Candidato ao governo de MS tem ganhado inúmeros apoios no 2º turno
Eduardo Riedel, candidato ao governo de Mato Grosso do Sul pela coligação Trabalhando Por Um Novo Futuro, afirmou nesta terça-feira (4), em vídeo divulgado em suas redes sociais, que mantém seu apoio à reeleição do presidente Jair Bolsonaro e que tem recebido apoio de diversos segmentos da sociedade.
“Reafirmo meu apoio ao presidente Jair Bolsonaro, por lealdade e convicção. Estamos alinhados por um projeto por Mato Grosso do Sul e pelo Brasil”, afirmou Eduardo Riedel.
Após surpreender no 1º turno das eleições e ser escolhido por 361.981 eleitores sul-mato-grossenses em sua primeira disputa eleitoral, Riedel revelou que desde o fim da apuração no último domingo (2) tem recebido inúmeros apoios de lideranças dos mais variados setores da sociedade, como evangélicos, católicos, servidores públicos, esportistas, profissionais liberais, dentre muitos outros, inclusive apoiadores de outras candidaturas adversárias.
“A campanha está ficando muito maior do que imaginávamos. Todos unidos por uma bandeira: o nosso projeto por Mato Grosso do Sul”, destacou Riedel.
Os eleitores de todos os estados retornarão às urnas no dia 30 de outubro para definirem a disputa em segundo turno para a Presidência da República
Contar e Riedel disputam o governo de MS (Foto: Divulgação )
O segundo turno das eleições para governador será realizado em 12 estados. Nessas unidades da federação, nenhum dos candidatos atingiu mais de 50% dos votos válidos para vencer a disputa em primeiro turno.
O segundo turno será disputado entre os seguintes candidatos:
Alagoas – Paulo Dantas (MDB) x Rodrigo Cunha (União)
Amazonas – Wilson Lima (União) x Eduardo Braga (MDB)
Bahia – Jerônimo Rodrigues (PT) x ACM Neto (União)
Espírito Santo – Renato Casagrande (PSB) x Marato (PL)
Mato Grosso do Sul – Capitão Contar (PRTB) x Eduardo Riedel (PSDB)
Paraíba – João Azevêdo (PSB) x Pedro Cunha Lima (PSDB)
Pernambuco – Marília Arraes (Solidariedade) x Raquel Lyra (PSDB)
Rio Grande do Sul – Onyx Lorenzoni (PL) x Eduardo Leite (PSDB)
Rondônia – Coronel Marcos Rocha (União) x Marcos Rogerio (PL)
Santa Catarina – Jorginho Mello (PL) x Décio Lima (PT)
Sergipe – Rogério Carvalho (PT) x Fábio (PSD)
São Paulo – Tarcísio de Freitas (Republicanos) x Fernando Haddad (PT)
Em 14 estados e no Distrito Federal, os governadores foram eleitos no primeiro turno.
Os eleitores de todos os estados retornarão às urnas no dia 30 de outubro para definirem a disputa em segundo turno para a Presidência da República.
A segunda fase do pleito será disputada pelo candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que obteve 48,43% dos votos válidos no primeiro turno (57,2 milhões), e Jair Bolsonaro (PL), que recebeu 43,20% (51 milhões).
Eleitoras e eleitores que não votaram no primeiro turno das Eleições 2022, ocorrido neste domingo (2 de outubro), podem e devem votar no segundo turno, em 30 de outubro, caso esteja em situação regular com a Justiça Eleitoral.
Cada turno de votação é uma eleição independente e o não comparecimento à primeira etapa de votação não impede o comparecimento às urnas no segundo turno. Além da escolha do próximo presidente da República, as eleitoras e os eleitores elegerão governadores de 12 estados.
Justificativa
Exatamente por ser uma eleição independente, o eleitor que não compareceu no primeiro turno é obrigado a justificar a ausência no prazo de 60 dias. A mesma regra vale para o cidadão que não votar no segundo turno. Ou seja, quem não comparecer às urnas nos dois turnos, deverá apresentar duas justificativas à Justiça Eleitoral. De qualquer forma, o eleitor que ainda não tiver justificado sua ausência no primeiro turno não está impedido de votar no segundo turno.
A justificativa pode ser apresentada por uma dessas opções:
– Aplicativo e-Título, que pode ser baixado nas plataformas Android e iOS
– Sistema Justifica, que pode ser acessado nos Portais da Justiça Eleitoral
– Formulário Requerimento de Justificativa Eleitoral (pós-eleição) – formato PDF.
Em qualquer desses meios, a documentação que comprove o motivo da ausência à eleição deverá ser anexada ao requerimento para exame da autoridade judiciária da zona eleitoral responsável pelo título. Caso a justificativa seja aceita, haverá o registro no histórico do título eleitoral. Se a justificativa for indeferida, a pessoa precisará quitar o débito.
Ao acessar o Sistema Justifica, a eleitora ou o eleitor deverá informar os dados pessoais (exatamente como registrados no cadastro eleitoral), declarar o motivo da ausência às urnas e anexar a documentação comprobatória digitalizada. Em seguida será gerado um código de protocolo para acompanhamento e o requerimento será transmitido à zona eleitoral responsável pelo título do eleitor ou da eleitora para análise. Após a decisão, a pessoa será notificada.
Prazos
Em 2022, os prazos para a apresentação da justificativa são:
– até 1º de dezembro de 2022 (ausência no primeiro turno – 2.10.2022)
– até 9 de janeiro de 2023 (ausência no segundo turno – 30.10.2022).
Além das opções do e-Título e do Sistema Justifica, a eleitora ou eleitor ainda pode entregar o Requerimento de Justificativa Eleitoral (pós-eleição) em qualquer cartório eleitoral ou enviá-lo via postal à autoridade judiciária da zona eleitoral responsável pelo título. Este requerimento é diferente daquele preenchido no dia da eleição.
Cada justificativa é válida somente para o turno ao qual a pessoa não tenha comparecido por estar fora de seu domicílio eleitoral. Assim, caso tenha deixado de votar no primeiro e no segundo turno da eleição, terá de justificar a ausência de cada um, separadamente, obedecendo aos requisitos e prazos de cada turno. A eleitora ou o eleitor pode justificar a ausência às eleições tantas vezes quantas forem necessárias.
O Governador Reinaldo Azambuja (PSDB) declarou que “a presença de Eduardo Riedel no segundo turno mostra que o eleitor reconhece os resultados dessa gestão que transformou MS no Estado que mais investe no Brasil, que regionalizou a saúde, que cresce, gera empregos e abre novas oportunidades a cada dia”.
“Riedel foi o arquiteto dessa estratégia e está pronto para acelerar o desenvolvimento”, avalia Reinaldo Azambuja
Para o governador a população avalia como muito bom “o Estado que cuida das pessoas e que tem os programas sociais mais robustos deste país. Nós temos os dois maiores programas sociais dos estados brasileiros hoje. Nenhum estado pós-retomada da economia conseguiu implantar dois programas que distribuem R$ 1 bilhão em dividendos à população mais carente: o Mais Social e o Energia Social”, afirmou o governador.
Além disso, o Governo do Estado paga a conta de luz para 162 mil famílias em Mato Grosso do Sul. São contempladas com o pagamento da conta as residências que utilizam até 220 kWh por mês e com famílias inscritas no CadÚnico (Cadastro Único) do Governo Federal.
“Riedel foi o arquiteto dessa estratégia e está pronto para acelerar o desenvolvimento porque agora a casa está arrumada. Ele sabe como conduzir a maquina”, reafirma.
A eleição foi com bons candidatos. “Agora uma nova eleição, com bom projetos e boas propostas. É resultado de trabalho [Riedel no 2 turno], tudo que nosso governo fez e que Eduardo esteve à frente”, disse Azambuja.
Com 96,93% das urnas apuradas, o petista tinha 47,85%, contra 43,70% do presidente
Os candidatos Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL) vão disputar o segundo turno das eleições presidenciais no domingo de 30 de outubro. Com 96,93% das urnas apuradas, o petista tinha 47,85%, contra 43,70% do presidente.
O resultado das urnas confirmou a tendência apontada pelas pesquisas eleitorais desde o início da corrida presidencial. Foto Reuters
O resultado das urnas confirmou a tendência apontada pelas pesquisas eleitorais desde o início da corrida presidencial. O petista sempre apareceu na frente na preferência popular em todos os levantamentos, seguido pelo atual chefe do Executivo.
A corrida presidencial foi marcada por casos de violência devido à polarização entre apoiadores de Lula e Bolsonaro. Desde o assassinato de um apoiador de Lula em Foz do Iguaçu (PR), em julho, até à morte de um eleitor petista a facadas no interior de Mato Grosso durante o feriado de 7 de Setembro, os casos de agressões e mortes por motivação política aumentaram em todo o País.
Campanha de Lula Nas Eleições de 2018, Lula foi impedido pela Justiça Eleitoral de disputar as eleições presidenciais por causa da Lei da Ficha Limpa. Na época, ele estava preso na sede da Polícia Federal em Curitiba, no Paraná, onde cumpria pena pelas condenações da Operação Lava Jato.
Em novembro de 2019, após 580 dias de prisão, o petista foi solto por causa de uma decisão do STF que proíbe prisões em 2ª instância. Posteriormente, também por uma determinação da Corte, as sentenças ligadas à Lava Jato foram anuladas.
Apesar da forte oposição ao governo de Jair Bolsonaro, Lula evitou confirmar a sua intenção de disputar o Palácio do Planalto logo após deixar a prisão, quando ainda não tinha recuperado os direitos políticos. Somente no primeiro semestre deste ano, o petista se posicionou publicamente sobre o desejo de tentar um terceiro mandato presidencial.
“Se estou na melhor posição para ganhar as eleições presidenciais e gozo de boa saúde, sim, não hesitarei. Acho que fui um bom presidente”, declarou em entrevista para a publicação francesa Paris Match, em maio.
No lançamento de sua pré-candidatura, no dia 7 de maio, Lula criticou fortemente Jair Bolsonaro, celebrou a chapa com Geraldo Alckmin (PSB) – antigo adversário político em prol da democracia e falou em restaurar a soberania do Brasil e do povo brasileiro.
Durante toda a campanha, o petista fez críticas ao atual governo federal e disse que o povo brasileiro era mais feliz no seu mandato. Ele defendeu a parceria com Alckmin, disse que eles nunca foram inimigos, e sim, adversários políticos, e estão juntos agora para defender a democracia.
Campanha Bolsonaro Buscando a reeleição, Jair Bolsonaro oficializou sua candidatura à reeleição no dia 24 de julho. O anúncio foi feito em um evento do PL montado no ginásio do Maracanãzinho, no Rio de Janeiro, onde ocorreu a convenção do partido para o lançamento oficial da campanha eleitoral. Também foi chancelado o nome do general da reserva Walter Braga Netto como candidato a vice na chapa.
As celebrações do 7 de Setembro foram um ponto polêmico na campanha. Na ocasião, o presidente usou a data para o palanque eleitoral. Ele participou do desfile cívico-militar, fez um discurso em Brasília, no qual puxou o coro de “imbrochável”, e também marcou presença na orla de Copacabana, no Rio, onde também falou em cima de um trio elétrico.
Tanto Lula quanto Bolsonaro também foram destaques em debates presidenciais, como o da Band e o da TV Globo. Mas, no debate realizado por Terra, SBT, CNN, ‘Estadão’/Rádio Eldorado, Veja e Rádio Nova Brasil FM, Lula não compareceu e sua ausência virou tema entre os candidatos.
Lula focou em uma campanha com forte presença nas ruas e discursos em palanques, recusando alguns convites para entrevistas e sabatinas. Já Bolsonaro, além de eventos com os aliados, teve presença mais intensa na mídia, participando de podcasts e programas de televisão
Em festa, correligionários de Eduardo Riedel (PSDB) concentram-se no comitê do partido, na Avenida Ceará, em Campo Grande. Eles acompanharam a chegada do candidato ao local, que agora segue na disputa pelo governo de Mato Grosso do Sul no segundo turno. Riedel teve 25,16% dos votos e concorrerá com o capitão Renan Contar (PRTB) que fechou com 26,73%.
Riedel ao lado da senadroa eleita Tereza Cristina e do governador Reinaldo Azambuja Foto: Kisie Ainoã
“Muito emocionado mesmo, e todo mundo que quiser esse projeto nosso para MS, pode vir com a gente. Vamos continuar trabalhando pelo estado, conversando com gente dos 79 municípios, levar nossa mensagem”, declarou Riedel.
Além disso, candidato do PSDB agradeceu a caminhada ao lado da agora eleita Senadora por MS Tereza Cristina. “Ela teve uma grande participação para chegarmos aqui, caminhamos juntos”, afirmou.
Já o atual governador de MS e apoiador de Riedel, Reinaldo Azambuja declarou que a eleição foi com bons candidatos. “Agora uma nova eleição, com bom projetos e boas propostas. É resultado de trabalho [Riedel no 2 turno], tudo que nosso governo fez e que Eduardo esteve à frente”, disse Azambuja.
A Senadora eleita, Tereza Cristina contou que ficou muito feliz com o resultado. “Fiquei feliz, nós trabalhamos juntos [ela e Eduardo].”, pontuou. Também afirmou que sua passagem pelo ministério teve grande colaboração para a decisão de hoje.
A eleição em Mato Grosso do Sul será decidida em segundo turno, no dia 30 de outubro. Os 95,20% das urnas apuradas apontam que Capitão Contar (PRTB) parte para a segunda etapa da campanha eleitoral na liderança, com 26,95% dos votos válidos (368507) foram direcionados e disputará votos com Eduardo Riedel (PSDB), que obteve 24,70% da preferência do eleitorado (337711 votos).
Contar a surpresa e Riedel que disputa a primeira eleição Foto montagem
Nenhum instituto de pesquisas apontava, o adversário do candidato do atual governador Reinaldo Azambuja (PSDB), que é militar do Exército e foi eleito deputado estadual em 2018 e recebeu declaração de apoio de última hora do presidente Jair Bolsonaro (PL), na quinta-feira (29), virando o jogo eleitoral no Estado.
Os mesmos institutos apontavam crescimento de Riedel nos últimos levantamentos, mas em todos quem liderava era o ex-governador André Puccinelli (MDB).
Mato Grosso do Sul viveu uma eleição atípica, por ser o estado de nascimento e base eleitoral de duas candidatas à Presidência da República: as senadoras Simone Tebet (MDB) e Soraya Thronicke (União Brasil).
Apoiado por Jair Bolsonaro (PL), Capitão Contar cresceu de forma surpreendente na reta final da campanha após o presidente ter pedido votos para ele durante o debate dos presidenciáveis na TV Globo.
Já o tucano, que tem o apoio da ex-ministra da Agricultura Teresa Cristina (PP), que superou, com facilidade, os votos dos principais adversários, o também ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, do União Brasil e o do ex-juiz Odilon de Oliveira, do PSD.
No término do segundo mandato, o atual governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja, acredita firmemente que o seu aliado, Eduardo Riedel (PSDB) estará no segundo turno das eleições, que deve ocorrer no próximo dia 30 de outubro, caso necessário.
Governador Reinaldo Azambuja após votação – Crédito: Chico Ribeiro/Divulgação
Azambuja compareceu para votar, por volta das 9h da manhã deste domingo (2), na Escola Estadual Lúcia Martins Coelho, no Jardim dos Estados, em Campo Grande.
Em relação a campanha de Riedel, o atual chefe do executivo estadual declarou “fizemos uma boa caminhada, o Eduardo se superou aí com boas propostas, era o candidato mais desconhecido e chega bem, chega tranquilo”.
Citando as pesquisas realizadas em MS para o postulante a sua cadeira no Governo do Estado, o atual governador disse “sempre confiei primeiro na proposta, segundo no trabalho” [se referindo ao seu ex-secretário de Infraestrutura], e ainda disse que “a pesquisa que tem melhor resultado é a das urnas”.
Sobre um possível apoio a Puccinelli (MDB) ou Marquinhos Trad (PSD), em um eventual segundo turno entre esses candidatos, Azambuja foi enfático: “eu tenho confiança que o Eduardo estará no segundo turno. Confiança pelo trabalho, pela boa campanha que ele fez”.
Eleições 2022
Em MS, quase 2 milhões de eleitores estão aptos a participarem do processo que escolherá composições na Câmara dos Deputados, Assembleia, Senado Federal, além de Governado e Presidência da República.
A votação em Mato Grosso do Sul ocorre entre 7h e 16h. A medida foi determinada pela Justiça Eleitoral que unificou os horários em todo o país, de acordo com o fuso de cada região. Caso tenha necessidade, o segundo turno será em 30 de outubro.
Candidato votou na escola municipal Professora Elizabel Maria Gomes Salles, no bairro Vila Santa Luzia, em Campo Grande, na manhã deste domingo (2)
O candidato ao governo de Mato Grosso do Sul, Adonis Marcos (PSOL) votou, na manhã deste domingo (2), escola municipal Professora Elizabel Maria Gomes Salles, no bairro Vila Santa Luzia, em Campo Grande (MS).
Candidato ao governo vota em Campo Grande. — Foto: LuanaRibeiro/TVMorena
Adonis Marcos disputa o Governo do estado pela primeira vez. O candidato é advogado, autônomo, conciliador do CNJ em formação e militante das causas sociais, tanto no campo quanto na cidade. Já foi candidato a deputado estadual e vereador por Campo Grande.
Para a imprensa, Adonis afirmou que independente do resultado, estará concorrendo nas próximas eleições. “Indiferente do resultado nós estaremos concorrendo nos próximos pleitos. Se Adonis não for para o segundo turno, já é pré-candidato a prefeito de Campo Grande ou aos cargos legislativos. Mas, de qualquer forma, nós vamos estar disputando. Até não fechar e abrir as urnas a gente não sabe quem está no segundo turno. Mais uma coisa, não vamos ficar neutros nessas eleições no segundo turno. Vamos estar de algum lado”.
Quem é Adonis Marcos?
A Federação Rede PSOL aprovou em convenção, no dia 24 de julho, a escolha de Adonis Marcos, como candidato ao governo de Mato Grosso do Sul nas eleições deste ano. A oficialização da candidatura foi realizada na Câmara Municipal de Vereadores de Campo Grande.
Adonis disse que, caso eleito, suas bandeiras serão a geração de renda e empregos.
O candidato ao governo de Mato Grosso do Sul, André Puccinelli, (MDB) chegou na Escola Lúcia Martins Coelho, às 07h30 para votar, neste domingo (2). Acompanhado da esposa, Elizabeth Puccinelli, do filho André Júnior, e da vice Tania Garib, ele parou para cumprimentar apoiadores e pousar para fotos.
Segundo André a campanha foi “relativamente tranquila”, como deve ser e defendeu o voto como um direito democrático de escolher o melhor candidato para todas as esferas. “Um debate para esclarecer à população das propostas dos candidatos. Foi uma votação tranquila e vou acompanhar em casa, com a família”.
Candidato do MDB votou na Escola Lúcia Marins Coelho no Jardim dos Estados
Sobre a expectativa para o resultado do segundo turno, o candidato afirma que a expectativa é boa. “Eu não sei quem irá para o 2° turno, mas as pesquisas denotam que nós iremos”, disse. Se eu chegar no segundo turno vou manter as bandeiras de desenvolvimento do Estado com equilíbrio ambiental, desenvolvendo o turismo, cuidando da segurança, tentando trazer empregos, através da construção civil, atraindo empresas e indústrias, além de garantir a qualificação profissional. A tríade principal vai ser a assistência social, saúde e educação”, destaca.