Adriane Lopes comemora animação e famílias reunidas na festa do queijo

Modão animado, famílias reunidas e é claro, muito queijo, foram as marcas registradas da 6ª edição da Festa em Rochedinho, realizada nesse sábado (13). O evento, que faz parte do calendário oficial de Campo Grande, reuniu aproximadamente 8,5 mil pessoas, superando o recorde de público de todas as edições.

Prefeita Adriane Lopes fica animada com a presença do público (Foto: Roberto Ajala)

“É uma alegria imensa para nós contribuirmos para que essa festa cresça cada vez mais e se consolide no calendário não só da nossa cidade, como também do nosso Estado”, comentou a prefeita Adriane Lopes.

O show do grupo Laço de Ouro abriu a programação de shows com muito chamamé e sertanejo universitário. Nem mesmo a temperatura baixa registrada ontem à noite intimidou os visitantes, que caíram na dança. “É a segunda vez consecutiva que participamos da festa e tem sido especial. O público é muito animado e queremos fazer um show pra sacudir as estruturas”, afirmou Tony Kally, vocalista do grupo. Ainda passaram pelo palco da Festa do Queijo a dupla Wilson e Cristiano e Os Filhos de Campo Grande.

“A Festa do Queijo já é um evento aguardado e que reúne pessoas de todas as idades. Além da comercialização de queijo e outros produtos, é um evento importante para difundirmos a música que agrada nossa gente. É um evento completo que atrai inúmeras famílias, pois é uma festa para todos”, afirmou Mara Bethânia Gurgel, secretaria municipal de Cultura e Turismo.

O show do grupo Laço de Ouro abriu a programação de shows com muito chamamé e sertanejo

O pequeno Nicolas dos Santos, de Campo Grande, dançava eufórico com sua mãe e garantiu que no ano que vem marcará presença no evento novamente. “Eu amei tudo da festa, está tudo ótimo. Já brinquei, já comi e agora vou dançar. Quero voltar na próxima!”.

Na fila do gargarejo, uma das mais animadas da festa era Tatiane Silva. Moradora de Rochedinho, ela explica que até a produção da roupa e acessórios para a festa é pensada com antecedência. “A gente espera por essa festa o ano todo. Escolhe a melhor roupa e ficamos ansiosos para poder curtir todos os shows, dançar muito e aproveitar cada minuto. A programação cultural deste ano superou as anteriores. Nota mil!”.

Outro destaque da festa foram os aventureiros da Associação Firebikers Team, que pedalaram por cerca de duas horas, para prestigiar o evento. O tradicional Pedal do Queijo, reuniu cerca de 150 ciclistas que saíram de Campo Grande com destino a Rochedinho, com muita disposição e animação.

Gerson diz que violência em escolas não se resolve com demagogia e cobra atuação familiar

Deputado diz que é precisou ouvir especialistas em segurança pública

O presidente da Assembleia Legislativa , deputado Gerson Claro, avalia que é necessário agir com serenidade, buscar boas práticas recomendadas por especialistas em segurança, com foco no trabalho de inteligência para abortar qualquer ameaça de invasão ou agressão a alunos, professores e funcionários das escolas . Em momentos de crise como este , que traz pânico à sociedade, a resposta das autoridades, na opinião do presidente da Assembleia , deve ser dada de forma sensata, lastreada em recomendações dos especialistas.

Gerson Claro cobrou ação dos pais – Crédito: Divulgação assessoria

“Não tem cabimento politizar a questão , fazer desta situação de crise um trampolim para o oportunismo e a demagogia. A sociedade repudia quem tenta buscar um protagonismo com soluções simplistas e meramente midiáticas”, destaca o parlamentar que participou ao lado do governador Eduardo Riedel, do lançamento do programa estadual de reforço da segurança nas escolas .

“Temos hoje uma sociedade doente psicologicamente, que é bombardeada a todo instante por uma avalanche de informações pelas redes sociais, muitas fake news, que pregam o ódio e a intolerância”, afirmou Claro.

Na opinião do deputado, mais do que medidas de segurança, como instalação de câmeras, detector de metal, a responsabilidade de evitar novas tragédias como a de Blumenau, onde 4 crianças foram assassinadas a golpes de machado por um psicopata que invadiu uma creche, tem de ser compartilhada com as famílias.

“Os pais têm de assumir suas responsabilidades .Precisam cuidar dos seus filhos. Controlar o que eles vêem nas redes sociais .” Ouvi professores clamando aos pais que revistem as mochilas e fiscalizem os celulares dos filhos. sociedade, famílias e especialistas para encontrarmos uma solução conjunta” disse Gerson.

Endividamento volta a aumentar e atinge 194 mil famílias na Capital

Cartão de crédito continua sendo a principal fonte de endividamento dos campo-grandenses

O índice de famílias endividadas em Campo Grande voltou a aumentar em março, atingindo 60,6%. O percentual representa 194.704 endividados contra 192.005 do mês anterior. Os dados são da Peic (Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor), realizada pela CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo). Destes, 95 mil estão com contas em atraso.

12,6% das famílias não conseguirão pagar dívidas em atraso, conforme pesquisa Foto Roberto Parizotti

Fevereiro fechou o mês com 59,8%. O aumento foi entre os pouco endividados, de 24,8% para 26,9% agora em abril. Segundo a pesquisa, os “muito endividados” deram uma reduzida em relação ao mês anterior: 11,9% em março, perante os 15,4% de fevereiro.

A economista do Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento (IPF) da Federação do Comércio do Estado do Mato Grosso do Sul (Fecomércio-MS) explica que os cartões de crédito foram os “vilões” para as famílias da Capital. “O cartão de crédito continua sendo a principal fonte de endividamento dos campo-grandenses. A fonte do aumento da dívida, em março, está nos indicadores como cheque pré-datado, crédito consignado, financiamento de carro e outras dívidas”, afirma.

Ainda, conforme a pesquisa, 30% das famílias, o correspondente a 95.395 pessoas, estão com contas em atraso neste mês, ante 28% – pouco mais de 89 mil pessoas – no mês passado.

Quanto aos inadimplentes, aqueles que não pagarão as contas, o número decaiu: de 13,6% em fevereiro para 12,6% em março. “É importante acompanhar esses movimentos para o comércio porque estar endividado não significa inadimplência”, ressalta a economista.

Por uso indevido e problemas no cadastro, 3,9 mil famílias têm Mais Social suspenso

A Sead (Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humanos) suspendeu 3.985 pagamentos do Mais Social em janeiro. Os cartões foram suspensos por uso indevido e também por problemas com informações do CadÚnico (Cadastro Único). Entre as irregularidades estão compra de bebidas alcóolicas, pagamento de jogos on-line e até de streaming de filmes e séries.

Responsável por prestar atendimento às famílias em situação de vulnerabilidade e insegurança alimentar e nutricional, o Mais Social foi pago nesta semana para 87.920 pessoas, totalizando mais de R$ 26,3 milhões diretamente para famílias que precisam.

Com benefício é possível comprar alimentos, itens de higiene pessoal e até gás de cozinha – (Foto: Divulgação)

O programa de transferência de renda e apoio às famílias em vulnerabilidade social deve ser usado para compra de alimentos, itens de higiene pessoal e gás de cozinha em estabelecimentos como mercados, minimercados e supermercados dentro do Estado de Mato Grosso do Sul.

A compra de bebidas alcoólicas e produtos à base de tabaco (fumo, cigarro e similares) é proibida pela Lei nº 5.639, de 5 de abril de 2021, que criou o Mais Social. O Decreto nº 15.653, de 15 de abril de 2021, que regulamenta a lei, também fala da possibilidade de exclusão do beneficiário pelo uso indevido do cartão.

As irregularidades foram descobertas nos levantamentos mensais feitos pela Sead (Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humanos). A secretária Elisa Cleia Nobre explicou que com dados do Banco do Brasil, emissor do cartão, situações críticas são avaliadas pelos servidores do Mais Social e em caso de irregularidades o benefício pode ser suspenso. “Analisamos os casos críticos e procuramos entender se a ocorrência se trata mesmo de uma irregularidade. Em casos de uso indevido, o benefício pode ser perdido definitivamente”, alerta Elisa Cleia Nobre.

Ela afirma que todos os beneficiários recebem orientação de como fazer o uso correto do serviço. Por meio de um cartão com a função débito, o programa paga R$ 300 mensais para beneficiários que têm renda mensal familiar per capita inferior a meio salário mínimo. Ainda de acordo com a secretária, o monitoramento é importante para zelar pelo dinheiro público e garantir o pagamento para quem precisa.

Serviço – No caso de não recebimento do pagamento, o beneficiário deve procurar a coordenação local do programa em sua cidade para saber o motivo da suspensão do benefício. Dúvidas sobre o Mais Social também podem ser sanadas pelo telefone (67) 3368-9000.

 

Programa Mais Social segue atendendo mais de 87 mil famílias carentes do Estado

Com mais de 87 mil famílias beneficiadas, o programa Mais Social segue em 2023 levando comida na mesa de quem mais precisa, com um cartão social disponível para própria pessoa fazer suas compras no mercado que preferir. O projeto será prioridade do governador Eduardo Riedel, que trabalha por um Estado próspero e inclusivo.

O cartão social pode ser usado para compra de itens de alimentação, higiene pessoal e até gás de cozinha para quem tem renda mensal inferior a meio salário mínimo e atende os demais critérios do programa. Cada cidade tem uma coordenação, que facilita o contato com os beneficiários e o acompanhamento das famílias.

A Secretaria de Assistência Social continua fazendo o contato com os futuros beneficiários Foto Bruno Rezende

“Os programas sociais, como o Mais Social, são fundamentais para garantir cidadania, uma digna das pessoas. Por isto temos a cesta cidadania, que não é só uma questão de transferir recursos, mas para pessoa ter renda, para não ter fome, e assim sair daquela condição de vulnerável. Nossa gestão é inclusiva e não vai deixar ninguém para trás”, afirmou o governador.

As equipes da Secretaria de Assistência Social e dos Direitos Humanos continuam fazendo o contato com os futuros beneficiários, portanto a orientação é que as pessoas que ainda não fazem parte do programa, aguardem as visitas dos grupos de trabalho, que estarão identificados.

“É uma imensa conquista para a política de proteção social em Mato Grosso do Sul que continua em 2023. Só quem precisa de comida na mesa sabe o quão importante é esse apoio do Governo do Estado. O Mais Social, além de conceder o benefício, também acompanha o beneficiário e o estimula a progredir, construindo pontes com a educação e o emprego. É um programa que tem feito a diferença”, pontuou a secretária de Direitos Humanos e Assistência Social, Elisa Cleia Nobre.

O investimento mensal do programa é de R$ 26,1 milhões, para atender quem mais precisa. Maiores informações do Mais Social podem ser sanadas pelo telefone: (67) 3368-9000.

Cresce índice de famílias endividadas em Campo Grande

Em números absolutos, são 198.005 famílias endividadas em setembro na Capital

Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), realizada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), referente a setembro, mostra que houve um aumento no número de famílias endividadas em Campo Grande pelo segundo mês consecutivo.

O cartão de crédito segue na liderança como principal fonte de endividamento dos campo-grandenses

Em setembro deste ano o percentual atingiu 61,9% de endividados na Capital, contra 59,7% no mês de agosto.

Em números absolutos, são 198.005 famílias endividadas em setembro, seja com cartões de crédito, cheque especial, cheque pré-datado, crédito consignado, carnês de lojas, financiamento de carro ou casa. Os endividados com contas em atraso correspondem a 27,7% dos entrevistados e os que não terão condições de pagar as dívidas somam 12,6%.

O cartão de crédito continua na liderança absoluta como principal fonte de endividamento dos campo-grandenses (67,2%), seguido pelos carnês (20,5%). Financiamento de carro (9,3%), financiamento de casa (8,1%) e crédito pessoal (8,1%) vêm logo em seguida.

“Apesar do aumento, percebemos que o índice dos muito endividados é de 15,6% e o de pouco endividados é de 27,7%, um número considerável. O percentual de quem ganha até 10 salários mínimos é ainda maior (63,8%), o que demonstra o impacto do endividamento e dos juros elevados no orçamento das famílias de menor renda”, afirma a economista do Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento da Fecomércio MS (IPF-MS), Regiane Dedé de Oliveira.

“MS tem escapado da crise econômica com ações sociais” destaca Riedel

Eduardo Riedel implantou o Mais Social e o Conta de Luz Zero, entre outros programas

A crise econômica mundial e os reflexos da pandemia afetaram gravemente a segurança alimentar dos brasileiros. Em 2022, cerca de 33 milhões de pessoas vivem em situação de insegurança alimentar no País, não tendo o que comer todos os dias. A quantidade é quase o dobro da registrada no ano passado, quando 19 milhões de cidadãos estavam no mapa da fome.

Estas políticas sociais terão continuidade em seu governo, garantiu Eduardo Riedel Foto Assessoria

Os números pertencem ao 2º Inquérito Nacional sobre Insegurança Alimentar no Contexto da Pandemia da Covid-19 no Brasil, elaborado pela Rede Penssan (Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional) e executado pelo Instituto Vox Populi. A pesquisa revela que mais da metade (58,7%) da população brasileira convive com a insegurança alimentar em algum grau, seja leve, moderado ou grave, que é a situação de fome.

“Em Mato Grosso do Sul essa situação é menos grave pois, desde abril do ano passado, implementamos o programa ‘Mais Social’, que garante dignidade e alimentação adequada para famílias de baixa renda”, afirmou Eduardo Riedel, candidato do PSDB ao Governo do Estado.

Por meio da iniciativa, os beneficiários recebem R$ 300 mensais para comprar alimentos, produtos de higiene e até gás de cozinha. Em pouco mais de um ano de existência, o programa já atende mais de 80 mil famílias, em todos os municípios do Estado.

O programa cumpre um papel importante no atendimento das pessoas que mais precisam. Apesar de ter surgido na pandemia, o programa tem caráter permanente para garantir segurança alimentar e nutricional à população que vive em situação de vulnerabilidade social.

Idealizador dos programas sociais que ampararam a população carente de Mato Grosso do Sul nos períodos mais agudos da pandemia, e que permanecem ainda como políticas de Governo, Eduardo Riedel comemorou o sucesso da estratégia, que é apontada em todo o país como exemplo de ações na área da assistência social e distribuição de renda.

Segundo o candidato, estes programas serão fortalecidos e ampliados nos próximos anos, com o objetivo de quebrar o ciclo de desigualdade social no Estado. “Juntamente com a geração de empregos, e com a atração de novas indústrias ao Estado, nos próximos anos vamos estar atentos a necessidade de garantir o mínimo necessário para uma vida digna aos nossos cidadãos que ainda estão na base da pirâmide social”, afirmou.

Além do “Mais Social”, Riedel foi um dos arquitetos do “Energia Social: Conta de Luz Zero”, em que o Governo paga a conta de energia elétrica de 162 mil famílias, que consomem até 220kw/h por mês. Riedel também incentivou o “CNH MS Social” que arca com todos os custos para o beneficiário ter acesso a sua primeira carteira de habilitação, desde as aulas teóricas e práticas na autoescola, até as provas e exames no Detran-MS.

Estes programas beneficiam pessoas com renda mensal familiar per capita inferior a meio salário mínimo. “Vamos manter e ampliar programas sociais para levar dignidade a famílias carentes. Estas políticas terão continuidade”, garantiu Eduardo Riedel.

Entre as medidas capitaneadas por Eduardo Riedel no intuito de suavizar a crise para as populações mais carentes está a redução da conta de água aos consumidores de 68 cidades do Estado atendidas pela Sanesul. A tarifa mínima beneficiou 215 mil famílias e 40 mil comércios. Já a tarifa média teve redução de 3,13%.

Campo Grande tem 191 mil famílias endividadas

O índice de famílias endividadas em Campo Grande teve uma leve redução no mês de junho deste ano, registrando o número de 60% de endividados na Capital, contra 60,6% no mês de maio. Os dados são da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), realizada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

Em números absolutos são 191.535 famílias endividadas em junho na Capital

Segundo a pesquisa, os muito endividados somam 16,5% e os pouco endividados, 27,2%. O cartão de crédito continua como principal fonte de endividamento dos campo-grandenses (71,3%), seguido pelos carnês (23,7%), financiamento de casa (13,2%) e financiamento de carro (9,1%).

Em números absolutos são 191.535 famílias endividadas em junho, e desse total, 28% têm contas em atraso e 11,7% não terão condições de pagar as dívidas. O endividamento é maior para quem ganha até 10 salários mínimos (62,3%), dos que ganham acima (48,5%).

“A principal variação que notamos é no índice de famílias com contas em atraso, que caiu de 28,9% para 28%, o que é importante. Porém, os que estão com dívidas em atraso, a maioria (49,9%) já está há mais de 90 dias inadimplente”, observa a economista do Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento da Fecomércio MS (IPF-MS), Regiane Dedé de Oliveira.