Pesquisa confirma que 2025 começa bem para Eduardo Riedel

Gestor tucano entra em seu terceiro ano de mandato com índice recorde de aprovação ao governo

Divulgada no final de semana, a pesquisa IPR-Correio do Estado sobre avaliação dos campo-grandenses para a gestão e o gestor de Mato Grosso do Sul encaixou-se com peça perfeita na montagem do quebra-cabeças deste início de exercício político-administrativo em Mato Grosso do Sul. Tanto o governador Eduardo Riedel (PSDB) como seu governo estão muito bem avaliados, com marcas recordes.

Riedel: gestão aprovada, de bem com o povo e confiança revigorada

O Instituto de Pesquisas Resultado (IPR) ouviu 412 moradores de Campo Grande entre os dias 20 e 22, com, 4,9% na margem de erro e 95% de grau de confiança. Os entrevistados são todos eleitores a partir dos 16 anos, de ambos os sexos e escolhidos aleatoriamente. A gestão de Riedel é aprovada por uma larga maioria (76,46%). Apenas 12,14% reprovam e os que não souberam ou não quiseram responder são 11,41%.

Para 38,35% dos moradores da Capital sul-mato-grossense Riedel faz uma boa gestão, enquanto 5,58% a consideram ótima. Os que a taxam regular são 36,41%, ao passo que 3,40% a classificam de ruim e 4,85% que é péssima; 11,41% não sabem ou não quiseram responder. Para o diretor e coordenador do IPR, Aruaque Fressato Barbosa, os números demonstram que a população reconhece a capacidade de Riedel como gestor, dando a ele mais de 76% de aprovação.

“Digo isso porque, no sentido positivo, a aprovação dele foi de mais de 76%. Se você pegar a avaliação do presidente Lula, o resultado é quase o inverso”, comparou Barbosa. Ele observou ainda que os 76% de Riedel ficam ainda mais gigantescos diante dos 26,28% de aprovação atribuídos a Lula. Esta opinião é compartilhada nos vários segmentos políticos, sociais e econômicos que registram a afirmação cada vez maior de Mato Grosso do Sul no cenário nacional de crescimento e qualidade de gestão.

Eduardo Bolsonaro ganha apelido inusitado após flagra na Copa do Mundo. Descubra!

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) foi flagrado, nesta segunda-feira (28), no estádio onde a Seleção Brasileira disputou mais um jogo da Copa do Mundo no Catar. A presença no parlamentar dividiu opiniões entre os apoiadores do clã Bolsonaro, visto que enquanto ele curtia o evento, milhares de eleitores seguem em frente a quarteis e em outras manifestações antidemocráticas para contestar o resultado das últimas eleições presidenciais.

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) foi flagrado, nesta segunda-feira (28), no estádio onde a Seleção Brasileira disputou mais um jogo da Copa do Mundo no Catar – Agência Brasil, Fabio Rodrigues Pozzebom | Reprodução, TV Globo

De acordo com a colunista Bela Megale, do jornal O Globo, a presença de Eduardo na Copa rendeu um apelido entre os desafetos dentro do Partido Liberal. Após o flagra, ele passou a ser chamado de “radical de ar-condicionado”. Membros da legenda consideraram um erro a ida do filho de Bolsonaro ao jogo, visto que ele tem atuado nos bastidores para “incendiar os ânimos de apoiadores após a derrota do pai na eleição”, segundo a publicação.

FAMÍLIA BOLSONARO ACUMULA POLÊMICAS APÓS A DERROTA DO PRESIDENTE NAS URNAS
As polêmicas no núcleo familiar de Jair Bolsonaro começaram horas depois do resultado das eleições. Internautas notaram que ele e a esposa, Michelle, deixaram de se seguir no Instagram. Ela desmentiu que o marido tenha dado unfollow em seu perfil e a ação foi atribuída a Carlos Bolsonaro, com quem ela não nutre uma boa relação e até foi acusado de agredir a madrasta.

Michelle também esteve no centro de outras duas graves polêmicas: o deputado federal Julian Lemos (União Brasil-PB), ex-aliado do presidente, acusou Bolsonaro de ter agredido a esposa, enquanto a ex-mulher de Valdemar Costa Neto, presidente do Partido Liberal (PL), disse que o político já teve um caso com a primeira-dama. Nenhuma das acusações foram provadas.