MS já registra 40 mortes em decorrência da Covid-19 em 2023

Atualmente, Mato Grosso do Sul contabiliza 601.158 casos, desses, 588.110 estão totalmente recuperados, 2.030 em isolamento domiciliar e 49 hospitalizados

Nos primeiros 16 dias de 2023, Mato Grosso do Sul registrou 40 óbitos por Covid-19, conforme dados do boletim epidemiológico da Secretaria Estadual de Saúde (SES), divulgado na manhã desta terça-feira (17).

Testes de Covid, em Campo Grande. — Foto: Procon/MS/Divulgação

Na última semana, vinte e cinco pessoas perderam a vida por conta da doença, elas têm entre 43 e 92 anos e são das seguintes cidades: Jardim, Rio Verde de Mato Grosso, Campo Grande, Corumbá, Itaporã, Ponta Porã, Nova Andradina, Eldorado, Anaurilândia, Pedro Gomes e Dourados.

Desde o início da pandemia, Mato Grosso do Sul totaliza 10.969 óbitos pela doença.

Ainda conforme o levantamento, foram registrados1.873 novos casos da doença em sete dias. Os novos casos da doença foram registrados em 68 dos 79 municípios do estado.

Atualmente, Mato Grosso do Sul contabiliza 601.158 casos, desses, 588.110 estão totalmente recuperados, 2.030 em isolamento domiciliar e 49 hospitalizados.

Agendamento de testes
Em campo Grande, 21 Unidades Básicas de Saúde passaram a disponibilizar o teste de Covid – 19 das 7h30 às 18h30, sem intervalo para o almoço.

Na Unidade de Saúde da Família Tiradentes (USF) o atendimento se estende até às 21h. Até então, o teste era realizado somente até às 16h30 nas unidades.

Ao todo, o serviço é disponibilizado nas 74 unidades básicas e de saúde da família distribuídas nas sete regiões urbanas e distritos do Município de maneira gratuita e por demanda espontânea, ou seja, sem a necessidade de agendamento prévio.

Flávio Dino assume Justiça e promete federalizar investigação sobre morte de Marielle

Durante a cerimônia também foram apresentados os integrantes da equipe do Ministério da Justiça

O ex-governador do Maranhão Flávio Dino (PSB), foi empossado na tarde desta segunda-feira (2) como ministro da Justiça do terceiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como presidente da República.

O novo ministro fez um discurso com vários recados a bolsonaristas e manifestantes que atuam em atos antidemocráticos.

Ele começou sua fala cumprimentando a presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), a ministra Rosa Weber, e fazendo uma alusão aos embates entre o governo Jair Bolsonaro (PL) e o Judiciário.

Solenidade de transmissão de cargo a Flávio Dino como ministro da Justiça e Segurança Pública Foto Reprodução/Agência Brasil

Segundo o novo ministro, foi o Judiciário brasileiro que “garantiu o Estado democrático de Direito em uma hora tão difícil”.

Em seguida, o ministro agradeceu ao presidente Lula e abordou as ameaças anteriores à posse de que o petista não subiria a rampa do Palácio do Planalto.

“Subiu a rampa e de lá governa a nossa nação. Lamento muito por todos que apostaram contra e hoje estão pagando a aposta”, afirmou.

O novo ministro ainda citou os atos antidemocráticos, defendeu ponderação na atuação, mas sem “fechar os olhos em relação ao que aconteceu”.

Nesse momento, o ministro afirmou que atos terroristas e crimes contra o Estado democrático de Direito são “crimes políticos gravíssimos”.

O momento em que foi mais aplaudido foi quando abordou uma promessa à família de Marielle Franco de que a Polícia Federal irá apurar quem matou e quem mandou matar a vereadora – o crime ocorreu em 2018.

Durante a cerimônia também foram apresentados os integrantes da equipe do Ministério da Justiça.
Para o comando da PF, Dino tomou posse o delegado Andrei Rodrigues, responsável pela coordenação da segurança de Lula durante a campanha eleitoral e a posse.

Sobre a escolha de Andrei, embora o delegado tenha um histórico de proximidade com o PT –ele foi da segurança de Dilma Rousseff em 2010 e indicado para coordenar a segurança na Copa do Mundo e Olimpíadas do Brasil–, o ministro afirmou em entrevista à Folha que a escolha foi dele.

“Poderia haver a crítica se tivesse sido o Lula que colocou o Andrei. Eu volto a te dizer que não foi o Lula que indicou, quem indicou fui eu. Acho que ele preenche os critérios e estou muito feliz com a escolha.”

Também tomaram posse os secretários escolhidos por Dino. Entre eles, Martha Rodrigues de Assis Machado na Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas, Tadeu Alencar na Secretaria Nacional de Segurança Pública, Elias Vaz, na Secretaria Nacional de Assuntos Legislativos, Augusto Arruda Botelho na Secretaria Nacional de Justiça e Rafael Velasco Brandani na Secretaria Nacional de Políticas Penais.

Brandani foi escolhido após a reação de aliados do PT por causa da indicação do coronel Nivaldo César Restivo para o posto. O militar teve envolvimento no massacre do Carandiru.

O agora ministro também teve que recuar na nomeação do futuro diretor-geral da PRF. Após o nome escolhido por ele, o do policial Edmar Camata, ser apontado como entusiasta da Lava Jato e do ex-juiz Sergio Moro, Dino indicou Antonio Fernando Oliveira.

O novo ministro já disse à Folha de S.Paulo que pretende fazer um redesenho da força de segurança. A intenção é revogar, por exemplo, a portaria que ampliou os poderes da PRF.

Dino tem como pontos prioritários da nova gestão o fortalecimento da atuação na floresta Amazônica, combate ao crime cibernético e o controle de armas. Já nesta segunda-feira (2) foi publicado decreto que inicia a política de controle de armas.

Uma das medidas também defendida por Dino é o recadastramento de todas as armas do país em até 60 dias na Polícia Federal, independentemente se a arma possui registro no Sigma (Sistema de Gerenciamento Militar de Armas), do Exército.

“Ele [decreto] não trata das armas já vendidas, isso vai ser debatida com o grupo de trabalho, tudo isso com a estruturação do programa de recompra. Mas é um decreto que vai na direção certa de restabelecer o controle de armas”, disse Dino.

Polícia investiga morte de recém-nascida encontrada morta no São Conrado

Para a polícia, a mãe do bebê contou que acordou por volta das 3h e encontrou a filha roxa, com sangramento no nariz.

A Polícia Civil de Mato Grosso do Sul investiga a morte de uma bebê de 30 dias, no Jardim São Conrado em Campo Grande. Para a polícia, a mãe da recém-nascida contou que acordou por volta das 3h, desta quarta-feira (30), e encontrou a filha roxa, com sangramento no nariz. De acordo com o boletim de ocorrência, o bebê chegou sem vida na unidade de saúde.

UPA do Jardim Leblon, em Campo Grande, para onde vítima foi levada — Foto: Prefeitura de Campo Grande/|Divulgação

Ao tomar conhecimento do caso, o médico plantonista solicitou a presença da Polícia Militar na Unidade de Pronto Atendimento (Upa) Leblon. O médico pediatra informou às autoridades que o bebê chegou morto na Upa e os pais não souberam explicar como ocorreu a morte.

Para a polícia, a mãe da criança relatou que durante a noite alimentou a outra filha, de dois anos, e a colocou para dormir. Na sequência, amamentou a recém-nascida e deitou com ela na mesma cama. Segundo o relato da mulher, a filha dormiu imediatamente.

Ainda conforme o depoimento da mãe, ela acordou por volta das 3h e encontrou a filha roxa, com sangue saindo do nariz. Foi então que pegou a criança no colo e correu para outro cômodo, pedindo ajuda da própria irmã.

A mulher contou que ligou para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas como a ambulância estava demorando, conseguiu uma carona e foi junto com o marido e pai do bebê até a Upa Leblon.

De acordo com o registro policial, a avó materna da criança e uma vizinha da família disseram que a genitora do bebê é uma boa mãe e que não sabem sobre a criança ter sofrido maus-tratos dos pais.

Uma equipe da polícia foi até a residência onde a criança morreu. Segundo os policiais, o imóvel estava aparentemente em ordem e sem sinal de possíveis maus-tratos. O corpo do bebê foi encaminhado para o Instituto de Medicina e Odontologia Legal (Imol) e o caso registrado como morte a esclarecer.

Vídeo: Câmera registrou ‘brincadeira’ no volante que provocou morte de jovem de 16 anos

Outras cinco pessoas ficaram feridas no acidente. De acordo com a polícia, havia bebida alcoólica no interior do veículo

Câmera de segurança registrou o acidente que matou uma adolescente, de 16 anos, na madrugada de terça-feira (29), em Campo Grande. De acordo com a polícia, uma passageira “brincou” de puxar o volante, o que fez o carro colidir contra uma árvore na avenida Interlagos, no bairro Rita Vieira.

Outros cinco ocupantes do veículo ficaram feridos. Pelas imagens, é possível ver o veículo trafegando pela avenida quando de repente muda o sentido e atinge uma palmeira. Na sequência, uma das vítimas sai do carro. O grupo estaria voltando de uma balada.

Uma garrafa de bebida alcoólica foi encontrada dentro do carro, que era conduzido por um jovem, de 22 anos, o qual não tem Carteira Nacional de Habilitação (CNH). O Corpo de Bombeiros e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram acionados e socorreram as vítimas que estavam presas nas ferragens.

Um dos passageiros, de 23 anos, está internado na Santa Casa de Campo Grande com escolta policial, pois é foragido da Justiça, aponta a Polícia Militar (PM).

A adolescente está sendo velada na manhã desta quarta-feira (30). Ao g1, a família da jovem disse estar muito abalada e que ainda pretende entender o que ocorreu.

O motorista vai passar por audiência de custódia também nesta quarta-feira. Ele deve responder por homicídio culposo, lesão corporal e por dirigir alcoolizado.

Caminhoneiro é sequestrado e passa mais de 4h sob ameaças de morte

O caminhão estava carregado de agrotóxicos. De acordo com a Polícia Militar, os suspeitos percorreram mais de 300 km com a vítima sob cárcere privado

Um caminhoneiro foi sequestrado, nessa terça-feira (22), e passou mais de 4h na estrada sob ameaças de morte dos criminosos. Para a Polícia Militar (PM), a vítima contou que foi rendida em Urânia (SP). A PM junto com o Batalhão de Polícia Militar Rodoviária (BPMRv) resgatou o caminhoneiro quando o caminhão passava por Chapadão do Sul (MS).

Caminhoneiro percorreu mais de 300km com criminosos no veículo. — Foto: Reprodução/PMMS

Às autoridades, o caminhoneiro contou que durante os mais de 300km em que passou na mira dos criminosos era ameaçado de morte. Segundo o homem, os criminosos diziam que iriam matá-lo e jogá-lo em uma matagal.

Trajeto percorrido durante sequestro. — Foto: Reprodução/Google

O caminhão semirreboque da vítima estava carregado de agrotóxicos. A PM de Chapadão do Sul recebeu uma denúncia de que o caminhão era fruto de roubo e que o motorista estava rendido por dois homens.

Durante buscas nas estradas da região, a equipe abordou o veículo com as mesmas características descritas. De acordo com a PM, a vítima estava acompanhada de dois homens. Um dos suspeitos conduzia o caminhão e outro vigiava e ameaçava o caminhoneiro.

Um dos criminosos tinha um mandado de prisão expedido no Paraná por ameaça e violência doméstica, segundo a PM. Os homens foram presos e encaminhados para uma delegacia da cidade.

MS registra dois óbitos e 285 novos casos de Covid-19 em uma semana

Mato Grosso do Sul contabilizou 285 infecções casos e dois novos óbitos por Covid-19 nos últimos sete dias, o que corresponde a uma alta de 124% em comparação a semana anterior quando foram contabilizados 127 casos. Os dados são do boletim epidemiológico da SES (Secretaria de Estado de Saúde) divulgados nesta quarta-feira (16).

Uma das vítimas era um homem de 71 anos residente de Costa Rica, ele possuía doença neurológica crônica e o óbito foi registrado no dia 9 de novembro. A segunda vítima, também homem, tinha 73 anos, era morador de Campo Grande e não possuía comorbidades.

Entre os município com maior incidência de casos nos últimos setes dias, a cidade de Sete Quedas lidera com 118 casos, seguido de Nova Alvorada do Sul (23), Três Lagoas (21) e Corumbá (19).

Desde o início da pandemia, Mato Grosso do Sul contabiliza 582.739 casos confirmados e 10.848 óbitos por Covid-19. Com os casos em estabilidade, os boletins da SES deixaram de apresentar a lista com o número de pessoas internadas em tratamento da doença.

Vacinação
A vacinação contra a Covid-19 segue aberta para toda a população em mais de 40 pontos de Campo Grande. A 4ª dose da vacina contra a Covid-19 está liberada para o público alvo de pessoas com 35 anos ou mais, contudo, a vacina só poderá ser aplicada na população que recebeu a 3ª dose com o intervalo de quatro meses.

O primeiro reforço pode ser aplicado em toda a população com 12 anos ou mais, obedecendo o mesmo intervalo, ou em quem tem 18 anos ou mais com imunocomprometimento – para este público é necessário um intervalo de 28 dias da segunda dose.

Crianças a partir de 2 meses que ainda não recebeu nenhuma dose contra Covid também podem tomar a vacina, assim como quem já cumpriu o intervalo recomendado pelo fabricante de cada uma das vacinas.

Flordelis é condenada a 50 anos de prisão pelo homicídio do marido

A ex-deputada foi condenada por homicídio e tentativa de homicídio, uso de documento falsos e associação criminosa armada

A ex-deputada Flordelis foi condenada a 50 anos e 28 dias de prisão pelo homicídio do marido, Anderson do Carmo, em junho de 2019. Ela foi condenada por homicídio triplamente qualificado, tentativa de homicídio duplamente qualificado, além uso de documento falso e associação criminosa armada.

A sentença foi definida pela 3ª Vara Criminal de Niterói após mais de seis dias de julgamento em júri popular.

Flordelis durante o julgamento Foto: Divulgação/TJRJ

A filha biológica de Flordelis, Simone dos Santos Rodrigues, foi condenada a 31 anos e 4 meses de prisão por homicídio triplamente qualificado, tentativa de homicídio duplamente qualificado e associação criminosa armada.

Rayane dos Santos, neta biológica da ex-deputada e Marzy Teixeira e André Luiz de Oliveira, filhos adotivos de Flordelis, foram inocentados.

Durante o interrogatório, a Flordelis afirmou que os abusos que Anderson do Carmo cometia dentro de casa, inclusive contra ela, foram a motivação do assassinato. Ela negou envolvimento na execução do crime, e lembrou que dois filhos foram sentenciados pela execução, mas disse que, por não estar na cena do crime, não saberia dizer quem foram os autores.

Julgamento
Cinco réus foram interrogados durante o julgamento, que completou seis dias no sábado, 12. Foram ouvidos: Flordelis, os filhos afetivos André Luiz Oliveira e Marzy Teixeira, a filha biológica Simone dos Santos Rodrigues e a neta da pastora, Rayane Oliveira.

Por volta das 19h de sábado, o Ministério Público começou a promover a acusação.

Anderson do Carmo, marido de Flordelis, foi morto com mais de 30 tiros, em 16 de junho de 2019. Ele foi alvejado na garagem da residência do casal. Porém, antes do homicídio, segundo a polícia, a vítima sofreu várias tentativas frustradas de envenenamento.

Simone, de 42 anos, foi a última a ser interrogada durante o julgamento que ocorreu desde a última segunda-feira, 7, no fórum de Niterói, na região metropolitana do Rio de Janeiro. Ela foi a única ré com advogada própria – os outros quatro réus, Flordelis inclusive, foram defendidos pela mesma banca.

Durante seu depoimento, ela afirmou se sentir “culpada” pela morte do pastor, por ter incitado o irmão Flávio dos Santos, já condenado por ter disparado os tiros que mataram Anderson do Carmo, a cometer o crime, ao contar para ele sobre os abusos que sofria do pastor. Mas negou ter planejado o crime ou ter pedido ao irmão para que matasse o pastor.

Simone afirmou que, ao relatar esses abusos ao irmão Flávio, imaginou que ele fosse agredir o pastor e não matá-lo. Contou ainda que nessa ocasião o irmão pediu a ela a senha do cofre da família, e não disse mais nada.

A filha de Flordelis afirma que, no momento do crime, na madrugada de 16 de junho de 2019, estava com o namorado em um apart-hotel na Barra da Tijuca (zona oeste do Rio), e que foi avisada a respeito por telefone, numa ligação de uma familiar. Então pegou um carro de aplicativo e foi para Niterói – planejou ir para a casa da família, onde o crime foi cometido, mas redirecionou o trajeto para o hospital, onde encontrou os parentes. Ao chegar, segundo ela, soube que o pastor já estava morto.

Polícia conclui que ‘Alma’ foi morto por vingança e indicia três

Carlos Reis Medeiro de Jesus, mais conhecido como ‘Alma’, nunca foi encontrado. A polícia encerrou o caso e apontou os três suspeitos por homicídio doloso qualificado

Quase um ano depois do sumiço de Carlos Reis Medeiros de Jesus, mais conhecido como “Alma”, a Polícia Civil concluiu o inquérito e indiciou três homens pelo assassinato do garagista, em Campo Grande. O caso chegou aos oficiais em 30 de novembro de 2021 e foi finalizado nesta sexta-feira (11).

Carlos, também conhecido como “alma”, nunca foi encontrado — Foto: Arquivo Pessoal/Reprodução

As investigações ficaram ao encargo da Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Homicídios (DEH), que indiciou os três suspeitos pelo crime de homicídio doloso qualificado. Dois dos homens já estavam presos preventivamente, um outro teve a prisão preventiva decretada e segue foragido.

Conforme informado pela delegacia, as investigações apontaram que o crime foi motivado por uma vingança, uma espécie de “acerto de contas. Em março deste ano a FOLHA DE CAMPO GRANDE trouxe a notícia de que “Alma” teria sido morto e esquartejado pelos indiciados pela polícia nesta sexta.

Para à polícia, um dos indiciados disse ter acreditado ter direito ao recebimento de valores de uma suposta herança entre o pai dele e “Alma”. “Tais valores referentes a suposta herança teriam sido emprestados a determinada pessoa, que não reconhecia a origem do dinheiro e se negava a pagar. Na ocasião, a vítima não permitiu que os indiciados matassem o devedor, motivo pelo qual a ira deles se voltou contra a vítima”, detalha o informativo da DEH.

Colisão entre carro e caminhão deixa mulher morta em MS

Maria Cristina Aranda, 42, morreu na madrugada desta sexta-feira (11/11) em acidente ocorrido no km-79 da BR-267, em Bataguassu. O caso ocorreu por volta de 4h30 e envolveu um GM Cobalt e um caminhão.

Acidente aconteceu nesta madrugada na BR-267 – Crédito: Cenário MS

De acordo com o site Cenário MS, a vítima estava no carro de passeio seguindo em direção a Campo Grande, quando por motivos ainda desconhecidos, bateu contra o caminhão no sentido contrário.

No Cobalt estava apenas a mulher, moradora de Ponta Porã, que morreu no local, presa às ferragens.

O condutor do caminhão disse à PRF (Polícia Rodoviária Federal) que o veículo invadiu a pista contrária causando a colisão. Ele informou ainda, que tentou desviar do carro, mas não conseguiu.

Além da PRF, estiveram no local o Corpo de Bombeiros e Perícia Técnica da Polícia Civil.

Ex-lutador é preso por morte da esposa; câmera de elevador registrou retirada de corpo

Investigações apontam que crime teria sido motivado por ciúmes

A Polícia Civil prendeu na quarta-feira, 9, o ex-lutador Luis Paulo Lima dos Santos por assassinar a esposa, Ellida Tuane Ferreira da Silva Santos, na Zona Leste de São Paulo. De acordo com as investigações, ele foi flagrado, por câmeras de segurança, saindo do apartamento com o corpo da vítima em um carrinho de compras. Os dois eram casados há um ano.

Segundo a polícia, corpo de vítima foi tirado com ajuda de carrinho de prédio em SP
TV Globo

A câmera de segurança na entrada do elevador registrou na sexta-feira, 4, a última imagem da professora, de 26 anos, ainda com vida. Por volta das 21h30, ela chega ao prédio na Vila Matilde, Zona Leste da capital paulista, e sobe para o apartamento. No dia seguinte, um pouco antes das 21h, as imagens mostram o marido da vítima no saguão, com um carrinho de compras vazio. Quatro minutos depois, o ex-lutador entra no elevador, ainda puxando o carrinho e com lençóis.

De acordo com as investigações, nesse momento, ele já estava com o corpo de Ellida envolvido nos lençóis. Luis Paulo, então, vai para a garagem do prédio e deixa o que seria o corpo no carro. Ele esperou algumas horas e, só saiu do prédio na madrugada do domingo. Quatro horas depois, voltou para o apartamento, com o filho de 6 meses do casal.

Segundo a polícia, Luis Paulo é dono de uma academia e ex-lutador profissional. O delegado Bruno Cogan, que investiga o caso, apontou que o crime pode ter sido motivado por ciúmes. “Há indícios de que seria por motivo de ciúmes, mas ainda precisa ser apurado com profundidade”.

O ex-lutador tentou esconder a autoria do crime. Ele fez o registro do desaparecimento quase no mesmo momento que a polícia encontrou o corpo da professora. No boletim de ocorrência, ele afirmou que a mulher havia viajado.

“Ela saiu com destino a Campinas, enviou a última mensagem às 19h51 dizendo que estava somente com 5% de bateria. Às 22h39 enviei mensagem novamente e não foi visualizada e ligações encaminhadas direto para a caixa postal. Em contato com a minha cunhada e a mãe da desaparecida informaram que ela não chegou em suas casas em Campinas”, disse.

O suspeito também declarou que tentou procurar a esposa, indo “até Campinas, à rodoviária, à delegacia e ao hospital procurando informações e não conseguiu”. Os vizinhos do prédio contaram aos investigadores que ouviram barulhos de tiros no dia do crime, mas nenhum deles chegou a chamar a polícia.

O corpo de Ellida foi encontrado envolvido em um saco plástico à beira de um córrego, em Itaquera, também na Zona Leste da cidade. Na quarta, Luis admitiu ter assassinado Ellida e contou ao delegado que fez quatro disparos. Há marcas de tiros no corpo da mulher. Os agentes ainda procuram a arma do crime.