A maior variação foi encontrada no valor do quilo da sardinha em peixaria do Jardim Colibri e Vila Gomes
O Procon Campo Grande encontrou variação de até 130,35% no valor do quilo do pescado em peixarias na Capital. A pesquisa foi realizada com 15 produtos entre os dias 20 a 22 de março em função do alto consumo da proteína na Páscoa.
Segundo a superintendência, a pesquisa vem de encontro com a preocupação da Subscretaria com a variação do preço do pescado neste mês de março, muito apreciado em virtude da Quaresma, costume cristão de não consumir carne vermelha durante os 40 dias que antecedem a Páscoa, ou na Sexta-feira Santa.
A maior variação, de 130,35% foi encontrada na Sardinha, com o menor preço de R$ 12,98 na Peixaria Moura e o maior preço de R$ 29,90 na Peixaria Peixe Sul. Seguido do Camarão Rosa, sendo o valor mais caro de R$ 160,00 na Peixaria Rio Sul e o menor 87,50 na Peixaria Aero Rancho, uma variação de 82,86%
“Nós sempre orientamos que os consumidores façam pesquisa de preço antes de comprarem o produto porque sempre há variação de um local para o outro, além de promoções pontuais que eles possam aproveitar”, finaliza o Subsecretário de Proteção e Defesa do Consumidor, Cleiton Thiago de Almeida Pereira.
Em ação realizada na última terça-feira (7) em 28 postos de combustíveis na região central de Campo Grande, a equipe do setor de pesquisas do Procon-MS verificou preços de oito tipos de combustíveis para venda ao consumidor no pagamento nas modalidades à vista – em dinheiro – e com utilização de cartões de débito e de crédito.
Os produtos que tiveram os preços pesquisados foram gasolina, etanol e diesel S500 e S10 nas modalidades comum e aditivado. Na rota da região central, a maior variação foi de 21,75% e está relacionada à gasolina aditivada, com pagamento no crédito. O maior valor registrado foi de R$ 6,27 no Posto Santa Rita de Cássia (avenida Calógeras 583) e o menor valor de R$ 5,15 no Posto Alloy (avenida Fernando Corrêa da Costa 630).
A menor variação foi de 7,81% do diesel S10 comum para o pagamento no dinheiro e débito, sendo o maior valor de R$ 6,35 no Posto WA (Rua Tonico Carvalho, 375) e o menor valor de R$ 5,89 no Auto Posto 2017 Ltda (avenida Calógeras, 2650), no Auto Posto Afonso Pena (avenida Afonso Pena, 2179) e Auto Posto Master (avenida Calógeras, 1673).
Comparativo
É oportuno destacar que as maiores variações levando-se em consideração os valores praticados no dia 27 de janeiro e os atuais, foram de 6,88% da gasolina comum e 6,80% da gasolina aditivada para pagamento nas modalidades dinheiro e débito. Quanto a menor variação foi de 1,08% do etanol comum no dinheiro e débito.
Destacamos que dos oito itens comparados, quatro (diesel S500 comum, diesel S500 aditivado, diesel S10 comum e diesel S10 aditivado), apresentaram decréscimo nos preços nas modalidades de pagamento em dinheiro, débito e crédito.
O Procon Campo Grande encontrou variação de quase 270% nos preços de repelentes comercializados em farmácias e drogarias na Capital. A pesquisa foi realizada nas primeiras semanas de fevereiro e compara o preço de 14 produtos.
Segundo a superintendência, a pesquisa vem de encontro com a preocupação da Secretaria Municipal de Saúde (Sesau), diante das informações do Ministério da Saúde de que os casos de dengue, chinkungunya e zika subiram em Mato Grosso do Sul. Em 2022 os casos totalizaram 27.111 e, os de óbitos foram 23 em comparação com 2021, em que o número de casos foi de 10.037 com o total de óbitos de 14 pessoas, representando um aumento de 170,1% e 64,3%, respectivamente.
O período do verão é o mais propício à proliferação do mosquito, por causa das chuvas, e o trânsito de pessoas e turistas, aumentam o risco da infecção e consequentemente, a contaminação pela doença.
Portanto, a recomendação é não descuidar nenhum dia e manter todas as posturas possíveis em ação para prevenir focos em qualquer época do ano, como: não deixar garrafas, tampinhas, pneus, entulhos no quintal da casa, comércio, terrenos particulares e públicos, tampar os ralos dos banheiros, não deixar nenhuma água parada em vasos, manter caixas d’água bem fechadas, remover galhos e folhas de calhas entre outras. E quando passar o carro fumacê em sua localidade, é necessário abrir as janelas e portas das residências e comércios.
Nos comércios, a maior variação encontrada foi a de 269,79%, no produto SBP Advance Spray de 100ml, sendo o menor preço de R$ 10,79 na Farmácia Preço Popular e o maior preço foi de R$ 39,90 na Drogasil. A segunda maior, de 155,10% foi encontrada no Repelex Spray – 100ml sendo R$ 11,56 o mais barato e 29,49 o mais caro, seguidos de 142,90% no produto Off Loção Baby – 117ml, 61,44% no produto Off Kids Loção – 117ml e 53,52% no produto SBP Advance Gel – 100ml.
“Nós sempre orientamos que os consumidores façam pesquisa de preço antes de comprarem o produto porque sempre há variação de um local para o outro, além de promoções pontuais que eles possam aproveitar”, finaliza o Subsecretário de Proteção e Defesa do Consumidor, Cleiton Thiago de Almeida Pereira.
Pesquisadores do Procon levantaram os valores de 230 itens em 10 livrarias e papelarias
O preço do material escolar tem variação de até 433% em Campo Grande (MS). A constatação é do Procon da Capital em pesquisa realizada entre os dias 23 e 21 de Janeiro com mais de 230 itens em 10 livrarias e papelarias da Capital.
A constatação é do Procon da Capital em pesquisa realizada entre os dias 23 e 21 de Janeiro
Segundo a Superintendência, a maior variação, de 433%, foi de um apontador de Lápis com depósito de um furo – marca Cis, sendo o menor preço de R$ 0,75 na Livraria e Papelaria Franco e o maior preço de R$ 4,00 na Livromat Livraria e Papelaria.
Em seguida, outra variação alta foi de 369%, no item Régua Plástica 30cm – marca Waleu, com o menor preço de R$ 0,85 na Papelaria Brasil e o maior preço de R$ 3,99 no Shop Tudo Papelaria.
Assim como todos os anos, as listas de material escolar geram dúvidas e alguns transtornos para os consumidores. Por esse motivo é no início do ano letivo que os pais e responsáveis precisam começar os planejamentos de seus orçamentos.
Outros produtos com variações altas:
317%, Lápis Preto – marca BRW – HB Evolucion n°2, com borracha;
227%, Lapiseira 0.7mm – marca Cis-Prof.;
264%, Apontador de Lápis com depósito, com um furo – marca Faber Castell.;
257%, Lápis Preto – BRW, HB Evolucion n.2, sem borracha;
Material escolar é todo item de uso exclusivo e restrito ao processo didático-pedagógico e aprendizagem. A lista de material escolar deve conter apenas itens que o aluno utilizará individualmente para execução de atividades. Não se incluem como material escolar itens utilizados em outras atividades que não sejam de ensino, como por exemplo: limpeza, alimentação fantasias de época ou recreações, ainda que sejam utilizados exclusivamente pelo aluno.
É preciso estar atento aos itens que costumam ser exigidos pelas escolas. Muitos não sabem, mas os itens cobrados nas listas de material escolar de uso coletivo estão regulados pelas leis. A legislação atual limita a lista de material a conter apenas artigos de uso didático-pedagógico do aluno. Lei Federal n. 9.870/99 e Lei Federal n. 12.886/13.
Qual é o dever da escola?
A escola deve elaborar, no ano anterior, o Planejamento Pedagógico para todo o ano letivo seguinte, descrevendo todas as atividades a serem realizadas e determinando quando serão realizadas. O Planejamento Pedagógico e o Plano de Execução do Curso (cronograma das unidades) são instrumentos essenciais para justificação da lista do material escolar. A ausência desses instrumentos configura-se como prática abusiva, análoga ao previsto no VI do art. 39 do CDC: Execução de serviços sem a prévia elaboração de orçamento, por não prestar a devida informação ao consumidor. O planejamento de Ensino será realizado pela direção e pelos professores da escola.
Os professores elaborarão o Plano de Execução do Curso, detalhando as atividades e os matérias escolares necessários por unidade de aprendizagem. A partir do Plano de Execução do Curso é que a escola elaborará a lista de material escolar, que deve ser entregue aos pais, antes da efetivação da matrícula.
Dos Itens da lista de material não recomendados:
Fica pactuado, por força do disposto na Lei Federal n. 12.886/2013, o impedimento pelos estabelecimentos escolares de incluir itens coletivos de uso administrativo, de higiene e limpeza na lista de material escolar, em rol não taxativo de itens conforme segue:
I – Água mineral, algodão, balde de praia, balões, bastão de cola quente, bolas de sopro, botões, canetas para lousa, carimbo, CDs, DVDs e outras mídias, clipes, cola para isopor, copos descartáveis, cotonetes, elastex, esponja para pratos, fantoche, fita/cartucho/tonner para impressora, fitas adesivas, fitas decorativas, fita dupla face, fitilhos, flanela, feltro, fita dupla face e fita durex em geral, giz branco ou colorido, gibi infantil, jogos em geral, lixa em geral, grampeador, grampos para grampeador, guardanapos, isopor, lenços descartáveis, livro de plástico para banho, maquiagem, marcador para retroprojetor, material de escritório, material de limpeza, medicamentos, palito de dente, palito para churrasco, papel higiênico, pasta suspensa, piloto para quadro branco, pincéis para quadro, pincel atômico, plástico para classificador, pratos descartáveis, pregador de roupas, produtos para construção civil (tinta, pincel, argamassa, cimento, dentre outros), papel em geral (no limite de uma resma por aluno), sacos de plástico, talheres descartáveis, TNT;
II – Se o estabelecimento de ensino solicitar alguns dos materiais acima referenciados, deverá apresentar, quando solicitado pelos pais ou responsáveis, o plano de sua utilização dentro da proposta pedagógica;
III – Os materiais de uso coletivo devem ser incluídos no valor da anuidade e caso solicitado pelos pais ou responsáveis, devem ser explicados de forma clara e sucinta.
A Superintendência para Orientação e Defesa do Consumidor (Procon/MS) divulgou nova pesquisa de preço de combustíveis de duas regiões de Campo Grande. Devido a grande quantidade de estabelecimentos e pela oscilação de preços, o órgão estadual de defesa do consumidor decidiu realizar a ação em duas regiões de Campo Grande. Os pesquisadores visitaram os postos região da saída para Aquidauana e rota da saída para Rochedo.
Pesquisa foi motivada pela grande quantidade de estabelecimentos e pela oscilação de preços
Foram visitados 19 postos de combustíveis, nos dias 05 e 06 de janeiro em curso, focando preços, em diversas modalidades de pagamento (à vista em dinheiro, cartões de débito e de crédito) de produtos como gasolina comum e aditivada, etanol e diesel S 500 e S 10, totalizando 7 itens pesquisados em todas as modalidades de pagamento.
Na rota da saída para Rochedo, a maior variação foi de 68,60% do etanol aditivado com o pagamento no crédito, sendo o maior valor de R$ 6,39 no Posto Independência (avenida Júlio de Castilho 300 – Vila Sobrinho) e o menor valor de R$ 3,79 no Posto Vitória ( rua General Bertoldo Klinger 2 616 – Jardim Fluminense) e no Posto São Leopoldo ( rua Ricardo Franco 21 –Vila Sobrinho). A menor variação foi de 1,62% do Diesel S-10 para o pagamento em dinheiro, sendo o maior valor de R$ 6,29 no Posto F5 (rua Euler de Azevedo 3 460 – São Francisco) e o menor valor de R$ 6,19 no Posto São Leopoldo.
Na Saída para Aquidauana, a maior variação foi de 14,17% do etanol com o pagamento no crédito, sendo o maior valor de R$ 4,19 no Auto Posto Ecológico Ltda ( avenida Duque de Caxias 3 144 – Vila Serradinho) e o menor valor de R$ 3,67 no Posto São José ( rua Yokohama 1068) e no Posto Fenner ( rua Amélio de Carvalho Baís 34 – Vila Carvalho). A menor variação foi de 1,93% da gasolina aditivada com o pagamento no crédito, sendo o maior valor de R$ 5,29 no Posto Eco Park do Imbirussu (avenida José Barbosa Rodrigues) e o menor valor de R$ 5,19 no Auto Posto Ecológico Ltda.
Em março deste ano, a Petrobrás S.A. anunciou o último aumento de preço de 16,1%. Desde essa data, o Procon Municipal de Campo Grande decidiu monitorar a evolução dos preços na Capital. Um outro aspecto a ser levado em consideração para o monitoramento é o panorama econômico e os impactos ocasionados por eventuais variações ocorridas em relação à demanda/oferta do gás de cozinha de 13kg para a população campo-grandense.
O menor preço encontrado foi de R$ 104,00 e o maior preço de R$ 120,00
Após a evolução em referência, ocorreram algumas reduções nos preços, sendo que a última foi de 9,8% em 8 de dezembro. Nos dias 12 a 15/12, foi realizada pesquisa de preço do botijão de gás de cozinha de 13kg, o mais utilizado pelos consumidores residenciais e comércio de pequeno porte, em 25 estabelecimentos comerciais em cada pesquisa realizada.
Na análise dos preços, obteve-se uma variação de 15,38%, sendo que o menor preço encontrado foi de R$ 104,00 e o maior preço de R$ 120,00. Verifica-se que entre o mesmo período o maior preço em março de 2022 estava no valor de R$ 135,00 e em dezembro o valor encontra-se por R$ 120,00, com variação negativa de -11,11%.
Em relação à média de preço, a evolução na variação foi negativa de -5,99%. Sendo que na primeira pesquisa de 21 de março, o valor médio estava em R$ 117,35 e na pesquisa atual, o preço médio diminuiu para R$ 110,32 em 15 de dezembro.
Cleiton Thiago de Almeida Pereira, Subsecretário de Proteção e Defesa do Consumidor, orienta que os consumidores façam pesquisas antes da compra, pois poderão encontrar promoções pontuais nos estabelecimentos comerciais.
Dicas para economizar o gás de cozinha
Negocie com o revendedor para conseguir um desconto à vista e na taxa de serviço de entrega para que possa economizar, e que sempre exija a nota fiscal de compra, que é uma garantia que o botijão e o estabelecimento está regulado pela ANP;
Dependendo da forma de pagamento utilizada pelo consumidor (crédito, débito, dinheiro e PIX) pode haver variação para mais ou para menos;
Preste atenção também ao escolher a marca do produto. Esta também pode influenciar no valor final a ser pago pelo consumidor;
Evite correntes de ar na cozinha;
Prefira cozinhar com panelas tampadas;
Cuide da manutenção do seu fogão – As chamas do gás devem apresentar coloração azulada. A presença de tonalidades amareladas, que sujam o fundo da panela, é sinal de que os queimadores estão sujos ou desregulados, o que aumenta o consumo de gás;
Aproveite o vapor da panela onde faz algumas receitas, como o arroz, para cozinhar legumes. Coloque em cima da panela um escorredor metálico que se encaixe bem, disponha os legumes picados dentro e tampe. Os legumes cozinharão no vapor do arroz e você economizará gás e tempo.
Verificação de preços de produtos tradicionalmente utilizados nas festas de fim de ano foi realizada por equipe do setor de Pesquisas da Superintendência para Orientação e Defesa do Consumidor – Procon/MS, em Campo Grande, no período de 12 a 15 de dezembro em curso, abrangendo cinco estabelecimentos atacadistas e 15 varejistas, localizados nos mais diferentes pontos da Capital.
Em ambos os casos foram verificados os valores de comercialização de 186 produtos. Entretanto, entre os atacadistas a divulgação se dá em relação a 90 produtos enquanto em relação aos varejista se divulga 99 itens. A diferença entre os pesquisados e os divulgados se dá pelo fato que nem todos os produtos foram encontrados em dois ou mais estabelecimentos.
A maior variação de preço (96,37%) entre os produtos do atacado, foi constatada na alcaparra Hemmer, embalada em vidro contendo 100g. O valor mais elevado se encontra no Fort Atacadista (avenida Três Barras, 1 499 – Vilas Boas) onde o produto pode ser adquirido por R$ 15,99 enquanto no Atacadão (avenida Duque de Caxias, 2 770) o valor de venda é R$ 7,99.
Ainda nos atacadistas, a menor variação (0,30%) ocorre no preço do peru congelado temperado Sadia (assa fácil). O quilo do produto em questão é vendido no Fort Atacadista por R$ 29,99 enquanto no Atacadão custa R$ 29,90.
Nos estabelecimentos onde a comercialização se dá em maior quantidade, a maior variação de preços encontrada foi de 141,87% e está relacionado com o sachê com 150 g da azeitona verde Donana fatiada que é vendida por R$ 6,99 no mercado Duarte ( avenida Manoel da Costa Lima, 1610 – Vila Piratininga) e por R4 2,99 no mercado São João (avenida Campestre, 116 – Aero Rancho).
A menor variação (0,42% ) foi verificada no panettone Itália Mia gotas de chocolate com 400 g,. O maior valor de venda está no supermercado Mister Junior (rua das Balsas, 339 – Estrela do Sul) onde o produto é encontrado por R$ 11,95 enquanto o menor foi encontrado no Mercado Duarte (avenida Manoel da Costa Lima, 1 610 – Vila Piratininga) vendido por R$ 11,90.
Visando orientar as pessoas a adquirirem produtos tradicionais e, muitas vezes necessários para marcar a passagem do dia dedicado a reverenciar os finados, integrantes do setor de Pesquisas do Procon/MS foram a campo para realizar verificação de preços dos referidos itens.
Foram visitados seis estabelecimentos especializados na Capital no período de 18 a 24 de outubro. Entre os produtos, destaque para velas palito e de sete dias. No caso da vela palito número 5, com oito unidades, apresentou a maior variação (115,46%) nos preços, sendo encontrada na Loja da Sagrada Família (rua Paraíba 1 758- Vila Gomes) por R$ 17,00 e no Supermercado Pires (avenida Júlio de Castilhos 2100- bairro Santo Amaro) por R$ 7,89.
A vela palito nº 17×17 kg e a vela palito 21x 19 kg tiveram variação de 0,03%. O maior valor encontrado foi de R$ 35,00 na Luz Divina (Travessa José Bacha 68 – centro), e o menor, de R$ 34,99, na Casa Bom Gosto (rua 7 de Setembro, 144, também no centro).
Flores
Em relação às flores, a Kalanchoe (vaso pequeno) – teve variação de 500%. O produto está à venda por R$ 30,00 na floricultura Pequena Flor (rua Padre João Crippa 1896 – Monte Castelo), e o menor valor encontrado, de R$ 5,00, na Holanda distribuidora de flores e plantas (avenida Ceará 2.203 – Jardim dos Estados).
As Rosas Brancas (dúzia) apresentaram variação de 30%. O maior valor, de R$ 130,00 está na Floricultura Kishoron Garden (rua Pedro Celestino 3 678 – Monte Castelo), e o menor valor encontrado, foi de R$ 100,00 na Floricultura Nicareta (avenida Mato Grosso 1 254 – centro). Já as flores brancas (unidade) não tiveram variação.
Tendo como finalidade principal informar o consumidor de maneira que possa economizar quando da necessidade de abastecer seu veículo, o Procon/MS realizou nova verificação de preços de combustíveis, desta vez na região de saída para Rochedo, envolvendo oito postos de serviços, no dia 22 deste mês.
Foram pesquisados os preços do etanol comum e aditivado, gasolina comum e aditivada, diesel S500 comum e aditivado e, ainda diesel S10 comum e aditivado. Dos oito itens verificados, vale destacar os preços do etanol aditivado para pagamento em dinheiro ou no cartão de débito, que apresentou diferença de 12,82%, uma vez que o litro está sendo comercializado por R$ 4,84, no Posto F5 Ltda (rua Dr Euler de Azevedo 3.460) enquanto nos postos São Leopoldo (rua Ricardo Franco 21 – Vila Sobrinho) e Vitória (rua General Bertoldo Klinger 2 616 – Jardim Fluminense) é encontrado por R$ 4,29.
Foram pesquisados os preços do etanol comum e aditivado, gasolina comum e aditivada, diesel S500 comum e aditivado e, ainda diesel S10 comum e aditivado Foto Divulgação
O diesel S10 aditivado teve a menor variação, de 2,82% (com pagamento no crédito). O maior valor encontrado, por litro, foi R$ 7,29, no Posto Katia Locatelli (avenida Tamandaré 1.572 – Vila Sumaré) e de R$ 7,09 no Posto Independência (avenida Júlio de Castilho 300 – Vila Sobrinho) e no Posto Vitória. Os endereços de todos os locais visitados constam no rodapé da planilha publicada em anexo.
O Procon Estadual, órgão integrante da Secretaria Estadual de Direitos Humanos, Assistência Social e Trabalho (Sedhast), esclarece que estes preços podem ter sofrido redução, dado que os preços vêm sofrendo alterações nos últimos dias, em virtude dos tributos federais (PIS/Pasep/Cofins e CIDE) terem sido zerados e, também, por conta da redução do tributo estadual (ICMS).
Dando continuidade às pesquisas de preços de combustíveis, equipe do Procon/MS realizou levantamento em 28 postos na região central de Campo Grande, no dia 21 deste mês, quando foram coletados preços do etano comum e aditivado, gasolina comum e aditivada, diesel comum e aditivado, além de diesel S10 e S10 aditivado e diesel S-500 comum e aditivado.
A gasolina aditivada teve uma variação de 28,60% (com pagamento no dinheiro e no débito), sendo o maior valor, por litro, de R$ 6,79, no Auto Posto Piloto (avenida Afonso Pena 800) e o menor valor encontrado foi de R$ 5,28, no Auto Posto Shiraishi VI (rua Dom Aquino 1.721). O diesel S10 aditivado teve a menor variação, de 2,62% (com pagamento no dinheiro). O maior valor encontrado, por litro, foi R$ 7,43, no Auto Posto Piloto, e de R$ 7,24 no Posto Santa Rita de Cássia (avenida Calógeras 583).
Os endereços da totalidade dos locais visitados constam no rodapé da planilha em anexo. É oportuno destacar que os valores sem variação são comercializados em apenas um estabelecimento. O Procon Estadual esclarece que os valores podem ter sofrido redução, dado que os preços vêm sofrendo alterações nos últimos dias, em virtude dos tributos federais (PIS/PASEP/COFINS e CIDE) terem sido zerados e, também, por conta da redução do tributo estadual (ICMS).