Parlamentar está hospitalizada desde última sexta-feira (21) no hospital DF Star. Assessoria de imprensa informou que quadro é ‘estável, mas inspira cuidados’
A senadora Soraya Thronicke (União Brasil) foi internada na unidade de terapia intensiva do hospital DF Star, em Brasília, após uma crise alérgica. De acordo com a assessoria de imprensa da parlamentar, ela deu entrada na unidade de saúde na última sexta-feira (21).
Thronicke foi candidata à presidência da República em 2022 (Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado )
Nesta quarta (26), a equipe da senadora divulgou que o quadro ela é “estável, mas inspira cuidados”. De acordo com o texto divulgado nas redes sociais, Soraya teve uma alergia de causa não identificada com “crises muito fortes”.
“Os médicos optaram por mantê-la na UTI com acompanhamento de um especialista em imunologia”, diz a nota.
Ainda segundo a assessoria de imprensa de Soraya, não há previsão de alta. A senadora concorreu à presidência nas eleições de 2022.
Com 99,49% das urnas apuradas, Tereza Cristina tem 60,92% dos votos válidos o que equilavem a 824320 votos recebidos neste domingo.
Líder nas pesquisas durante toda a campanha, a progressista desbancou dois nomes conhecidos no MS
Com 99,49% de votos apurados, ela já havia sido tida como matematicamente bem antes, com 80% das urnas computadas.
Ela assume no dia 1º de fevereiro do ano que vem e segue com o mandato até 2030.
Líder nas pesquisas durante toda a campanha, a progressista desbancou dois nomes conhecidos no estado: o do ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta (União Brasil) e o do ex-juiz federal Odilon de Oliveira (PSD) —que teve seu nome projetado por causa de sua atuação contra o crime organizado na fronteira com o Paraguai.
Seus adversários tentaram desbancar sua candidatura no TRE (Tribunal Regional Eleitoral), com acusações de abuso de autoridade. Mandetta entrou com três contestações: por ter participado, ao lado do atual governador, Reinaldo Azambuja (PSDB), da Marcha para Jesus, em 7 de setembro, por ter divulgado no horário eleitoral gratuito que está à frente dos demais nas pesquisas e por ter ido ao lançamento das obras na BR-419, no fim de agosto, junto do ministro da Infraestrutura, Marcelo Cunha Filho.
A participação neste evento também foi contestada pelo juiz Odilon, mas todos os processos foram rejeitados pela Corte.
Quem é Tereza Cristina De Campo Grande, Tereza Cristina, 68, entrou na política no início dos anos 2000, quando se filiou ao PSDB. Seu primeiro cargo, no entanto, ocorreu apenas em 2007, quando foi nomeada secretária de Desenvolvimento Agrário, da Produção, da Indústria, do Comércio e do Turismo no governo de André Puccinelli, que ocupou até 2014.
Naquele ano, ela foi eleita deputada federal, já pelo PSDB, tendo sido reeleita em 2018, desta vez pelo DEM. No segundo mandato, porém, licenciou-se para assumir o Ministério da Agricultura no governo Bolsonaro.
Tereza Cristina formará a bancada do Mato Grosso do Sul no Senado ao lado de Nelsinho Trad (PSD) e Soraya Thronicke (União Brasil), que retorna ao cargo após ter disputado a Presidência da República.
Tereza Cristina Corrêa da Costa (PP) foi eleita senadora por Mato Grosso do Sul nas eleições deste domingo (02). Ele teve 735738 votos o equivalente a 61% até o momento, com 88,82% das urnas apuradas no Estado.
Luiz Henrique Mandetta (União Brasil) foi o segundo candidato mais votado, com 15,50% dos votos. Candidato pelo PT, Tiago Botelho ficou em terceiro com 12,44% dos votos. Juiz Odilon (PSD) ficou em quarto com 10,83% dos votos.
Tereza Cristina estava em seu segundo mandato como deputada federal pelo Estado. Apoiada fortemente pelo setor do agronegócio, se tornou braço direito do presidente Jair Bolsonaro onde comandou a pasta da agricultura na atual gestão.
A candidata também destacou outras bandeiras que vai defender se for eleita, como as reformas política e tributária
O PP (Partido Progressistas de Mato Grosso do Sul) oficializou os nomes para a disputa eleitoral, na manhã desta sexta-feira (5), na sede do diretório regional, em Campo Grande.
A deputada federal, ex-ministra da Agricultura e presidente estadual do partido, Tereza Cristina, encabeça a legenda com sua candidatura ao Senado.
Tereza Cristina durante a convenção do PP (Foto: Divulgação)
Durante sua fala à imprensa, Tereza Cristina reforçou que suas pautas defendem a população e o desenvolvimento do país.
“Como senadora do meu estado, vou defender as bandeiras para o bem-estar da população brasileira. A modernização do Estado, as reformas que precisam ser implementadas, como a reforma política, a reforma administrativa e a famosa reforma tributária, que eu quero trabalhar futuramente para que ela saia do papel”, destacou.
Ela ainda reforçou que continuará sendo fiel ao presidente Jair Bolsonaro (PL), agora no Senado Federal. “Se o povo do meu Estado me levar a ser senadora da República, eu serei senadora pelo Mato Grosso do Sul. Eu vou ajudar o presidente em tudo que precisar, pois ele sabe do meu apoio incondicional e lealdade, mas como senadora”, enfatizou ao ser questionada sobre assumir outro posto, caso seja eleita.
A presidente estadual do partido também oficializou o apoio a Eduardo Riedel, que concorre ao cargo de Governador de Mato Grosso do Sul pelo PSDB. As duas legendas já declararam apoio à reeleição de Bolsonaro.
Tereza Cristina explicou que não atuará apenas no setor agro, mas que está preparada para trabalhar nas políticas públicas voltadas para a saúde, educação, emprego, segurança pública e desenvolvimento de todo Mato Grosso do Sul.
“Eu quero ser a senadora da saúde, da educação, do emprego, da liberdade, da defesa da mulher, do desenvolvimento, da cultura, do esporte, meio ambiente, ação social e do pequeno produtor. Quero ser senadora da família, da boa política, que coloca as pessoas em primeiro lugar. Quero continuar defendendo nosso Estado agora no Senado Federal”, defendeu.
Suplência
Aparecido Andrade Portela, conhecido como Tenente Portela, será o primeiro suplente da candidatura de Tereza Cristina ao Senado. Ele prestou serviço no 9º Grupo de Artilharia de Campanha de Nioaque na mesma época em que o Presidente Jair Bolsonaro trabalhou na região como oficial do Exército.
Progressistas MS
Entre os candidatos a deputados federais estão: Dr. Luiz Ovando, Dr. Eudélio, Edilaine Mansueto, João Rezende, Lu Azambuja, Márcio Araguaia, Professor João Rocha, Sirlei Ratier e Walter Carneiro Júnior.
Além dos que tentam um novo mandato, como os deputados Evander Vendramini, Gerson Claro, Londres Machado e Marçal Filho, também concorrem ao cargo: Adriano Barreto, Cazuza, Fábio Castro, Fabrícia Dias, Jorginho Figueiredo, Márcia Romero, Laura Arruda, Lucílha de Almeida, Luiz Carlos de Souza Júnior, Derly Oliveira, Edinaldo Viana, Paula Magda e P.A. Bambu.