Loterias: Caixa aumenta preço da Mega-Sena e de outros jogos; veja valores

A Caixa anunciou que aumentará o valor das apostas de seis dos seus jogos lotéricos

Cartões de apostas em casa lotérica em Campinas (SP) (Foto Denny Cesare)

O que aconteceu:

Um jogo simples da Mega-Sena passará de R$ 4,50 para R$ 5,00; a partir do concurso 2588.

Já a Lotofácil subirá de R$ 2,50 para R$ 3,00; a partir do concurso 2801.

Um jogo da Quina passará de R$ 2,00 para R$ 2,50; a partir do concurso 6138;

A aposta única da Lotomania subirá de R$ 2,50 para R$ 3,00; a partir do concurso 2462.

A Timemania custava R$ 3,00 e agora irá para R$ 3,50; a partir do concurso 1932;

O Dia de Sorte passará de R$ 2,00 para R$ 2,50; a partir do concurso 753.

A partir de quando valem os novos preços?

As alterações entrarão em vigor a partir de 30 de abril para Lotofácil, Mega-Sena, Quina e Lotomania.

A partir de 3 de maio, o reajuste passa a valer para o Timemania e o Dia de Sorte.

Por que a Caixa aumentou os valores das apostas?

Segundo a Caixa o reajuste será feito para recuperar o valor monetário das apostas”. O banco citou a atualização de valores com base na inflação. No caso da Mega-Sena, o aumento do jogo simples será de 11,1%.

Assédio a funcionárias da Caixa transforma ex-presidente em réu

Pedro Guimarães tornou-se réu por denúncias de assédio sexual e moral feitas por funcionárias da instituição
A Justiça Federal de Brasília aceitou denúncia do MPF (Ministério Público Federal) e o ex-presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, tornou-se réu por denúncias de assédio sexual e moral feitas por funcionárias do banco estatal.

Ex-gerente da Caixa, Pedro Guimarães (Foto: Agência Brasil)

Os detalhes da denúncia ainda não são conhecidos, pois a ação penal contra Guimarães tramita sob sigilo. Casos envolvendo assédio, sobretudo sexual, costumam tramitar em segredo de Justiça, como forma de preservar a intimidade das vítimas.

O caso veio à tona em meados do ano passado, quando uma reportagem do portal Metrópoles revelou as acusações de assédio feitas por cinco funcionárias da Caixa à ouvidoria da instituição. Outras vítimas apareceram após a repercussão, que levou Guimarães a ser demitido da presidência do banco.

Após as revelações, o MPF passou a investigar o caso, o que resultou na denúncia agora aceita pela 15ª Vara Federal de Brasília. Na acusação, constam depoimentos captados em vídeo das vítimas, que foram interrogadas pelos procuradores responsáveis.

Com a abertura da ação penal, inicia-se uma nova fase de instrução do processo, em que acusação e defesa poderão solicitar novas diligências e, ao final, deverão apresentar as alegações finais, antes da sentença do juiz.

Guimarães é alvo ainda de um outro processo, dessa vez na seara trabalhista, no qual o MPT (Ministério Público do Trabalho) pede indenização de R$ 30,5 milhões pelos danos causados pelo ex-presidente da Caixa.

O executivo sempre negou todas as acusações. Em nota, o advogado José Luis Oliveira Lima, que representa Guimarães, disse que seu cliente é inocente e que ele confia na Justiça. “A defesa de Pedro Guimarães nega taxativamente a prática de qualquer crime e tem certeza de que durante a instrução a verdade virá à tona, com a sua absolvição”, disse o defensor.

Recém-nascido é abandonado em caixa de papelão na Capital

Menino ainda estava com o cordão umbilical, foi socorrido e encaminhado ao Hospital Regional

Um recém-nascido foi abandonado dentro de uma caixa de papelão nesta quarta-feira (1º), no bairro Aero Rancho, em Campo Grande. A criança foi encontrada por um homem, de 19 anos, que acionou o Corpo de Bombeiros e a Polícia Militar.

Segundo o jovem, ele mora próximo ao local onde a criança foi encontrada. “Eu estava passando de moto e um senhor me chamou, nós escutamos e o bebê chorava muito”, contou.

Conforme o sargento dos bombeiros, o bebê é um menino e nasceu há no máximo 24h. O recém-nascido foi levado para o Hospital Regional de Campo Grande, onde recebe atendimento médico.

Bebê estava em caixa de papelão (Foto: Reprodução)

O caso será registrando como abandono de incapaz pela Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca) e segue em investigação.

Caixa pagou obras em mansão de Pedro Guimarães em Brasília

Denunciado e investigado por assédio sexual, ex-presidente do banco cria mais uma ‘saia justa’ para o governo Bolsonaro

Em meio ao escândalo de assédio sexual na Caixa Econômica Federal (CEF), que culminou com a queda do então presidente Pedro Guimarães, a ‘Folha de S. Paulo’ revelou nesta terça-feira, 5, que o banco custeou obras na mansão executivo em Brasília. Segundo a Caixa, a reforma foi realizada em junho de 2020 com o propósito de aumentar a segurança de Guimarães e sua família, após uma série de ameaças nas redes sociais.

Acusado de assédio sexual, Pedro Guimarães foi exonerado no dia 29. Foto: Marcelo Camargo/ Agência Brasil

De acordo com a reportagem, após a confirmação das denúncias no inquérito em curso da Polícia Federal, o banco autorizou a obra na mansão de Guimarães — localizada no Lago Paranoá, uma área nobre de Brasília. O imóvel, que possui até um campo de futebol, teve as obras foram estendidas até a beira do lago. O valor investido, no entanto, não foi revelado.

Na quinta-feira, 29, Guimarães não suportou a pressão após denúncias de assédio sexual contra funcionárias próximas de seu gabinete na CEF e pediu demissão. A exposição do caso caiu como uma bomba no Planalto. Apesar do temor pelo desgaste da imagem às vésperas da eleições, o presidente Jair Bolsonaro evitou criticar ou comentar as denúncias contra o aliado.
Braço direito do ministro da Economia, Paulo Guedes, Daniella Marques foi confirmada como a nova presidente da Caixa e prometeu investigar a fundo as denúncias envolvendo Guimarães.

O Ministério Público Federal (MPF) e o Tribunal de Contas da União (TCU) abriram inquéritos para investigar os casos de assédio sexual. Já o Ministério Público do Trabalho (MPT) iniciou uma investigação sobre assédio moral no banco. Na segunda, 4, o MPT fez uma inspeção na sede da Caixa e deve colher depoimentos dos funcionários em breve.

Governo nomeia Daniella Marques para assumir presidência da Caixa Econômica

Nomeação ocorre após a oficialização do pedido de demissão do então presidente do banco, Pedro Guimarães

O governo nomeou, nesta quarta-feira (29), a atual secretária especial de Produtividade e Competitividade do Ministério da Economia, Daniella Marques Consentino, para assumir a presidência da Caixa Econômica Federal. A informação já havia sido antecipada por Thais Arbex, analista de Política da CNN.

Governo nomeia Daniella Marques para assumir presidência da Caixa (Foto: Divulgação)

A nomeação ocorre após a oficialização do pedido de demissão do então presidente do banco, Pedro Guimarães, que estava no cargo desde o início do governo do presidente Jair Bolsonaro (PL), em 2019.

Daniella Marques integra o governo federal desde 2019, quando foi nomeada como chefe da Assessoria Especial de Assuntos Estratégicos do ministro da Economia, Paulo Guedes.

De acordo com o Ministério da Economia, ela atuou por 20 anos no mercado financeiro, na área de gestão independente de fundos de investimentos. Marques também foi sócia-fundadora e diretora de fundos de investimento.

Denúncias de assédio

A nomeação de Marques ocorre após o MPF (Ministério Público Federal) abrir uma investigação sobre denúncias de funcionárias da Caixa de que Pedro Guimarães teria praticado assédio sexual.

Fontes do MPF relataram que o procedimento corre sob sigilo judicial e está em fase de oitiva de testemunhas e de potenciais vítimas.

A investigação foi revelada pelo portal “Metrópoles”, na terça-feira (28), e confirmada pela CNN. Procurado por meio da assessoria de imprensa do banco, o presidente da Caixa não se manifestou sobre o tema.

Após a revelação do caso, o banco decidiu cancelar a entrevista coletiva do Plano Safra, que estava prevista para ocorrer na tarde desta quarta-feira (29).

Funcionária da Caixa Econômica Federal fraudava auxílio emergencial

Funcionária era terceirizada e teria usado senha de outro servidor para obter os benefícios

Policiais federais de Dourados cumprem mandado de busca e apreensão em Ivinhema dentro da Operação “Contritio Fiduciae”, visando desarticular esquema de corrupção realizado por parte de uma funcionária terceirizada da CEF (Caixa Econômica Federal).

Ela é suspeita de se apropriar de senha de servidor do banco para fraudar benefícios do auxílio emergencial pagos pela União.


Policiais federais de Dourados cumprem mandado de busca e apreensão em Ivinhema – Crédito: Hedio Fazan/Dourados News

Em posse dos dados, a mulher realizou dezenas de inserções e alterações referentes ao programa, criado desde o início da pandemia do coronavírus.

“As apurações demonstraram que a investigada gerou dezenas de benefícios fraudulentos, em benefício próprio e de terceiros que também participavam do esquema, resultando prejuízos a União Federal em montante total que ainda está sob apuração”, diz as explicações da PF.

O nome da ação, “Contritio Fiduciae”, ocorre em alusão à quebra de confiança pela investigada, se utilizando de senha de servidor público para invadir a área restrita da CEF e modificar os dados.

A investigada pode responder pelos crimes de peculato, modificação ou alteração não autorizada de sistema de informações, além de estelionato.

Supermercado cobra R$ 1 por caixa de papelão e imagem com anúncio viraliza

O anúncio de caixas de papelão usadas sendo vendidas por R$ 1 viralizou na nas redes sociais no início desta semana. Milhares de internautas reagiram à imagem indignados com a comercialização do item que, usualmente, é oferecido de forma gratuita.

Legenda: A placa foi colocada em uma loja da rede de supermercado atacadista Preço Baixo Meio a Meio, em Belém
Foto: Reprodução/Instagram

A imagem compartilhada mostra uma pilha de caixas de papelão, de diferentes tamanhos, reunidas em um espaço e com uma placa anunciando “caixa vazia R$ 1,00 cada”. Uma publicação da imagem feita na rede social Twitter, na noite de domingo (5), recebeu, até o início da tarde desta quarta-feira (7), mais de 130 mil curtidas e 14 mil compartilhamentos.

A placa foi colocada em uma loja da rede de supermercado atacadista Preço Baixo Meio a Meio, em Ananindeua, região metropolitana de Belém, capital do Pará.

O estabelecimento informou à reportagem que a placa foi colocada indevidamente no local onde as caixas estavam. As caixas da imagem não são vendidas, mas há comercialização de outras, maiores, que acondicionam ovos, também por R$ 1.

“Essas caixas são oferecidas de forma gratuita aos clientes que optam por não usar sacolas plásticas”, informou a empresa. Nas redes sociais, os internautas ligaram a cobrança à crise econômica no país.

O estabelecimento ainda disse que as caixas de ovos são bastante procuradas por clientes e empresas interessados em utilizar em mudanças ou mesmo armazenamento de materiais.

“Lamentamos pelo ocorrido e já orientamos a loja a qual estava com a comunicação a informar de maneira correta a destinação das caixas”, afirmou a empresa.