Prazo para acordo direto em precatórios termina nesta quarta-feira

Termina nesta quarta-feira, dia 3 de maio, o prazo para que os credores interessados em formalizar acordos diretos em precatórios manifestem interesse. Na prática, com este novo edital, a Procuradoria-Geral do Estado (PGE) está oportunizando aos titulares de precatórios de responsabilidade do Estado de Mato Grosso do Sul, de natureza alimentar ou comum, o recebimento dos valores devidos imediatamente, dentro do processo de negociação.

Quem quiser aderir precisa apresentar simples petição nos autos do precatório. Caso não consiga, poderá enviar o pedido à PGE/MS, de forma justificada, por meio do e-mail pcsp@pge.ms.gov.br.

Somente será admitido o acordo direto sobre a totalidade do valor do precatório cabível a cada credor, com exceção em casos de litisconsórcio ativo ou de ações coletivas.

Esses precatórios precisam estar inscritos no Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, no Tribunal Regional do Trabalho da 24ª Região ou no Tribunal Regional Federal da 3ª Região. No Poder Judiciário de MS os precatórios estão sob a responsabilidade do vice-presidente do TJ, Des. Dorival Renato Pavan.

Os descontos estão fixados na faixa de 5% a 40% sobre o valor total devido e atualizado do crédito, segundo critérios de cálculo da Uferms (Unidade Fiscal de Referência de Mato Grosso do Sul). O valor referente ao mês de abril é de R$ 47,40.

Conforme decreto divulgado no Diário Oficial do Estado, no dia 20 de março, o desconto de 5% seguirá contemplando quem tem precatórios a receber de até 2.500 Uferms.

Pelas novas regras, o desconto será de 10% para os precatórios com valores que vão de 2.500 a 3.500 Uferms. Para a faixa que vai de 3.500 a 4.500 Uferms, o abatimento deverá ser de 15%.

O deságio sobe para 20% em títulos que ficam entre 4.500 e 5.500 Uferms e para 25% em precatórios na faixa de 5.500 a 8.500.

Para os títulos que valem de 8.500 a 10.500 Uferms, o acordo será celebrado com abatimento de 30%. O desconto chega a 35% em dívidas de 10.500 a 13.000 Uferms. Acima disso, a dedução é de 40%.

Os acordos homologados pela PGE serão firmados por meio da Casc (Câmara Administrativa de Solução de Conflitos). Quase R$ 40 milhões foram disponibilizados para esta rodada de negociações, mas, caso restem recursos ao fim da quitação de todos os títulos, novo edital poderá ser lançado.

Caso alguma proposta de acordo não se concretize, o precatório retorna para a listagem cronológica do TJMS, órgão responsável pelos pagamentos.

Saiba mais – Precatório é um procedimento administrativo que tramita perante o Poder Judiciário para pagamento das dívidas da Fazenda Pública quando esta for condenada em processo judicial, após encaminhamento da requisição judicial pelo juiz prolator da sentença, cujos pagamentos são realizados de acordo com a ordem cronológica de apresentação dessas requisições.

Últimos dias para aderir ao acordo direto em precatórios da PGE

Termina no dia 3 de maio (quarta-feira) o prazo para adesão ao acordo direto em precatórios, proposto em edital divulgado pela PGE (Procuradoria-Geral do Estado).

A rodada de negociações teve início no dia 3 de abril. Trata-se de uma oportunidade para que todos os detentores de títulos de responsabilidade do Estado, de natureza alimentar ou comum, possam receber os valores de forma adiantada, saindo da fila cronológica.

Quem quiser aderir precisa apresentar simples petição nos autos do precatório. Caso não consiga, poderá enviar o pedido à PGE/MS, de forma justificada, por meio do e-mail: pcsp@pge.ms.gov.br.

Somente será admitido o acordo direto sobre a totalidade do valor do precatório cabível a cada credor, com exceção em casos de litisconsórcio ativo ou de ações coletivas.

Esses precatórios precisam estar inscritos no Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, no Tribunal Regional do Trabalho da 24ª Região ou no Tribunal Regional Federal da 3ª Região.

Os descontos estão fixados na faixa de 5% a 40% sobre o valor total devido e atualizado do crédito, segundo critérios de cálculo da Uferms (Unidade Fiscal de Referência de Mato Grosso do Sul). O valor referente ao mês de abril é de R$ 47,40.

Os acordos homologados pela PGE serão firmados por meio da Casc (Câmara Administrativa de Solução de Conflitos). Quase R$ 40 milhões foram disponibilizados para esta rodada de negociações, mas, caso restem recursos ao fim da quitação de todos os acordos homologados, novo edital poderá ser lançado.

Caso alguma proposta de acordo não se concretize, o precatório retorna para a listagem cronológica do TJ/MS, órgão responsável pelos pagamentos.

De acordo com o procurador do Estado, Eimar Souza Schröder Rosa, chefe da PCSP (Procuradoria de Cumprimento de Sentença e Precatórios), 540 credores procuraram o Estado até o momento para propor acordo.

Durante entrevista, nesta manhã, ao programa Rádio Livre, da FM Educativa, a procuradora-geral do Estado, Ana Carolina Ali Garcia, afirmou que tanto o Estado quanto os credores saem ganhando com a negociação.

“É útil para o cidadão, que pode ver o pagamento de uma dívida ser antecipada, e para o Estado é uma forma de sanidade fiscal, liberando orçamento para investimento em áreas prioritárias”, disse.

Prazo para adesão ao acordo direto em precatórios começa hoje

Começa hoje e vai até o dia 3 de maio o prazo para adesão ao acordo direto em precatórios. O edital tratando do assunto foi divulgado pela PGE (Procuradoria-Geral do Estado) na última sexta-feira (31 de março).

Na prática, esta é uma oportunidade para que todos os titulares de precatórios de responsabilidade do Estado de Mato Grosso do Sul, de natureza alimentar ou comum, possam receber os valores devidos imediatamente, dentro do processo de negociação.

Quem quiser aderir precisa apresentar simples petição nos autos do precatório. Caso não consiga, poderá enviar o pedido à PGE/MS, de forma justificada, por meio do e-mail pcsp@pge.ms.gov.br.

Somente será admitido o acordo direto sobre a totalidade do valor do precatório cabível a cada credor, com exceção em casos de litisconsórcio ativo ou de ações coletivas.

Esses precatórios precisam estar inscritos no Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, no Tribunal Regional do Trabalho da 24ª Região ou no Tribunal Regional Federal da 3ª Região.

Os descontos estão fixados na faixa de 5% a 40% sobre o valor total devido e atualizado do crédito, segundo critérios de cálculo da Uferms (Unidade Fiscal de Referência de Mato Grosso do Sul). O valor referente ao mês de abril é de R$ 47,40.

Conforme decreto divulgado no Diário Oficial do Estado, no dia 20 de março, o desconto de 5% seguirá contemplando quem tem precatórios a receber de até 2.500 Uferms.

Pelas novas regras, o desconto será de 10% para os precatórios com valores que vão de 2.500 a 3.500 Uferms. Para a faixa que vai de 3.500 a 4.500 Uferms, o abatimento deverá ser de 15%.

O deságio sobe para 20% em títulos que ficam entre 4.500 e 5.500 Uferms e para 25% em precatórios na faixa de 5.500 a 8.500.

Já para os títulos que valem de 8.500 a 10.500 Uferms, o acordo será celebrado com abatimento de 30%. O desconto chega a 35% em dívidas de 10.500 a 13.000 Uferms. Acima disso, a dedução é de 40%.

Os acordos homologados pela PGE serão firmados por meio da Casc (Câmara Administrativa de Solução de Conflitos). Quase R$ 40 milhões foram disponibilizados para esta rodada de negociações, mas, caso restem recursos ao fim da quitação de todos os acordos homologados, novo edital poderá ser lançado.

Caso alguma proposta de acordo não se concretize, o precatório retorna para a listagem cronológica do TJ/MS, órgão responsável pelos pagamentos.

Governador diz que acordo vai devolver R$ 237 milhões a MS

Governador saiu otimista de Brasília após reunião com governadores e expectativa é garantir previsibilidade

Mato Grosso do Sul deve receber cerca de R$ 237 milhões para cobrir perdas causadas pela redução do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) sobre combustíveis. O acordo começou a ser costurado após reunião do Fórum dos Governadores, realizada na última semana.

“Está bem conversado com todas as partes e estamos otimistas com um acordo”, afirma o governador

“Acordo entre estados, União e o STF (Supremo Tribunal Federal) deve ser assinado nos próximos dias para o pagamento de uma compensação para repor as perdas impostas “, disse.

“Batemos o martelo em relação ao fechamento de um possível acordo dos 27 governadores, com STF e com o Governo Federal”, disse.

Ainda segundo o governador, os Estados almejavam uma compensação de R$ 47 bilhões, mas o Governo Federal apresentou R$ 27 bilhões.
“Fechando esse acordo, nós temos que formalizar, mas o concesso existiu por parte dos governadores”, confirmou Riedel.

Para ele, o mais importante é que Mato Grosso do Sul possua previsibilidade. “Independente do resultado. Aí o Estado vai ter que tomar as atitudes necessárias, mas tendo previsibilidade, a gente consegue saber o que fazer”.

O Governador lembrou que os percentuais em Mato Grosso do Sul seguem congelados desde o ano passado, sendo uma das menores alíquotas do País. O Estado cobra 17% de ICMS sobre a gasolina, sendo que o ex-presidente uniformizou o ICMS dos combustíveis no País de agosto a dezembro de 2022, com teto máximo de 18% para o imposto.

Bolsonaro afirma que Zambelli o traiu ao fazer um suposto acordo com Moraes

Entrevista da parlamentar publicada nesta quinta-feira pelo jornal Folha de S. Paulo reforçam o descontentamento com o ex-capitão

A interlocutores, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou que Carla Zambelli (PL-SP) traiu sua confiança e fez um acordo com o ministro Alexandre de Moraes para reaver suas redes sociais, bloqueadas após divulgação de notícias falsas e ataques à democracia. A informação do desgaste entre a parlamentar e o ex-capitão foi publicada pela colunista Mônica Bergamo, do jornal Folha de S. Paulo, nesta quinta-feira 23.

A deputada Carla Zambelli e o ex-presidente Jair Bolsonaro. Foto: Marcos Corrêa/PR

Segundo fontes próximas ao ex-presidente entrevistadas reservadamente pela coluna, Bolsonaro já havia levantado a desconfiança após a derrota para Lula (PT) no ano passado, mas disse ter certeza da traição quando Moraes liberou o acesso de Zambelli às redes sociais.

O fato, segundo esses interlocutores, confirmou para Bolsonaro que houve um acordo entre a parlamentar e o magistrado, considerado seu inimigo.

Vale lembrar, que durante o jantar do PL, Bolsonaro e Zambelli discutiram na mesa em que estavam. O tema do embate, porém, não foi revelado naquela ocasião. A discussão foi confirmada por Zambelli após o evento. A deputada alegou, porém, que a irritação de Bolsonaro era com o tema da conversa e não com ela.

Ainda de acordo com a colunista, estas fontes próximas ao ex-presidente vinham considerando a opinião de Bolsonaro como exagerada, mas reviram o ponto de vista após a entrevista de Zambelli publicada na noite desta quarta-feira 22 pelo jornal. Na conversa, a deputada faz críticas a Bolsonaro e revela tentativa de diálogo com Moraes.

Ela chega, em determinado momento, a admitir que abandonou pautas caras ao bolsonarismo, como o impeachment do ministro ou a narrativa de que houve fraude nas urnas, após ter o acesso a suas redes sociais devolvido. Ela também diz que não fará mais ataques a Moraes e sinaliza, inclusive, uma espécie de tentativa de união com o ministro para atuarem juntos contra o PT. Seu alvo agora, diz, será Lula.

“Eu tinha o papel de defender Bolsonaro e o governo, qualquer um que os atacasse tinha que virar um alvo meu. Nesta legislatura, Bolsonaro não é mais presidente, então nosso alvo tem que ser Lula, seus feitos e desfeitos”, afirmou Zambelli ao jornal.

Em seguida, ela detalha o aceno que fez ao magistrado. “Liguei [para Alexandre de Moraes] e mandei um e-mail. Alguns dias depois, minha rede foi devolvida, pode ter sido um gesto. Estou à disposição dele para conversar. Porque ele vai ser um alvo do PT daqui a pouco. O PT não vai se contentar em indicar somente os dois ministros que vão se aposentar”.

PT fecha acordo com Riedel e agora faz parte do governo

Petistas vão comandar Agraer e secretarias executivas, conforme combinado com governador

O PT fechou na manhã desta sexta-feira (13) acordo para integrar a gestão do governador de Mato Grosso do Sul Eduardo Riedel, do PSDB. Os petistas concordaram com a proposta do tucano, anunciada já no início do mandato, para chefiar secretarias executivas e subsecretarias.

Ficou acertado que os petistas ficarão com o comando da Agraer (Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural), Secretaria Executiva de Agricultura Familiar, Povos Originários e Comunidades Tradicionais e outras oito subsecretárias temáticas dentro da SETESCC (Secretaria de Estado de Turismo, Esporte, Cultura e Cidadania).

Reunião aconteceu nesta sexta-feira – Foto: Álvaro Rezende

“Afunilamos para isso [espaço]. Primeiro, acho importante ressaltar, é a capacidade da leitura do momento, da conjuntura política. Nós já tivemos divergências com o PSDB, mas no campo das ideias. O PT deve apoiar o governo, fizemos acordo neste sentido”, afirmou o deputado Amarildo Cruz (PT).

O ex-governador e deputado estadual eleito Zeca do PT, que recentemente teceu fortes críticas a Eduardo Riedel pela falta de diálogo e desprestígio com a cúpula petista do Estado disse após o acordo fechado que “o resultado foi o melhor possível, Riedel é um homem inteligente e sabe que precisa da bancada federal e nós na Assembleia com votação de projetos. Ele precisa dessa relação e harmonia para canalizar recursos de lá. Essas secretárias tem o papel de articular e aplicar boas políticas para a agricultura familiar”, disse o deputado.

Conversaram com o governador os deputados Vander Loubet (federal), Zeca do PT e Amarildo Cruz e o vereador em Campo Grande, Ayrton Araújo e Luiza Ribeiro, que assume mandato no dia 1º de fevereiro. Os nomes indicados para os cargos, segundo os petistas, devem ser anunciados semana que vem.

De acordo com Riedel, “recebi hoje aqui a bancada do PT para conversar especialmente em relação a temas ligados a área de cidadania, agricultura familiar e outros interesses do Mato Grosso do Sul”.

Já o deputado federal Vander Loubet avaliou de maneira positiva a audiência com o governador: “vamos construir políticas públicas importantes para o Estado, sempre destaco que hoje nós temos mais pontos convergentes, do que divergentes. Quem ganha com isto são aqueles que estão lá na ponta e precisam da mão do Estado”.

Câmara fecha acordo com Lula e reduz prazo da PEC da Transição de dois para um ano

Redução do prazo de validade da proposta à metade foi confirmada pelo relator da proposta na casa, deputado Elmar Nascimento

A Câmara fechou um acordo com o governo eleito para reduzir a validade da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Transição de dois anos para um ano, disse ao Estadão o relator da proposta na casa, deputado Elmar Nascimento (União Brasil-BA). A costura foi feita na tentativa de viabilizar a aprovação da proposta, que deve ser votada ainda hoje no plenário.

O acordo foi discutido na residência oficial da Câmara entre o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL) líderes da Casa e o futuro ministro da Fazenda, Fernando Haddad – que, mais cedo, teve uma conversa separada com Luiz Inácio Lula da Silva. Líderes tentam ainda emplacar outras mudanças para desidratar o valor total da proposta, mas o martelo ainda não foi batido.

Líderes da Câmara tentam ‘desidratar’ PEC da Transição, diminuindo o valor fora do teto de gastos.
Foto: Gabriela Biló/Estadão / 

A PEC aprovada no Senado, principal aposta do governo eleito para acomodar as promessas de Lula na campanha, aumenta o teto de gastos em R$ 145 bilhões durante dois anos para bancar o programa Bolsa Família e libera da regra fiscal R$ 23 bilhões para investimentos a partir deste ano. O texto traz ainda outras exceções ao teto – totalizando um impacto fiscal de R$ 193,7 bilhões, segundo cálculos do Tesouro Nacional.

O Centrão se articula ainda para tentar diminuir o valor da proposta, a começar pelos “penduricalhos”, ou seja, diminuindo as exceções ao teto incluídas no texto. Líderes querem retirar da proposta, por exemplo, a flexibilização das despesas pagas com recursos das contas abandonadas do PIS/PASEP, calculadas em R$ 24,6 bilhões pelo Tesouro.

Com isso, o impacto final da PEC, incluindo todo o aumento de despesa no Orçamento, dentro e fora do teto, ficaria em aproximadamente R$ 170 bilhões. No entanto, nada ainda foi definido.

Desidratação
Nos últimos meses, após a eleição que consagrou Lula presidente, o prazo de validade da PEC vem sendo desidratado. Inicialmente, a equipe do presidente eleito desejava que a proposta retirasse o Bolsa Família do teto de gastos de forma permanente. Depois, o PT cedeu para quatro anos, prazo do mandato.

Para conseguir aprovar a proposta no Senado, porém, foi articulado um acordo que baixou o prazo para dois anos, além da redução de R$ 30 bilhões no valor.

Agora, o acordo para a nova redução do prazo em troca da aprovação da PEC foi negociado por Lula com líderes da Câmara e inclui, sobretudo, a divisão da “herança” do orçamento secreto, derrubado ontem pelo Supremo Tribunal Federal.

A negociação prevê que a verba dos R$ 19,4 bilhões reservados ao mecanismo no Orçamento de 2023 vá metade para emendas individuais e metade para o governo, resultando num pagamento extra de R$ 16,3 milhões em emendas parlamentares para cada deputado e senador em troca do apoio à proposta.

O acordo, porém, ainda passará pela Comissão Mista de Orçamento para ser concretizado na votação do Orçamento de 2023, prevista para esta quarta-feira, 21.

Jô e Corinthians rescindem contrato após noitada no pagode

Clube e jogador entenderam que a quebra do vínculo, que iria até dezembro de 2023, é o melhor caminho

Após atos recentes de indisciplina, o contrato de Jô com o Corinthians será rescindido. De acordo com apuração da Gazeta Esportiva, clube e jogador entenderam que a quebra do vínculo, que iria até dezembro de 2023, é o melhor caminho.

A decisão acontece após a derrota do Timão para o Cuiabá na terça-feira. Durante o jogo, Jô, que não estava relacionado, foi flagrado em um roda de samba e, no dia seguinte faltou ao treino do time de Vítor Pereira.

Jô e Corinthians rescindem contrato após noitada no pagode Foto: Peter Leone / Gazeta Press

O atacante não viajou para o duelo diante do Cuiabá pois estava em tratamento de um trauma no pé esquerdo, sofrido no empate por 1 a 1 contra o Always Ready, pela Libertadores.

Vale lembrar que, em março deste ano, já com Vítor Pereira no comando do Corinthians, Jô sumiu por alguns dias sem dar explicação, na época de seu aniversário de 35 anos. Na ocasião, o técnico português disse que esperava que o atacante tivesse aprendido com os erros.

“O Jô, independentemente do lado pessoal, tem que aprender que é preciso conduta profissional. Jogador experiente, espero que ele tenha aprendido com a situação e não volte a acontecer. Costumamos dizer que na vida podemos errar, mas duas não podem acontecer”, disse VP na ocasião.

Nesta temporada, Jô entrou em campo 19 vezes, com quatro gols marcados. Ao todos, o atacante tem 284 jogos pelo Corinthians, com 65 tentos anotados, sendo o maior artilheiro do clube no século.