Riedel e Barbosinha reúnem Poderes para entrega do relatório da transição

Entrega aconteceu na manhã desta segunda-feira no receptivo do Parque do Prosa

O governador eleito de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel, e o vice-governador, e coordenador da equipe de transição, Barbosinha, entregaram na manhã desta segunda-feira (19), ao governador Reinaldo Azambuja e a demais autoridades o relatório final dos trabalhos da equipe coordenada pelo vice.

“O trabalho da equipe terminou na última sexta-feira (16) e hoje fizemos a entrega desse documento aos Poderes e ao governador Reinaldo”, anunciou Eduardo Riedel, que fez a entrega aos presidentes da Assembleia Legislativa, deputado Paulo Corrêa, do Tribunal de Justiça, des. Carlos Eduardo Contar, e do Tribunal de Contas, cons. Jerson Domingos, e também à defensora pública-geral, Dra Patrícia Cozzolino e ao Procurador-Geral de Justiça, Dr. Alexandre Magno.

O trabalho da equipe terminou na última sexta-feira (16) e hoje foi feita a entrega Foto: Saul Schramm

Nos últimos 30 dias a equipe de transição analisou uma série de documentação recebida da atual gestão estadual, e elencou no relatório situações sobre temas relevantes, e toda base de informações que subsidiaram a tomada de decisão quanto à reorganização proposta para a futura gestão.

“Essa é uma reunião muito importante e simbólica para registrar não apenas a qualificação dessa equipe de transição, mas também o grande trabalho e os excelentes resultados de gestão alcançados pelo governo Azambuja”, afirmou Barbosinha.

O governador Reinaldo Azambuja agradeceu aos presentes pelo diálogo ao longo de toda sua gestão, e fez questão de ressaltar que Mato Grosso do Sul se tornou referência em gestão pública para todo país, alcançando topo do ranking nacional em crescimento e retomada da economia, e sendo o 1º que mais recebe investimentos privados.

“Foi uma transição tranquila e pacífica, fruto de um Estado cumpridor de suas obrigações”, finalizou Reinaldo.

Camila Jara, Dionedison Terena e Márcio Portocarrero estão na equipe de transição de Lula

Equipe de Mato Grosso do Sul também conta com Simone Tebet, Aparecida Gonçalves, João Grandão, Eloy Terena e Fábio Trad. Anúncio foi feito por Geraldo Alckmin no Diário Oficial da União

Mato Grosso do Sul confirmou outros três integrantes para compor a equipe de transição do governo de Luiz Inácio Lula da Silva, eleito para assumir a Presidência da República a partir de 2023.

Vereadora e deputada federal eleita Camila Jara (PT)  Foto: Redes Sociais

São eles: a vereadora de Campo Grande e deputada federal eleita Camila Jara (PT), o diretor-executivo da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) Márcio Portocarrero e o indígena Dionedison Demecio Cândido.

Dionedison “Terena”, foi nomeado no grupo técnico de Povos Originários — Foto: Redes Sociais

Jara, deputada federal eleita mais jovem de Mato Grosso do Sul, integra o Grupo Técnico da Juventude. Já Dionedison Demecio Cândido, o Dionedison “Terena”, foi nomeado no grupo técnico de Povos Originários. Enquanto o engenheiro agrônomo Márcio Portocarrero, fará parte do Grupo Técnico de Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

A portaria foi publicada na edição desta sexta-feira (2) do Diário Oficial da União, assinada pelo vice-presidente eleito e coordenador da equipe de transição, Geraldo Alckmin (PSB).

Márcio Portocarrero é engenheiro agrônomo — Foto: Redes Sociais

Outros integrantes de MS na equipe de transição:

  • O deputado federal Fábio Trad (PSD-MS) vai atuar no grupo de trabalho específico das áreas de Segurança Pública e Justiça. Nas eleições de 2022, o parlamentar recebeu mais de 43 mil votos na disputa por um cargo de deputado federal, mas não conseguiu ser reeleito;
  • O advogado sul-mato-grossense Eloy Terena, referência nacional da luta indigenista, foi anunciado após pressão da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), em Brasília, por uma equipe mais plural para tratar das políticas para povos originários;
  • A ex-secretária Nacional da Violência contra a Mulher, Aparecida Gonçalves foi escalada para cuidar da área de políticas públicas contra a violência de gênero na equipe de transição;
  • O ex-deputado por Mato Grosso do Sul João Grandão (PT), vai atuar na parte de desenvolvimento agrário. O político coordenou a campanha presidencial petista em Mato Grosso do Sul;
  • A senadora Simone Tebet (MDB-MS) também representa Mato Grosso do Sul e vai colaborar com a equipe de transição de governo na área de desenvolvimento social.

 

Eloy Terena é o 4º nome de MS listado na equipe de transição de Lula

Novos integrantes da equipe responsável pela transição do governo Bolsonaro para o governo Lula devem ser anunciados nos próximos dias

O advogado sul-mato-grossense Eloy Terena, referência nacional da luta indigenista é o 4º integrante de Mato Grosso do Sul na equipe de transição do presidente eleito, Lula (PT). O anúncio do nome foi feito após pressão da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), em Brasília, por uma equipe mais plural para tratar das políticas para povos originários.

Eloy Terena é o 4º nome na equipe de transição de Lula. — Foto: Reprodução

Eloy vai atuar no grupo de trabalho dos povos originários ao lado de Kleber Karipuna, Eunice Kerexu, Yssô Truká e Weibe Tapeba.

Nascido na Aldeia Ipegue, em Aquidauana, Eloy Terena é advogado indígena com atuação no Supremo Tribunal Federal (STF) e Organismos Internacionais. Coordenador do Departamento Jurídico da Apib, o advogado é doutor em Antropologia Social pelo Museu Nacional (UFRJ) e em Sociologia e Direito pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Possui pós-doutorado em antropologia na École des Hautes Études en Sciences Sociales (EHESS), Paris.

Dono da segunda maior população indígena do País, Mato Grosso do Sul até então não havia sido contemplado na equipe do governo de transição de Lula.

Outros nomes de MS na equipe de Lula
Além de Eloy a ex-secretária Nacional da Violência contra a Mulher, Aparecida Gonçalves; o ex-deputado federal João Grandão (PT) e a senadora Simone Tebet (MDB-MS) também representam Mato Grosso do Sul na equipe de transição.

Eduardo Riedel e Reinaldo Azambuja definem grupo de transição

Governador atual e o eleito indicaram quatro membros cada um para compor o time que vai coordenar a passagem entre as gestões. Riedel anunciará novos secretários após entrega de relatório da equipe de transição 

O governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PSDB) e o governador eleito, Eduardo Riedel (PSDB), anunciaram na manhã desta quinta-feira (17), os nove integrantes da equipe de transição que começa a trabalhar nesta quinta-feira (17) e prevê entregar no dia 16 de dezembro um relatório final.

Azambuja  e governador eleito, Eduardo Riedel anunciam a equipe de transição entre as gestões

Pelo atual governo vão trabalhar no processo de passagem entre as gestões:
Ana Carolina Ali Garcia: Procuradora-Geral do Estado de Mato Grosso do Sul;
Flávio César Mendes de Oliveira: Secretário-adjunto de Governo e Gestão Estratégica;
Ana Carolina Nardes: Secretária estadual de Administração e Desburocratização;
Fabio Alexandre de Castro: Superintendente do Tesouro

Pelo governo eleito integram o time de transição:

José Carlos Barbosa: deputado estadual e vice-governador eleito;
Sandra Amarilha: Economista e mestre em desenvolvimento local, atua como gerente da Unidade de Gestão Estratégica e Comunicação do Sebrae/MS;
Thaner Castro Nogueira: Superintendente de Gestão Estratégica do atual governo;
Ricardo Senna: Secretário-adjunto de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar do atual governo.
A coordenação dos trabalhos será feita pelo deputado estadual e vice-governador eleito José Carlos Barbosa.

O relatório final produzido pelo grupo será apresentado aos órgãos de controle e o anúncio dos secretários será feito até o dia 25 de dezembro, segundo Riedel. O governador eleito destacou que é cedo para dizer quais mudanças serão feitas, porque tudo vai depender do resultado do trabalho da equipe de transição.

“Vamos fazer um processo de estrutura de governo e ouvir a sociedade durante os próximos dias. Vamos ouvir segmentos econômicos, grupos sociais e todos os setores para ser validado o formato do novo governo. O anúncio dos secretários vai ocorrer depois do dia 16 e antes do Natal para que todos saibam qual grupo vai assumir o governo que está sendo estruturado em equipe”, disse Riedel.

O evento acontece no receptivo do Governo no Parque do Prosa, em Campo Grande. O anúncio está marcado desde 8 de novembro, quando Reinaldo garantiu que entregará o Governo do Estado com dinheiro em caixa. “Vamos entregar o governo redondo, sem nenhum problema para o próximo gestor”, afirmou.

“Vamos deixar dinheiro disponível para a conclusão das obras”, destacou. Segundo ele, algumas obras irão ficar prontas até 31 de dezembro e até o dia 16 de dezembro será entregue relatório fiscal do Estado.

Eduardo Riedel (PSDB) foi eleito governador de Mato Grosso do Sul com 56,90% dos votos. Ao final da contagem dos votos, o candidato teve 808.210 votos. O vice-governador eleito é José Carlos Barbosa, mais conhecido como Barbosinha (PP).

Ex-deputado federal João Grandão vai integrar a equipe de transição do Governo Lula

A equipe de transição do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) conta com mais um integrante sul-mato-grossense. O ex-deputado federal João Grandão (PT) vai integrar a equipe de transição no grupo técnico de Desenvolvimento Agrário. O nome foi anunciado na manhã desta quarta-feira (16) durante coletiva na sede do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), em Brasília, pelo vice-presidente e coordenador da equipe de transição do governo Lula, Geraldo Alckmin

Ex-deputado federal é o 3º nome de MS na transição presidencial

Agora a equipe de transição de Lula conta com a senadora Simone Tebet (MDB), que está na equipe de desenvolvimento social, Cida Gonçalves, que atuou como Secretária Nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres, e está na equipe com o mesmo nome da pasta que atuou, e agora João Grandão na equipe de Desenvolvimento Agrário

João Grandão foi o coordenador da campanha de Luís Inácio Lula da Silva em Mato Grosso do Sul. Ele participou do governo Dilma Roussef atuando como delegado do Ministério do Desenvolvimento Agrário em Mato Grosso do Sul. Ele cuidou das políticas públicas do Governo Federal na área de reforma agrária e assuntos fundiários.

Além de Grandão estão na equipe de desenvolvimento agrário: Célia Watanabe; Elisangela Araújo; Givanilson Porfírio da Silva; José Josivaldo Oliveira; Luiz Henrique Gomes de Moura; Maria Josana Lima Oliveira;  Miguel Rossetto; Pedro Uczai;Robervonia Nascimento; Vanderlei Ziger.

Simone Tebet vai ajudar na transição na área de desenvolvimento social

Simone forma equipe de transição de presidente eleito Lula

A senadora sul-mato-grossense Simone Tebet, do MDB, foi escolhida como uma das integrantes da equipe de transição do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva, do PT. O nome dela foi formalizada na terça-feira (8) pelo vice-presidente eleito Geraldo Alckmin, do PSB.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao lado da senadora Simone Tebet (MDB) em campanha (Foto: Ricardo Stuckert)

A atuação de Simone, segundo ela, tem como foco em temas ligados à assistência social.

Simone, que tem sido cogitada a chefiar um dos ministérios do governo eleito, uniu-se a Lula tão logo terminou as eleições do primeiro turno. Fora do pleito, a senadora resolveu apoiar o petista e, desde então, tornou-se um das peças fundamentais da aliança que elegeu Lula para o terceiro mandato.

O chamado transição de governo é uma prática imposta em regimes democráticos cuja a missão é assegurar que o presidente da República eleito receba informações e dados necessários ao exercício da função, assim que tomar posse.

Ainda não há definição de qual ministério Simone pode ocupar. Há quem aposte que ela vire ministra da Agricultura. No entanto, há ainda rumores de ela possa chefiar o ministério da Justiça, ou Educação.

Reinaldo avisa secretariado sobre transição: “vamos entregar o governo redondo”

Em reunião com o secretariado, o governador Reinaldo Azambuja reafirmou que vai concluir a gestão deixando dinheiro em caixa para o sucessor Eduardo Riedel concluir as obras e antecipará o pagamento da folha de dezembro. O encontro foi realizado nesta terça-feira (8) na Sala de Reuniões da governadoria.

Reinaldo Azambuja afirmou que Eduardo Riedel fará um governo ainda melhor que o dele (Foto: Chico Ribeiro)

“Vamos entregar o governo redondo, sem nenhum problema para o próximo gestor. Vamos deixar dinheiro disponível para a conclusão das obras. São muitas em andamento e que não vão acabar até 31 de dezembro até porque algumas começaram agora. Mas não vamos passar restos a pagar”, disse Reinaldo Azambuja.

A reunião contou com a participação dos secretários de Estado, secretários-adjuntos e chefes de fundações e autarquias. Eles receberam uma cópia da lei que dispõe sobre a instituição de Comissão de Transição Governamental e os documentos e informações obrigatórios a serem entregues. No dia 17 de novembro será anunciada a equipe de transição. Serão 4 membros nomeados pelo governador atual e também 4 pelo eleito.

No dia 17 de novembro será anunciada a equipe de transição Foto Chico Ribeiro

Na avaliação de Reinaldo Azambuja, a eleição de Eduardo Riedel mostrou que a população aprova a atual gestão. Riedel foi secretário de Estado de Governo e Gestão Estratégica e de Infraestrutura. “As nossas políticas públicas deram resultado em todas as áreas e o nosso trabalho foi reconhecido pela população. Valeu a pena o trabalho. Foi a vitória da responsabilidade”, afirmou o atual mandatário.

Uniforme e kit escolar

Pensando na continuidade das ações do governo, a gestão vai organizar a entrega de uniforme e kit escolar para o ano letivo de 2023. Reinaldo Azambuja pediu ainda que os secretários avisem o novo governo sobre contratos que estão no fim para evitar a interrupção de serviços, como limpeza, por exemplo.

Reunião de trabalho durou quase duas horas e contou com funcionários do 1º escalão; equipe de transição será anunciada em 17 de dezembro Foto: Chico Ribeiro

Salário

O governador Reinaldo Azambuja falou ainda sobre o pagamento do funcionalismo no último mês do ano. Além do da folha de novembro e do 13º, ele fará a antecipação do salário de dezembro, que normalmente é quitado em janeiro. O pagamento do salário de dezembro será entre o Natal e o Ano Novo.

Governo Lula

Ainda na reunião, o governador disse ter a convicção de que Eduardo Riedel terá um relacionamento institucional de alto nível com o governo federal. “Eu me relacionei com a Dilma, Temer e o Bolsonaro e o Eduardo vai se relacionar com o Governo Lula”, finalizou.

Equipes de transição negociam PEC para manter Bolsa Família de R$ 600

Em coletiva, Alckmin deixou claro que será preciso furar o teto de gastos e usou nome do auxílio nos tempos do PT

As equipes de transição do governo Bolsonaro (PL) para Lula (PT) se reuniram nesta quinta-feira, 3, para discutir as limitações do Orçamento para 2023, ano em que um novo governo assumirá o País. Em coletiva de imprensa, o relator do orçamento, senador Marcelo Castro (MDB-PI), disse que o diálogo foi positivo e chamou o orçamento de “o mais restritivo” da história.

Alckmin em coletiva após reunião das equipes de transição Foto: Reprodução

“Não tem recurso para o Bolsa Família, o Farmácia Popular, para merenda escolar. São muitas as insuficiências do orçamento”, afirmou.

Castro anunciou que o novo governo irá propor uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) em caráter emergencial para a transição, que permitirá que se fure o Teto de Gastos para manter o que o senador chamou de “despesas inadiáveis”. A decisão dependerá do Congresso.

O vice-presidente eleito Geraldo Alckmin (PSB), que está na coordenação da equipe de transição, disse que a primeira preocupação do novo governo é manter o pagamento de R$ 600 para beneficiários do Auxílio Brasil. Alckmin usou o nome Bolsa Família, usado em governos petistas, para falar do benefício, indicando que o nome irá mudar novamente.

Ainda segundo o vice-presidente eleito, para garantir o pagamento de R$ 600 em janeiro, a proposta – batizada de PEC da Transição – precisa ser aprovada até 15 de dezembro. O recurso extra também será essencial para manter serviços e obras.

Questionado sobre o valor negociado para a PEC, Alckmin disse que o montante dos recursos não foi discutido, mas que o assunto deve estar no radar da próxima reunião entre as equipes, que ocorre na terça-feira, 8.

De acordo com apuração do jornal O Globo, a equipe do presidente eleito Lula quer ter espaço orçamentário de R$ 200 bilhões em 2023. Esse valor é o dobro do que foi previsto na proposta orçamentária para o ano.

Alckmin coordenará equipe de transição do governo Lula

Segundo Gleisi Hoffmann, ministro da Casa Civil Ciro Nogueira se colocou à disposição para facilitar a transição dos governos

O vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin (PSB), foi anunciado nesta terça-feira (1º) como coordenador da equipe de transição do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), eleito presidente no último domingo (30). A informação foi dada pela presidente do PT, Gleisi Hoffmann.

Lula e Alckmin participam de ato de campanha em Porto Alegre 19/10/2022REUTERS/Diego Vara

Gleisi disse que conversou com o ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, e escutou que o presidente Jair Bolsonaro (PL) determinou a instalação do processo de transição entre governos.

Segundo ela, Ciro Nogueira se colocou à disposição para facilitar a transição dos governos. O ministro teria pedido os nomes que farão parte do novo governo e cedeu o Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB) para que a nova equipe se instale em Brasília durante o período de transição. A intenção é que o processo seja iniciado nesta quinta-feira (3).

“Eu e Aloizio Mercadante integramos também para ajudar o governador, mas temos outras pessoas e vamos também designar pessoas por áreas. Então vamos conversar com as pessoas e vamos começar isso já na próxima quinta-feira”, disse Gleise após mencionar o diálogo com Ciro Nogueira.

A nova Esplanada dos Ministérios a partir de 2023 deve ampliar o número de pastas, acabar com o modelo de função em superministérios e abrigar aliados que representem a frente ampla de partidos que elegeu Lula. Pelas contas, a Esplanada passaria de 23 para 33 pastas, ao menos.

Entre as novas pastas estão Pequenas Empresas, Igualdade Racial, Segurança, Povos Originários e Cultura. A Economia poderá ser dividida mais uma vez em Planejamento e Fazenda.

Gleisi pontuou, no entanto, que os nomes que integrarão a equipe de transição não necessariamente ganharão cargos nos ministérios. “Não há decisão sobre ministério. Presidente Lula não abriu essa discussão, importante deixar isso claro”, afirmou.