O setor de serviços, principal segmento da economia de Campo Grande, registrou crescimento de 5,8% no mês de dezembro de 2022 de acordo com Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE). Os dados foram compilados pela Prefeitura Municipal de Campo Grande, por meio da Secretaria Municipal de Inovação, Desenvolvimento Econômico e Agronegócio (Sidagro) e publicado na edição fevereiro de 2023 do Boletim Econômico de Campo Grande.
IBGE mostra que Campo Grande fechou 2022 com índice de 3,1% de desocupação
No comércio, houve estabilidade. Com os dados de dezembro, a Sidagro estima que a variação do Produto Interno Bruto (PIB) tenha superado 4,5% no ano de 2022. Estes números se baseiam nos dados das Pesquisas Mensais de Serviços e Comércio do IBGE, e nos dados de arrecadação com ISSQN (Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza). A média nacional de crescimento do PIB foi de 2,9%.
“Mais uma vez vemos a importância do varejo para a economia de Campo Grande. Sabemos que o setor em Campo Grande é responsável por mais de 60% do PIB da Capital e 40% do PIB do Estado. Então, as políticas públicas que a Prefeitura de Campo Grande vem realizando no sentido de fomentar a Capital em hub logístico vem ao encontro da sua própria vocação”, explica o secretário municipal de Inovação, Desenvolvimento Econômico e Agronegócio, Adelaido Vila.
Outro ponto importante é que o cenário de crescimento econômico se reflete na geração de empregos e na baixa taxa de desocupação. No mês de janeiro foram mais 102 novas vagas com carteira assinada geradas, com destaque para construção civil, indústria e agropecuária. O último dado sobre desemprego divulgado pelo IBGE mostra que Campo Grande fechou 2022 com índice de 3,1% de desocupação, a segunda menor entre as capitais, o que poderia indicar uma situação de pleno emprego.
O pleno emprego é conhecido como o mais alto grau do uso de forças produtivas da economia, principalmente no uso de trabalho. Este processo é possível para uma economia em constante expansão. Este cenário é considerado na macroeconomia quando toda a mão-de-obra, qualificada ou não, pode ser empregada devido ao grande impulso que deixa a economia em equilíbrio. O pleno emprego não é um nível em que o desemprego é nulo, mas que atinja um nível satisfatoriamente baixo.
Para 2023, a Sidagro estima um crescimento do PIB municipal entre 2,0% e 2,5%. Apesar de menor do que o estimado para 2022, o número da capital sul-mato-grossense é bem superior ao 0,85% projetados para o Brasil.
Alta demanda por condomínios turbina consumo de gás natural em Campo Grande
Com o aumento da procura por moradia de qualidade e segurança em Campo Grande, o mercado imobiliário vem atravessando período de expansão com a construção civil aquecida, em especial puxado pelos condomínios verticais e horizontais. De carona, essa onda favorável vem estabelecendo ambiente de mercado competitivo, com aumento da oferta do gás natural.
Vista parcial de Campo Grande (Foto: Divulgação)
Em quase uma década, a demanda cresceu 386%, saltando de 2.985 unidades consumidoras registradas em 2014, para 14.524, ano passado. O saldo, de acordo com o presidente da MSGAS, Rui Pires dos Santos, evidencia a importância dessa fonte de energia segura e confiável para as famílias campo-grandenses.
Para o presidente do Secovi (Sindicato da Habitação de Mato Grosso do Sul), Geraldo Barbosa de Paiva, a expansão do gás natural está diretamente relacionada com duas importantes questões que precisam ser levadas em conta na hora de escolher moradia: segurança e confiança.
“Nós sabemos que a maioria dos acidentes registrados com incêndios e explosões está ligado ao gás GLP. Algumas pessoas não sabem instalar direito, não conhecem o processo de prevenção e isso pode causar uma série de acidentes graves, o que não acontece com o gás natural”, enfatizou.
Falando em confiança, o presidente do Secovi lembra que, com o gás natural, as pessoas não estão suscetíveis ao incômodo de estar cozinhando e acontecer de acabar o gás, por exemplo. “Isso causa uma certa frustração, um estresse desnecessário em quem está ali, na operação da culinária do seu lar”, salientou.
Com a desaceleração da economia durante a pandemia da Covid-19 no final de 2022, novos projetos saíram do papel e vêm consolidando o mercado cada vez mais promissor, impulsionado pela chegada de grandes incorporadoras, que estão apostando em plantas inovadoras na construção de condomínios-clubes oferecendo gama de serviços para seus clientes.
Com a construção desses empreendimentos, cada vez mais famílias estão sendo atraídas para um estilo de vida seletivo, que combina segurança, lazer e conforto dentro de seu condomínio. São áreas de lazer com campo de futebol, quadras de vôlei, tênis e futebol de salão, academias, salão de festas, sauna e piscina.
Exemplo do Condomínio-Clube Vitalitá,, localizado na região do Sóter. Com cerca de 2,5 mil moradores divididos em 768 apartamentos, o conjunto de torres oferece de tudo para garantir o conforto das famílias. De acordo com o síndico e morador, Luiz Fernando Villar, o fato de o condomínio ser abastecido de gás natural faz com que a questão da segurança esteja totalmente presente.
“Quando eu vim para cá, há seis anos e vi essa instalação, achei muito positivo. O sistema traz a obrigatoriedade de manutenção, o que torna tudo mais seguro. Com o outro tipo de gás, que fica armazenado em botijões, sempre tem o risco de vazamento, é muito mais perigoso. O gás encanado é um serviço prático e seguro”, afirmou.
As incorporadoras estão apostando cada vez mais em projetos modernos para atrair clientes que buscam cada vez mais fugir da violência e do cotidiano rotineiro casa-trabalho-casa. Para a diretora administrativa e financeira da HVM Incorporadora, Alice Bueno, a busca por inovação e tecnologia tem sido algo bastante comum hoje em dia, inclusive no segmento imobiliário. E para essa nova realidade, as incorporadoras têm buscado incluir no portfólio, imóveis que possam atender esse novo perfil, e que unam inovação, tecnologia, segurança e sustentabilidade.
De acordo com Alice, um dos itens que compõem essa diferenciação é a utilização do gás natural. “Nós aqui da HVM, utilizamos o gás natural em todos os nossos empreendimentos, pois além de ser muito seguro, não há desperdício, havendo o aproveitamento total do gás e gerando muito menos resíduo, tornando seu impacto ambiental também muito menor”, concluiu.
A expansão do gás natural residencial é resultado da consolidação de Campo Grande como um destino cada vez mais desejado para aqueles que buscam um estilo de vida de qualidade em um ambiente seguro, confortável e confiável para suas famílias.
A expansão do mercado imobiliário tem impactos positivos na economia da cidade, gerando emprego, renda e movimentando o comércio local. Com a demanda crescente por moradias de qualidade, a tendência é que a expansão do uso de gás natural residencial na cidade continue nos próximos anos, impulsionando ainda mais o desenvolvimento econômico e social de Campo Grande (MS).
O gás natural é uma fonte de energia limpa e segura, que oferece uma série de vantagens em relação a outras fontes de energia. Ao contrário do GLP, o gás natural é transportado através de tubulações subterrâneas, o que reduz significativamente o risco de vazamentos e explosões. Além disso, é mais leve que o ar, o que significa que, em caso de vazamento, ele se dispersa rapidamente, minimizando os riscos para os moradores.
O cooperativismo é um dos setores que mais cresce na economia de Mato Grosso do Sul, respondendo pelo menos por 60% dos empreendimentos implantados nos últimos anos. Atualmente o Sistema OCB MS (Sindicato e Organização das Cooperativas Brasileiras de Mato Grosso do Sul) reúne 125 cooperativas no Estado e mais de 390 mil cooperados. Além disso garante pelo menos 11 mil postos de trabalho no Estado.
Verruck destacou o avanço das cooperativas no interior Foto Divulgação
Esta força da união pôde ser constatada no Encontro Estadual de Cooperativismo do Sistema OCB MS, realizada nesta quinta-feira (24).
O evento contou com a abertura do secretário de Estado de Meio Ambiente, Produção, Desenvolvimento Econômico e Agricultura Familiar (Semagro), Jaime Verruck. Ele destacou a força do cooperativismo no desenvolvimento do Estado. “O cooperativismo de MS é um dos maiores investidores do Estado, respondendo por pelo menos 60% dos empreendimentos instalados nos últimos anos”, enfatizou.
A união do segmento também foi destacada pelo secretário. “O cooperativista olha o seu cooperado como ele olha a sua empresa, o seu sistema de gestão. E nós aqui do Estado, buscamos recentemente atender uma demanda do setor, um pedido tributário. Por isso nós publicamos um Decreto permitindo que a OCB também passe a compor o Tribunal Administrativo Tributário (TAT) para fazer a defesa da tributária das cooperativas do estado de Mato Grosso do Sul”, citou.
Verruck destacou o avanço das cooperativas no interior. “Por onde andamos nos municípios estão abrindo uma Sicredi, o Sicoob, está instalando uma unidade da COAMO, está abrindo uma nova estrutura de armazenagem da Copasul, enfim, inúmeros investimentos do cooperativismo no Estado. E sempre contando com o apoio do Governo, seja com incentivo fiscal, outros investimentos privados às vezes pelo FCO (Fundo Constitucional do Centro-Oeste). Então, isso é um esforço de vocês de tomarem a decisão e obviamente propiciando o excepcional crescimento do segmento”, concluiu.
Pesquisa da Real Time Big Data mostra queda acentuada do capitão aposentado na corrida eleitoral
O candidato do PRTB ao Governo do Estado, Capitão Contar, desabou 7 pontos percentuais na pesquisa Real Time Big Data, divulgada nesta segunda-feira (24) pela Rede Record. Enquanto isso, seu adversário, Eduardo Riedel (PSDB), da Coligação Trabalhando por um Novo Futuro (Número 45), subiu 7%.
Riedel cresce em todos os recortes da pesquisa e Contar cai neste segundo turno Foto Divulgação
Os dois candidatos aparecem empatados na pesquisa estimulada, com 46%, cada. Brancos ou nulos somaram 4% e 4% não sabem ou não responderam. Votos brancos e nulos somaram 6%, o mesmo percentual de quem não respondeu.
Ambos têm 50% das intenções de votos no levantamento referente aos sufrágios válidos, conforme é contabilizado pela Justiça Eleitoral, com a exclusão dos votos nulos e brancos.
Os dois candidatos aparecem empatados na pesquisa estimulada, com 46%, cada. Brancos ou nulos somaram 4% e 4% não sabem ou não responderam. Votos brancos e nulos somaram 6%, o mesmo percentual de quem não respondeu.
Ambos têm 50% das intenções de votos no levantamento referente aos sufrágios válidos, conforme é contabilizado pela Justiça Eleitoral, com a exclusão dos votos nulos e brancos.
Os números da Real Time Big Data mostram que Eduardo Riedel se encontra em linha ascendente, enquanto que o Capitão Contar, que chegou ao segundo turno na primeira colocação, está em queda constante. Na primeira pesquisa, no dia 10, ele aparecia com 55%, contra 45% de Eduardo Riedel.
Na sequência, em 18 de outubro, o Capitão tinha a preferência de 57% dos eleitores, enquanto que 43% declararam voto em Eduardo Riedel. Na pesquisa divulgada nesta segunda-feira, tanto o militar aposentado quanto o tucano têm 50% das intenções de voto.
Da análise dos números é possível concluir que Eduardo Riedel cresceu 7 pontos percentuais entre os dias 18 e 24 de outubro, enquanto que Contar apresentou o mesmo índice, só que a menor.
Estimulada
Na pesquisa estimulada, ambos aparecem com 46% das intenções de votos. Nesse quadro, Capitão Contar teve queda de 4 pontos percentuais entre os dias 18 e 24 de outubro, ao mesmo tempo em que Eduardo Riedel cresceu 8 pontos percentuais. Votos brancos, nulos e de eleitores que não souberam responder somam 4%.
No recorte que leva em consideração a renda dos eleitores, Capitão Contar tem 50% dos votos de quem ganha entre dois e cinco salários mínimos. Aqueles que recebem até dois salários são 42% do seu eleitorado, e 47% ganham mais de cinco salários.
Já Eduardo Riedel tem 49% dos votos de eleitores que ganham até dois salários mínimos, 43% dos que ganham entre dois e cinco salários, e 45% dos que têm renda superior a cinco salários mínimos.
O Instituto ouviu 1000 pessoas nos dias 21 e 22 de outubro. A pesquisa está registrada com o número MS-01621/2022. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos e tem intervalo de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número MS-01621/2022.
Em números absolutos, são 198.005 famílias endividadas em setembro na Capital
Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), realizada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), referente a setembro, mostra que houve um aumento no número de famílias endividadas em Campo Grande pelo segundo mês consecutivo.
O cartão de crédito segue na liderança como principal fonte de endividamento dos campo-grandenses
Em setembro deste ano o percentual atingiu 61,9% de endividados na Capital, contra 59,7% no mês de agosto.
Em números absolutos, são 198.005 famílias endividadas em setembro, seja com cartões de crédito, cheque especial, cheque pré-datado, crédito consignado, carnês de lojas, financiamento de carro ou casa. Os endividados com contas em atraso correspondem a 27,7% dos entrevistados e os que não terão condições de pagar as dívidas somam 12,6%.
O cartão de crédito continua na liderança absoluta como principal fonte de endividamento dos campo-grandenses (67,2%), seguido pelos carnês (20,5%). Financiamento de carro (9,3%), financiamento de casa (8,1%) e crédito pessoal (8,1%) vêm logo em seguida.
“Apesar do aumento, percebemos que o índice dos muito endividados é de 15,6% e o de pouco endividados é de 27,7%, um número considerável. O percentual de quem ganha até 10 salários mínimos é ainda maior (63,8%), o que demonstra o impacto do endividamento e dos juros elevados no orçamento das famílias de menor renda”, afirma a economista do Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento da Fecomércio MS (IPF-MS), Regiane Dedé de Oliveira.
Nova pesquisa de intenção de votos do instituto Real Time Big Data foi divulgada nesta segunda-feira, 5 de Setembro e mostra os três primeiros colocados empatados tecnicamente
O Portal Metropoles divulgou nesta segunda-feira (5) a nova rodada da pesquisa RealTime Big Data, que mostra crescimento do ex-secretário de infraestrutura e governo Eduardo Riedel (PSDB), embolando a disputa pelo governo do Estado com o ex-governador André Puccinelli (MDB) e o ex-prefeito da Capital, Marquinhos Trad (PSD).
Riedel cresceu de 14% para 17% desde a última pesquisa, divulgada no dia 24 de agosto
Considerando a margem de erro, de três pontos percentuais para mais ou para menos, há um empate entre Riedel, Puccinelli e Trad. Sendo que o tucano cresceu de 14% para 17% desde a última pesquisa, divulgada no dia 24 de agosto, André oscilou de 21% para 22% e Trad se manteve com 18%.
A deputada federal Rose Modesto (UB) tem 13%, o deputado estadual Capitão Contar (PRTB) aparece com 11%, e a advogada Giselle Marques (PT) com 5%. Os eleitores que declaram voto em branco ou nulo somaram 6%. Outros 8% não sabem em quem vão votar.
Na pesquisa espontânea, quando não são apresentados nomes aos eleitores, o número de indecisos é de 40%. André tem 14%, Trad 10% e Riedel 8%. Rose e Contar aparecem com 5% e os demais com 3%. Branco e nulos somam 11%.
A pesquisa ouviu 1 mil eleitores entre os dias 2 e 3 de setembro, tem 95% de índice de confiança e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob número MS-08696/2022.
Pré-candidato ao Governo do Estado, Eduardo Riedel cresce e tem a menor rejeição e continua em ritmo de crescimento acelerado na preferência do eleitor. Já o ex-prefeito perdeu 7,22% das intenções de voto no Estado, na Capital a queda foi de 11.16%
O ex-prefeito de Campo Grande, Marquinhos Trad, despencou na preferência do eleitorado na corrida pelo Governo do Estado, segundo a mais recente pesquisa feita pelo Instituto Novo Ibrape entre julho e agosto, que ouviu 2.100 sul-mato-grossenses em 28 municípios.
O comparativo das pesquisas feitas pelo Instituto entre abril e julho mostra claramente a queda de Marquinhos depois que denúncias de crimes sexuais contra o ex-prefeito de Campo Grande se tornaram públicas. No período, o ex-prefeito perdeu 7,22% das intenções de voto no Estado (de 25,04% das intenções de voto para 17,82%). Na Capital, a queda foi de 11.16% no mesmo período (de 36,23% para 25.07%). Por outro lado, o pré-candidato ao Governo pelo PSDB, Eduardo Riedel, mostra crescimento contínuo no mesmo período, de 10,77% para 14,68%.
Riedel ostenta a menor rejeição entre todos os pré-candidatos ao Governo do Estado, com apenas 4%. A maior rejeição é do ex-governador André Puccinelli (19,6%). Ele é seguido por Marquinhos Trad (11,2%) e Capitão Contar (7,9%).
Segundo a pesquisa, Riedel continua em ritmo de crescimento acelerado na preferência do eleitor e ultrapassou Rose Modesto, assumindo de vez a terceira colocação, com 14,3%, atrás apenas de André Puccinelli, com 23,8% e Marquinhos Trad, com 17.8%. Apesar da terceira colocação, Riedel é o candidato com a maior perspectiva de crescimento no cenário estadual.
Rose aparece na pesquisa com 14,1%, seguida de Capitão Contar (8%) e Gisele Marques (1,7%). Entre os ouvidos, 9,2% disseram que não votarão em nenhuma nas opções, e 11% estão indecisos.
Outra excelente notícia para a candidatura de Riedel é a liderança da ex-ministra Tereza Cristina na disputa pelo Senado. Parceira de Eduardo desde a primeira hora, a ex-ministra do presidente Jair Bolsonaro lidera a corrida para o Senado.
Espontânea
O eleitor sul-mato-grossense, porém, parece estar bem indeciso ainda. Na entrevista espontânea, quando o pesquisador não apresenta os nomes dos candidatos, 82,09% das pessoas abordadas declarou que ainda não sabe em quem vai votar.
Senado
Se as eleições fossem hoje, Tereza Cristina (PP) seria eleita senadora por Mato Grosso do Sul. Ela continua com larga vantagem em relação aos demais candidatos.
Odilon de Oliveira (PSD) ocupa a segunda posição, com 19,7% das intenções de voto, enquanto Luiz Henrique Mandetta (União) tem a simpatia de 9,8% do eleitorado, conforme a amostragem.
Com Margem de erro 2% e intervalo de confiança 95%, a pesquisa foi registrada no TSE sob os números MS-02567/2022 e BR-00672/2022.