Adolescente ataca mãe de aluno com faca em frente a escola na Capital

Um adolescente, de 15 anos, foi apreendido na tarde desta quinta-feira (18) em frente a escola Bernando Franco Baís, em Campo Grande, após atacar com faca a mãe de um aluno. A mulher, uma advogada de 46 anos, foi socorrida e encaminhada para a Santa Casa e segue estável.

Guarda municipal entrando na escola onde adolescente se escondeu. (Foto: Alex Machado)

Segundo a Polícia Militar, um agente que estava no local conseguiu deter o jovem e acionar a Polícia Militar. O adolescente foi encaminhado para a Delegacia Especializada de Atendimento à Infância e Juventude (Deaij) e junto dele os militares apreenderam 4 facas e uma marreta.

Ainda conforme a polícia, o adolescente é ex-aluno da escola Bernando Franco Baís, onde ocorreu o crime. O coronel da Polícia Militar, Carlos Hudmax Evangelista Ortiz, reforçou que a situação é acompanhada pelo Núcleo de Inteligência e Segurança Escolar (Nise) do Governo do Estado.

De acordo com o coronel, o caso está sob investigação e outros detalhes devem ser repassados pela Polícia Civil. A mãe do jovem foi acionada e será ouvida na Deaij.

O adolescente deve responder por ato infracional análogo ao crime de tentativa de homicídio.

Bebê morre após mãe dormir sobre ele

Uma equipe da perícia realizou os primeiros levantamentos e o corpo foi levado ao Instituto Médico Legal (IML). O caso deverá ser apurado pela Polícia Civil

Um bebê, de 2 meses, morreu, nesta terça-feira (19), após a mãe, dormir por cima dele, em Amambai, a 351 quilômetros de Campo Grande. O caso foi registrado como homicídio culposo – quando não há intenção de matar.

Caso foi registrado na Delegacia de Polícia Civil em Amambai. — Foto: PC-MS/Reprodução

Segundo boletim de ocorrência, a polícia foi acionada por volta das 14h de terça e quando chegou no local encontrou o bebê já sem vida.

Ainda de acordo com as autoridades, uma equipe da perícia realizou os primeiros levantamentos e o corpo foi levado ao Instituto Médico Legal (IML). O caso deverá ser apurado pela Polícia Civil.

Polícia investiga mãe que deu 3 versões diferentes sobre morte de menino de dois anos

Um menino de 2 anos morreu na madrugada desta segunda-feira (3), após ter sido “cuidado” pela tia paterna durante a tarde e entregue à mãe por volta das 3 horas da manhã. Segundo o registro policial, a criança chegou a ser socorrida pelo Corpo de Bombeiros, mas morreu no hospital de Aquidauana (MS).

Conforme o delegado responsável pelo caso, Luis Fernando Domingos Mesquita, um exame necroscópico foi solicitado para verificar a real causa da morte. Durante o depoimento à polícia, a mãe, de 14 anos, apresentou três versões diferentes para explicar o caso.

Conforme o registro de ocorrência na Polícia Civil, a adolescente contou que o bebê estava na casa da tia paterna, onde iria passar a noite e, por volta das 3 horas, a parente apareceu com a criança vestida apenas com fralda, dizendo que não poderia ficar mais com o sobrinho porque iria trabalhar logo cedo.

Ao pegar o filho no colo, a mãe percebeu que ele estava gelado enrolou em um cobertor e colocou em cima da cama, momentos depois encontrou a criança com os lábios roxos. O Corpo de Bombeiros foi acionado e a criança foi encaminhada para um hospital da região.

Durante o atendimento médico, a equipe realizou massagens de reanimação, mas o menino não resistiu.

Interrogatório
Ainda conforme a Polícia Civil, a mãe da criança, a tia, os irmãos da mãe da criança, a conselheira titular, os policiais militares que atenderam a ocorrência e uma amiga da mãe da criança já foram escutados. Os atendentes dos Bombeiros que prestou o primeiro socorro e o pai da criança também vão ser ouvidos.

O caso continua em investigação para tentar elucidar a dinâmica dos fatos.

Mãe falece horas após filha morrer atropelada na Rui Barbosa

Filha morreu quando seguia para o hospital visitar a mãe; as duas são veladas juntas na manhã de hoje

Antes de ser atropelada e morta na tarde desta terça-feira (28), Evanir Carvalho de Souza, 59, havia recebido uma ligação e estava a caminho da Santa Casa para visitar a mãe, internada vítima de doença nos rins. A idosa, Leonilda Rodrigues de Oliveira, 82, morreu poucas horas depois da filha. As duas estão sendo veladas lado a lado, na manhã desta quarta-feira, em Campo Grande. As vítimas são sepultadas nesta quarta-feira (29).

Evanir, à esquerda, junto à mãe Leonilda, à direita – (Foto: Reprodução/Redes Sociais)

A informação foi confirmada por parentes na rede social. “Meu Deus quanta provação. O senhor sabe de todas as coisas guarde agora também dona Leonilda, ela foi ao encontro de sua filha dona Evanir”, disse a nora da mulher atropelada.

Evanir, por sua vez, foi vítima de atropelamento na Rua Rui Barbosa entre Avenida Mato Grosso. Conforme noticiado anteriormente pela Folha de Campo Grande, a vítima tentava atravessar a rua fora da faixa de pedestres. O semáforo ainda estava aberto para os carros.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi acionado e tentou reanimar a vítima por cerca de 40 minutos. Segundo o boletim de ocorrência, Evanir encontrada em solo, com parada cardiorrespiratória. Apresentou quadro de traumatismo craniano grave e traumas diversos pelo corpo. Ela foi a óbito no local.

Mãe e filha são sepultadas no Cemitério Parque de Campo Grande, na avenida Senador Filinto Muler, no Jardim Pioneiros.

Motorista foi solta – A motorista, de 49 anos, do Renault Captur branco que atropelou Evanir Carvalho de Souza, de 59 anos, foi solta após pagar fiança de R$ 7 mil. O delegado William Rodrigues, da Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) Centro, onde o caso foi registrado como homicídio culposo na direção de veículo automotor, confirmou a soltura da mulher.

Seis crianças são resgatadas com sede e fome em casa tomada pelo lixo

As vítimas de 1,2,5,7,9 e 12 anos estão em um abrigo da Capital. De acordo com boletim de ocorrência, a mãe das crianças foi presa por maus-tratos

Seis crianças, de 1,2,5,7,9 e 12, foram resgatadas após serem encontradas vivendo em situação insalubre, sem alimento, água, nuas e em meio a muito lixo e fezes, em um apartamento nessa quinta-feira (23), no Jardim Canguru, em Campo Grande.

Amontoados de lixo encontrados no apartamento. — Foto: Reprodução

As vítimas foram encaminhadas para um abrigo da Capital. Já a mãe das vítimas, de 33 anos, foi presa por maus-tratos.

De acordo com registro policial, o caso foi denunciado por vizinhos do condomínio à Polícia Militar e ao Conselho Tutelar.

Ao chegarem no local, os agentes foram recebidos pela genitora, e constataram a insalubridade do local.

Conforme descrito pelos policiais, havia fezes por todos os cômodos da residência, insetos e amontoados de lixo plástico, orgânico, roupas úmidas, fios, colchão revirado e brinquedos.

As crianças se queixaram de fome e sede, já que o fornecimento de água no apartamento foi cortado há dois meses.

Diante do ambiente de total abandono, a conselheira tutelar que atendeu a ocorrência decidiu encaminhar as crianças para um abrigo municipal.

O caso ficará a cargo da Depca (Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente).

Mãe e filha ficam feridas em acidente na BR- 262

As vítimas foram socorridas por uma equipe do SAMU, uma delas apresentava suspeita de fratura

Colisão envolvendo duas caminhonetes no início da tarde desta última quarta-feira (15), deixou ferida duas mulheres,mãe e filha de 24 anos e outra de 48, respectivamente. O acidente ocorreu próximo ao Posto Fiscal Lampião Aceso, na BR-262, em Corumbá.

(Foto: Divulgação/ Diário Corumbaense)

Equipe de resgate e salvamento do Corpo de Bombeiros Militar foi acionada para prestar os primeiros atendimentos, conforme informou o site de noticias local, Diário Corumbaense.

Apesar do impacto, mãe e filha, que estavam na caminhonete Toro, sofreram ferimentos leves pelo corpo e se queixavam de dores na região do tórax e na lombar. Uma delas apresentava suspeita de fratura em um dos dedos.

Além dos bombeiros, uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) também esteve no local e transportou uma das vítimas ao pronto-socorro.

Mãe presa colocava crianças de 4 e 6 anos de joelhos em tampinhas de garrafa

De acordo com a PM, crianças estavam com marcas de agressões nos braços, pernas, costas, joelhos, antebraços, abdômen e costelas. Mãe e padrasto foram presos preventivamente

Um mulher, de 21 anos, e seu companheiro, de 27 anos, foram presos em flagrante suspeitos de tortura e maus-tratos contra os filhos, de 4 e 6 anos, na noite desta segunda-feira (6) em Chapadão do Sul (MS) – a 339 quilômetros de Campo Grande. De acordo com o boletim de ocorrência, a mãe obrigava as filhas a ficarem de joelho em tampinhas de garrafas como forma de castigo.

Crianças ficavam de joelhos sob tampinhas de garrafa — Foto: Reprodução

Após denúncias anônimas, a Polícia Militar foi acionada para uma ocorrência em que crianças estariam gritando por ajuda no bairro Esplanada. Ao verificar a denúncia, os policiais constataram que as crianças apresentavam sangramentos e várias lesões pelo corpo.

De acordo com a polícia, as duas crianças estavam com marcas de agressões nos braços, pernas, costas, joelhos, antebraços, abdômen e costelas. As vítimas ainda falaram que estavam com fome e pediram comida aos policiais.

Questionada sobre as lesões, a mulher relatou que agrediu as filhas por motivos fúteis. As crianças relataram ainda que sofreram espancamento durante meses por parte da mãe e do padrasto.

Crianças tinham várias marcas de agressões pelo corpo — Foto: Reprodução

Ainda segundo a PM, o casal foi preso em flagrante e encaminhado para a Delegacia de Polícia Civil, onde podem responder por maus-tratos, tortura e lesão corporal dolosa. O Conselho Tutelar foi acionado e as crianças ficaram sob a tutela dos conselheiros.

VÍDEO: Nova gravação feita logo após chacina mostra mãe de menina desesperada

A mulher sobrevivente do ato bárbaro cometido por bolsonaristas, um deles CAC, perdeu também o marido. Tudo por causa de um jogo de sinuca

Uma outra gravação da chacina ocorrida num bar de Sinop, no Mato Grosso, na tarde de terça-feira (21), na qual sete pessoas foram assassinadas por uma dupla de bolsonaristas que perdeu uma aposta num jogo de sinuca, entre elas uma menina de 12 anos executada pelas costas com um tiro de escopeta calibre 12, mostra o momento em que uma das sobreviventes, mãe da garota morta e que também perdeu o marido, alvejado dentro do estabelecimento, se desespera ao encontrar a filha baleada fatalmente e caída no meio da rua.

Gritando muito, a mãe, que nas imagens do circuito de segurança aparece junto ao marido, à filha do casal e às outras vítimas no momento da insanidade cometida por Edgar Ricardo de Oliveira, 30 anos, e por Ezequias Souza Ribeiro, de 27, apenas repete “não” e “meu Deus”, enquanto o homem que faz a gravação com o celular parece incrédulo diante de tamanha brutalidade. “Eita, que desgraça”, diz o autor da filmagem.

Após registrar a desesperadora cena da mãe ajoelhada sobre o corpo da filha já sem vida na via pública, o homem entra no bar e mostra o cenário de barbárie, com vários cadáveres pelo chão e muito sangue. Passados poucos instantes a Polícia Militar e as viaturas do Resgate do Corpo de Bombeiros, assim como ambulâncias do SAMU (Serviço de Atendimento Médico de Urgência).

Edgar Ricardo de Oliveira, o criminoso que dispara com a escopeta, tem registro de CAC (colecionador, atirador e caçador) e mantinha uma ativa rotina nas redes sociais fazendo postagens pró-armamento e em favor do ex-presidente de extrema direita Jair Bolsonaro (PL), dizendo-se “cidadão de bem” e “com um objetivo na vida”, o que o faria “trabalhar das 5h até as 23h, ou meia-noite”.

Ele, que é sócio de um clube de tiro na cidade de Alta Floresta (MT), também disponibiliza vídeos nos quais aparece praticando tiro de forma descontraída num cenário que não parece ser apropriado para a atividade. Já Ezequias Souza Ribeiro, o outro assassino, que dispara com uma pistola, tem extensa ficha policial, com passagens por porte de arma ilegal, roubo, formação de quadrilha, lesão corporal e ameaça, além de ter um mandado de prisão em aberto contra si no Judiciário mato-grossense.

De acordo com a Polícia Civil de Mato Grosso e o delegado Bráulio Junqueira, responsável pelo inquérito dos múltiplos homicídios registrados no bar, ambos seguem foragidos e são alvos de uma caçada empreendida por todas as forças de segurança do estado.

Mãe e padrasto são presos após bebê ser internado com traumatismo craniano e clavículas quebradas

Caso ocorreu na tarde desta terça-feira (14) em Campo Grande. Polícia Civil investiga o caso e suspeita que os pais agrediram o menino.

Um bebê, de 1 ano e 27 dias, deu entrada na Santa Casa de Campo Grande em estado grave com traumatismo craniano e duas clavículas quebradas na tarde desta terça-feira (14). A mãe e o padrasto da criança deram versões contraditórias e, por isso, foram presos preventivamente. A Polícia Civil foi acionada para investigar o caso.

Em depoimento, a mãe do menino contou que tomava banho, quando o filho, que estava sozinho no quarto, caiu da cama. O primeiro atendimento foi em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), de onde a criança foi levada de ambulância para a Santa Casa.

Acionada pelos médicos, a polícia esteve no hospital e, em seguida, acompanhou mãe e padrasto até a casa do casal. No local, enquanto a perícia realizava atendimento, o companheiro da mulher chamou os policiais no canto e apresentou nova versão.

“Ele falou: ‘eu tinha saído para levar minha esposa, que é manicure, para fazer unha aqui perto e a criança estava sozinha. A queda aconteceu nessa hora’”, revelou o suspeito, segundo o delegado Roberto Morgado.
O padrasto ainda contou à polícia que o suposto acidente aconteceu pela manhã, por volta das 7h. Porém, só no início da tarde, pouco depois das 13h, é que a mãe procurou o posto de saúde. Segundo ele, o menino não havia apresentado ferimentos, após a queda, mas que percebeu piora ao longo da manhã.

“Ele tentou justificar os ferimentos dizendo que fez massagem cardíaca e respiração boca a boca”, informou o delegado.

Roberto Morgado destacou que os exames periciais vão ajudar a polícia a entender o que aconteceu com o menino. Mãe e padrasto foram presos por abandono de incapaz e fraude processual, porque combinaram o depoimento deles. Caso agressões sejam identificadas, eles podem responder por maus-tratos.

Pai desconhece às agressões
O pai da criança, que não foi identificado, esteve na Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca), na manhã desta quarta-feira (15), para prestar depoimento. O pai da criança está como responsável pelo bebê, após a mãe e o padrasto serem presos por abandono de incapaz.

Ele contou ter sido pego de surpresa com a ligação da mãe do filho, falando sobre os ferimentos. Na Santa Casa, ele foi alertado pelos médicos. “Na verdade ele [o médico] não usou a expressão espancamento, ele usou a expressão tortura. Meu filho está com marcas no pescoço, como se alguém tivesse enforcado ele”, revelou.

De acordo com o boletim médico, o bebê segue interno no leito da área vermelha da pediatria, sedado, respirando por ajuda de aparelhos, mas estável.

Mãe deixa bebê de 4 meses com conhecido e se recusa a receber a filha de volta

De acordo com vizinhos, a mulher é usuária de drogas e havia deixado a menina com um conhecido e ao tentar devolver a criança, a mãe se recusou. Moradores acionaram a PM e o Conselho Tutelar

Uma mulher deixou a filha, de 4 meses, aos cuidados de um conhecido na noite desta quinta-feira (9), no Bairro Aero Rancho, em Campo Grande. Na manhã desta sexta-feira (10), ao tentar devolver a criança, a mãe se recusou a receber a criança. Moradores que passavam pelo local viram a situação e acionaram a Polícia Militar e o Conselho Tutelar.

De acordo com moradores, a mulher é usuária de drogas e se recusou a cuidar da filha para socializar com outras pessoas em uma praça do bairro. “Ela deixou a criança com conhecido desde às 23h da noite, hoje ele tentou entregar e ela não quis. Vendo tudo isso, pegamos a criança, que estava só de camisetinha e fralda, demos um banho nela, colocamos roupa de frio e acionamos a PM”, relatou uma moradora que preferiu não se identificar.

Apesar da situação, o bebê não apresenta sinais de maus-tratos, de acordo com testemunhas. “Só estava desamparada mesmo”, complementou a moradora.

Ao g1, a conselheira Raquel Lázaro, afirma que ainda não é possível falar que se trata de abandono de incapaz e que a criança deverá passar por exames médicos.

“Abandono de incapaz é quando, literalmente, a criança fica sozinha. Nesse caso específico, a mãe deixou a criança com um conhecido. Dependendo da situação que for verificada lá, junto à Depca, é que eles vão caracterizar se foi abandono, se houve negligência”, explicou a conselheira.
Ainda segundo ela, possível caso de estupro será investigado. “Os populares afirmaram que a menina pode ter sido vítima de abuso sexual. Então, tudo isso será apurado e recebido os devidos encaminhamentos. O conselho vai fazer todos os entendimentos e, se necessário, o acolhimento institucional”, concluiu.

Mãe e bebê foram levados à Delegacia Especializada de Proteção à Crianças e ao Adolescente (Depca) e o caso segue sendo investigado.