhadores teve o registro formalizado em carteira ou receberam equipamentos e dispositivos de proteção individual, com vistas a prevenção da ocorrência de acidentes. Conforme o acordo feito no momento da contratação, eles deveriam permanecer no local de trabalho pelo período de 90 dias, para só então serem conduzidos à cidade, onde finalmente receberiam o saldo dos valores das diárias trabalhadas nesse período. Também não foi concedido o direito ao repouso semanal remunerado de 24 horas consecutivas.
Denuncie
Todo cidadão que presenciar pessoas atuando de formas que caracterizem o trabalho análogo ao de escravo pode denunciar ao MPT. As denúncias devem ser feitas das seguintes formas:
Ou pessoalmente em uma das três unidades do MPT-MS, localizadas em Campo Grande, Três e Lagoas e Dourados, de segunda a sexta-feira, das 9 às 17 horas.
O objetivo é preparar mulheres para acessar o mercado de trabalho por meio de capacitações, oficinas, e auxílio na elaboração de currículos
As mulheres respondem por 44,7% dos 161 mil microempreendedores individuais ativos em Mato Grosso do Sul ou o equivalente a 72 mil MEIs. O salário é menor que dos homens, a carga de trabalho é triplicada e há necessidade de qualificação. Buscando ajudar a mudar este cenário e inserir esta população feminina de forma mais efetiva no mercado trabalho, foi lançado nesta quarta-feira (15) no bairro Coophavila, em Campo Grande, o Emprega Mulheres. O evento do Sebrae-MS conta com a parceria do Governo do Estado por meio da Funtrab (Fundação do Trabalho de MS) vinculada a Semadesc (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Inovação e Tecnologia), Sistema Fecomércio e BPW Associação de Mulheres de Negócios.
Primeira-dama do MS, Mônica Riedel, fez questão de participar da abertura (Fotos: Messias Ferreira)
A primeira-dama de Mato Grosso do Sul, Mônica Riedel, fez questão de participar da abertura e destacou a importância da capacitação e da promoção da autoestima de todas as mulheres. “Queremos crescer juntas, promover o conhecimento e aumentar a participação feminina na sociedade. Essa ação do Sebrae e do Governo do Estado, pela Funtrab tem uma característica grande de inserção da mulher, de dar aquele “empurrãozinho” para quem não sabe por onde começar. Somos capazes, vamos tornar cada vez mais a sociedade melhor”, declarou.
O objetivo é preparar mulheres para acessar o mercado de trabalho por meio de capacitações, oficinas, e auxílio na elaboração de currículos. Nesta quarta e quinta-feira, o evento será realizado na Associação Comunitária da Coophavila, com palestras que vão debater liderança, relacionamento no trabalho, dicas para entrevistas de emprego e automaquiagem.
O secretário-adjunto da Semadesc (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação), Ademar Silva Júnior, juntamente com o secretário executivo de Qualificação e Trabalho da Semadesc, Bruno Bastos, e o diretor-presidente da Fundação do Trabalho de Mato Grosso do Sul, Marco Aurélio Santullo, estiveram na manhã desta quarta-feira (15) na abertura do evento.
A Semadesc é parceira do evento por meio da Funtrab, que está com uma ampla equipe no local, dando consultoria a quem precisa fazer sua carteira e fazendo encaminhamento de vagas. A Funtrab estará ofertando nestes dois dias 1.200 vagas sendo 100 oportunidades apenas na região da Coophavila.
Foi lançado nesta quarta-feira (15) no bairro Coophavila, em Campo Grande, o Emprega Mulheres
De acordo com o secretário-executivo de Qualificação Bruno Bastos, o Estado tem a meta de ampliar a qualificação diante das inúmeras oportunidades de oferta de vagas com o desenvolvimento econômico. “Existem muitas vagas abertas, muitas oportunidades de trabalho. Por isso, queremos promover a capacitação da população em especial os jovens e mulheres”, salientou Bastos.
Ele destacou que um dos eixos da Semadesc é priorizar as mulheres, para que elas possam se qualificar. “Queremos dar várias possibilidades para a capacitação das mulheres. Umas das metas é junto da Secretaria de Educação elevar a escolaridade, porque muitas dessas mulheres são mães solteiras que não finalizaram os estudos”, acrescentou.
Autoestima
Na ocasião, a diretora-técnica do Sebrae/MS, Sandra Amarilha, reforçou que a programação conectará mulheres que precisam de oportunidades profissionais aos possíveis empregadores. “O sucesso acontece quando a oportunidade encontra a determinação, e é isso que estamos produzindo aqui hoje, uma rede de apoio. As mulheres podem participar das oficinas e palestras durante esses dois dias, para se preparar para uma entrevista de trabalho, entender como se comportar no ambiente corporativo, que nem sempre é fácil, e para quem quer empreender, também tem o apoio do Sebrae”, complementa.
“Temos 200 empregadores presentes no evento e 1.217 ocupantes de vagas. Nossa proposta é facilitar o acesso às vagas primárias. Aqui, temos informações sobre acesso às vagas, assim como sobre riscos, segurança e emprego para os ocupantes de vagas específicos. Esta é uma oportunidade importante e o fato de as mulheres terem vindo aqui demonstra o interesse”, complementa o diretor-executivo da Funtrab, Paulo Machado.
São vagas para o nível médio e superior; empresa oferece vários benefícios
A concessionária Energia está com vagas de trabalho abertas em MS e mais 11 estados brasileiros, com oportunidades em diferentes áreas, como operação, comercial, construção e tecnologia.
Além de MS, as posições são para Acre, Minas Gerais, Mato Grosso, Paraíba, Piauí, Paraná, Rio de Janeiro, Rondônia, Sergipe, São Paulo e Tocantins. Cada área tem requisitos distintos, mas há chances tanto para quem tem nível médio quanto para profissionais com ensino superior.
Além do salário compatível com o mercado, as empresas do Grupo disponibilizam planos de cargos e salários, e benefícios, como plano de saúde, odontológico e seguro de vida, previdência privada, participação nos lucros, vale alimentação ou refeição, auxílio creche e gympass.
Atualmente o Grupo Energisa tem atuado nos três modelos de trabalho, híbrido, presencial e home office e é uma das 25 empresas mais desejadas pelos brasileiros para construir carreira de acordo com a lista Top Companies do LinkedIn e todas as suas unidades são certificadas Great Place To Work com um índice de confiança acima de 70%.
Distribuídos nos 862 municípios atendidos pela companhia, o Grupo emprega hoje cerca de 20 mil trabalhadores diretos e indiretos. Para participar do processo seletivo, basta acessar o site https://jobs.kenoby.com/grupoenergisa. Os currículos são recebidos através deste site e a pessoa candidata consegue acompanhar as vagas abertas e os processos a que está concorrendo. A partir da inscrição, o candidato receberá um e-mail de confirmação e iniciará seu processo seletivo.
Seleção – A Energisa tem diversas vagas, em áreas distintas e com perfis de atuação diferentes. A triagem é realizada avaliando os seguintes critérios: pré-requisitos da vaga com base na descritivo da posição, escolaridade, cursos de qualificação obrigatórios, experiência desejada, e demais conhecimentos necessários.
Após as etapas iniciais (triagem de currículo e demais avaliações), caso a pessoa seja selecionada, participará das entrevistas com a área de RH e com os gestores da posição. Essas entrevistas podem ser feitas online, através de ferramenta de vídeo, ou presenciais.
A interação é feita por email, telefone ou whatsapp. Como a Energisa tem unidades em todas as regiões do país, pode ser que a pessoa candidata receba um contato de um DDD diferente da localidade onde reside. Não é solicitado nenhum tipo de treinamento pago ou qualquer pedido de pagamento.
Com a expectativa de realizar mais de mil atendimentos durante três dias, teve início nesta segunda-feira (06), a primeira edição do Mutirão de Atendimento Especial para Pessoas em Situação de Rua (Pop Rua Jud Pantanal), que disponibiliza mais de 20 serviços à população em vulnerabilidade e situação de rua, em parceria com a Justiça Federal de MS.
O evento acontece até quarta-feira (08), na Unidade de Acolhimento Institucional para Adultos e Famílias I (UAIFA), localizada no Jardim Veraneio. Durante a abertura da ação, a prefeita Adriane Lopes falou sobre os avanços na política para as pessoas em situação de rua e lembrou a iniciativa da gestão em criar cinco unidades de acolhimento provisório durante a pandemia, instaladas em escolas da Rede Municipal de Educação (Reme).
A ação articulada pela prefeita Adriane Lopes ocorre até a quarta-feira (Foto Divulgação)
A ação, articulada pela prefeita, tornou-se referência para outras prefeituras do país, que buscaram informações com as equipes da Secretaria Municipal de Assistência Social (SAS) para implantar modelos semelhantes de acolhimentos temporários.
“Na pandemia tivemos que fazer ações rápidas e pontuais para as pessoas em vulnerabilidade social e naquele momento foi fundamental a união dos esforços de toda a sociedade e dos órgãos do Judiciário porque nossa preocupação era resguardar a saúde dessas pessoas”, disse.
Adriane Lopes ainda lembrou que, na época os públicos foram divididos em cada unidade e as equipes puderam continuar com o atendimento, incluindo os migrantes nacionais e internacionais, que tiveram a oportunidade de regularizar seus documentos.
A prefeita também ressaltou que a ação na UAIFA é o reflexo de uma parceria que foi além de um momento de crise e se tornou em um atendimento contínuo, garantindo os direitos e a dignidade dessa população. “Cada pessoa que está na fila por um atendimento hoje, tem a esperança de oportunidades que podem gerar transformação na vida deles. Quando unimos os esforços, vamos mais longe”, concluiu.
O secretário municipal de Assistência Social, José Mário Antunes, agradeceu a parceria do Exército, que providenciou as tendas e refeições oferecidas aos usuários e dos servidores da gestão, que durante o final de semana trabalharam para garantir a estrutura do evento. “Graças a parceria de todos os profissionais, secretarias e órgãos envolvidos, foi possível realizar essa grande ação, tão importante para atender os mais vulneráveis, que durante três dias terão acesso a mais de 20 serviços”, afirmou.
A presidente do Tribunal Regional da 3ª Região, desembargadora federal Marisa Santos, comentou sobre o alcance da ação. “O importante é que juntos vamos levar cidadania para muitas pessoas. Agradeço também às Ongs porque sem elas não coordenamos um trabalho como esse”, frisou.
Para a juíza federal Monique Marchioli Leite, durante os dias de evento o fundamental será o atendimento humanizado. “A empatia é que fará a diferença. É o que precisamos para transformar vidas e essa transformação começou quando todos acolhemos esse evento”, afirmou.
A procuradora-geral de Mato Grosso do Sul, Ana Carolina Garcia, que representou o governador Eduardo Riedel, pontuou que o Pop Rua Jud Pantanal incentiva a inclusão social. “É uma ação que resgata a cidadania e vai de encontro às iniciativas do Executivo Estadual, que trabalha por uma sociedade mais justa e igualitária. A integração e a cooperação são instrumentos relevantes para o fortalecimento do Estado e atendimento às necessidades da sociedade”, disse.
O deputado estadual Lídio Lopes, membro da Frente Parlamentar em Defesa da Assistência Social, ressaltou que a preocupação de todos os gestores é atender os mais vulneráveis com agilidade. “Essa gestão compartilhada de poderes é o que garante a entrega de um serviço sublime como este que está sendo oferecido em parceria com a Justiça Federal. O objetivo do Legislativo é contribuir com esse trabalho para levar atendimento de qualidade a todo Estado”, destacou.
Representando a Câmara Municipal, o vereador Paulo Lands elogiou a iniciativa da Prefeitura, por meio da Funesp, em implantar na UAIFA I, uma academia ao ar livre para os acolhidos. “Precisamos entender que a prevenção é sempre o melhor remédio e essa população agora também tem a oportunidade de utilizar esses equipamentos, contribuindo com seu bem-estar”, afirmou.
Estrutura e dinâmica
O Pop Rua Jud Pantanal está disponibilizando mais de 20 serviços à população em vulnerabilidade e situação de rua. Segundo o comitê organizador, a estimativa é que a ação alcance cerca de 600 pessoas acolhidas nas UAIFA’s e nas 11 comunidades terapêuticas cofinanciadas e parceiras da Secretaria Municipal de Assistência Social (SAS), além dos imigrantes atendidos na Casa de Passagem Resgate, Centro POP e moradores em situação de rua que forem abordados pelo Serviço Especializado em Abordagem Social (SEAS).
Das 9 às 17 horas, os usuários terão acesso a serviços oferecidos por meio de parceiras com a Secretaria Municipal de Saúde (Sesau), Secretaria Especial de Segurança e Defesa Social (Sesdes), Funsat, Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos (Sisep), Agência Municipal de Habitação e Assuntos Fundiários (AMHASF), Agência Municipal de Tecnologia da Informação e Inovação (Agetec), Fundação Municipal de Esporte (Funesp), Secretaria Municipal de Cultura e Turismo (Sectur), Subsecretaria de Defesa dos Direitos Humanos (SDHU), Agetran, além de Ong’s, órgãos do governo do Estado, UFMS, Polícia Federal, Senai, Senac, entre outros.
Logo na entrada é realizada uma triagem e encaminhando das pessoas para os atendimentos necessários. Nas tendas, profissionais e técnicos oferecem serviços como regularização de documentos, cadastro único, vagas de trabalho, orientação jurídica, consulta a processos trabalhistas, orientações sobre saúde, vacinação, testagem rápida, atendimento odontológico, na área da beleza e apresentações culturais organizadas pela Secretaria Municipal de Cultura (Sectur).
Inauguração
A Funesp também inaugurou um espaço com aparelhos do projeto da Academia ao Ar Livre, do Programa Movimenta Campo Grande, que visa promover a saúde e o lazer, com perspectivas de qualidade de vida coletiva.
“Cada pessoa que está na fila por um atendimento hoje, tem a esperança de oportunidades que podem gerar transformação na vida deles”, disse a prefeita
A unidade foi contemplada com aparelhos, como: multiexercitador, simulador de caminhada duplo, sky duplo, placa orientativa, máquina abdominal, simulador de cavalgada duplo, supino, rotação duplo vertical e rotação vertical com duplo diagonal.