Vídeo: Presidiário Gilmar Olarte pede voto para Contar e diz que “Iara era seu braço direito”

Pastor foi condenado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro em 2017

Em vídeo o ex-prefeito de Campo Grande, Gilmar Olarte, pede que a mensagem não seja propagada em massa e sim compartilhada somente com “pessoas de confiança” dele.  Talvez por não querer repercussão maior, já que está condenado e cumprindo pena em regime semiaberto, por corrupção passiva e lavagem de dinheiro em 2017.

Em seguida o pastor pede voto no candidato a governador do Estado pelo PRTB, deputado estadual Renan Contar, o Capitão Contar, lembrando que a esposa do militar, Iara Silva Diniz, é amiga de confiança e foi seu “braço direito” na Prefeitura da Capital.

Em seguida orienta que os fiéis da Igreja Assembleia de Deus Nova Aliança votem em Contar, pois, como governador, o militar o ajudará a fazer justiça, sem citar o que seria de fato fazer justiça. Além disso ressalta que votar no Capitão é o mesmo que votar nele.

“A Iara vocês lembram, foi meu braço direito na Prefeitura, uma amiga de confiança a quem eu sou muito grato. Peça para cada amigo, cada parente o voto de confiança no Capitão Contar, votar no Capitão Contar, número 28, é estar votando em mim”, diz ele que foi vereador por Campo Grande por duas vezes, assumindo como suplente.

O Pastor nunca teve uma votação que enchesse os olhos. Quando virou vice e foi levado na esteira de Alcídes Bernal (PP), que carreou a votação massiva nas eleições de 2012 e assumiu a cadeira de chefe do Executivo de março de 2014 a agosto de 2015, período em que o titular ficou cassado.

Ele foi preso em maio do ano passado, após ser condenado a oito anos e quatro meses de prisão em regime fechado por lavagem de dinheiro e corrupção passiva. De acordo com investigação do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), iniciada em 2013, o pastor utilizou cheques de fiéis da igreja Assembleia de Deus para praticar agiotagem e quitar dívidas de campanha.

 

 

 

Vídeo: MDB libera apoio no segundo turno a Riedel e Contar

O presidente do MDB em Mato Grosso do Sul, deputado estadual eleito Junior Mochi, anunciou agora há pouco que não vai apoiar oficialmente, no segundo turno, nenhum dos candidatos a governador de Mato Grosso do Sul.

O ex-governador André Puccinelli, que ficou fora “da final” da disputa eleitoral, comunicou Eduardo Riedel, do PSDB, que o partido seria liberado a apoiar quem quiser no segundo turno.

Não haverá nenhuma recomendação para as bases fazerem campanha para um candidato específico.

Mochi disse ainda que o MDB ainda está consultando as bases para decidir quem apoiar no segundo turno. André disse que já tinha conversado com Riedel e o Capitão Contar, do PRTB, sobre apoio no segundo turno.

Mas depois de uma longa reunião, na segunda-feira passada, o partido não chegou a um consenso.

 

Eleita, Tereza Cristina deve atingir maior votação do país como senadora

Com 99,49% das urnas apuradas, Tereza Cristina tem 60,92% dos votos válidos o que equilavem a 824320 votos recebidos neste domingo.

Líder nas pesquisas durante toda a campanha, a progressista desbancou dois nomes conhecidos no MS

Com 99,49% de votos apurados, ela já havia sido tida como matematicamente bem antes, com 80% das urnas computadas.

Ela assume no dia 1º de fevereiro do ano que vem e segue com o mandato até 2030.

Líder nas pesquisas durante toda a campanha, a progressista desbancou dois nomes conhecidos no estado: o do ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta (União Brasil) e o do ex-juiz federal Odilon de Oliveira (PSD) —que teve seu nome projetado por causa de sua atuação contra o crime organizado na fronteira com o Paraguai.

Seus adversários tentaram desbancar sua candidatura no TRE (Tribunal Regional Eleitoral), com acusações de abuso de autoridade. Mandetta entrou com três contestações: por ter participado, ao lado do atual governador, Reinaldo Azambuja (PSDB), da Marcha para Jesus, em 7 de setembro, por ter divulgado no horário eleitoral gratuito que está à frente dos demais nas pesquisas e por ter ido ao lançamento das obras na BR-419, no fim de agosto, junto do ministro da Infraestrutura, Marcelo Cunha Filho.

A participação neste evento também foi contestada pelo juiz Odilon, mas todos os processos foram rejeitados pela Corte.

Quem é Tereza Cristina De Campo Grande, Tereza Cristina, 68, entrou na política no início dos anos 2000, quando se filiou ao PSDB. Seu primeiro cargo, no entanto, ocorreu apenas em 2007, quando foi nomeada secretária de Desenvolvimento Agrário, da Produção, da Indústria, do Comércio e do Turismo no governo de André Puccinelli, que ocupou até 2014.

Naquele ano, ela foi eleita deputada federal, já pelo PSDB, tendo sido reeleita em 2018, desta vez pelo DEM. No segundo mandato, porém, licenciou-se para assumir o Ministério da Agricultura no governo Bolsonaro.

Tereza Cristina formará a bancada do Mato Grosso do Sul no Senado ao lado de Nelsinho Trad (PSD) e Soraya Thronicke (União Brasil), que retorna ao cargo após ter disputado a Presidência da República.