Meta, dona do Facebook, anuncia corte de mais de 11.000 empregos

Primeiro grande corte em 18 anos de história da companhia elimina 13% de sua força de trabalho, seguindo milhares de demissões em outras gigantes de tecnologia, como Twitter e Microsoft

A Meta Platforms Inc., controladora do Facebook, disse nesta quarta-feira (9) que vai demitir 13% de sua força de trabalho, ou mais de 11.000 funcionários, em uma das maiores demissões de tecnologia deste ano, enquanto enfrenta custos crescentes e um mercado de publicidade fraco.

Zuckerberg enfatizou a necessidade de se tornar mais eficiente em termos de capital Foto Carlos Barria/Reuters

Os amplos cortes de empregos, os primeiros em 18 anos de história da Meta, seguem milhares de demissões em outras grandes empresas de tecnologia, incluindo o Twitter de Elon Musk e a MSFT, da Microsoft Corp.

O boom da pandemia que impulsionou as empresas de tecnologia e suas avaliações se transformou em um estouro este ano, diante da inflação alta de décadas e das taxas de juros em rápido aumento.

“Não apenas o comércio online voltou às tendências anteriores, mas a desaceleração macroeconômica, o aumento da concorrência e a perda de sinal de anúncios fizeram com que nossa receita fosse muito menor do que eu esperava”, disse o CEO Mark Zuckerberg em mensagem aos funcionários.

“Eu entendi errado, e assumo a responsabilidade por isso.”

Zuckerberg enfatizou a necessidade de se tornar mais eficiente em termos de capital e disse que a empresa transferiria recursos para “áreas de crescimento de alta prioridade”, como seu mecanismo de descoberta de IA, anúncios e plataformas de negócios, bem como seu projeto metaverso.

A Meta disse que pagaria 16 semanas de salário base mais duas semanas adicionais para cada ano de serviço como parte do pacote de indenização e todo o tempo restante pago.

Os funcionários receberão o custo dos cuidados de saúde por seis meses e os afetados receberão sua rescisão em 15 de novembro, de acordo com a empresa.

A Meta disse que também planeja cortar gastos discricionários e estender seu congelamento de contratações até o primeiro trimestre.

As ações da empresa, que perderam mais de dois terços de seu valor, subiram cerca de 3% nas negociações pré-mercado.

 

Vídeo: Tabosa critica e pede demissão do secretário de saúde da Capital: “é um câncer”

O vereador Marcos Tabosa (PDT) criticou o desempenho da atual gestão em relação a saúde pública. Segundo Tabosa, não há profissionais suficientes, além de postos de saúde em situação precária e gastos incoerentes com a assistência prestada.

“Essa é a herança que a prefeita Adriane Lopes recebeu do ex-prefeito Marcos Trad, um verdadeiro caos. Vamos dar um tempo para ela, mas está difícil”, comentou.

Tabosa fez um comparativo de quanto o Governo do Estado investe em Saúde na Capital enquanto na prefeitura falta gestão. “O Governo estadual investe R$ 32 milhões/mês no Hospital Regional e os apoiadores do ex-prefeito na Sesau acham que este hospital é do município, não é não. Por outro lado, a prefeitura licitou R$ 1,7 milhão para manutenção das autoclaves e até agora nada”.

Mais uma vez o município vem sendo socorrido pelo Governo do Estado. “Tenho minhas ressalvas com o governador Reinaldo Azambuja, mas o que ele faz por Campo Grande mostra o quanto ele é estadista”, elogia.

O Secretário José Mauro Filho e seus assessores classificam o Regional como sendo da Prefeitura em Audiência Pública na Câmara. “Prefeita, troca logo este secretário. Ele vai prejudicar muito sua administração. Não é possível conviver com esse câncer mais tempo”, afirmou.

“É uma irresponsabilidade desse fraco desse secretário de saúde, que é blindado pelo ex-prefeito. É inadmissível o executivo municipal gastar em dois anos quase R$ 4 bilhões na saúde e ela estar esse caos, com postos de saúde caindo aos pedaços, essas UPAs e UBS não tem o mínimo do básico, uma vergonha”, afirmou o vereador.

Jô e Corinthians rescindem contrato após noitada no pagode

Clube e jogador entenderam que a quebra do vínculo, que iria até dezembro de 2023, é o melhor caminho

Após atos recentes de indisciplina, o contrato de Jô com o Corinthians será rescindido. De acordo com apuração da Gazeta Esportiva, clube e jogador entenderam que a quebra do vínculo, que iria até dezembro de 2023, é o melhor caminho.

A decisão acontece após a derrota do Timão para o Cuiabá na terça-feira. Durante o jogo, Jô, que não estava relacionado, foi flagrado em um roda de samba e, no dia seguinte faltou ao treino do time de Vítor Pereira.

Jô e Corinthians rescindem contrato após noitada no pagode Foto: Peter Leone / Gazeta Press

O atacante não viajou para o duelo diante do Cuiabá pois estava em tratamento de um trauma no pé esquerdo, sofrido no empate por 1 a 1 contra o Always Ready, pela Libertadores.

Vale lembrar que, em março deste ano, já com Vítor Pereira no comando do Corinthians, Jô sumiu por alguns dias sem dar explicação, na época de seu aniversário de 35 anos. Na ocasião, o técnico português disse que esperava que o atacante tivesse aprendido com os erros.

“O Jô, independentemente do lado pessoal, tem que aprender que é preciso conduta profissional. Jogador experiente, espero que ele tenha aprendido com a situação e não volte a acontecer. Costumamos dizer que na vida podemos errar, mas duas não podem acontecer”, disse VP na ocasião.

Nesta temporada, Jô entrou em campo 19 vezes, com quatro gols marcados. Ao todos, o atacante tem 284 jogos pelo Corinthians, com 65 tentos anotados, sendo o maior artilheiro do clube no século.