Marlon Ozias Santana, 29, foi atingido a facadas em uma conveniência de Campo Grande. O crime ocorreu na noite de ontem (5) na Rua Marcos Ferrez, em frente a uma praça no Conjunto José Abrão.
O crime teria sido motivado por uma rixa antiga entre ele e o autor, decorrente de ciúmes.
De acordo com o boletim de ocorrência, a polícia foi acionada para atendimento de tentativa de homicídio, em um conveniência em frente a uma praça do bairro José Abraão e encontrou a vítima, que teria sido atingida por arma branca, sendo uma faca, que não foi encontrada no local.
Segundo testemunhas, o possível autor trata-se de Thiago da Silva Feitosa, conhecido como Thiago “ZN”. De acordo com o irmão da vítima, a rixa começou quando Thiago “mexeu” com a mulher de Marlon a tempos atrás, o que resultou no autor tendo levado uma surra de Marlon e do irmão. Desde então o autor vinha ameaçando os irmãos de morte.
Marlon foi socorrido por amigos e levado até a UPA (Unidade de Pronto Atendimento) da Vila Almeida e foi entubado e transferido para a Santa Casa, mas não resistiu aos ferimentos e veio a óbito por volta das 05h30 da manhã desta segunda-feira (6).
Foram feitas diligencias em torno do local do crime na tentativa de localizar o autor, mas sem sucesso. A perícia não foi acionada pelo fato de se tratar de uma via pública e de intenso movimento de curiosos. O caso foi registrado como homicídio simples na Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário), do Centro.
Ainda em fase inicial de investigações, a Polícia Nacional do Paraguai acredita que a morte do radialista Alexandre Àlvarez, ocorrida na tarde de terça-feira (14) em Pedro Juan Caballero, na região de fronteira, não tenha ligação com a profissão exercida por ele.
As informações são do portal do jornal ABC Color, após entrevista com o comissário Luis López, chefe do departamento de homicídios.
Imagens do circuito interno flagraram suspeito – Crédito: Reprodução
A vítima trabalhava na rádio Urundey FM e o programa apresentado por ela não constava opiniões sobre temas polêmicos da região. “Nunca foi uma pessoa que emitia opiniões ou criticava situações. Ele se limitava a dar informações de cidadania”, relatou o policial ao portal de notícias paraguaio nesta quarta-feira (15/2).
Para os colegas de trabalho, Àlvarez pode ter sido atacado por engano. Ele havia acabado de comprar um veículo, quando ocorreu o crime.
O assassinato
Foto Ponta Porâ em Dia
Alexandre Àlvarez foi atingido por vários disparos de arma de fogo após pistoleiro – informações preliminares apontavam para duas pessoas – se aproximar e abordar o veículo dele no cruzamento das ruas Toledo e Chóferes del Chaco.
A polícia do país vizinho conseguiu imagens do suspeito trafegando na região onde ocorreu o assassinato e trabalha para captura-lo.
Após o ataque, a vítima chegou a ser socorrida, colocada em uma caminhonete e levada para o Hospital Regional de Pedro Juan Caballero, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.
O homem confirmou à polícia que foi o autor dos disparos que resultaram na morte da vítima e ainda indicou onde estariam as armas utilizadas no crime
Nesta quinta-feira (2), a Polícia Civil prendeu o suspeito de executar Gabriel Jordão Silva, de 23 anos, na varanda da casa de vizinhos. O assassinato aconteceu na noite dessa quarta-feira (1º), no bairro Moreninha III, em Campo Grande.
A prisão foi efetuada pela equipe do Batalhão de Choque da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul, que em posse de informações sobre as características do autor do homicídio, realizaram a abordagem ao veículo que circulava na região do bairro Paulo Coelho Machado.
Homem foi preso com a arma do crime — Foto: Divulgação
O homem confirmou à polícia que foi o autor dos disparos que resultaram na morte da vítima e ainda indicou onde estavam as armas utilizadas no crime.
O atirador ainda confessou outro assassinato, de Ronald, afirmando que cometeu os crimes porque estava sendo ameaçado de morte pelas vítimas, mas não revelou os motivos das ameaças.
Gabriel
Gabriel foi morto a tiros, no bairro Moreninha III, em Campo Grande, na noite de quarta-feira (1). Segundo o relato de populares que presenciaram toda a ação, os suspeitos teriam passado de carro uma vez observando o jovem e logo em seguida retornaram atirando. A vítima tentou fugir entrando na varanda da casa de seus vizinhos, mas foi atingido por pelo menos sete disparos. O Corpo de Bombeiros, Polícia Militar e Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), foram acionados, mas o jovem não resistiu e morreu no local.
Ronald
Ronald Felipe Cavalheiro, de 19 anos, morreu após ficar internado na Santa Casa ao ser ferido com 13 tiros, no Bairro Moreninhas, em 2022. O crime aconteceu por volta da 1h20 da madrugada, quando, segundo relatos da mãe do rapaz para a polícia, ele estava em frente de uma casa na Rua Murure com amigos, quando uma dupla, conhecida por ‘Amarelinho’ e ‘Ryan’, chegou e passou a disparar contra o rapaz, um total de 13 tiros.
Ainda segundo informações da mãe da vítima, cerca de quatro tiros atingiram o rapaz, sendo três na região lombar e um na perna. O atentado estaria relacionado com uma desavença entre a vítima e a dupla.
Suspeito foi preso em flagrante por ocultação de cadáver e indiciado por homicídio qualificado
Edilson Cavalcante Campos, mais conhecido como ‘Alemão’, de 40 anos, pode ter sido morto após discussão em partida de sinuca. O homem foi encontrado enterrado nesta quarta-feira, 18 de Janeiro, às margens da BR-060, em Campo Grande (MS). O acusado, de 47 anos, foi preso em flagrante por ocultação de cadáver e homicídio.
Edilson Cavalcante Campos, mais conhecido como ‘Alemão’ – (Foto: Reprodução/Redes Sociais)
Conforme informações da Polícia Civil, as investigações concluíram que o suspeito desferiu ao menos dois golpes de faca em Edilson após partida de sinuca. Segundo o delegado da Delegacia Especializada em Repressão aos Crimes de Homicídios (DEH), José Roberto, no dia do crime, o autor teria levado o corpo até o rodovia e o enterrado.
Os policiais tomaram conhecimento de que o acusado estaria escondido em assentamento próximo. Ao chegar no endereço, a equipe DEH avistou o homem correndo do local para plantação de soja. Adentraram a vegetação e prenderam o autor.
Edilson foi enterrado em cova – (Foto: Divulgação/Polícia Civil)
A equipe, ainda, localizou a cova onde Edilson foi enterrado, juntamente ao corpo da vítima. O suspeito foi preso em flagrante delito por ocultação de cadáver e indiciado por homicídio qualificado por ter sido cometido por motivo fútil.
Investigações apontam que crime teria sido motivado por ciúmes
A Polícia Civil prendeu na quarta-feira, 9, o ex-lutador Luis Paulo Lima dos Santos por assassinar a esposa, Ellida Tuane Ferreira da Silva Santos, na Zona Leste de São Paulo. De acordo com as investigações, ele foi flagrado, por câmeras de segurança, saindo do apartamento com o corpo da vítima em um carrinho de compras. Os dois eram casados há um ano.
Segundo a polícia, corpo de vítima foi tirado com ajuda de carrinho de prédio em SP TV Globo
A câmera de segurança na entrada do elevador registrou na sexta-feira, 4, a última imagem da professora, de 26 anos, ainda com vida. Por volta das 21h30, ela chega ao prédio na Vila Matilde, Zona Leste da capital paulista, e sobe para o apartamento. No dia seguinte, um pouco antes das 21h, as imagens mostram o marido da vítima no saguão, com um carrinho de compras vazio. Quatro minutos depois, o ex-lutador entra no elevador, ainda puxando o carrinho e com lençóis.
De acordo com as investigações, nesse momento, ele já estava com o corpo de Ellida envolvido nos lençóis. Luis Paulo, então, vai para a garagem do prédio e deixa o que seria o corpo no carro. Ele esperou algumas horas e, só saiu do prédio na madrugada do domingo. Quatro horas depois, voltou para o apartamento, com o filho de 6 meses do casal.
Segundo a polícia, Luis Paulo é dono de uma academia e ex-lutador profissional. O delegado Bruno Cogan, que investiga o caso, apontou que o crime pode ter sido motivado por ciúmes. “Há indícios de que seria por motivo de ciúmes, mas ainda precisa ser apurado com profundidade”.
O ex-lutador tentou esconder a autoria do crime. Ele fez o registro do desaparecimento quase no mesmo momento que a polícia encontrou o corpo da professora. No boletim de ocorrência, ele afirmou que a mulher havia viajado.
“Ela saiu com destino a Campinas, enviou a última mensagem às 19h51 dizendo que estava somente com 5% de bateria. Às 22h39 enviei mensagem novamente e não foi visualizada e ligações encaminhadas direto para a caixa postal. Em contato com a minha cunhada e a mãe da desaparecida informaram que ela não chegou em suas casas em Campinas”, disse.
O suspeito também declarou que tentou procurar a esposa, indo “até Campinas, à rodoviária, à delegacia e ao hospital procurando informações e não conseguiu”. Os vizinhos do prédio contaram aos investigadores que ouviram barulhos de tiros no dia do crime, mas nenhum deles chegou a chamar a polícia.
O corpo de Ellida foi encontrado envolvido em um saco plástico à beira de um córrego, em Itaquera, também na Zona Leste da cidade. Na quarta, Luis admitiu ter assassinado Ellida e contou ao delegado que fez quatro disparos. Há marcas de tiros no corpo da mulher. Os agentes ainda procuram a arma do crime.
Ana Cláudia Gonçalves Martinez e Pedro Sanguina morreram após serem atingidos por tiros de pistola 9mm
Pedro Celso Ajala Sanguina, de 45 anos, que foi baleado no começo da tarde de ontem (26) no Bairro Portal Caiobá, em Campo Grande, morreu horas depois, às 19h05, na Santa Casa. A mulher dele, Ana Cláudia Gonçalves Martinez, de 46 anos, também foi baleada, mas morreu no local.
Casal morreu após ser atingido por vários tiros de pistola 9mm (Foto Rede Social)
O casal estava em um carro Onix branco usado quando, segundo testemunhas, dois atiradores chegaram em uma motocicleta vermelha e dispararam. Ana Cláudia, que estava descendo do carro, morreu na hora e Pedro foi levado pela Ursa do Corpo de Bombeiros. Vítimas eram de Ponta Porã (MS) e estavam casadas há 21 anos.
Ana Cláudia era irmã de Leandro Gonçalves Martinez, de 23 anos, que foi morto no dia 03 de Outubro, na Vila Aimoré. Ela morava com o jovem e, que após o assassinato não conseguia mais conviver no local e se mudou para o Portal Caiobá.
Passagens pela polícia – Natural de Ponta Porã (MS), Pedro Sanguina possui passagem pela polícia por violência doméstica contra Ana Cláudia e homicídio qualificado em 2010. Já Ana Cláudia, não possuía histórico na polícia e deixa uma filha.
Segundo a Polícia, embarcação será submetida nos próximos dias aos exames periciais necessários
A Polícia Federal informou, na noite deste domingo, 19, que bombeiros e militares da Marinha localizaram a embarcação utilizada pelo indigenista Bruno Pereira e o jornalista britânico Dom Phillips, após buscas realizadas na região do Amazonas.
O Comitê de Crise, coordenado pela PF, informou que o barco foi localizado por volta de 20h20 de hoje e que a embarcação será submetida nos próximos dias aos exames periciais necessários, de modo a contribuir com a completa elucidação dos fatos.
Embarcação de Bruno e Dom é encontrada Foto: Polícia Federal
Terceiro suspeito assumiu crime
O terceiro suspeito preso pela morte de Bruno e Dom, Jeferson da Silva Lima, conhecido como ‘Pelado da Dinha’, confessou ter sido um dos executores dos assassinatos do indigenista e do jornalista, segundo investigadores ouvidos pela Folha de São Paulo.
Além dele, Amarildo Oliveira, o Pelado, admitiu ter realizado os disparos contra a dupla. Foi o Amarildo quem conduziu a Polícia Federal ao local onde os corpos foram encontrados, em uma mata às margens do rio Itaquaí (AM), na última quarta-feira, 15.
O outro suspeito, já preso, é o irmão de Amarildo, Oseney Oliveira, conhecido como Dos Santos. Segundo a Folha, os investigadores ainda apuram se ele disparou contra Bruno e Dom ou se ajudou na ocultação dos cadáveres.
A PF também publicou nota neste domingo, 19, informando que além dos três presos, outros cinco suspeitos já foram identificados por terem participado da ocultação dos cadáveres das duas vítimas.
Mortos com tiros de arma de caça
Peritos do Instituto Nacional de Criminalística de Brasília informaram que o indigenista e o jornalista britânico foram assassinados a tiros de arma usada para caça.
A Polícia Federal confirmou nesse sábado, 18, que o segundo corpo encontrado na região do Vale do Javari, no extremo oeste do Amazonas, é de Bruno. A identidade do jornalista britânico já havia sido confirmada na sexta-feira, 17.
Pereira foi baleado três vezes, uma na cabeça e duas no tórax, e Phillips uma vez, no peito. Em nota, a PF afirmou que a morte do indigenista foi causada por “traumatismo toracoabdominal e craniano” e que os disparos, “com munição típica de caça”, atingiram o “tórax/abdômen (2 tiros) e face/crânio (1 tiro)”. Já o jornalista britânico, ainda segundo a corporação, sofreu “traumatismo toracoabdominal por disparo de arma de fogo com munição típica de caça, com múltiplos balins, ocasionando lesões principalmente sediadas na região abdominal e torácica (1 tiro)”.
Comparações entre exames odontológicos entregues pela família de Pereira e a arcada dentária recolhida pelos policiais federais confirmaram a identidade do indigenista. O mesmo procedimento foi usado na identificação do repórter. No caso de Phillips, houve ainda a análise de impressões digitais e características físicas, método conhecido como antropologia forense. “Não existem indicativos da presença de outros indivíduos em meio ao material que passa por exames”, afirma o comunicado da PF.