Partido faz denúncia de caixa 2 na campanha do Capitão Contar

O diretório regional do partido Cidadania em Mato Grosso do Sul, acusa a campanha do candidato ao governo de Mato Grosso do Sul, deputado estadual Capitão Contar (PRTB), de fraudar contas e não contabilizar receitas e, por isso, pediu ao Ministério Público Eleitoral na semana passada para investigar supostos crimes de candidatura.

O pedido feito pelo Cidadania indica que a candidatura de Capitão Contar não observou a lei eleitora Foto Divulgação

Segundo informações do Correio do Estado, o pedido feito pelo partido indica que a candidatura de Capitão Contar não observou a lei eleitoral e não tem declarado devidamente as receitas de sua campanha.

A solicitação é de que também seja investigado o vice de Contar, Humberto Savio Abussafi Figueiró.

A cessão de imóveis para uso da candidatura não declarados pela campanha, as despesas com pessoal lançadas na declaração com valores muito abaixo dos utilizados na média pela maioria das candidaturas e incompatíveis com o volume e o fluxo de pessoas engajadas na campanha e a inexistência de lançamento de gastos eleitorais referentes à produção dos programas de rádio, televisão ou vídeo que estão sendo veiculados pela candidatura de Contar são algumas das denúncias arroladas no pedido.

Para o Cidadania, os dados apresentados por Capitão Contar e Beto Figueiró são contraditórios com a realidade fática.

“Trazem desconfiança e indícios de ocorrência de falsidade ideológica eleitoral, ou prática de caixa 2”, destaca o partido, que, por esses motivos, alega que a candidatura de Contar merece ser investigada pelo Ministério Público Eleitoral.

QG DO CAPITÃO

O primeiro caso trata do QG do Capitão Contar, localizado na Avenida Afonso Pena, em uma das regiões mais nobres de Campo Grande.

Tal área, na parte em que constam as “receitas estimáveis em dinheiro”, está avaliada na módica quantia de R$ 10 mil. A área vizinha está à venda com o metro quadrado avaliado em R$ 5 mil.

No mercado, há quem diga que a área do “QG do Capitão” esteja avaliada em mais de R$ 50 milhões.

“O primeiro ponto que se suscita é que a estimativa apresentada nos autos da prestação de contas parcial é um disparate, de tão ínfima se comparada com os imóveis daquela região”, alega o Cidadania, que complementa que a candidatura de Contar desprezou resolução do Tribunal Superior Eleitoral que determina que, no caso de movimentação de recursos financeiros ou estimáveis em dinheiro, o bem recebido seja avaliado por preços praticados no mercado, com a identificação da fonte de avaliação.

Segundo o Cidadania, o valor declarado pela área chega a ser ultrajante de tão baixo.

Mas esse não é o único problema do “QG do Capitão”.

A doação do local é tratada como uma cessão de imóvel, em que o doador é a pessoa física do candidato a vice-governador, Humberto Figueiró, o Beto Figueiró.

Ocorre que Beto Figueiró, ao informar seus bens à Justiça Eleitoral, nem sequer informou a área onde está instalado o QG do Capitão como sua, e ela não aparece em sua declaração de bens.
“Houve sonegação de bens do candidato a vice em seu registro de candidatura”, acusa o Cidadania.
O partido denunciante ainda aponta outra hipótese, que também pode configurar a prática de crime de falsidade ideológica: a possibilidade de tal imóvel ser de propriedade da empresa de Beto Figueiró, a H.A. Empreendimentos Imobiliários.
Desde a década passada, pessoas jurídicas não podem fazer doações para campanhas.

MILITÂNCIA
A campanha de Capitão Contar, indica o partido Cidadania na representação feita ao Ministério Público Eleitoral, também lançou várias despesas com pessoal a R$ 120 por pessoa.
O valor, segundo o partido, é considerado “aviltante e irreal”.

“Tudo leva a crer que se tratam, na verdade, de contratações irregulares de militância, por valor muito menor do que normalmente é praticado, lançadas como ‘despesas com pessoal’ para falsear os valores efetivamente despendidos”, alega o presidente do Cidadania, Édio de Souza Viegas.

Segundo o dirigente da sigla, foram contratados apenas 36 cabos eleitorais, número que é incompatível com o volume e o fluxo de pessoas engajadas na campanha diariamente.

A lei eleitoral prevê que mesmo a atuação voluntária de cabos eleitorais deve ser lançada na prestação de contas, o que não ocorreu com Capitão Contar e Beto Figueiró, queixa-se o Cidadania.

“Aliás, não é crível que uma campanha para governador do Estado, que tem 79 municípios, tenha somente 36 pessoas contratadas para uma campanha de tal magnitude”, destaca o pedido encaminhado ao Ministério Público Eleitoral. O Cidadania, por exemplo, comparou o declarado por Contar com os gastos das campanhas de Marquinhos Trad (PSD) e Rose Modesto (União Brasil), que agora apoiam Contar – ambos contrataram muito mais cabos eleitorais e gastaram muito mais dinheiro.
Sobre Contar, o Cidadania conclui: “Há claro indício, no caso, de circulação de recursos ‘por fora’ da conta oficial da campanha, o chamado ‘caixa 2’”.

TV E OUTROS SERVIÇOS
O partido Cidadania identificou ainda mais supostas irregularidades na prestação de contas parcial da candidatura de Capitão Contar.

Não há, por exemplo, o lançamento de despesas com contratação de programas de rádio e televisão, tampouco doação do partido nesse sentido.

“É notório que os candidatos representados vêm promovendo a candidatura por meio de propaganda em rádio e TV e, obviamente, isso tem um custo, que, todavia, como se pode notar, também foi omitido na prestação de contas parcial”, afirma.

“Noutro lado, é despesa obrigatória, uma vez que não é possível a doação por pessoa jurídica. De qualquer forma, ainda que fosse uma doação, haveria de constar da prestação de contas, o que não se observa na espécie”, complementa.

Com contadores, a campanha de Capitão Contar gastou R$ 25 mil, o que, para o presidente do Cidadania, é um “valor irrisório”.

A campanha de André Puccinelli (MDB), por exemplo, gastou R$ 65 mil, e a de Marquinhos Trad (PSD), R$ 200 mil.
Na conclusão do pedido, o Cidadania reforça a existência de caixa 2 na campanha de Contar.

“A representante pugna que sejam adotadas as providências investigatórias e judiciais cabíveis a fim de apurar a prática de crime de falsidade ideológica eleitoral, ou ‘caixa 2’, que pode já ser considerado consumado na prestação de contas parcial e inclusive se repetir na prestação de contas final, o que consiste em risco de sério e irreversível prejuízo ao processo eleitoral e à democracia”.

Contar muda discurso e aceita apoio da “velha política”

Vitorioso no primeiro turno das eleições no Mato Grosso do Sul, o candidato do PRTB, Capitão Contar, declarou à coluna Radar, da revista Veja, que iria dispensar e buscar priorizar o apoio de pessoas que representem o espírito político de mudança da sua campanha:

“Não fiz coligação. Meu vice é do PRTB. Não tenho partidos ao meu lado que tragam histórico de corrupção. Tenho sido procurado por políticos agora, mas estou dispensando apoios. Quero ser eleito sem rabo preso para limpar a corrupção e trabalhar com moralidade”, diz Contar.

Todos os três projetos reprovados pela população no primeiro turno estão agora alinhados ao Capitão Contar

Em agosto deste ano Contar rechaçava a tentativa de adversários, segundo ele, de ligarem seu nome e o da sua mulher e candidata a deputada estadual, Iara Diniz Contar, ao ex-prefeito de Campo Grande Marquinhos Trad (PSD).Em vídeo anônimo compartilhado em grupos no aplicativo de conversas WhatsApp, o candidato e sua mulher têm seus nomes associados a Trad, que responde a uma série de acusações de crimes sexuais contra mulheres.
Em decisão do dia 18 de agosto, o desembargador Vladimir Abreu da Silva, do Tribunal Regional Eleitoral,

determinou a retirada do vídeo e das mensagens publicadas nos grupos, sob pena de multa diária de R$ 10 mil.
Ao comentar a decisão do TRE, disse: “Uma pergunta não quer se calar: a quem interessa associar minha imagem à de um ex-prefeito cheio de acusações de assédio sexual? Nós não somos como esses grupos da velha política, que utilizam práticas obscuras para tentar desacreditar quem ameaça seus planos de continuar no poder”, contra-atacou.
Mesmo assim, aceitou de bom grado o apoio de Marquinhos, do ex-governador do Estado, André Puccinelli, do MDB, e da deputada federal Rose Modesto, que após se desfiliar do União Brasil, está sem partido.

Discurso de pureza é um, mas na prática todo apoio é bem-vindo, mesmo que esse faça parte do que ele chama “da velha política”. Todos os três projetos reprovados pela população no primeiro turno estão agora alinhados ao Capitão Contar, num claro conchavo político.

Nem mesmo um discurso purista pode esconder o avanço patrimonial nos últimos 4 anos. O Capitão Contar, eleito deputado estadual em 2018, aumentou seu patrimônio em impressionantes 725% de lá para cá. De acordo com declarações de bens feitas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) há quatro anos, época que o parlamentar foi eleito, Contar registrou uma moto de 80 mil reais. Em 2022, o candidato afirma ser proprietário de três veículos, além de R$ 91 mil em contas poupança e créditos no valor de R$ 96 mil. Dessa forma, ao declarar R$ 583 mil, Capitão Contar apresenta um crescimento econômico de R$ 503 mil em apenas 4 anos.

Capitão Contar vota e diz estar com a “sensação de dever cumprido”

O candidato ao governo de Mato Grosso do Sul, Capitão Contar (PRTB) votou, na manhã deste domingo (2), no colégio Oswaldo Tognini, em Campo Grande.

Capitão Contar disputa ao Governo do estado pela primeira vez. O candidato entrou na vida política em 2018, quando foi eleito deputado estadual por Mato Grosso do Sul.

Candidato ao governo do estado, Capitão Contar, vota em Campo Grande. — Foto: AnaLiviaTavares/TVMorena

Para a imprensa, Capitão Contar afirmou que está com a sensação de dever cumprido. “Hoje é a consolidação da democracia. Todo trabalho que foi feito por mim e pela minha equipe nesses quatro anos como deputado me fizeram chegar até esse momento com essa grande condição de poder representar o executivo sul-mato-grossense. A sensação é de dever cumprido, chegamos até aqui com uma campanha limpa, sem dinheiro público, sem utilizar qualquer estrutura pública, diferente de outros candidatos. As eleições deste ano serão uma grande surpresa aqui em Mato Grosso do Sul”.

Capitão Contar não representa a direita, mas sim um extremismo que prejudica o liberalismo

Candidato ao Governo do Estado, ele surfou na onda bolsonarista, e continua nela, pois é a única moeda que tem a oferecer ao eleitor: mas não representa o pensamento liberal

“É a luta do bem contra o mal, por Deus, pátria e família, tá ok?”

Não, não se trata de um discurso do presidente Jair Bolsonaro. Novamente, à exemplo do que ocorreu em 2018, o festival de chavões que inundou a extrema direita brasileira foi adotado por todos os candidatos que se escondem sob a sombra do bolsonarismo na eleição deste ano.

Uma coisa é ser de direita, outra é ser bolsonarista como o Capitão Contar Foto Reprodução

Eleito o deputado estadual mais bem votado para a Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul há quatro anos, Capitão Contar (PRTB), é um exemplo clássico dos políticos que encontraram na simbiose com o presidente, a única forma de se venderem como boas opções para o eleitor.

A imensa maioria dos que seguiram esta tendência não possuíam nenhum tipo de ação política anterior que justificasse uma candidatura. Em 2018, esta estratégia colou e muita gente – como Contar – foi eleita apenas por se posicionar como “bolsonarista”, adotar uma patente antes do primeiro nome, vestir-se como militar, falar como o presidente e repetir certas frases feitas.

Nas eleições de 2022, no entanto, esta artimanha não cola mais.

Milhões de brasileiros que se posicionam à direita do espectro político já chegaram à conclusão de que ser de direita não significa, obrigatoriamente, adotar políticas extremistas como as propostas pelo bolsonarismo, como ruptura democrática, ataque às instituições, enfraquecimento da laicidade do Estado, entre outras questões. Pelo contrário. O liberalismo compreende bem que estas questões enfraquecem o país no exterior e limitam a chegada de investimentos.

Os “filhotes do bolsonarismo”, como Capitão Contar, foram eleitos em 2018 levando a bandeira da direita, que estava adormecida e emergiu. Mas misturaram os assuntos. Uma coisa é ser de direita, outra é ser bolsonarista. Há no Brasil uma vasta direita responsável, que defende uma economia liberal, o Estado mínimo, a liberdade de expressão. Temas como sexualidade alheia, ataque às urnas, fechamento do Congresso, fanatismo religioso nada têm a ver com os valores de direita.

Nem todos que votaram em Bolsonaro concordavam necessariamente com todas as declarações e bandeiras do candidato. Parte dos eleitores disse em 2018, por exemplo, que o voto em Bolsonaro era muito mais algo contrário a um partido/candidato do que a favor de outro. Ou seja, o voto de alguns eleitores era muito mais antipetista do que bolsonarista, por assim dizer.

Portanto, para muitos especialistas, bolsonaristas não seriam todos os eleitores de direita, mas somente a parte considerada mais radical, os “bolsonaristas raiz”. São aqueles eleitores e políticos que consideram o governo acima do bem e do mal, que não abrem mão de votar no presidente e que dizem “acreditar sempre” nas declarações dele, por mais contrárias que elas sejam aos valores do liberalismo e da democracia.

Capitão Contar é mais um dos “bolsonaristas” de raiz que usam o presidente e suas falas para arrecadar votos entre os homens e mulheres de direita. Em recente debate entre postulantes ao Governo do Estado, ele se jactou de estar posicionado no canto direito do púlpito, “à extrema direita”, disse, ao vivo.

Mas, não, ele não representa a direita clássica, mas sim um extremismo que prejudica a própria ideia de liberalismo.

Capitão Contar foi para a reserva remunerada após 12 anos de serviço

O militar recebe aposentadoria mensal de R$ 7,6 mil da Forças Armadas, acima do teto do INSS

O candidato a governador pelo PRTB, Capitão Contar, trabalhou apenas 12 anos no Exército antes de ir para a reserva remunerada, em 2018. Ele recebe salário mensal de R$ 7.673,56 de aposentadoria, acima do teto do INSS pago a trabalhadores com carteira assinada, hoje estabelecido em R$ 7.087,22.

A informação sobre a aposentadoria precoce do Capitão Contar, que abandonou o Exército para viver da política – ele recebe hoje, como deputado estadual, R$ 25,3 mil – veio à público na manhã desta segunda-feira em debate promovido pelo SBT/Top Mídia News. Os dados foram apresentados pelo candidato a governador Adonis Marcos, do Psol.

Nascido em 25 de dezembro de 1983, Contar completa 39 anos em 2022. De acordo com dados constantes do site da Assembleia Legislativa, ele cursou a Escola Preparatória de Cadetes para o Exército (EsPCEx) até o ano de 2002, em Campinas, São Paulo. Formou-se na Academia Militar das Agulhas Negras – AMAM, em 2006, na cidade de Resende, no Rio de Janeiro.

Na AMAN, onde estudou durante 4 anos até se formar, recebeu salário, assistência médica e odontológica, uniforme, alimentação e moradia gratuitos. Já na condição de capitão, trabalhou de 2007 até o final de 2018, tendo ido para a reserva por meio de ato assinado pelo coronel Átilla Queiróz de Barros, com salário hoje de R$ 7.673,56, no dia 7 de janeiro de 2019. No dia 1º de fevereiro do mesmo ano ele assumiu o mandato de deputado estadual.

Caso esteja recebendo tanto o salário de deputado quanto o de reservista do Exército, faz jus atualmente a R$ 32,9 mil mensais, mesmo tendo trabalhado efetivamente durante apenas 12 anos antes de ser eleito.

Privilegiado

A maioria esmagadora da população brasileira não tem o mesmo privilégio do Capitão Contar. Hoje, o teto da aposentadoria pago pelo INSS é de apenas R$ 7.087,22. Mas para fazer jus a esse valor, o trabalhador tem que contribuir com a previdência pública durante 35 anos, se homem, e 30 anos, se mulher.

No entanto, poucos conseguem a aposentadoria pelo teto. Para ter direito a esse valor, a pessoa terá de pagar 20% de R$ 7.087,22 (teto do INSS em 2022), o que equivale a R$ 1.417,44 por mês como segurado facultativo. Esse pagamento deve perdurar até que o trabalhador complete o tempo de contribuição necessário para a aposentadoria – 35 ou 30 anos, se homem ou mulher.

Justiça suspende pesquisa fraudulenta encomendada pelo Capitão Contar

Com estas considerações, DEFIRO a liminar pleiteada para o fim de suspensão da divulgação da pesquisa MS-03730/2022, determinando a todos os representados que se abstenham de divulgar a mencionada pesquisa, sob pena de multa no valor de R$ 50.000,00 (cinquenta mil reais) em caso de descumprimento.

Foto Divulgação

Irregularidades no registro da pesquisa

O levantamento foi realizado entre os dias 29 de julho e 2 deste mês com 800 eleitores na Capital e no interior. O número na Justiça Eleitoral é MS-03730/2022. A margem de erro de 3,5 pontos percentuais para mais ou menos. A pesquisa custou R$ 33,6 mil e foi encomendada “FIADO” pelo PRTB, partido do Capitão Contar, para pagar no dia 15 de agosto de 2022. Contudo, a referida pesquisa contém irregularidades insanáveis que impedem sua divulgação, conforme a seguir exposto:

Das irregularidades apontadas

Para tanto a Resolução n. 23.600/19 estabeleceu os critérios de registro e divulgação das pesquisas, atribuindo em seu artigo 2º, §7º, a seguinte obrigatoriedade: §7º A partir do dia em que a pesquisa puder ser divulgada e até o dia seguinte, o registro deverá ser complementado, sob pena de ser a pesquisa considerada não registrada, com os dados relativos: os municípios e bairros abrangidos, observando-se que, na ausência de delimitação do bairro, será identificada a área em que foi realizada;

Foto Divulgação

A referida pesquisa foi registrada no dia 28/07/2022 e foi divulgada no dia 03/08/2022, passando o período para complementação, sem que o representado anexasse as informações exigidas no artigo acima colacionado, vejamos: Como se vê, até o momento não foi especificado os bairros abrangidos, tampouco a área em que a pesquisa foi realizada e por fim não foi citado a quantidade de entrevistados por sexo, idade, escolaridade e renda.

Tal conduta implica que a pesquisa seja considerada como não registrada, ensejando a sanção pecuniária constante no artigo 17 da Resolução 23.600/19, que pune a divulgação de pesquisa sem prévio registro com multa de R$ 53.205,00 a R$ 106.410,00.

Capitão Contar organiza motociata para Bolsonaro em Campo Grande

Presidente deve vir ao Estado na quinta entregar 300 apartamentos do programa Casa Verde Amarela

O deputado estadual e pré-candidato ao governo de Mato Grosso do Sul, Capitão Contar (PRTB), realizará nesta quinta-feira (30) uma motociata junto com o presidente Jair Bolsonaro, que estará em Campo Grande para entregar 300 apartamentos do programa Casa Verde Amarela.

Capitão Contar organiza motociata para Bolsonaro em MS (Foto: Divulgação)

Capitão Contar, que já realizou diversas motociatas em Campo Grande, está organizando o evento para a visita do presidente. Em edições anteriores, as motociatas do Capitão já movimentaram a cidade com centenas de motociclistas, dezenas de carretas, filas de carros, ciclistas, além da presença de milhares de pessoas em mais de 20km de trajeto, sempre destacando as cores e bandeiras do Brasil.

“Convido a todos motociclistas e a população para acompanhar a motociata com a presença do nosso presidente Jair Bolsonaro. Será a maior motociata já realizada em Campo Grande e ficará marcada na nossa história! Vem pra missão você também”! Declarou.

Essa será a primeira vez que os motociclistas sul-mato-grossenses terão a oportunidade de rodar em suas motos com o presidente Jair Bolsonaro, algo que eles esperavam há muito tempo.

Especialista no assunto, por ter liderado várias motociatas na capital, Capitão Contar já está em contato com as forças de segurança responsáveis pelo evento.

“Vamos fazer a maior motociata que Campo Grande já viu! A nossa expectativa é levar para as ruas todos os bolsonaristas, motociclistas e também a população para ver o nosso presidente passar pelas nossas lindas avenidas! Convido a todos a virem conosco e mostrar que MS é Bolsonaro”, declarou o deputado.