Supermercado no Maria Aparecida Pedrossian é autuado por vender produtos vencidos

O Procon Municipal de Campo Grande autuou um supermercado no Bairro Maria Aparecida Pedrossian, por venda de produtos impróprios para o consumo. A denúncia foi recebida pelo canal 156 – Fale Conosco da Prefeitura de Campo Grande.

Mais de 30 produtos comercializados estavam fora da validade – Foto: Divulgação/Procon de Campo Grande

A equipe de fiscalização do Procon Municipal foi até o supermercado, no Bairro Maria Aparecida Pedrossian, onde foi constatada a irregularidade com produtos vencidos. No ato fiscalizatório foram encontrados fora do prazo de validade 12 pacotes de pão de forma, 14 pacotes de biscoitos de vários sabores, 3 unidades de suco integral, 15 pacotes de massa pronta para tapioca e cerca de 8 kg de produtos do hortifruti impróprios para o consumo.

De acordo com o Art.56 do CDC, todos os produtos vencidos para o consumo foram devidamente inutilizados. A empresa autuada tem o prazo de 10 dias para apresentar a defesa no endereço do Procon Municipal na Avenida Afonso Pena, 3128.

Supermercado cobra R$ 1 por caixa de papelão e imagem com anúncio viraliza

O anúncio de caixas de papelão usadas sendo vendidas por R$ 1 viralizou na nas redes sociais no início desta semana. Milhares de internautas reagiram à imagem indignados com a comercialização do item que, usualmente, é oferecido de forma gratuita.

Legenda: A placa foi colocada em uma loja da rede de supermercado atacadista Preço Baixo Meio a Meio, em Belém
Foto: Reprodução/Instagram

A imagem compartilhada mostra uma pilha de caixas de papelão, de diferentes tamanhos, reunidas em um espaço e com uma placa anunciando “caixa vazia R$ 1,00 cada”. Uma publicação da imagem feita na rede social Twitter, na noite de domingo (5), recebeu, até o início da tarde desta quarta-feira (7), mais de 130 mil curtidas e 14 mil compartilhamentos.

A placa foi colocada em uma loja da rede de supermercado atacadista Preço Baixo Meio a Meio, em Ananindeua, região metropolitana de Belém, capital do Pará.

O estabelecimento informou à reportagem que a placa foi colocada indevidamente no local onde as caixas estavam. As caixas da imagem não são vendidas, mas há comercialização de outras, maiores, que acondicionam ovos, também por R$ 1.

“Essas caixas são oferecidas de forma gratuita aos clientes que optam por não usar sacolas plásticas”, informou a empresa. Nas redes sociais, os internautas ligaram a cobrança à crise econômica no país.

O estabelecimento ainda disse que as caixas de ovos são bastante procuradas por clientes e empresas interessados em utilizar em mudanças ou mesmo armazenamento de materiais.

“Lamentamos pelo ocorrido e já orientamos a loja a qual estava com a comunicação a informar de maneira correta a destinação das caixas”, afirmou a empresa.