Pesquisa confirma que 2025 começa bem para Eduardo Riedel

Gestor tucano entra em seu terceiro ano de mandato com índice recorde de aprovação ao governo

Divulgada no final de semana, a pesquisa IPR-Correio do Estado sobre avaliação dos campo-grandenses para a gestão e o gestor de Mato Grosso do Sul encaixou-se com peça perfeita na montagem do quebra-cabeças deste início de exercício político-administrativo em Mato Grosso do Sul. Tanto o governador Eduardo Riedel (PSDB) como seu governo estão muito bem avaliados, com marcas recordes.

Riedel: gestão aprovada, de bem com o povo e confiança revigorada

O Instituto de Pesquisas Resultado (IPR) ouviu 412 moradores de Campo Grande entre os dias 20 e 22, com, 4,9% na margem de erro e 95% de grau de confiança. Os entrevistados são todos eleitores a partir dos 16 anos, de ambos os sexos e escolhidos aleatoriamente. A gestão de Riedel é aprovada por uma larga maioria (76,46%). Apenas 12,14% reprovam e os que não souberam ou não quiseram responder são 11,41%.

Para 38,35% dos moradores da Capital sul-mato-grossense Riedel faz uma boa gestão, enquanto 5,58% a consideram ótima. Os que a taxam regular são 36,41%, ao passo que 3,40% a classificam de ruim e 4,85% que é péssima; 11,41% não sabem ou não quiseram responder. Para o diretor e coordenador do IPR, Aruaque Fressato Barbosa, os números demonstram que a população reconhece a capacidade de Riedel como gestor, dando a ele mais de 76% de aprovação.

“Digo isso porque, no sentido positivo, a aprovação dele foi de mais de 76%. Se você pegar a avaliação do presidente Lula, o resultado é quase o inverso”, comparou Barbosa. Ele observou ainda que os 76% de Riedel ficam ainda mais gigantescos diante dos 26,28% de aprovação atribuídos a Lula. Esta opinião é compartilhada nos vários segmentos políticos, sociais e econômicos que registram a afirmação cada vez maior de Mato Grosso do Sul no cenário nacional de crescimento e qualidade de gestão.

Fundect investiu R$ 66 milhões em 2022 com pesquisas, editais e inovações

A Fundect (Fundação de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino, Ciência e Tecnologia do Estado de Mato Grosso do Sul) apresentou o Relatório de Gestão de 2022 com os principais resultados alcançados no ano passado. Os dados já foram aprovados pelo Conselho Superior da instituição e agora seguem para análise do TCE (Tribunal de Contas do Estado). Foram investidos R$ 66 milhões realizados em bolsas para pesquisadores, financiamento de projetos de pesquisa, eventos científicos, dentre outras ações estratégicas.

Dentre as chamadas inovadoras, realizadas pela Fundect em 2022, estão o edital MS Carbono Neutro explica Márcio Pereira, diretor-presidente da Fundect (Foto: Adriano Boeno)

“Os recursos consolidam o maior ciclo de investimentos na história da Fundação. Com os R$ 66 milhões do ano passado, atingimos a marca de R$ 182 milhões investidos em oito anos, valor que representa 67% do total de recursos nos 25 anos de existência da Fundect”, explica Márcio Pereira, diretor-presidente da Fundect.

Os investimentos asseguraram destaque nacional para a Fundect, pois colocam a instituição entre as principais financiadoras de ciência, tecnologia e inovação do país. “Atualmente, lideramos o ranking de investimento em bolsas de doutorado e mestrado, segundo o Confap (Conselho Nacional das Fundações de Amparo à Pesquisa), e estamos entre os estados que mais avançaram na aplicação de recursos em ciência, tecnologia e inovação”, completa Pereira.

Editais 

Dentre as chamadas inovadoras, realizadas pela Fundect em 2022, estão o edital MS Carbono Neutro, que garantiu aporte de R$ 8 milhões em recursos próprios para pesquisas de redução das emissões de Gases de Efeito Estufa, e o edital Chamada Universal 2021 – ODS, que apoia 68 projetos, com um montante de R$ 10 milhões, para ajudar o Estado no desafio de alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU.

Outro edital importante foi o Mulheres na Ciência Sul-Mato-Grossense, que garantiu investimentos de R$ 2 milhões em 26 projetos liderados por pesquisadoras mulheres, apoiando a busca pela igualdade de gênero na ciência.

Apoio a startups

A Fundect lançou, em parceria com a FINEP e o CNPq, a segunda edição do Programa Centelha MS, além da segunda edição do Programa TecNova. Foram investidos R$ 9,8 milhões, abarcando 97 novas startups. Também foi investido cerca de R$ 1 milhão para apoiar projetos de bioeconomia, por meio de empreendedores, nas áreas de Bioinsumos, Tecnologia de Alimentos e Tecnologia para a Sustentabilidade do Agronegócio.

Bolsas 

Pesquisadores de todo o Estado e de diversas instituições receberam apoio para realização de pesquisas por meio da concessão de bolsas. Para estudantes de escolas públicas, por exemplo, foram apoiados 150 projetos e repassadas 800 bolsas. Já no programa de Estágio Supervisionado e Capacitação Técnica foram abertas 250 vagas de estágio para atender às demandas de organizações públicas do Mato Grosso do Sul, dentre as quais Fundações, Agências e Secretarias do Estado. O total de investimento foi de R$ 13 milhões em bolsas e capacitação aos estudantes.

Já no programa de Programa de Desenvolvimento da Pós-Graduação, 92 programas de pós-graduação stricto sensu do Estado foram atendidos com bolsas de mestrado, doutorado e pós-doutorado, totalizando aproximadamente R$ 4 milhões da CAPES e R$ 10 milhões do Governo do Estado em recursos.

Confira aqui o Relatório de Gestão 2022 completo.

Confiança dos empresários do comércio volta a subir na Capital

Pesquisa aponta que, para 42,6% dos empresários ouvidos, a condição atual da empresa melhorou

O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) registrou um aumento em Campo Grande, neste mês de abril. De acordo com a pesquisa da Confederação Nacional do Comércio (CNC), o índice alcançou neste mês 119,9 pontos, ante os 117,6 de março, um crescimento de 2%.

Dia das Mães é uma data sazonal muito favorável para o comércio (Foto: Divulgação)

Dados da pesquisa apontam que, para 42,6% dos empresários ouvidos, a condição atual da empresa melhorou um pouco. Sobre a expectativa para a economia brasileira, 36,7% acreditam que vai melhorar um pouco e 36,1%, que vai melhorar muito. Já em relação à expectativa de contratação de funcionários, a maioria (55,6%) pretende aumentar um pouco e 21,8% aumentar muito.

“Estamos nos aproximando do Dia das Mães, uma data sazonal muito favorável para o comércio, considerada o segundo Natal, e isso pode influenciar na perspectiva mais favorável do empresário. Nossa pesquisa de intenção de consumo e comemorações para o período aponta uma movimentação financeira bem maior do que no ano passado, não apenas na Capital, mas em todo o Estado”, explica a economista do Instituto de Pesquisa da Fecomércio MS (IPF-MS), Regiane Dedé de Oliveira.

Observatório do Turismo de Bonito automatiza pesquisa de fluxo do destino

O Observatório do Turismo e Eventos de Bonito (OTEB) iniciou no feriado da Semana Santa a automatização na aplicação de pesquisas de demanda turística no destino, trabalho que realiza desde 2016 em convênio com a Fundação de Turismo de Mato Grosso do Sul (Fundtur). Além do formulário impresso, as pesquisadoras passam a contar com o preenchimento do questionário via celular e o turista tem a opção de responder posteriormente pelo QR Code.

A renovação do convênio com a Fundtur permitirá a realização do trabalho até março de 2024

O OTEB foi criado em 2015 pelo Bonito Convention & Visitors Bureau (BCVB) para identificar o perfil e os hábitos do turista, a quantidade de visitantes a Bonito e região, de onde vêm, os passeios realizados, dias de permanência no destino, movimento aéreo e os reflexos dessa demanda na economia local. Os boletins são divulgados mensalmente apontando tendências e informações relevantes, cujos dados subsidiam a cadeia produtiva e os gestores públicos.

Segundo a coordenadora Janaina Mainchein, o acompanhamento realizado pelo observatório permite atualizar, de uma forma informativa e clara, o direcionamento do turismo local conforme os reflexos do mercado, embasando as tomadas de decisões de empresários, profissionais da área e o poder público em todas as esferas. As pesquisam apontam, por exemplo, a retomada do turismo pós-pandemia, com registro de recordes de visitantes ao destino.

Inteligência da informação

O diretor-presidente da Fundtur, Bruno Wendling, destacou o trabalho realizado pelo Observatório do Turismo e afirmou que apoiar o Bonito Convention é ter a certeza de que a geração de resultados compilados nas variantes do turismo no destino continuará fornecendo informações valiosas para a fundação tomar decisões com base na inteligência da informação e de mercado. “Os dados do OTEB são fundamentais para trabalharmos Bonito e região”, citou.

A renovação do convênio com a Fundtur permitirá a realização do trabalho até março de 2024, o qual faz parte do projeto do Bonito Convention aprovado em edital, contando ainda com o apoio da prefeitura de Bonito, Conselho Municipal de Turismo e do trade. Ainda em fase de testes, o sistema automatizado foi iniciado no período de 6 e 9 de abril e os ajustes identificados serão feitos nos próximos meses, já com implantação do sistema offline.

A nova ferramenta dará agilidade ao levantamento com a transferência direta das informações compiladas para a Plataforma de Inteligência Turística do Mato Grosso do Sul, implantada pela Fundtur em parceria com a Federação do Comércio, Bens, Serviços e Turismo do Mato Grosso do Sul (Fecomércio), eliminando o questionário impresso e o trabalho manual. Os dados fornecidos pelo turista não serão utilizados individualmente, mas de forma agrupada.

Para ter acesso a todos os trabalhos realizados pelo OTEB, visite: www.otbonito.com.br.

Produtos tradicionais para Semana Santa e Páscoa apresentam variação de até 119,86% no preço

Pesquisa realizada pelo Procon/MS para orientar a população de Mato Grosso do Sul levantou informações sobre preços de pescados e chocolates, produtos tipicamente consumidos na Semana Santa e Páscoa.

Em relação aos pescados foram verificados os valores praticados para venda ao consumidor em cinco estabelecimentos atacadistas, cinco varejistas e em oito peixarias, localizados em diferentes regiões de Campo Grande.

O levantamento de dados foi realizado entre os dias 16 e 23 de março (Foto Álvaro Rezende )

Os peixes que tiveram a maior variação de preço na pesquisa realizada nos mercados varejistas referem-se ao bacalhau COD. Este foi encontrado com o preço de R$ 120,90 kg no Carrefour (avenida Afonso Pena, 4.909 – Bairro Santa Fé) e no mercado Comper (Rua Brilhante, 2.670 – Vila Bandeirantes) o preço encontrado foi de R$ 189,98 kg, o que representa uma variação de 57,14%.

A menor variação encontrada nos varejistas se relaciona ao quilo do salmão inteiro cujo menor preço é encontrado no Pão de Açúcar (Rua Maracaju, 1.427 – Centro) por R$ 72,99 enquanto que no Carrefour pode ser encontrado por R$ 79,99, o que representa a variação de 9,59%.

O levantamento de dados foi realizado entre os dias 16 e 23 de março, e foi constatado que a maior variação de preços, que chega a 119,86%, encontra-se entre os estabelecimentos varejistas, onde o quilo do bacalhau do Porto pode ser encontrado por R$ 120,90 no Carrefour e por R$ 54,99 no Pão de Açúcar.

A menor variação encontrada nos varejistas é do pintado de cativeiro em postas, embalagem com 800g cujo menor preço é encontrado no Supermercado Pires (Rua Fátima do Sul, 121 – Bairro São Jorge da Lagoa) por R$ 34,98 enquanto no Legal Supermercado (Avenida José Nogueira Vieira, 1673 – Bairro Tiradentes) pode ser encontrado por R$ 39,90, o que representa a variação de 14,07%.

Nos mercados atacadistas, onde foram pesquisados cinco estabelecimentos, a maior variação foi com relação ao filé de merluza, embalagem com 800g cujo maior preço foi de R$ 54,99, no Morena Atacadista (Avenida Amaro Castro Lima, 764 – Nova Campo Grande) enquanto o menor preço registrado foi no Atacadão (Avenida Consul Assaf Trad, 3.671 – Bairro Morada Verde) por R$ 34,90 – o que representa uma variação de 57,56%.

Já a menor variação é relacionada ao filé de salmão, que foi encontrado por R$ 109,00 no Fort Atacadista (Rua São Borja, 586 – Vila Rica) e por R$ 114,00 no Assaí Atacadista (Avenida Fábio Zahran, 7 919 – Jardim América).

Também foram pesquisados os preços em oito peixarias, constatando como maior variação de preço, 61,79% no quilo da sardinha eviscerada, que é encontrada na Peixaria Matias (Rua Trindade, 07 – Jardim Paulista) por R$ 21,00 enquanto que na Peixaria Moura (Avenida Guaicurus, 4321  e 4667 – Jardim Colibri) o quilo é vendido por R$ 12,98.

A menor variação de preço, se deu com relação a sardinha inteira limpa, que é encontrada pelo menor preço na Peixaria Aero Rancho (Avenida Presidente Tancredo Neves, 1.221 – Aero Rancho) por R$ 12,99 e por R$ 12,98 na Peixaria Moura (Avenida Guaicurus, 4.321) – o quilo – , o que representa uma pequena variação de 0,08%.

Também tradicionais para a época, produtos de chocolate foram objeto de pesquisa de comparação de preços tanto entre estabelecimentos varejistas como atacadistas.

No primeiro caso, a maior variação registrada diz respeito ao ovo “Tortuguita Confeitos” de 120g, que custa R$ 57,90 no Comper (Rua Brilhante, 2670 –  Vila Bandeirantes) e R$ 27,90 no Carrefour, o que representa diferença de 107,53%.

O ovo “Princesas” (120g) da fabricante Arcor foi o que teve a menor variação de preço, de 2,98%, e pode ser encontrado na Americanas (Rua Marechal Rondon, 1.336 – Centro) por R$ 39,99 e no Carrefour por R$ 41,18.

Quatro produtos não sofreram qualquer variação de preços entre mercados varejistas abordados na pesquisa. São eles o ovo Nestle Surpresa Dino Eggs 204g (R$54,99), chocolomba Gotas de Chocolate da Bauducco 700g (R$32,99), colomba Pascal de frutas cristalizadas Bauducco 700g (R$32,99) e colomba Pascal Visconti + Chocolate 450g (R$22,99).

Já nos mercados atacadistas, a maior variação de preço foi encontrada para o produto ovo “Tortuguita Brigadeiro” (120g), que é comercializado no Atacadão por R$ 48,90 e no Fort Atacadista por R$ 27,95 o que representa uma diferença de 74,96%.

A menor variação nos atacadistas foi encontrada no ovo “Tripla Camada Avelã”, encontrado em dois atacadistas. No Atacadão, o chocolate pode ser encontrado pelo preço de R$ 68,90 enquanto que no Fort Atacadista ele é comercializado por R$ 67,90, uma diferença de 1,47%.

Os preços pesquisados podem passar por variações, uma vez que os estabelecimentos comerciais, via de regra, realizam promoção ou as suspendem de acordo com sua própria conveniência.

Veja logo abaixo as tabelas completas das pesquisas:

Ovos de Páscoa – varejo
Ovos de Páscoa – atacado
Peixes – varejo
Peixes – atacado
Peixes – peixaria

Peixarias apresentam variação de até 130% nos preços

A maior variação foi encontrada no valor do quilo da sardinha em peixaria do Jardim Colibri e Vila Gomes

O Procon Campo Grande encontrou variação de até 130,35% no valor do quilo do pescado em peixarias na Capital. A pesquisa foi realizada com 15 produtos entre os dias 20 a 22 de março em função do alto consumo da proteína na Páscoa.

Segundo a superintendência, a pesquisa vem de encontro com a preocupação da Subscretaria com a variação do preço do pescado neste mês de março, muito apreciado em virtude da Quaresma, costume cristão de não consumir carne vermelha durante os 40 dias que antecedem a Páscoa, ou na Sexta-feira Santa.

A maior variação, de 130,35% foi encontrada na Sardinha, com o menor preço de R$ 12,98 na Peixaria Moura e o maior preço de R$ 29,90 na Peixaria Peixe Sul. Seguido do Camarão Rosa, sendo o valor mais caro de R$ 160,00 na Peixaria Rio Sul e o menor 87,50 na Peixaria Aero Rancho, uma variação de 82,86%

“Nós sempre orientamos que os consumidores façam pesquisa de preço antes de comprarem o produto porque sempre há variação de um local para o outro, além de promoções pontuais que eles possam aproveitar”, finaliza o Subsecretário de Proteção e Defesa do Consumidor, Cleiton Thiago de Almeida Pereira.

Confira a pesquisa na íntegra: Pesquisa pescado

 

Procon detecta variação de preços de combustíveis em duas rotas da Capital

Duas rotas foram percorridas por equipes do Setor de Pesquisas do Procon-MS (Secretaria Executiva de Orientação e Defesa do Consumidor), nos dias 13  e 14  de março, verificando os preços praticados na comercialização de combustíveis. Desta vez,  foram visitados 14 postos de combustíveis na região da saída para a Avenida Três Barras e 23 na saída para Cuiabá, em Campo Grande.

Como nas demais pesquisas, foram verificados preços de gasolina, etanol e diesel S 500 e S 10, totalizando oito tipos de produtos, nas modalidades comum e aditivado, para pagamento tanto à vista – em dinheiro, como por meio de cartões de crédito e de débito.

Na rota de saída para Três Barras, a maior variação foi de 10,57% do etanol comum, com pagamento no dinheiro, débito e crédito, sendo o maior valor de R$ 4,08 no Auto Posto El Cielo  (rua Brasilândia, 36 – Tiradentes)  e o menor valor de R$ 3,69 nos Auto Posto Nações Indígenas (avenida Afonso Pena,7144 – Altos da Afonso Pena) Posto Caravagio (avenida Zilá Corrêa Machado,11 640 – Maria Aparecida  Pedrossian), Posto dos Poderes – Postinho – (avenida do Poeta Manoel de Barros, 990) e Posto Parada 67 ( rua Joaquim Murtinho, 10 557 – Vivendas do Bosque).

A menor variação foi de 4,22% do etanol aditivado para o pagamento no dinheiro e débito, sendo o maior valor de R$ 3,95 no Posto Tereré  (avenida Afonso Pena, 5264), e o menor valor de R$ 3,79 no Posto União Locatelli  (avenida Eduardo Elias Zahran, 2279 – Vila Santa Dorothéia). Nesta rota pesquisada não foram encontrados em oferta os produtos: diesel S500 aditivado. É oportuno destacar que os valores sem variação 0,00%, Diesel S10 aditivado, são comercializados em apenas um estabelecimento Posto Tereré (avenida Afonso Pena, 5 264).

 Saída para Cuiabá

Nesta rota foram visitados 23 postos de combustíveis, nos dias 13 e 14 de março, focando preços nas diversas modalidades de pagamento, dos mesmos produtos verificados na  anterior. A maior variação foi de 10,84% relacionada ao etanol comum, com pagamento no crédito, sendo o maior valor de R$ 4,09 Posto Danúbio Derivados de Petróleo (avenida Carlinda Pereira Contar, 2 679, Bairro Danúbio Azul) e o menor valor de R$ 3,69 no Posto Liberdade Locatelli (avenida  Coronel  Antonino, 902).

A menor variação foi de 1,34% em relação ao etanol aditivado para o pagamento no dinheiro e débito, sendo o maior valor de R$ 3,79 nos Posto Locatelli Mãe e Filha ( rua Ceará 1 661), Posto Carandá Bosque (rua Vitório Zeola 810), Posto Figueira (avenida Coronel Antonino, 3 514 Bairro Mata do Jacinto) e Posto Trokar II (avenida  coronel Antonino, 1846 – Vila Lucinda), e o menor valor de R$ 3,74 no Auto Posto Milênio Ltda (Rua Bahia, 1408 Vila Rosa).

Pesquisa Completa – Avenida Três Barras
Pesquisa Completa – Saída de Cuiabá

Pesquisa registra variação de 21,75% nos preços de combustíveis na região Central

Em ação realizada na última terça-feira (7) em 28 postos de combustíveis na região central de Campo Grande, a equipe do setor de pesquisas do Procon-MS verificou preços de oito tipos de combustíveis para venda ao consumidor no pagamento nas modalidades à vista – em dinheiro – e com utilização de cartões de débito e de crédito.

Os produtos que tiveram os preços pesquisados foram  gasolina, etanol e diesel S500 e S10 nas modalidades comum e aditivado. Na rota da região central, a maior variação foi de 21,75%  e está relacionada à gasolina aditivada, com pagamento no crédito. O maior valor registrado foi de R$ 6,27 no Posto Santa Rita de Cássia  (avenida Calógeras 583) e o menor valor de R$ 5,15 no Posto Alloy (avenida Fernando Corrêa da Costa 630).

A menor variação foi de 7,81% do diesel S10 comum para o pagamento no dinheiro e débito, sendo o maior valor de R$ 6,35 no Posto WA (Rua Tonico Carvalho, 375) e o menor valor de R$ 5,89 no Auto Posto 2017 Ltda  (avenida Calógeras, 2650), no Auto Posto Afonso Pena (avenida Afonso Pena, 2179) e Auto Posto Master (avenida Calógeras, 1673).

Comparativo

É oportuno destacar que as maiores variações levando-se em consideração os valores praticados  no dia 27 de janeiro e os atuais, foram de 6,88% da gasolina comum e 6,80% da gasolina aditivada para pagamento nas modalidades dinheiro e débito. Quanto a menor variação foi de 1,08% do etanol comum no dinheiro e débito.

Destacamos que dos oito itens comparados, quatro (diesel S500 comum, diesel S500 aditivado, diesel S10 comum e diesel S10 aditivado), apresentaram decréscimo nos preços nas modalidades de pagamento em dinheiro, débito e crédito.

Confira a Pesquisa Completa

Comparativo dos Preços

Preço do material escolar tem variação de até 433% em Campo Grande

Pesquisadores do Procon levantaram os valores de 230 itens em 10 livrarias e papelarias

O preço do material escolar tem variação de até 433% em Campo Grande (MS). A constatação é do Procon da Capital em pesquisa realizada entre os dias 23 e 21 de Janeiro com mais de 230 itens em 10 livrarias e papelarias da Capital.

A constatação é do Procon da Capital em pesquisa realizada entre os dias 23 e 21 de Janeiro

Segundo a Superintendência, a maior variação, de 433%, foi de um apontador de Lápis com depósito de um furo – marca Cis, sendo o menor preço de R$ 0,75 na Livraria e Papelaria Franco e o maior preço de R$ 4,00 na Livromat Livraria e Papelaria.

Em seguida, outra variação alta foi de 369%, no item Régua Plástica 30cm – marca Waleu, com o menor preço de R$ 0,85 na Papelaria Brasil e o maior preço de R$ 3,99 no Shop Tudo Papelaria.

Assim como todos os anos, as listas de material escolar geram dúvidas e alguns transtornos para os consumidores. Por esse motivo é no início do ano letivo que os pais e responsáveis precisam começar os planejamentos de seus orçamentos.

Outros produtos com variações altas:

317%, Lápis Preto – marca BRW – HB Evolucion n°2, com borracha;

227%, Lapiseira 0.7mm – marca Cis-Prof.;

264%, Apontador de Lápis com depósito, com um furo – marca Faber Castell.;

257%, Lápis Preto – BRW, HB Evolucion n.2, sem borracha;

236%, Lapiseira 0,5mm – marca Pilot;

221%, Caneta Esferográfica 1.0 – azul/preta/vermelha;

204%, Marca Texto – marca Cis-Lumini.

Material escolar é todo item de uso exclusivo e restrito ao processo didático-pedagógico e aprendizagem. A lista de material escolar deve conter apenas itens que o aluno utilizará individualmente para execução de atividades. Não se incluem como material escolar itens utilizados em outras atividades que não sejam de ensino, como por exemplo: limpeza, alimentação fantasias de época ou recreações, ainda que sejam utilizados exclusivamente pelo aluno.

É preciso estar atento aos itens que costumam ser exigidos pelas escolas. Muitos não sabem, mas os itens cobrados nas listas de material escolar de uso coletivo estão regulados pelas leis. A legislação atual limita a lista de material a conter apenas artigos de uso didático-pedagógico do aluno. Lei Federal n. 9.870/99 e Lei Federal n. 12.886/13.

Qual é o dever da escola?

A escola deve elaborar, no ano anterior, o Planejamento Pedagógico para todo o ano letivo seguinte, descrevendo todas as atividades a serem realizadas e determinando quando serão realizadas. O Planejamento Pedagógico e o Plano de Execução do Curso (cronograma das unidades) são instrumentos essenciais para justificação da lista do material escolar. A ausência desses instrumentos configura-se como prática abusiva, análoga ao previsto no VI do art. 39 do CDC: Execução de serviços sem a prévia elaboração de orçamento, por não prestar a devida informação ao consumidor. O planejamento de Ensino será realizado pela direção e pelos professores da escola.

Os professores elaborarão o Plano de Execução do Curso, detalhando as atividades e os matérias escolares necessários por unidade de aprendizagem. A partir do Plano de Execução do Curso é que a escola elaborará a lista de material escolar, que deve ser entregue aos pais, antes da efetivação da matrícula.

Dos Itens da lista de material não recomendados:

Fica pactuado, por força do disposto na Lei Federal n. 12.886/2013, o impedimento pelos estabelecimentos escolares de incluir itens coletivos de uso administrativo, de higiene e limpeza na lista de material escolar, em rol não taxativo de itens conforme segue:

I – Água mineral, algodão, balde de praia, balões, bastão de cola quente, bolas de sopro, botões, canetas para lousa, carimbo, CDs, DVDs e outras mídias, clipes, cola para isopor, copos descartáveis, cotonetes, elastex, esponja para pratos, fantoche, fita/cartucho/tonner para impressora, fitas adesivas, fitas decorativas, fita dupla face, fitilhos, flanela, feltro, fita dupla face e fita durex em geral, giz branco ou colorido, gibi infantil, jogos em geral, lixa em geral, grampeador, grampos para grampeador, guardanapos, isopor, lenços descartáveis, livro de plástico para banho, maquiagem, marcador para retroprojetor, material de escritório, material de limpeza, medicamentos, palito de dente, palito para churrasco, papel higiênico, pasta suspensa, piloto para quadro branco, pincéis para quadro, pincel atômico, plástico para classificador, pratos descartáveis, pregador de roupas, produtos para construção civil (tinta, pincel, argamassa, cimento, dentre outros), papel em geral (no limite de uma resma por aluno), sacos de plástico, talheres descartáveis, TNT;

II – Se o estabelecimento de ensino solicitar alguns dos materiais acima referenciados, deverá apresentar, quando solicitado pelos pais ou responsáveis, o plano de sua utilização dentro da proposta pedagógica;

III – Os materiais de uso coletivo devem ser incluídos no valor da anuidade e caso solicitado pelos pais ou responsáveis, devem ser explicados de forma clara e sucinta.

Pesquisa: Para 78,61% da população de MS, Riedel fará uma boa administração

A pesquisa realizada pelo Instituto de Pesquisa Resultado (IPR) e Correio do Estado, no período de 19 a 21 de dezembro deste ano, nos 15 maiores municípios de Mato Grosso do Sul, revelou que a população tem boas expectativas com relação à gestão do governador Eduardo Riedel (PSDB).

No interior o percentual de entrevistados que acreditam em uma boa administração de Riedel é ainda maior, chegando a 86,57% Foto Saul Schramm

Os números apontam uma expressiva confiança no trabalho do novo governador, já demonstrados nos último 8 anos quando foi secretário de Estado, e durante a campanha, quando mostrou que conhece e sabe realizar ações e obras nas mais diversas áreas.

Para 78,61% dos entrevistados, Riedel fará uma boa administração, enquanto para 15,92% das pessoas ouvidas disseram que não fará uma boa gestão, sendo que 5,47% não sabem ou não quiseram responder.

O método utilizado na pesquisa é o de amostragem por conglomerados e a margem de erro considerada é de 4,9 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%, sendo que para tanto foram entrevistadas 402 pessoas nos 15 municípios.

Ainda conforme a pesquisa IPR/Correio do Estado, em Campo Grande, 70,65% dos entrevistados têm a expectativa que Eduardo Riedel fará uma boa administração, enquanto 21,89% das pessoas ouvidas não esperam uma boa gestão do novo governador e 7,46% dos participantes não sabem ou não quiseram responder.

Já nos 14 municípios do interior o percentual de entrevistados que acreditam em uma boa administração de Riedel é ainda maior, chegando a 86,57% das pessoas ouvidas, sendo que 9,95% dos pesquisados não esperam isso e 3,58% dos participantes não sabem ou não quiseram responder.

O levantamento foi realizado em Campo Grande, Dourados, Três Lagoas, Ponta Porã, Corumbá, Naviraí, Aquidauana, Nova Andradina, Sidrolândia, Paranaíba, Maracaju, Coxim, Amambai, Rio Brilhante e São Gabriel do Oeste.