Funcionária aciona Energisa por falta de luz e equipe descobre “gato”

Conveniência localizada na Avenida Yokohama, na Vila Santo Amaro, em Campo Grande, foi flagrada furtando energia elétrica após equipe da concessionária Energia ser acionada por uma funcionária por falta de luz no local. A Polícia Civil foi nesta quinta-feira (17) e o caso registrado como furto.

Funcionário da Energisa e policiais civis no local onde o furto foi comprovado. Foto Divulgação

Segundo boletim de ocorrência, a conveniência havia ficado sem energia alguns dias atrás por conta de um temporal. Para resolver a situação, a funcionária do estabelecimento acionou uma equipe da Energisa, que percebeu uma irregularidade na instalação elétrica e levantou a suspeita que no local havia um ‘gato’.

Hoje, a equipe técnica da Energisa verificou a instalação de energia do comércio e, ao verificarem as instalações do padrão de energia, foi confirmado o desvio de uma das fases, a qual não passava pelo medidor registrando o consumo.

De acordo com o levantamento, este é o primeiro caso de furto de energia elétrica por alguém que tem a placa solar. Policiais da 7ª Delegacia de Polícia Civil, junto com a delegada Franciele Candotti, estiveram no local e acompanhou a perícia.

O dono da conveniência não estava no local, mas a funcionária foi levada até a delegacia onde o caso foi registrado como furto de energia

Justiça sequestra R$ 1 milhão em bens de investigada por fraudar auxílio emergencial

A funcionária de empresa terceirizada que prestava serviço à CEF (Caixa Econômica Federal) e alvo de mandado de busca e apreensão dentro da Operação “Contritio Fiduciae”, desencadeada nesta terça-feira (28/6) pela Polícia Federal, teve R$ 1 milhão em bens bloqueados pela Justiça.


Operação foi desencadeada pela Polícia Federal de Dourados – Crédito: Hedio Fazan/Dourados News

A determinação é da 2ª Vara Federal de Dourados. O mandado foi cumprido em Ivinhema, onde a suspeita reside e não ocorreram prisões.

A mulher também prestou depoimento à PF.

De acordo com as investigações, a alvo da ação é suspeita de se apropriar de senha de servidor da agência bancária que prestava serviço para fraudar benefícios do auxílio emergencial pagos pela União.

Ainda não se sabe o prejuízo causado ao Governo Federal, porém, a polícia apurou que a suspeita realizou diversas irregularidades.

“As apurações demonstraram que a investigada gerou dezenas de benefícios fraudulentos, em benefício próprio e de terceiros que também participavam do esquema, resultando prejuízos a União Federal em montante total que ainda está sob apuração”, diz as explicações da PF.

O nome da ação, “Contritio Fiduciae”, ocorre em alusão à quebra de confiança pela investigada.

Ela se utilizava de senha de servidor público para invadir a área restrita da CEF e modificar os dados, podendo agora responder pelos crimes de peculato, modificação ou alteração não autorizada de sistema de informações, além de estelionato.

 

Funcionária da Caixa Econômica Federal fraudava auxílio emergencial

Funcionária era terceirizada e teria usado senha de outro servidor para obter os benefícios

Policiais federais de Dourados cumprem mandado de busca e apreensão em Ivinhema dentro da Operação “Contritio Fiduciae”, visando desarticular esquema de corrupção realizado por parte de uma funcionária terceirizada da CEF (Caixa Econômica Federal).

Ela é suspeita de se apropriar de senha de servidor do banco para fraudar benefícios do auxílio emergencial pagos pela União.


Policiais federais de Dourados cumprem mandado de busca e apreensão em Ivinhema – Crédito: Hedio Fazan/Dourados News

Em posse dos dados, a mulher realizou dezenas de inserções e alterações referentes ao programa, criado desde o início da pandemia do coronavírus.

“As apurações demonstraram que a investigada gerou dezenas de benefícios fraudulentos, em benefício próprio e de terceiros que também participavam do esquema, resultando prejuízos a União Federal em montante total que ainda está sob apuração”, diz as explicações da PF.

O nome da ação, “Contritio Fiduciae”, ocorre em alusão à quebra de confiança pela investigada, se utilizando de senha de servidor público para invadir a área restrita da CEF e modificar os dados.

A investigada pode responder pelos crimes de peculato, modificação ou alteração não autorizada de sistema de informações, além de estelionato.