Deputado diz que é precisou ouvir especialistas em segurança pública
O presidente da Assembleia Legislativa , deputado Gerson Claro, avalia que é necessário agir com serenidade, buscar boas práticas recomendadas por especialistas em segurança, com foco no trabalho de inteligência para abortar qualquer ameaça de invasão ou agressão a alunos, professores e funcionários das escolas . Em momentos de crise como este , que traz pânico à sociedade, a resposta das autoridades, na opinião do presidente da Assembleia , deve ser dada de forma sensata, lastreada em recomendações dos especialistas.
Gerson Claro cobrou ação dos pais – Crédito: Divulgação assessoria
“Não tem cabimento politizar a questão , fazer desta situação de crise um trampolim para o oportunismo e a demagogia. A sociedade repudia quem tenta buscar um protagonismo com soluções simplistas e meramente midiáticas”, destaca o parlamentar que participou ao lado do governador Eduardo Riedel, do lançamento do programa estadual de reforço da segurança nas escolas .
“Temos hoje uma sociedade doente psicologicamente, que é bombardeada a todo instante por uma avalanche de informações pelas redes sociais, muitas fake news, que pregam o ódio e a intolerância”, afirmou Claro.
Na opinião do deputado, mais do que medidas de segurança, como instalação de câmeras, detector de metal, a responsabilidade de evitar novas tragédias como a de Blumenau, onde 4 crianças foram assassinadas a golpes de machado por um psicopata que invadiu uma creche, tem de ser compartilhada com as famílias.
“Os pais têm de assumir suas responsabilidades .Precisam cuidar dos seus filhos. Controlar o que eles vêem nas redes sociais .” Ouvi professores clamando aos pais que revistem as mochilas e fiscalizem os celulares dos filhos. sociedade, famílias e especialistas para encontrarmos uma solução conjunta” disse Gerson.
Mais cinco propostas foram aprovadas, incluindo a criação de duas comissões permanentes. Um veto foi mantido
Proposta do Executivo que isenta o pagamento do ISSQN (Imposto sobre Serviço de Qualquer Natureza) incidente sobre a prestação do serviço de transporte coletivo por ônibus foi aprovada pelos vereadores da Câmara Municipal de Campo Grande, durante a sessão ordinária desta terça-feira (14). A medida evita aumento significativo na tarifa. Em contrapartida à isenção, os vereadores cobram melhorias nos ônibus e terminais.
“Tem que ter contrapartida de melhoria. Cada um cumprir sua função, a prefeitura também”, afirmou Carlão
O Projeto de Lei Complementar 853/23 foi aprovado em regime de urgência, em única discussão e votação. Conforme a proposta da prefeitura, essa isenção será integralmente repassada ao preço da tarifa e, desta forma, impedirá que o valor pago pelos passageiros aumente de forma mais significativa, conforme cálculo inicialmente apresentado.
“Tem que ter contrapartida de melhoria. Cada um cumprir sua função, a prefeitura também”, afirmou o vereador Carlos Augusto Borges, o Carlão, presidente da Câmara Municipal, referindo-se aos veículos e também aos terminais que precisam ser reformados pela administração municipal. Ele informou que foram solicitados, inicialmente, 30 ônibus novos, mas mais devem ser adquiridos, chegando ao mínimo de 50 novos veículos.
Outro investimento cobrado pelos usuários e pelos vereadores é a cobertura nos pontos de ônibus. “Prometeram mil pontos, mas ainda não cumpriram, informaram que estão licitando. Enquanto isso, o povo sofre com a questão da chuva”, disse o presidente. O vereador Carlão alertou ainda que “se não cumprir o que foi acordado, teremos dificuldade para renovar a isenção”.
Projeto – Na mensagem encaminhada na proposta consta que “caso o Poder Público não conceda tal benefício, consequentemente haverá necessidade de repassar ao usuário os custos de uma futura revisão tarifária”. A isenção já foi concedida anteriormente por leis complementares, como medida para evitar que a tarifa aumentasse ainda mais, conforme custos apresentados em planilha de estruturação orçamentária autorizada pela Agereg (Agência Municipal de Regulação dos Serviços Públicos).
No projeto foram anexados documentos da inclusão da previsão dessa isenção na Lei 6.981, de dezembro de 2022, que estima receita e fixa despesas do Município de Campo Grande para o exercício financeiro de 2023. Na LOA (Lei Orçamentária Anual), a isenção prevista para este ano é de R$ 10,8 milhões.
Definições – O vereador Coronel Villasanti, presidente da Comissão Permanente de Transporte e Trânsito, lembrou do subsídio de R$ 10 milhões do Governo do Estado para custear o passe dos alunos da rede estadual. Além disso, a prefeitura já custeia a gratuidade para alunos da rede municipal e pessoas com deficiência. A tarifa técnica apontada era de R$ 5,80, mas com essas medidas não chegará a esse montante.
“Agora, temos que condicionar essa boa vontade do poder público a melhorias do serviço prestado, pois hoje temos ônibus lotados, aglomeração, banheiros sujos nos terminais. Vamos acompanhar de perto isso”, disse o vereador. Uma reunião deve ocorrer nesta tarde para chegar no valor final da tarifa.
Em única discussão, foi mantido o veto total ao projeto de lei n. 10.401/21, que institui o Programa Bairro Amigo do Idoso no município de Campo Grande. A proposta é dos vereadores Professor Riverton e Gilmar da Cruz.
Também foi aprovado o projeto de decreto legislativo n. 2.499/22, do vereador Papy, que outorga a “Medalha Dr. Arlindo de Andrade Gomes” ao Dr. André Luis Alvarenga de Souza.
Já em primeira discussão e votação, os vereadores aprovaram o projeto de lei n. 10.494/22, que altera a ementa da lei n. 6.327/19. A proposta é assinada pelo vereador William Maksoud.
Os vereadores ainda aprovaram o projeto de lei n. 10.720/22, de autoria do vereador Otávio Trad, que institui o Dia Municipal da Acessibilidade em Campo Grande.
E, por fim, o projeto de lei n. 10.721/22, que institui o “Prêmio Escola Conservada”, que premia a direção de escola da Rede Municipal de Ensino que apresentar o melhor estado de conservação. A proposta é do vereador Dr. Victor Rocha.
A menina, de apenas 11 anos, está internada no hospital Universitário de Dourados (MS). A tentativa de estupro é investigada pela Delegacia de Atendimento à Mulher (DAM) na cidade.
Uma menina, de 11 anos, fugiu de uma tentativa de estupro pelo padrasto e, durante a fuga, foi picada por uma cobra em Jutí (MS), de acordo com a Polícia Civil. Após ser picada, a garota foi internada em uma Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) no hospital Universitário de Dourados, cidade vizinha do município onde ocorreu o caso.
Menina está no HU de Dourados. — Foto: Hospital Universitário de Dourados/Divulgação
Segundo as informações repassadas pela polícia, o padrasto tentou abusar sexualmente da enteada e a garota fugiu assustada para a casa da irmã, que fica em uma comunidade indígena em Jutí.
A polícia explicou que durante a fuga, a menina foi picada por uma cobra e levada imediatamente para um hospital na cidade. Apenas em Dourados, no hospital Universitário, que a Polícia Civil descobriu que a menina estava fugindo de uma tentativa de estupro.
Em depoimento especial, a menina relatou que havia sido abusada sexualmente pelo padrasto antes da última tentativa. A garota é acompanhada pela polícia e pelo serviço de assistência social do hospital.
O caso ocorreu na quarta-feira (18) e registrado na Delegacia de Atendimento à Mulher (DAM), onde o caso é investigado.
Em reviravolta da natureza, cobra morde criança na Índia, mas não injeta veneno. Para se proteger, menino morde o animal duas vezes e acaba matando o réptil
Na Índia, uma criança conseguiu matar uma cobra, mordendo o animal, segundo a imprensa local. O fato é surpreendente considerando que, na natureza, são as cobras que matam as pessoas, através de suas mordidas, às vezes, recheadas de veneno.
Segundo o jornal The New Indian Express, a criança que mordeu e, com isso, matou uma cobra, foi identificada como Deepak. O menino mora na remota vila de Pandarpadh, no distrito de Jashpur, que está a cerca de 350 km a Raipur. Até o momento, não se sabe qual era a espécie do animal.
Por que a criança mordeu a cobra? A criança indiana estava brincando no quintal de sua casa, quando encontrou o animal. “A cobra se enrolou na minha mão e me mordeu. Estava com muita dor. Como ela não se mexeu quando tentei me livrar dela, mordi o animal, com força, duas vezes. Tudo aconteceu num piscar de olhos”, explica o menino Deepak.
Após o incidente, a família levou a criança para um centro médico da região. “Foi administrado rapidamente o soro antiofídico e ele permaneceu em observação durante todo o dia”, conta o médico do local Jems Minj. “Deepak não apresentou nenhum sintoma e se recuperou rapidamente devido à mordida seca da cobra venenosa”, acrescenta.
Embora o fato seja pouco conhecido, em algumas ocasiões, as cobras mordem, mas não injetam veneno na vítima. “Essas picadas de cobra são dolorosas, mas provocam apenas sintomas locais ao redor da área da picada”, afirma Qaiser Hussain, especialista em répteis.
No caso da Índia, a criança teve uma enorme sorte ao receber uma mordida seca. No entanto, o mesmo não pode ser dito da cobra, que acabou morrendo — mesmo vítima de uma mordida também sem veneno.
A regra é a picada da cobra ser mortal Apesar do caso curioso em que uma cobra morreu ao ser mordida por uma criança, é importante lembrar que está não costuma a ser a regra na natureza. Por ano, 5,4 milhões de pessoas são mordidas por cobras no mundo, segundo estudo publicado na revista científica Toxins.
Liderada por uma equipe internacional de pesquisadores, incluindo cientistas da Universidade de São Paulo (USP) e do Instituto Butantan, a pesquisa calcula que cerca de 2,7 milhões de mordidas envolvam cobras venenosas. Isso resulta em 138 mil mortes anuais, sendo que somente, na Índia, são 46 mil óbitos.
Mordida de cobra pode não ter veneno? No momento, a ciência ainda não sabe explicar o porquê de algumas mordidas de espécies venenosas de cobra serem secas, mas existem algumas hipóteses relevantes sobre o tema.
A principal delas é de que a mordida seca seja apenas um mecanismo de defesa para alertar animais maiores, mas que não têm intenção provocar a morte. Isso porque produzir veneno demanda muita energia do animal e não deve ser desperdiçado, segundo os autores do estudo.
Só que “a falta de sintomas de envenenamento nesses casos pode ser mal interpretada como um tratamento milagroso ou como prova de que a picada da espécie de cobra perpetradora é bastante inofensiva”, avisam os autores sobre uma falsa impressão.
O senador Nelsinho Trad (PSD/MS) chamou a atenção do Senado Federal, nesta terça-feira (4), para os preços altos que os brasileiros ainda pagam nas passagens aéreas, mesmo após a ajuda bilionária recebida do governo federal pelo setor, dada em renúncia fiscal, rolagem de dívidas e outros benefícios.
Quem pretende viajar nos próximos meses já percebeu que voar está muito mais caro do que nos anos anteriores. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o aumento nos preços foi de 122,4% de junho de 2021 até o mesmo mês deste ano.
“Cortamos a própria carne dos estados para baixar a gasolina. E a gente não viu nenhuma movimentação desse setor no sentido de acompanhar todo esse sacrifício que nós estamos fazendo para normalizar a questão dos combustíveis no nosso país. O que desejamos ver acontecer, logo, é a redução desses preços elevados nas passagens, principalmente nos trechos nacionais. O final de ano está chegando, época de grande venda de passagens aéreas. A população retomou o contato social. Tem muita gente querendo visitar sua família fora. E nós não podemos deixar de cobrar o setor nessa questão”, afirmou o senador.
O parlamentar, que é atuante na defesa dos direitos dos passageiros, trabalha pela derrubada do veto à gratuidade no despacho de bagagens, já promoveu audiência pública para debater preços e qualidade dos serviços prestados pelas companhias e pede que o Senado ouça novamente o setor aéreo, governo e órgãos de defesa do consumidor. “Vou cobrar desse setor através de uma outra audiência pública, para que possa nos explicar o absurdo que está o preço das passagens aéreas no nosso país. Isso não pode continuar dessa forma”, destacou.
O vereador Marcos Tabosa (PDT), começou o mês de agosto animado e aviou que “volta com tudo’ depois do recesso parlamentar. Ele esteve nesta manhã em um dos muitos gargalos do trânsito de Campo Grande, abandonados pela atual gestão.
O parlamentar esteve na esquina da Toros Puxian com a Avenida Rita Vieira de Andrade, no Bairro Rita Vieira, cobrando a instalação de semáforos naquela rotatória.
“Aqui o trânsito é pesado o dia todo e nos horários de pico é que intransitável, se eu tivesse a caneta em um minuto resolvia isso, mas sou vereador e o meu papel é cobrar melhorias para a cidade!, afirmou.
Mesmo se colocando como oposição na Câmara de Vereadores, a prefeita Adriane Lopes, ele declara que vai lutar para que suas solicitações sejam atendidas.
“Não é possível que nosso pedidos que visam melhorar as condições da cidade não sejam atendidos, mas não desisto, vou brigar até que que minhas solicitações sejam atendidas”, finalizou Tabosa.
A Comissão Temporária sobre a Criminalidade na Região Norte aprovou, há pouco, o pedido do senador Nelsinho Trad (PSD-MS) de esclarecimento do diretor-geral da Polícia Federal, Márcio Nunes de Oliveira, sobre as operações realizadas na região da Amazônia. “Queremos informações se ocorreu intensificação das atividades nos últimos anos, em qual quantitativo e em quais áreas específicas, tendo em vista o aumento da criminalidade na região Norte”, explica o parlamentar que é relator da comissão.
O senador Nelsinho Trad questionou a Jader Marubo se é possível reverter a situação de sucateamento da FUNAI
Na justificativa do pedido, o senador Nelsinho Trad afirma que, embora o inquérito esteja em andamento, está cada vez mais evidenciada a relação dos homicídios do indigenista Bruno Araújo e do jornalista Dom Phillips com o crime organizado na região. “Sabe-se que a economia nessa região é, em grande parte, dominada pelo poder do tráfico de drogas e da exploração ilegal de recursos naturais das terras indígenas, tais como minerais, madeira, pescado e caça”.
Ainda na audiência pública desta quarta-feira, a viúva do indigenista Bruno Araújo, Beatriz Matos, pediu atenção maior à fragilidade da região e denunciou a falta da execução de um plano emergencial de segurança mais de um mês após os assassinatos. Beatriz também cobrou soluções a longo prazo.
“Que o Estado esteja presente de uma maneira, não só através da Força Nacional, mas através de ações de manejo do pirarucu ali para essas populações ribeirinhas, para que elas não sejam cooptadas pelo tráfico. Para que se tenha alternativa daquelas pessoas viverem sem ter que invadir a terra indígena, sem que a opção do crime seja muito mais atrativa e muito mais lucrativa,” disse a antropóloga à comissão.
Beatriz e o líder indígena e ex-coordenador da União dos Povos Indígenas do Vala do Javari (Univaja) Jader Marubo denunciaram ainda a desestrutura da Fundação Nacional do índio (Funai).
O senador Nelsinho Trad questionou a Jader Marubo se é possível reverter a situação de sucateamento da fundação e quais medidas seriam mais urgentes na região. Jader Marubo respondeu que é uma estruturação completa, haver um contingente maior de pessoas, e melhorias principalmente no que diz respeito à logística. “Nós não temos uma embarcação de grande porte, ao passo que os criminosos têm. (…) Nem fardamento temos para fazer a identificação que somos Funai, nem fardamento básico temos para os agentes que estão lá na ponta correndo perigo”.
A comissão cobra informações sobre as mortes recentes e o assassinato de outro funcionário da Funai, Maxciel Pereira, em 2019. O crime segue impune. “Nossa próxima reunião está prevista para agosto e, a partir desses esclarecimentos e do material levantado pela comissão até agora, pretendemos apresentar nosso relatório no próximo mês e levar as conclusões desse trabalho para o Parlamento Amazônico também.” O senador é presidente do Parlamaz, colegiado que reúne oito países que integram o território amazônico.
O anúncio de caixas de papelão usadas sendo vendidas por R$ 1 viralizou na nas redes sociais no início desta semana. Milhares de internautas reagiram à imagem indignados com a comercialização do item que, usualmente, é oferecido de forma gratuita.
Legenda: A placa foi colocada em uma loja da rede de supermercado atacadista Preço Baixo Meio a Meio, em Belém Foto: Reprodução/Instagram
A imagem compartilhada mostra uma pilha de caixas de papelão, de diferentes tamanhos, reunidas em um espaço e com uma placa anunciando “caixa vazia R$ 1,00 cada”. Uma publicação da imagem feita na rede social Twitter, na noite de domingo (5), recebeu, até o início da tarde desta quarta-feira (7), mais de 130 mil curtidas e 14 mil compartilhamentos.
A placa foi colocada em uma loja da rede de supermercado atacadista Preço Baixo Meio a Meio, em Ananindeua, região metropolitana de Belém, capital do Pará.
O estabelecimento informou à reportagem que a placa foi colocada indevidamente no local onde as caixas estavam. As caixas da imagem não são vendidas, mas há comercialização de outras, maiores, que acondicionam ovos, também por R$ 1.
“Essas caixas são oferecidas de forma gratuita aos clientes que optam por não usar sacolas plásticas”, informou a empresa. Nas redes sociais, os internautas ligaram a cobrança à crise econômica no país.
O estabelecimento ainda disse que as caixas de ovos são bastante procuradas por clientes e empresas interessados em utilizar em mudanças ou mesmo armazenamento de materiais.
“Lamentamos pelo ocorrido e já orientamos a loja a qual estava com a comunicação a informar de maneira correta a destinação das caixas”, afirmou a empresa.