Dupla é presa em MS tentando levar droga até a Bahia

Dois homens de 19 e 27 anos de idades foram presos pelo DOF (Departamento de Operações de Fronteira) com mais de 110 tabletes de maconha escondidos em um fundo falso de um Renault/Sandero que seguia para Barreiras (BA). A apreensão aconteceu na manhã desta quarta-feira (5/4), na MS-156, zona rural de Amambai.

Os policiais faziam bloqueio na rodovia quando abordaram o condutor do veículo (Foto Divulgação)

Os policiais faziam bloqueio na rodovia quando abordaram o condutor do veículo de 19 anos. Durante entrevista a dupla entrou em contradição nas respostas o que chamou atenção dos militares. Em busca minuciosa foi encontrado um compartimento oculto no porta-malas do Sandero com 116 tabletes de maconha, que após a pesagem totalizaram 95 quilos do entorpecente.

Em entrevista os autores informaram que pegaram o veículo já carregado em Coronel Sapucaia e levariam até a cidade baiana, onde receberiam dez mil reais pelo transporte.

Os dois foram presos e encaminhados à Defron (Delegacia Especializada em Repressão aos Crimes de Fronteira) em Dourados, juntamente com o material apreendido, avaliado em mais de R$ 200 mil.

A ação envolvendo os policiais do DOF aconteceu dentro da Operação Hórus, parceria da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública com o Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Dupla é presa com mais de 11 kg de cocaína na fronteira

O brasileiro, Alex Bruno, 25 anos, e o paraguaio Elvio Jara, de 49 anos, foram presos na noite dessa segunda-feira (3) na Linha Internacional Colônia Nueva Independência de Zanja Pyta, no Paraguai.

Os suspeitos foram detidos por polícia do Paraguai – Crédito: Divulgação

O local fica nas proximidades da fronteira com Ponta Porã, região Sul de Mato Grosso do Sul.

Os suspeitos estavam com 11,5 quilos de cocaína. Carros também foram apreendidos durante as ações de força de segurança do Paraguai voltada ao combate contra o tráfico de drogas.

Mulher que vendeu arma antiaérea usada para matar Rafaat é presa

Mulher acusada de ter fornecido a arma que matou Jorge Rafaat, em Ponta Porã, em 2016, foi presa pela Polícia Federal nessa quinta-feira (30)

Conforme as investigações, no Brasil, Felipa Benitez Benitez, de 58 anos de idade era vendedora de cosméticos de porta em porta, mas no Paraguai, dona de empresas que movimentavam bilhões de guaranis, dedicadas à lavagem de dinheiro do narcotráfico.

Polícia Federal prendeu Felipa Benitez Benitez quando ela saia de sua residência (Foto: Divulgação)

A empresária paraguaia morava no Brasil há décadas. Ela deve ser extraditada.

A acusada também tem o nome ligado à empresa investigada por tráfico internacional de armas, que seria, inclusive, fornecedora da arma antiaérea calibre 50 usada para executar o traficante Jorge Rafaat, em junho de 2016.

Ainda segundo a PF, que expediu hoje um mandado de prisão preventiva para extradição contra a empresária, expedido pelo STF (Supremo Tribunal Federal), entre as empresas da trama investigada está uma agência de viagens e outra, que movimentou mais de 200 bilhões de guaranis , algo em torno de R$ 143 milhões.

O pedido de prisão partiu de uma investigação do Ministério Público e da Senad (Secretaria Nacional Antidrogas) do país vizinho, após uma ofensiva contra o narcotráfico em 2016, na cidade irmã de Ponta Porã.

As investigações mencionam o agravamento da violência devido à disputa de poder entre traficantes após a execução de Rafaat, então chefe do crime organizado na fronteira entre Paraguai e Mato Grosso do Sul.

A acusada também tem o nome ligado à empresa investigada por tráfico internacional de armas, que seria, inclusive, fornecedora da arma antiaérea calibre 50 usada para executar o traficante Jorge Rafaat, em junho de 2016.

Ainda segundo a PF, que expediu hoje um mandado de prisão preventiva para extradição contra a empresária, expedido pelo STF (Supremo Tribunal Federal), entre as empresas da trama investigada está uma agência de viagens e outra, que movimentou mais de 200 bilhões de guaranis , algo em torno de R$ 143 milhões.

O pedido de prisão partiu de uma investigação do Ministério Público e da Senad (Secretaria Nacional Antidrogas) do país vizinho, após uma ofensiva contra o narcotráfico em 2016, na cidade irmã de Ponta Porã.

As investigações mencionam o agravamento da violência devido à disputa de poder entre traficantes após a execução de Rafaat, então chefe do crime organizado na fronteira entre Paraguai e Mato Grosso do Sul.

Seis crianças são resgatadas com sede e fome em casa tomada pelo lixo

As vítimas de 1,2,5,7,9 e 12 anos estão em um abrigo da Capital. De acordo com boletim de ocorrência, a mãe das crianças foi presa por maus-tratos

Seis crianças, de 1,2,5,7,9 e 12, foram resgatadas após serem encontradas vivendo em situação insalubre, sem alimento, água, nuas e em meio a muito lixo e fezes, em um apartamento nessa quinta-feira (23), no Jardim Canguru, em Campo Grande.

Amontoados de lixo encontrados no apartamento. — Foto: Reprodução

As vítimas foram encaminhadas para um abrigo da Capital. Já a mãe das vítimas, de 33 anos, foi presa por maus-tratos.

De acordo com registro policial, o caso foi denunciado por vizinhos do condomínio à Polícia Militar e ao Conselho Tutelar.

Ao chegarem no local, os agentes foram recebidos pela genitora, e constataram a insalubridade do local.

Conforme descrito pelos policiais, havia fezes por todos os cômodos da residência, insetos e amontoados de lixo plástico, orgânico, roupas úmidas, fios, colchão revirado e brinquedos.

As crianças se queixaram de fome e sede, já que o fornecimento de água no apartamento foi cortado há dois meses.

Diante do ambiente de total abandono, a conselheira tutelar que atendeu a ocorrência decidiu encaminhar as crianças para um abrigo municipal.

O caso ficará a cargo da Depca (Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente).

Amante pede R$ 5 mil para não divulgar fotos intimas de jogador de futebol e é presa

Segundo a Polícia Civil, a suspeita enviou áudios para tentar intimidar a vítima. O caso segue em investigação pela 5ª Delegacia de Polícia (DP) de Campo Grande.

Uma mulher, de 34 anos, foi presa em flagrante ao tentar extorquir R$ 5 mil de um jogador de futebol para não divulgar fotos íntimas dos dois para a esposa dele. O prisão aconteceu nessa terça-feira (14), em Campo Grande e segue em investigação pela 5ª Delegacia de Polícia (DP).

De acordo com o boletim de ocorrência da polícia, a mulher teria mandado mensagens de áudio para vítima, de 33 anos, dizendo que se o valor não fosse pago enviaria as fotos intimas. Na delegacia, ela disse que o homem é jogador de futebol.

Em contato com a polícia, a vítima apresentou os áudios que recebeu da suspeita e também uma testemunha do crime.

“Deveria pensar em sua família, vai perder sua família por causa de mixaria?”, disse a suspeita em um dos áudios. Em outro, ela afirma “para vocês R$ 5 mil não é nada”. Em outro, ela tentou mais uma vez intimidar a vítima “pode registrar ocorrência, é até bom que sai na mídia”, afirmou a polícia.

Ainda conforme o registro das autoridades, o homem não aceitou realizar a transferência e denunciou o caso. A suspeita foi presa e permanece à disposição da justiça após não ter pago a fiança, arbitrada também em R$ 5 mil.

A mulher responderá inicialmente pelo crime de tentativa de extorsão, que possui uma pena de mais de três anos de prisão.

Mulher dá prejuízo de R$ 17 mil a supermercado após comprar todos os dias usando falso PIX

Uma mulher, de 22 anos, foi indiciada, nesta terça-feira (14), suspeita de aplicar o golpe do falso PIX em um supermercado de Anaurilândia (MS). De acordo com a Polícia Civil, a indiciada deixou um prejuízo de R$ 17 mil ao estabelecimento após comprar diariamente no local.

Mulher enviava comprovantes de transferência via PIX falsos. — Foto: Reprodução/PolíciaCivil

A polícia não divulgou o período em que a suspeita aplicou o golpe no supermercado e nem os objetos comprados. Ainda de acordo com as autoridades, a jovem pode ter aplicado o mesmo golpe em outros comércios da cidade.

Durante interrogatório, a mulher confessou o crime e disse estar arrependida, segundo a Polícia Civil. Ela vai responder por estelionato, que tem pena de até cinco anos de prisão.

 

Mulher é presa após esfaquear vizinha no rosto em Campo Grande

A vítima foi encaminhada para a Santa Casa. O crime ocorreu na madrugada dessa sexta-feira (10)

Uma mulher, de 52 anos, foi presa durante a madrugada após esfaquear sua vizinha de 51 anos, no rosto na madrugada desta sexta-feira (10), no bairro Universitário, em Campo Grande. A vítima foi socorrida e levada para a Santa Casa.

O marido da vítima acionou o Corpo de Bombeiros e a polícia, aos agentes ele contou que a esposa foi esfaqueada próximo ao olho pela vizinha.

A suspeita ainda estava no local com as mãos sujas de sangue quando os policiais chegaram no local e recebeu voz de prisão sendo levada para a delegacia. O caso foi registrado como lesão corporal dolosa na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) Cepol.

Mãe presa colocava crianças de 4 e 6 anos de joelhos em tampinhas de garrafa

De acordo com a PM, crianças estavam com marcas de agressões nos braços, pernas, costas, joelhos, antebraços, abdômen e costelas. Mãe e padrasto foram presos preventivamente

Um mulher, de 21 anos, e seu companheiro, de 27 anos, foram presos em flagrante suspeitos de tortura e maus-tratos contra os filhos, de 4 e 6 anos, na noite desta segunda-feira (6) em Chapadão do Sul (MS) – a 339 quilômetros de Campo Grande. De acordo com o boletim de ocorrência, a mãe obrigava as filhas a ficarem de joelho em tampinhas de garrafas como forma de castigo.

Crianças ficavam de joelhos sob tampinhas de garrafa — Foto: Reprodução

Após denúncias anônimas, a Polícia Militar foi acionada para uma ocorrência em que crianças estariam gritando por ajuda no bairro Esplanada. Ao verificar a denúncia, os policiais constataram que as crianças apresentavam sangramentos e várias lesões pelo corpo.

De acordo com a polícia, as duas crianças estavam com marcas de agressões nos braços, pernas, costas, joelhos, antebraços, abdômen e costelas. As vítimas ainda falaram que estavam com fome e pediram comida aos policiais.

Questionada sobre as lesões, a mulher relatou que agrediu as filhas por motivos fúteis. As crianças relataram ainda que sofreram espancamento durante meses por parte da mãe e do padrasto.

Crianças tinham várias marcas de agressões pelo corpo — Foto: Reprodução

Ainda segundo a PM, o casal foi preso em flagrante e encaminhado para a Delegacia de Polícia Civil, onde podem responder por maus-tratos, tortura e lesão corporal dolosa. O Conselho Tutelar foi acionado e as crianças ficaram sob a tutela dos conselheiros.

Idosa é presa por injúria racial “você deveria retornar para escravatura”

Idosa de 83 anos foi presa na fim da tarde de quarta-feira (1°), depois de cometer ato de racismo contra a atendente de uma loja de artigos para fotografia e venda de óculos, no Centro de Campo Grande.

Conforme o boletim de ocorrência, a idosa foi até a loja que fica na Rua 14 de Julho para provar um óculos. Durante o atendimento, começou a gritar pedindo café. “Moreninha, eu quero um café”, disse.

Viatura que atendeu a ocorrência e encaminhou a idosa para a delegacia de Polícia Civil

Nesse instante, outra funcionária atendeu ao pedido acreditando que teria sido feito a ela. Então, a idosa questionou: “Mas você não é morena, e sim branca”. A vítima, por sua vez, respondeu que era morena e, levando tudo na brincadeira, serviu café em seguida.

Na sequência, segundo a vítima e testemunhas ouvidas pela Polícia Militar, a idosa foi até uma farmácia que fica em frente à loja e retornou ao outro estabelecimento, pedindo para que uma das funcionárias a acompanhasse até em casa, que ficava ao lado. Durante o deslocamento, a funcionária que tinha servido o café passou pela idosa, que, neste momento, já estava com óculos. “É, você não é branca mesmo, sua mãe te pintou de preto e você deveria retornar para escravatura”.

A vítima disse que alertou a idosa de que ela estava cometendo um crime. Contudo, a suspeita teria dito em tom elevado e várias pessoas ouviram. A funcionária teve o amparo das outras colegas, que presenciaram o ato de injúria.

Diante da situação, a Polícia Militar foi acionada e quando chegou no local, encontrou a vítima bastante chorosa. A idosa foi encaminhada para a delegacia de Polícia Civil por injúria racial.

O caso foi registrado na Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) Centro.

Justiça concede liberdade a ex-candidata a vereadora presa por tráfico

Suspeita terá que usar tornozeleira eletrônica e cumprir medidas cautelares

juíza da Vara Criminal Cristiane Aparecida Biberg de Oliveira concedeu a liberdade provisória sem fiança a investigada Ariele de Souza, de 34 anos, que foi presa pela SIG (Seção de Investigações Gerais) da Delegacia de Polícia Civil, na última sexta-feira (24), por tráfico de drogas.

Ariele de Souza, de 34 anos / Imagens: Redes sociais

Seguno o Jornal da Nova, Ariele do São Domingos como é conhecida, foi candidata a vereadora nas últimas eleições municipais e obteve cinco votos, confessou a traficância em sua residência, onde os agentes da SIG localizaram quatro papelotes de cocaína, R$ 240,00 e um aparelho celular.

Além de conceder a liberdade provisória, a magistrada aplicou algumas medidas cautelares que a suspeita terá que cumprir, como não se ausentar de sua comarca, sem prévia autorização da justiça, comparecer aos atos do processo, se recolher na residência das 18 às 5 horas, salvo autorização judicial em contrário e usar tornozeleira eletrônica pelo prazo de seis meses, sem prejuízo de eventual renovação.

Material entorpecente apreendido – Foto: Polícia Civil/Divulgação

“Advirta-se a investigada que o eventual descumprimento das medidas acima elencadas poderá ensejar a decretação da prisão preventiva”, diz a juíza Cristiane Biberg.

Por fim, a juíza deferiu o perdido da autoridade policial para o fim de autorizar a quebra de sigilo de dados telefônicos no aparelho de celular apreendido e consequente encaminhamento do aparelho para realização de perícia, deferindo-se o acesso, o exame e a posterior utilização como elementos de prova dos dados contidos nos aparelhos, especialmente, lista de endereços, histórico de ligações recebidas e efetuadas, histórico do conteúdo de mensagens SMS recebidas e encaminhadas, relação e conteúdo das conversas realizadas por meio de aplicativos, em especial, o WhatsApp.