Pelo 4º ano consecutivo Campo Grande é eleita a ‘Cidade Árvore do Mundo’

Desde 2019, a Capital está presente na lista divulgada anualmente pela Organização das Nações Unidas

As ações de preservação, inovação, manejo e proteção das Florestas Urbanas desenvolvidas pela Prefeitura Municipal oportunizaram pela quarta vez consecutiva o reconhecimento de Campo Grande como uma “Tree City of de World”, em tradução livre “Cidade Árvore do Mundo”, título concedido anualmente pela Arbor Day Foundation e pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO/ONU).

Árvores no canteiro central da Avenida Afonso Pena, Centro de Campo Grande (Foto Divulgação)

Para permanecer como integrante na rede de Cidades Árvores do Mundo é necessário atender a cinco padrões que ilustram o compromisso de cuidar de suas árvores e florestas, os quais tem por objetivo conectar cidades ao redor do mundo em uma nova rede dedicada a compartilhar e adotar as abordagens mais bem-sucedidas para o manejo de árvores e florestas urbanas.

Mais do que nunca, árvores e florestas são um componente vital de comunidades saudáveis, habitáveis ​​e sustentáveis ​​em todo o mundo para a rede. O programa Tree Cities of the World está empenhado em inspirar cidades a cuidar e celebrar a copa das árvores urbanas.

A prefeita Adriane Lopes destaca o trabalho realizado pela gestão em prol da preservação e manejo da arborização “Campo Grande passou a ser referência mundial como uma cidade biofílica; que possibilita aos seus habitantes maior integração com a natureza e compromete-se com seu cuidado. É com imensa alegria que recebemos essa notícia, esse reconhecimento é o resultado do trabalho de todos os servidores que atuam diariamente na preservação das nossas florestas, bem como dos cidadãos que defendem a permanência das árvores em seus quintais e avenidas”.

A secretária municipal de Meio Ambiente e Gestão Urbana, Kátia Sarturi, enfatizou o apoio da população e os esforços da administração municipal nas ações voltadas à arborização “Muito além de preservar e manter nossas florestas urbanas, também investimos na capacitação dos nossos técnicos, estamos revisando nossas legislações e modernizando nossos procedimentos. Para nós da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Gestão Urbana, esse reconhecimento nos ajuda a permanecer motivados a trabalhar incessantemente para manter esse status, a continuar integrando essa rede mundial de excelência em arborização”.

O reconhecimento não tem relação apenas com a quantidade de árvores existentes na cidade e sim com a forma como a cidade planeja, realiza e mantém a gestão de suas florestas urbanas.

Dentro do conceito de Florestas Urbanas estão contemplados: a arborização urbana; o sistema de parques e áreas verdes; as áreas de preservação permanente; os remanescentes de vegetação nativa; os bosques e as formações de maciços vegetais secundários.

Para permanecer na rede, a cidade deve comprovar anualmente que cumpre os requisitos exigidos pelas instituições e nesta edição 168 cidades, de 21 países foram reconhecidas ao lado de Campo Grande, integrando uma importante rede global que lidera o caminho em silvicultura urbana e comunitária. No Brasil o número saltou de oito para 20 cidades que receberam o reconhecimento. Um crescimento de 250%.

Pela segunda vez na história da Casa de Leis, CCJR é presidida por uma deputada

Deputada Mara Caseiro está em seu quarto mandato na ALEMS Foto: Luciana Nassar

Pela segunda vez na história da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALEMS), a Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) será presidida por uma mulher, a deputada Mara Caseiro (PSDB). A parlamentar foi eleita nesta terça-feira (28), conforme consta na Ata 01/2023, publicada no Diário Oficial do Parlamento. Considerada a mais importante comissão da Casa de Leis, a CCJR analisa todos os projetos, dando parecer quanto aos aspectos legais e determinações constitucionais.

A eleição foi realizada no fim da manhã na Sala da Presidência, na ALEMS, com as presenças dos membros titulares da CCJR. Participaram os parlamentares Antonio Vaz (Republicanos), Junior Mochi (MDB) e Pedrossian Neto (PSD), do Bloco 1, Mara Caseiro (PSDB) e João César Mattogrosso (PSDB), do Bloco 2. Além da escolha de Mara Caseiro para a presidência, os deputados elegeram Junior Mochi para a vice-presidência.

“É uma satisfação ocupar a presidência, fruto de um árduo trabalho ao longo dos mandatos”, considerou a deputada. Ela também comentou sobre como pretende conduzir a comissão. “Com muita humildade, sento nessa cadeira e digo que queremos uma CCJR ágil, com trabalho de qualidade e celeridade em dar respostas aos projetos que representam os anseios da sociedade”, disse a parlamentar.

Mara Caseiro é a segunda deputada a presidir a comissão considerada a mais importante da ALEMS. A primeira foi Celina Jallad, falecida em 2011. Ela presidiu a CCJR em 2015, durante a quinta legislatura.

“Espero cumprir bem mais essa missão, ocupando o lugar que um dia foi da Celina Jallad, ex-deputada, que um dia me encontrou na porta do Tribunal de Contas onde era conselheira, e me disse que eu ocuparia o seu lugar e eu quase não acreditei, mas hoje estou aqui, representando as mulheres de Mato Grosso do Sul”, afirmou a parlamentar.

Mara Caseiro –  Formada em Odontologia, Mara Caseiro está em seu quarto mandato na ALEMS. Ela foi eleita deputada estadual em 2010 e reeleita em 2014. Em 18 de novembro de 2020, assumiu vaga aberta em decorrência do falecimento do deputado Onevan de Matos. E foi, nas eleições do ano passado, a deputada estadual mais votada em Mato Grosso do Sul. Mara Caseiro ingressou na vida pública em 1992, quando foi eleita vereadora de Eldorado. Também foi prefeita desse município por dois mandatos, de 2000 a 2008.

Comissão – A CCJR analisa todos os projetos apresentados na Casa de Leis. Verifica o aspecto legal das propostas, se atendem as determinações constitucionais e se sua redação é condizente com o assunto. O parecer desta comissão vai ao plenário para a votação. Se aprovado, o projeto é encaminhado à comissão específica que vai analisá-lo no mérito.

A CCJR também é a comissão que dá o parecer sobre intervenção federal, estadual e municipal, a perda de mandato do governador, de seu vice e dos deputados. Observa também proposições de concessão de títulos honoríficos, declaração de utilidade pública e transferência temporária da sede do poder.

Eleita, Tereza Cristina deve atingir maior votação do país como senadora

Com 99,49% das urnas apuradas, Tereza Cristina tem 60,92% dos votos válidos o que equilavem a 824320 votos recebidos neste domingo.

Líder nas pesquisas durante toda a campanha, a progressista desbancou dois nomes conhecidos no MS

Com 99,49% de votos apurados, ela já havia sido tida como matematicamente bem antes, com 80% das urnas computadas.

Ela assume no dia 1º de fevereiro do ano que vem e segue com o mandato até 2030.

Líder nas pesquisas durante toda a campanha, a progressista desbancou dois nomes conhecidos no estado: o do ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta (União Brasil) e o do ex-juiz federal Odilon de Oliveira (PSD) —que teve seu nome projetado por causa de sua atuação contra o crime organizado na fronteira com o Paraguai.

Seus adversários tentaram desbancar sua candidatura no TRE (Tribunal Regional Eleitoral), com acusações de abuso de autoridade. Mandetta entrou com três contestações: por ter participado, ao lado do atual governador, Reinaldo Azambuja (PSDB), da Marcha para Jesus, em 7 de setembro, por ter divulgado no horário eleitoral gratuito que está à frente dos demais nas pesquisas e por ter ido ao lançamento das obras na BR-419, no fim de agosto, junto do ministro da Infraestrutura, Marcelo Cunha Filho.

A participação neste evento também foi contestada pelo juiz Odilon, mas todos os processos foram rejeitados pela Corte.

Quem é Tereza Cristina De Campo Grande, Tereza Cristina, 68, entrou na política no início dos anos 2000, quando se filiou ao PSDB. Seu primeiro cargo, no entanto, ocorreu apenas em 2007, quando foi nomeada secretária de Desenvolvimento Agrário, da Produção, da Indústria, do Comércio e do Turismo no governo de André Puccinelli, que ocupou até 2014.

Naquele ano, ela foi eleita deputada federal, já pelo PSDB, tendo sido reeleita em 2018, desta vez pelo DEM. No segundo mandato, porém, licenciou-se para assumir o Ministério da Agricultura no governo Bolsonaro.

Tereza Cristina formará a bancada do Mato Grosso do Sul no Senado ao lado de Nelsinho Trad (PSD) e Soraya Thronicke (União Brasil), que retorna ao cargo após ter disputado a Presidência da República.

Com 88,82% das urnas apuradas, Tereza Cristina é eleita senadora em MS

Tereza Cristina Corrêa da Costa (PP) foi eleita senadora por Mato Grosso do Sul nas eleições deste domingo (02). Ele teve 735738 votos o equivalente a 61% até o momento, com 88,82% das urnas apuradas no Estado.

Luiz Henrique Mandetta (União Brasil) foi o segundo candidato mais votado, com 15,50% dos votos. Candidato pelo PT, Tiago Botelho ficou em terceiro com 12,44% dos votos. Juiz Odilon (PSD) ficou em quarto com 10,83% dos votos.

Tereza Cristina estava em seu segundo mandato como deputada federal pelo Estado. Apoiada fortemente pelo setor do agronegócio, se tornou braço direito do presidente Jair Bolsonaro onde comandou a pasta da agricultura na atual gestão.