Em seu discurso, o Riedel destacou a saúde, educação, segurança pública e combate à fome como prioridades de seu governo. A cerimônia aconteceu na tarde deste domingo (1), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul
Eduardo Riedel (PSDB) tomou posse na tarde deste domingo (1º) como governador de Mato Grosso do Sul pelos próximos quatro anos, após ter sido eleito no pleito de 30 de outubro. A cerimônia foi realizada na Assembleia Legislativa do Estado. Além dele, também foi empossado o vice-governador Barbosinha (PP).
Após assinar o termo de compromisso e posse, Riedel iniciou seu primeiro discurso como governador de Mato Grosso do Sul na tribuna do plenário da Alems. O governador afirmou que a eleição acabou e o momento é de reconciliação.
Eduardo Riedel é empossado governador de Mato Grosso do Sul — Foto: Reprodução
“Farei um governo aberto, democrático e plural, para atender com responsabilidade toda a diversidade da nossa população e de suas demandas. Sem restrições e preconceitos, vou governar para todos. Inclusive para aqueles que não votaram e escolheram o nosso projeto. A eleição acabou. É hora da grande reconciliação do nosso povo”.
Riedel também destacou a saúde, educação, segurança pública e combate à fome como prioridades de seu governo. Leia o discurso na íntegra abaixo.
“A educação pública terá papel crucial na formação da cidadania e inclusão de milhares de cidadãos no processo produtivo, com a busca permanente de oportunidades a todos. Uma saúde pública resolutiva que se aproximará cada vez mais da vida dos cidadãos em cada cidade, com a conclusão do processo de regionalização no atendimento de média complexidade. Um estado seguro, estável, que funciona sob o império das leis e da ordem é suporte fundamental ao ciclo de avanços que está por vir. Os programas sociais se somarão a outras iniciativas na busca permanente pela plena cidadania a cada sul-mato-grossenses”.
O governador eleito também afirmou que irá governar com máxima transparência e tratar com respeito e reverência o dinheiro público arrecadado.
“O estado tem que assumir integralmente e legitimamente suas responsabilidades e o seu dever: ser instrumento de desenvolvimento de seu cliente fundamental – a população, único motivo que justifica a sua existência”.
Durante o pronunciamento, Riedel afirmou que irá seguir o plano de governo que apresentou durante o período eleitoral, levando em consideração tudo o que foi proposto. “Vou governar com o nosso programa de governo na mesa, o tempo todo, para ser guiado pelos compromissos que assumi e que foram aprovados pela expressão do voto livre e direto da população. E os instrumentos de gestão, modernos atuais e resolutivos como os contratos de gestão a cada área de política pública, serão peças inegociáveis”.
Além de Eduardo Riedel, foi dado posse ao vice-governador de Mato Grosso do Sul, Barbosinha (PP). A chapa vencedora foi eleita em outubro de 2022 com 56,90% dos votos válidos, o que totaliza 808.210 votos.
Participaram da cerimônia na Alems os parlamentares da Casa e as autoridades estaduais e municipais, como chefes dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.
Novos secretários
Secretários de governo empossados por Eduardo Riedel neste 1 de janeiro de 2023 — Foto: Reprodução
Na sequência, Riedel e Barbosinha seguiram para o Centro de Convenções Rubens Gil de Camillo para a cerimônia de posse dos 14 secretários que farão parte do 1º escalão do governo de Mato Grosso do Sul.
Veja os nomes dos secretários do governo de Eduardo Riedel:
Turismo, Esporte, Cultura e Cidadania: Marcelo Miranda;
Direitos Humanos e Assistência Social: Elisa Cleia Nobre (interina);
Educação: Helio Queiroz Daher;
Escritório de Parcerias Estratégicas: Eliane Detoni;
Administração: Ana Carolina Nardes;
Casa Civil: Eduardo Rocha;
Controladoria-Geral do Estado: Carlos Eduardo Girão;
Fazenda: Flávio Cesar Mendes de Oliveira;
Governo e Gestão Estratégica: Pedro Arlei Caravina;
Infraestrutura e Logística: Hélio Peluffo Filho (PSDB);
Justiça e Segurança Pública: Antonio Carlos Videira;
Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação: Jaime Verruck;
Procuradoria-Geral do Estado: Ana Carolina Ali Garcia;
Os produtos do agronegócio somaram US$ 6,9 bilhões no acumulado de janeiro a novembro de 2022, o que representou 90% dos US$ 7,595 bilhões exportados por Mato Grosso do Sul no mesmo período. Os dados foram obtidos com base em análise feita na Carta de Conjuntura da Semagro (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar). Dos 12 principais produtos exportados pelo Estado, de janeiro a novembro deste ano, os sete primeiros são da cadeia produtiva do agronegócio.
Amparado por uma safra recorde próxima de 12 milhões de toneladas, o milho foi a vedete em crescimento na balança de exportações do agronegócio sul-mato-grossense neste ano, com um aumento de 667,13%. Em valores, Mato Grosso do Sul exportou US$ 585,5 milhões de janeiro a novembro. Já em volume foram 2,8 milhões de toneladas comercializadas ao exterior.
O Estado é tradicional exportador de grãos para os estados do sul do País
Um dos motivos deste desempenho recorde na produção do milho foi o maior uso de tecnologia e variedades nas lavouras. Mesmo com os problemas de clima a produtividade do milho safrinha chegou a 96 sacas por hectare, o dobro do ano passado, quando saíram dos campos estaduais 47 sacas por hectare.
O secretário Jaime Verruck, da Semagro, destaca que a força do agronegócio com o avanço dos preços das commodities, a agroindustrialização e o investimento público direto foram os alicerces que impulsionaram as riquezas de Mato Grosso do Sul e levaram o Estado a registrar o maior incremento do PIB (Produto Interno Bruto) de 2020 a 2022 entre os estados da Federação.
Ele acrescenta que o Estado é tradicional exportador de grãos para os estados do sul do País, mas a mudança na matriz econômica está impactando em maior consumo interno dos grãos. “Temos projetos de ampliação da agroindustrialização, como duas usinas processadoras de etanol de milho, uma já em operação em Dourados e outra em Maracaju. Isso sem contar a expansão na produção de suínos e aves, que também consomem o milho na fase da engorda”, salientou.
A demanda interna é de 6 milhões de toneladas, o que segundo o secretário é suficiente para atender a cadeia produtiva. No entanto, a industrialização vai mudar estes números. “Existe uma tendência em reduzir ainda mais o quantitativo enviado para fora de MS e beneficiar cada vez mais dentro do Estado, transformando este milho em ração de suínos, de aves”, sinalizou.
No caso do etanol de milho, Verruck lembra que já entrou na pauta de exportação o DDG [sigla em inglês para grãos secos e destilados] do milho, que novamente entra na cadeia produtiva, principalmente na pecuária.
“A agregação de valor é uma de nossas metas dentro da política industrial. Buscamos a eficiência para que Mato Grosso do Sul seja um Estado multiproteína e exporte não só as proteínas vegetal e animal mas também avance em outros produtos. O resultado da nossa balança comercial já demonstra isso. Mato Grosso do Sul se posiciona hoje como um exportador agroindustrial. Eu acho que esse é um grande objetivo que nós tivemos no desenvolvimento da política industrial do Estado”, conclui o secretário.
Outros produtos
A soja manteve no ano o protagonismo em valores de exportação com mais de US$ 2 bilhões obtidos até novembro, ou o equivalente a 26,7% do total exportado pelo Mato Grosso do Sul. No entanto, em termos de receita houve um recuo de 8,57%. O segundo produto da pauta foi a celulose com 18,24% de participação na balança e US$ 1,3 bilhões de receita.
Já o setor de carne bovina registrou aumento de 30,7% nas vendas externas de janeiro a novembro, com US$ 1,1 bilhão negociados. Já em carne de aves foram US$ 344,6 milhões exportados no ano.
Novas subestações de energia ampliam a capacidade de crescimento para moradores de todo o estado
O sucesso do agronegócio, da indústria e do comércio de modo geral, depende de muitos ingredientes. Entre eles, um fundamental: energia elétrica eficiente e de qualidade. E é isso que a Energisa tem proporcionado em Mato Grosso do Sul, com investimento de mais de R$ 3 bilhões na expansão e melhoria do sistema no estado, de 2014, quando assumiu a concessão do abastecimento de energia. O desenvolvimento de várias cidades está atrelado ao promissor desempenho da companhia.
A Energisa instalou em 2022 nada menos do que oito subestações de energia em MS
Focada no desenvolvimento da economia da região, na expansão dos negócios e, sobretudo, na melhoria da vida dos sul-mato-grossenses, a Energisa instalou em 2022 nada menos do que oito subestações de energia em MS, o que equivale a cerca de R$ 700 milhões de investimento na região só até setembro deste ano.
– O ano de 2022 representa o nosso maior investimento no estado do MS – diz o Diretor-Presidente da Energisa Mato Grosso do Sul, Marcelo Vinhaes – Ouvimos as pessoas, prefeitos, vereadores e clientes, aceitamos o desafio e conseguimos entregar tudo com muita qualidade. Estamos muito felizes.
– A energia é um fator de desenvolvimento do estado. Os investimentos que nós temos feito garantem a expansão do consumo de energia elétrica através das indústrias e, no Mato Grosso do Sul, principalmente através do agronegócio, com grande pujança na região – explica o Gerente de Planejamento e Orçamento da Energisa MS, Antônio Matos. – Então a energia elétrica se traduz em desenvolvimento, além da melhoria da qualidade para os consumidores.
Entre as principais subestações inauguradas está a Campo Grande Progresso, entregue em março, com 90 MW de potência instalada. Com o valor de investimento de R$ 56,3 milhões, ela vai atender cerca de 33 mil consumidores – o equivalente ao município de Ponta Porã –, ampliando a capacidade de atendimento de Campo Grande em 12%, de 727 para 817 MW. Além disso, foram construídos 13 km de linhas de alta tensão 138 kV, gerando cerca de 100 empregos diretos e proporcionando a possibilidade de crescimento da região.
A construção da subestação de distribuição de energia elétrica Bela Alvorada, em novembro, também está entre as grandes inaugurações de 2022 em MS. Com um valor de investimento de R$ 13,1 milhões, ela conta com 15 MW de potência instalada e vai atender cerca de 2,4 mil consumidores, distribuídos entre o município de Paraíso das Águas e as regiões rurais de Camapuã e Chapadão do Sul. A obra significou a construção e a reforma de 35 km de rede, e o município de Paraíso contará com duas fontes distintas de fornecimento, diminuindo muito a possibilidade de falta de energia prolongada na cidade.
Outro importante investimento foi a ampliação da subestação de distribuição de energia elétrica Ribas do Rio Pardo, no valor de R$ 38 milhões. Com as obras, terminadas em novembro, a subestação passou a ter uma capacidade seis vezes maior do que antes, atendendo cerca de 7,9 mil consumidores, melhorando a vida dos clientes do município de Ribas do Rio Pardo.
– Já na região de Deodápolis, o exemplo é a fazenda Annalu, que possui uma produção agropecuária diversificada: agricultura, piscicultura e pecuária – conta Matos. – Fizemos um investimento na ordem de R$ 3 milhões para permitir que o produtor rural expanda seu negócio, desenvolva a economia da região e, acima de tudo, tenha uma energia elétrica de qualidade.
De propriedade da família do empresário rural Aurélio Rolin Rocha há quase 20 anos, a Fazenda Annalu precisava de melhorias que visassem uma maior produtividade e desenvolvimento. Assim que assumiu a propriedade, Aurélio convenceu a família de que algumas práticas no campo precisavam ser repensadas e, outras, ampliadas. O produtor, então, investiu alto. Aurélio buscou uma importante parceria para o projeto: a Energisa, que abraçou a Fazenda Annalu, acreditando na empreitada.
Aurélio Rolin Rocha
Por ser uma propriedade com elevada demanda de produção, a Energisa reforçou a energia da fazenda através de uma rede elétrica de 19 km, além de ter instalado equipamentos especiais e automatizados, como reguladores de tensão e bancos de capacitores para atendimento à propriedade. O apoio e investimentos feitos pela Energisa trouxeram segurança aos aportes realizados pela família do produtor rural.
A Energisa subsidiou parte do projeto por entender a perspectiva da expansão no uso de energia. Segundo Aurélio, a ideia era aproveitar ao máximo a propriedade, com aumento dos níveis de produtividade e ampliação de produtos e serviços; e a concessionária deu suporte modificando a rede, fazendo subestação.
“Investimos na irrigação da agricultura para garantir a previsibilidade da safra. A pior coisa para o produtor rural é ter seus resultados dependendo do tempo. Com a irrigação elimina-se esse estresse hídrico e torna-se possível fazer três safras ao ano (em condições naturais, só se conseguiriam duas safras ao ano). Hoje, 20% da energia que será gerada pela nova subestação que a Energisa está construindo (quase pronta!), vai para a Fazenda Annalu. A nossa fazenda consome mais energia do que alguns municípios do estado do MS”, explica o empresário.
Energia no campo transforma a vida de produtores rurais pelos recantos do país
A nova realidade que transformou os negócios de muitos empresários, também chega para outros moradores do estado que seguiram apostando no desenvolvimento econômico e social do lugar onde vivem. A produtora rural Sônia Maria Rodrigues, 54 anos, é uma dessas pessoas apaixonadas pela sua cidade. É com uma admiração que ela fala de Tacuru, município distante a 407km de Campo Grande, onde trabalha com afinco na produção de leite e também como agente de saúde.
“Já vivi anos atrás, quando era criança, sem energia elétrica. Era muito difícil, outro mundo, outra vida, outras condições”, relembra.
Recém-divorciada, ela conta que comprou um lote há 4 anos no Assentamento Conquista. Lá, ela cria seis vacas leiteiras, que produzem em média 110 litros/dia, com duas ordenhas, pela manhã e à tarde. O armazenamento é todo feito no resfriador comunitário do assentamento. “Trabalho como produtora e também tenho uma segunda profissão de agente de saúde. Dependo bastante da energia elétrica, até mesmo porque eu intercalo as duas profissões”, explica.
Sônia Maria Rodrigues
O armazenamento da produção do assentamento só funciona porque a energia elétrica vem da nova subestação Tacuru, instalada recentemente pela Energisa, junto com a obra de Bocajá. As duas novas subestações ‘somadas’ possuem o total de 4 MVA de potência instalada, o que é suficiente para o atendimento a 4 mil unidades consumidoras – em termos de comparação, equivalente ao município de Iguatemi. Além disso, uma nova linha de atendimento à Coronel Sapucaia foi feita, somando tudo um investimento de 23,4 milhões da Concessionária.
Para Sônia, essa evolução impactou também no trabalho como agente de saúde. Nessa área, ela cumpre uma jornada de quatro horas em campo pela manhã percorrendo as casas dos moradores e na parte da tarde fica em home office, trabalhando pelo notebook e lançando o que é preciso em um sistema on-line.
“Hoje a gente tem uma internet em casa, a gente consegue lançar a produtividade das visitas [como agente de saúde] no computador, por exemplo. Antigamente a gente precisava se deslocava até o postinho de saúde para fazer isso”, frisa. “A energia possibilitou que a internet chegasse no campo, então a Energisa para nós é muito importante”, pontua.
Novas possibilidades
As novas subestações da Energisa em Tacuru e Bocajá, além da nova linha para atendimento à Coronel Sapucaia, possibilitam novas oportunidades para os moradores de Mato Grosso do Sul.
“A gente entende que isso é importante para o desenvolvimento do estado, porque o pequeno agricultor tem um papel fundamental na nossa sociedade, a gente acredita muito que o investimento pode transformar a vida daquelas pessoas e vai ajudá-las a vencer os desafios diários da produção rural”, explica o gerente de construção e manutenção da Energisa, Rodolfo Acialdi Pinheiro.
Segundo Pinheiro, apenas na região de Tacuru foram investidos R$ 8,1 milhões na construção da nova subestação. “Não só para os grandes produtores rurais, mas para os pequenos produtores, para os assentamentos. Então, na região do Tacuru, especificamente, na zona rural de Tacuru, foram investidos aproximadamente R$ 8,1 milhões na construção de uma nova subestação, que beneficia a região rural de Tacuru, entre Tacuru e o município de Amambai, você acaba levando um ponto de suprimento, de energia próxima dos pequenos produtores, dos assentamentos”, ressalta Pinheiro.
Coronel Sapucaia
Já com a nova linha em Coronel Sapucaia, distante a 381km de Campo Grande, o município passa a ser atendido por uma segunda fonte de energia muito mais robusta, com 34,5 kV, proveniente de Amambai (43 km), que contará com duas fontes distintas de atendimento, diminuindo muito a possibilidade de falta de energia prolongada na cidade.
Apenas a subestação Coronel Sapucaia é capaz de atender 4 mil consumidores, o que equivale a cerca de 15,5 mil habitantes. Tudo isso foi possível por meio da construção e reforma de 109km de rede, instalação de 27 novos equipamentos distribuídos na rede de distribuição. Uma obra da Energisa que proporciona capacidade para crescimento da região e melhoria na qualidade de fornecimento de energia nas áreas rurais dos municípios de Amambai, Coronel Sapucaia e Tacuru.
“Neste último ano, em 2022, foram R$700 milhões de reais investidos e boa parte desses investimentos são para clientes e regiões rurais do estado. Não só para os grandes produtores rurais, mas para os pequenos produtores, para os assentamentos”, pontua Pinheiro.
O Boletim da Mokeypox divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde nesta segunda-feira (26), informa que o Estado está sem casos suspeitos notificados da doença na última semana epidemiológica e a última notificação de caso confirmado em Mato Grosso do Sul ocorreu há 30 dias.
Dos 160 casos confirmados pela doença, não há registro de casos ativos no Estado.
Sobre a doença
A Monkeypox é uma doença causada pelo vírus Monkeypox virus do gênero Orthopoxvirus e família Poxviridae, geralmente autolimitada, cujos sinais e sintomas duram de 2 a 4 semanas. O período de incubação do vírus é tipicamente de 6 a 16 dias, mas pode chegar a 21 dias.
A pessoa infectada é assintomática no período de incubação. A manifestação cutânea típica é do tipo papulovesicular (manchas vermelhas), precedido ou não de febre de início súbito e de linfadenopatia (inchaço dos gânglios). Outros sintomas incluem dor de cabeça, dores musculares, dores nas costas, calafrios e exaustão.
As erupções podem acometer regiões como face, boca, tronco, mãos, pés ou qualquer outra parte do corpo, incluindo as regiões genital e anal. Na pele, podem aparecer manchas vermelhas sobre as quais surgem vesículas (bolhas) com secreção; posteriormente, essas vesículas se rompem, formam uma crosta e evoluem para cura. É importante destacar que a dor nestas lesões pode ser bastante intensa. Quando a crosta desaparece a pessoa deixa de infectar outras pessoas e, na maioria dos casos, os sinais e sintomas desaparecem em poucas semanas.
A transmissão entre humanos ocorre principalmente por meio de contato pessoal com lesões de pele ou fluidos corporais de uma pessoa infectada ou objetos recentemente contaminados, tais como toalhas e roupas de cama. Também pode ocorrer por meio de gotículas que geralmente requer contato mais próximo entre o paciente infectado e outras pessoas, o que torna trabalhadores da saúde, familiares e parceiros íntimos pessoas com maior risco de infecção.
Uma pessoa pode transmitir a doença desde o momento em que os sintomas começam até a erupção ter cicatrizado completamente e uma nova camada de pele se forme. Em caso suspeito da doença, realizar o isolamento imediato do indivíduo e coletar amostras clínicas em uma unidade de saúde. O rastreamento e monitoramento dos contatos dos casos suspeitos deverão ser realizados por no mínimo 21 dias.
Segundo o levantamento, o estado tem 3.739 pessoas infectadas com sintomas leves ou assintomáticos, que estão em isolamento domiciliar e 56, que com quadro mais severo, estão hospitalizadas
Mato Grosso do Sul inicia a última semana de 2022 com 3.795 casos ativos de Covid-19. É o que aponta o boletim divulgado nesta terça-feira (27), pela secretaria estadual de Saúde do estado (SES).
Segundo o levantamento, o estado tem 3.739 pessoas infectadas com sintomas leves ou assintomáticos, que estão em isolamento domiciliar e 56, que com quadro mais severo, estão hospitalizadas.
Das pessoas internadas, 30 estão em leitos clínicos e 26 em leitos de terapia intensiva.
De acordo com o boletim, entre os dias 20 e 27 de dezembro, o estado confirmou 2.177 casos novos da doença. A média móvel é de 364,1 por dia. Desde o início da pandemia, Mato Grosso do Sul registrou 593.209 infectados com o novo coronavírus.
Neste intervalo de tempo, Campo Grande contabilizou o maior número de infectados, 515. Isso significa que de cada cinco casos confirmados em Mato Grosso do Sul, um foi de morador da capital.
Nos últimos 7 dias, a secretaria estadual de Saúde confirmou 15 mortes provocadas pela doença. A média é de 2,4 óbitos por dia. O total de vidas perdidas para a Covid no estado é de 10.903.
Acidente ocorreu na manhã desta terça-feira (27), na rodovia MS-276, entre Batayporã e Anaurilândia
Algumas pessoas ficaram feridas no início da manhã desta terça-feira (27) quando o ônibus em que estavam bateu na traseira de um caminhão na rodovia MS-276, no trecho entre as cidades de Batayporã e Anaurilândia.
Ônibus bateu na traseira de caminhão na MS-276, — Foto: BM/Divulgação
O Corpo de Bombeiros foi acionado para socorrer as vítimas. Segundo os militares, o motorista do ônibus não se feriu, mas alguns passageiros sofreram lesões leves e foram atendidos no local.
O Batalhão de Polícia Militar Rodoviária (BPMRv) também foi acionado e o trânsito chegou a ficar interditado no local para o socorro aos feridos.
A terça-feira (27) será de tempo aberto em todas as regiões de Mato Grosso do Sul. O sol brilha forte no céu com pouca nebulosidade.
A previsão do Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima (Cemtec/Semagro) indica chuvas de intensidade fraca a pontualmente moderada, e tempestades isoladas principalmente no centro-sul e norte do Estado.
As instabilidades ocorrem devido ao deslocamento de cavados, aliado à aproximação de uma frente fria e aquecimento diurno. Essas nuvens de chuva também são provocadas pela atuação de uma área de baixa pressão atmosférica no Paraguai, segundo o Cemtec.
Será mais um dia de ar abafado em todo Estado. Nesta terça-feira são esperadas temperaturas mínimas entre 20°C e máximas de até 33°C nas regiões sul e leste. Na região norte, espera-se mínimas entre 21°C e máximas de até 34°C. Na capital, espera-se temperatura mínima de 21°C e máxima de até 31°C.
A última semana do ano começa com tempo instável em todas as áreas de Mato Grosso do Sul. As condições estimadas são de sol com variação de nebulosidade.
De acordo com o Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima (Cemtec) são esperadas chuvas de intensidade fraca a pontualmente moderada e tempestades isoladas, principalmente nas regiões centro-sul e norte/nordeste.
Essas instabilidades ocorrem devido ao deslocamento de cavados, aliado à aproximação de uma frente fria e aquecimento diurno. De acordo com o Cemtec, essas nuvens de chuva também são provocadas pela atuação de uma área de baixa pressão atmosférica no Paraguai.
O ar segue abafado nesta segunda-feira. São esperadas temperaturas mínimas entre 20/23°C e máximas de até 33°C nas regiões sul e leste. Já na região norte, espera-se mínimas entre 21/23°C e máximas de até 34°C. Na capital, são esperadas temperaturas entre 22°C a 31°C.
Os valores estarão disponíveis para saque nesta sexta-feira
O salário do servidor público de Mato Grosso do Sul, referente ao mês de dezembro, estará disponível para saque nesta sexta-feira (23). O salário foi depositado na conta nesta quinta-feira (22).
Geralmente, servidores estaduais recebem o pagamento no dia 1º de todo mês. Mas, desta vez, o salário será adiantado e pago nove dias antes do previsto.
Dinheiro está sendo depositado com três dias de antecedência, diz Estado
Governador do Estado, Reinaldo Azambuja (PSDB), afirmou que o objetivo é encerrar seu mandato com todas as contas pagas em dia.
“Isso nunca ocorreu em um fim de mandato, de nenhum governante de Mato Grosso do Sul. A opção de pagar o salário de dezembro antes do Natal é para que o servidor tenha condição de ter o salário antes das festas”, afirmou Azambuja em 7 de dezembro de 2022, durante evento no Sebrae-MS.
Serão desembolsados R$ 432,2 milhões para pagamento de 85 mil servidores públicos, entre ativos e inativos, que são aqueles que trabalham atualmente, já se aposentaram ou são pensionistas.
Ao todo, o funcionário público receberá três pagamentos apenas neste mês: salário referente ao mês de novembro, restante do décimo terceiro e remuneração referente ao mês de dezembro.
De bolso cheio A segunda parcela do 13º salário foi depositada em 6 de dezembro. O benefício injetou R$ 257,8 milhões na economia.
Conforme noticiado pelo Correio do Estado, a primeira foi paga em 6 de julho deste ano, com montante de R$ 208,9 milhões.
O salário referente ao mês de novembro foi pago em 1º de dezembro, com montante de R$ 257,8 milhões. O valor da folha de pagamento, referente ao salário de dezembro, é de R$ 436,6 milhões.
Somadas, as três folhas injetaram R$ 1,1 bilhão na economia, em valores líquidos.
Portanto, o servidor público está de bolso cheio e poderá presentear familiares e amigos neste Natal, além de colocar as contas em dia.
O pagamento do 13º salário, festividades de fim de ano, lojas abertas até mais tarde e melhora da pandemia incentivam o consumidor à ir as compras.
Números divulgados pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-MS) revelam que 86,3% dos consumidores pretendem adquirir produtos em lojas físicas.
Os presentes preferidos são roupas, calçados e acessórios (68,8%), brinquedos (45,5%), móveis e eletrodomésticos (5,4%) e celulares e notebooks (3,2%).
De acordo com dados do Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento da Fecomércio-MS (IPF-MS), trocas de presentes e festejos natalinos devem movimentar R$ 272,497 milhões na economia em Campo Grande e R$ 816 milhões em Mato Grosso do Sul.
Em Campo Grande, somente o Natal é responsável por aproximadamente R$ 186 milhões e o Ano Novo R$ 86,5 milhões.
“Brasil, Bolsonaro e os evangélicos vão se levantar e garantir que Lula, o criminoso internacional”
Todo esse elenco de conquistas do Estado gerou uma forte expectativa sobre a gestão Eduardo Riedel, ex-secretário de Azambuja e candidato do seu grupo político, vencedor do último pleito
O governador Reinaldo Azambuja (PSDB) termina ciclo de dois mandatos como o administrador que mais cumpriu promessas de campanha e um dos que alcançaram o mais alto índice de aprovação da população sul-mato-grossense – 73%, segundo pesquisa do Instituto Ranking realizada entre os dias 12 e 20 de dezembro, com 3 mil questionários, em 30 municípios do Estado.
Para 48,4% da população, Azambuja entrega o Estado “melhor” ou “muito melhor” (9,5%) do que os demais estados brasileiros, soma de indicadores positivos que equivale a 57,9% da opinião dos sul-mato-grossenses. Para 30% o governo foi “regular” e apenas para 18% não teve bom desempenho. Os demais 3,3% não responderam.
Reinaldo Azambuja, governador de Mato Grosso do Sul eleito em 2014 e reeleito em 2018. Foto: Chico Ribeito
Quando perguntados sobre a nota que dariam à atual administração, pontuando de 0 a 10, a média alcançada pela atual gestão foi 7. Para 14,5% o governo foi nota 10; para 11% nota 9; para 26,5%, nota 8; para 14,5%, nota 7; para 8% nota 6.
A área com maior destaque no governo é a social, com 15,5% de citações, seguida do governo presente/obras nos municípios, 12%; investimento nos hospitais (9,9%); investimento em segurança (7,6%) e na educação, nas escolas em tempo integral (6,4%). O retorno dos impostos em forma de investimentos pontuou 5,5%.
Quando perguntados sobre o legado de Reinaldo Azambuja, os sul-mato-grossenses lembraram a conquista do equilíbrio financeiro (11,7%) e a boa qualidade da gestão (11,5%). Ainda neste segmento, receberam destaque o fato de não ter havido atraso de salários (9,3%); as edições das Caravanas da Saúde (8,2%) e, de novo, os programas sociais, com 7,8%. A avaliação específica na saúde pontuou 28,5% de ótimo/bom e 44% de regular. O combate à pandemia recebeu nota média de 6,8% e a regionalização 6,1%.
Azambuja durante entrega de títulos fundiários em MS. Foto: Chico Ribeiro
Na segurança, o item que ganhou maior reconhecimento foi a apreensão de drogas (6,8%) e a elucidação de homicídios (6,1%). O crescimento contínuo do Estado alcançou 6,8%, mesmo índice da atração de investimentos privados e a qualidade da infraestrutura.
Trajetória de crise e superação
Reinaldo Azambuja venceu as eleições de 2014 e interrompeu a polarização PMDB-PT vigente há duas décadas no Estado. Eleito, enfrentou diferentes crises, como grave recessão nacional que quase levou à ingovernabilidade os governos estaduais e municipais entre 2015-2016. Depois de fazer o ajuste fiscal e inúmeras reformas, a retomada foi interrompida pela pandemia de Covid-19. Ou seja, dois 8 anos de governo, 5 foram de crise.
Governando sob o signo da responsabilidade, Reinaldo Azambuja é o único governador do MS que fez o seu sucessor, após dois mandatos. Ele deixa como legado o Estado que mais cresce no Brasil; o que mais faz investimentos por habitante; o 2o mais transparente, segundo o ranking dos Tribunais de Contas; o 3o como menor desemprego e uma das menores taxas de pobreza extrema do país.
Reinaldo Azambuja durante coletiva de imprensa. Foto: Chico Ribeiro
Sob o seu governo, o Estado iniciou o inédito processo de regionalização da saúde; construiu e reformou 4 hospitais regionais, além da conclusão e expansão dos hospitais do Trauma e do Câncer, também regionais, localizados em Campo Grande.
No campo social, lançou os maiores programas de transferência de renda da história do Estado, como o Mais Social e o Conta de Luz Zero. Na educação, implantou uma rede de escolas em tempo integral, que representa hoje a maior cobertura nacional desta modalidade de ensino; na segurança recuperou a capacidade operacional das Forças – o que tornou o Estado o 4o mais seguro do Brasil; o que mais apreende drogas e o segundo que mais elucida homicídios.
Azambuja implantou a rede de compliance para combater a corrupção no Estado; fez o primeiro inventário de gases de efeito estufa; viabilizou a Rota Bioceânica e assinou o marco regulatório ferroviário, preparatório para a retomada da nova Ferroeste e da Malha Oeste, além de ter assinado novo estatuto da microempresa.
No campo das parcerias público-privadas, contabilizou R$ 10.9 bilhões em novos investimentos de curto prazo, nas áreas de saneamento básico, rodoviária, infovias e energia. E atraiu cerca de R$ 60 bilhões de novos investimentos privados, proporcionando uma nova fase de industrialização do agro.
Promovendo o ajuste fiscal para sanear as contas públicas, que elevou o Estado ao mais alto conceito do Tesouro Nacional – Capag A, Reinaldo Azambuja fecha seu ciclo de governança entregando uma carga tributária menor do que a que recebeu do governo Puccinelli.
Expectativa sobre o novo governo
Todo esse elenco de conquistas do Estado gerou uma forte expectativa sobre a gestão Eduardo Riedel, ex-secretário de Azambuja e candidato do seu grupo político, vencedor do último pleito.
Com a casa arrumada e o Estado em franco processo de crescimento, o cenário é de otimismo: para 62,5% da população Riedel fará uma administração ótima/boa; 28,5% um governo regular e apenas 5% têm expectativa negativa sobre a nova administração que se inicia.