Um interno da PED (Penitenciária Estadual de Dourados) teve o corpo queimado na noite de segunda-feira (15/5). O caso ocorreu em uma das celas da galeria linear do estabelecimento penal.
Leandro Trindade dos Santos teve pelo menos 90% do corpo queimado e recebeu atendimento e chegou a ser encaminhado ao Hospital da Vida por uma equipe do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), porém, devido a gravidade dos ferimentos precisou ser transferido até a Santa Casa de Campo Grande, onde permanece internado.
Portão de acesso à PED, onde preso foi queimado por outros detentos (Foto: Adilson Domingos)
De acordo com a Agepen (Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário), o rapaz estava com outros 19 presos na cela.
O espaço foi isolado e passou por vistoria da perícia.
Os internos foram transferidos para outros locais e passam por oitivas junto à Polícia Civil.
Em nota, a Agepen informou que o estado de saúde do rapaz é considerado grave.
Confira a nota abaixo:
A Agepen investiga as circunstâncias da ocorrência de um interno que sofreu queimaduras pelo corpo, na noite dessa segunda-feira (15.5), em uma das celas da Galeria Linear da PED (Penitenciária Estadual de Dourados).
Ele recebeu atendimento imediato, foi conduzido pela equipe do Samu até o Hospital da Vida de Dourados e, posteriormente, transferido para a Santa Casa de Campo Grande, onde recebe os cuidados necessários. O estado dele é considerado grave.
A cela onde ocorreu o fato foi isolada para a perícia técnica e os outros 19 internos que estavam alojados no local foram removidos para outras celas. Todos estão sendo ouvidos e as circunstâncias do fato devidamente apuradas.
O corpo de Pedro Henrique Antônio Almeida Jesus, de 35 anos, foi encontrado na manhã deste domingo (7), boiando no córrego Montalvão, em Maracaju, cidade localizada a 90 quilômetros de Dourados.
Córrego onde corpo foi encontrado (Reprodução/Maracaju em Foco)
Conforme o boletim de ocorrência, o corpo estava preso entre galhos. A Polícia Militar, Polícia Civil e Perícia foram acionados.
As causas da morte estão sendo apuradas pela polícia. O corpo foi encaminhado para a necrópsia.
O caso foi registrado como morte a esclarecer na Delegacia de Polícia Civil de Maracaju.
Um corpo carbonizado foi encontrado em um terreno baldio, no bairro Itamaracá, nesta segunda-feira (20). Trabalhadores chegaram ao local para realizar a limpeza, sentiram um odor forte e acharam o corpo.
Corpo foi encontrado por trabalhadores que iam limpar o local (Foto: Luciano Muta)
Ao verem o corpo carbonizado, os trabalhadores acionaram as Polícias Civis e Militar. Os policiais confirmaram a estrutura óssea queimada.
No terreno havia diversos pneus e a polícia acredita que a vítima possa ter sido carbonizada pela técnica micro-ondas, usada por organizações criminosas.
Além das polícias, a Perícia Técnica esteve no local. O caso será investigado. Os restos do corpo foram recolhidos por um funerária.
Corpo de jovem desaparecido durante passeio de caiaque é encontrado a 15 metros da margem de rio de MS
Jonata Leão de Oliveira, de 26 anos, desapareceu nas águas do rio Paraná, localizado na cidade de Anaurilândia (MS), na manhã de domingo (9)
O corpo de Jonata Leão de Oliveira, de 26 anos, foi encontrado na manhã desta terça-feira (11), as margens do rio Paraná, em Anaurilândia (MS), cidade a 377 km de Campo Grande. O jovem estava desaparecido desde a manhã de domingo (9), quando o caiaque em que ele estava virou.
Jonata Leão de Oliveira, de 26 anos, desapareceu nas águas do rio Paraná — Foto: Divulgação
De acordo com informações de testemunhas que estavam no local, o jovem estava sem colete salva vidas e quando caiu na água não foi mais visto.
Segundo o Corpo de Bombeiros, o corpo do jovem estava a 1,5 mil metros do local onde teria desaparecido e a 15 metros da margem do rio. A perícia foi acionada para os procedimentos de encerramento da ocorrência.
Cícero dos Santos, de 53 anos, tinha marca de facadas no pescoço
O corpo estava próximo a uma área de retirada de eucalipto, segundo o site Tá Na Mídia Naviraí. O homem tinha uma marca de facada no pescoço. Não há informações de testemunhas.
Ele foi identificado como Cícero dos Santos, 53 anos, foi encontrado morto, na noite de quinta-feira (16), às margens da BR-163, em Naviraí. A vítima possuía marcas de facada no pescoço.
Preliminarmente foi apontado um ferimento no pescoço causado por faca. Contudo, só exame detalhado irá apontar a causa da morte. O caso é investigado pela Polícia Civil e registrado como morte a esclarecer.
Enterrar o bichinho no terreno ou quintal é proibido por lei e pode contaminar o meio ambiente
Conviver com os animais domésticos cada vez mais faz parte do nosso cotidiano e, muitos deles, são tratados e considerados como parte da família. Justamente por isso, os tutores muitas vezes não sabem lidar com a morte do animal ou mesmo com o destino que dará ao corpo do pet.
Mesmo no momento da dor do luto, é importante optar pela destinação correta em serviços públicos ou empresas e cemitérios especializadas
O médico veterinário e professor do curso de Medicina Veterinária da Uniderp, Douglas Reis, afirma que enterrar o animal no quintal é uma opção que deve ser descartada pelo dono enlutado. “Isso é ilegal, previsto com pena de prisão ou multa, caso provoque danos à saúde pública ou ao meio ambiente. Mesmo no momento da dor do luto, é importante optar pela destinação correta em serviços públicos ou empresas e cemitérios especializadas, que cuidam inclusive da parte burocrática, como acontece nos sepultamentos de humanos”, alerta.
O QUE FAZER COM O CORPO DO ANIMAL FALECIDO?
Contate o Centro de Controle de Zoonoses: em muitos municípios do Brasil, as prefeituras oferecem o serviço gratuito de retirada e destinação correta dos animais. Neste caso, é preciso entrar em contato com os órgãos locais para agendar a retirada ou levar até ao endereço indicado.
O tutor deverá informar se o animal possa ter falecido devido a doenças contagiosas, pois nestes casos os profissionais em saúde irão avaliar o pet para identificar riscos à saúde pública.
Em grande parte dos casos de encaminhamento aos centros de zoonoses, os animais são levados ao aterro sanitário mais próximo, ou podem ainda ter a mesma destinação de materiais hospitalares, por meio da incineração.
Os CCZs também são responsáveis por resgatar animais de rua que falecem, investigando as causas da morte e possíveis riscos à população antes de dar uma destinação final ao pet.
Contate uma clínica veterinária: muitas clínicas veterinárias oferecem serviços de velórios e destinam o animalzinho para os CCZs ou locais autorizados nos municípios País afora.
Se o animal estiver doente já há algum tempo e falecer na clínica, possivelmente a equipe oferecerá opções para a destinação do pet. Se o falecimento ocorrer em casa, o tutor pode contatar a clínica mais próxima para pedir ajuda sobre a destinação.
Os preços podem variar de populares até cerca de R$ 600, a depender da localidade.
Contrate um serviço especializado: muitas empresas oferecem serviços exclusivos e personalizados de velório e enterro de pets em cemitérios profissionais, como os que recebem pessoas; e ainda a contratação de cremação individual ou coletiva, em que o tutor pode optar, inclusive, por receber ou não as cinzas do animalzinho. Os preços variam e podem chegar a R$ 2000, a depender da localidade.
Há também opções de planos funerários mensais, semelhantes aos planos para humanos, que podem custar até R$ 50 mensais.
Não enterre o animal no quintal: a decomposição do cadáver do pet pode liberar chorume, um líquido rico em bactérias, salmonela e duas substâncias potencialmente tóxicas para o solo, lençóis freáticos e poços artesianos: putrescina (molécula formada a partir de carne podre) e cadaverina (molécula produzida a partir de tecidos orgânicos de corpos em decomposição).
O enterro irregular pode ser enquadrado no Art. 54. da Lei Federal 9605/1998, que dispõe sobre as sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente e prevê pena de reclusão, de um a quatro anos, e multa, para quem “causar poluição de qualquer natureza em níveis tais que resultem ou possam resultar em danos à saúde humana, ou que provoquem a mortandade de animais ou a destruição significativa da flora”.
Atendente acendeu isqueiro em vítima banhada por álcool em gel. Mulher teve 80% do corpo queimado e foi internada em estado grave
Uma mulher teve 80% do corpo incendiado em um bar após a atendente do local atear fogo no corpo dela, que estava encharcado de álcool em gel. O caso aconteceu em Cotia, região Metropolitana de São Paulo, no último dia 13 de janeiro. A vítima segue internada em estado grave. As informações são do portal Metrópoles.
Atendente usou isqueiro para atear fogo em mulher durante discussão em bar. Vítima teve 80% do corpo queimado e segue internada em estado grave – Foto: Reprodução
A primeira versão levada à polícia era de que Juniele Rocha Silva Monteiro, de 37 anos, teria sofrido um surto, jogado alcool em gel em si mesma e depois ateado fogo no próprio corpo. A responsável pelo relato foi Bruna Regina dos Santos Amador, de 27 anos, que ainda disse aos policiais militares que a vítima teria acendido cigarro e, com isso, o corpo dela entrou em chamas.
Todavia, três dias após o ocorrido, a irmã de Juniele entregou à polícia um vídeo feito pela câmara de monitoramento do bar que muda a primeira versão dos fatos. Nas imagens, a vítima realmente despeja um galão de álcool em si mesma enquanto discute com outra mulher. Ela também dança e tira a própria camisa.
Em determinado momento, Bruna se aproxima da vítima com um isqueiro e o acende por três vezes, encostando no corpo de Juniele.
As duas se abraçam e outra pesssoa, a balconista Francileide Gomes Souza, de 48 anos, se aproxima, agacha e põe fogo em uma poça de álcool no chão.
Rapidamente, as chamas se alastram e atingem os pés e mãos de Bruna e todo o corpo de Juniele, que se desespera.
Por conta da gravidade dos ferimentos, um helicópter foi acionado para o socorro da vítima, e a levou para o Hospital das Clínicas, onde ela segue internada com falência renal e comprometimento pulmonar, de acordo com apuração do portal Metrópoles.
Francileide e Bruna foram alvo de um mandado de prisão preventiva expedido nesta quinta-feira (19).
Bruna foi presa, mas Francileide está foragida. As duas foram indiciadas por tentativa de homicídio qualificado com uso de fogo.
Homem identificado apenas como Edilson, foi encontrado morto no início da tarde de hoje (18), na rodovia BR-060, no trecho entre as cidades de Campo Grande e Sidrolândia, na entrada de um assentamento. Conforme a polícia, o rapaz foi visto pela última vez no sábado (14) e teria se envolvido em uma briga em um bar onde foi esfaqueado.
Conforme o boletim de ocorrência registrado após o desaparecimento por um irmão da vítima, Edilson morava no assentamento e trabalhava em uma fazenda próximo ao local, mas que era normal ele ficar sem dar notícias por alguns dias.
Porém, uma mulher ligou para os familiares contando que Edilson havia se envolvido em uma briga e teria sido esfaqueado e não foi mais visto. Disse ainda que, não estava presente no momento da briga, mas que o proprietário do comércio havia comentado sobre o caso.
Após saber das informações, o irmão, segundo a polícia, foi até o bar e conversou com o dono. Ele disse a polícia que viu manchas de sangue no chão, além de uma camiseta rasgada. Com base na conversa, ele saiu e foi em direção BR-060 e fez buscas por conta própria, mas não conseguiu encontrar o irmão desaparecido.
Equipe de policiais da DEH (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Homicídio) começaram a investigar o caso e localizaram o corpo. O suspeito já foi identificado.
Corpo foi encontrado no sábado (14), na encosta de um córrego, em Bela Vista (MS)
Aparecida dos Santos Pinto, de 52 anos, foi encontrada morta com, pelo menos, sete facadas pelo corpo, no sábado (14), em Bela Vista (MS) – a 336 quilômetros de Campo Grande. O corpo da vítima foi encontrado na encosta de um córrego, de acordo com a polícia.
Polícia Civil investiga o caso em Bela Vista (MS) Foto: Jardim MS news
O delegado responsável pelo caso, Renato Lima Fazza, informou que a Polícia Civil foi acionada para um encontro de cadáver, porém os golpes de faca no peito e nas costas da vítima, indicava homicídio.
Aparecida dos Santos em foto nas redes sociais. (Foto: Jardim MS News)
“O corpo foi encontrado na encosta de um córrego, atrás da casa onde a vítima morava. A princípio a mulher apresentava 7 golpes de faca pelo corpo. As investigações estão em andamento, não se descarta a possibilidade de feminicídio”, disse.
O marido da vítima estava no local do crime e foi ouvido pelos policiais. O caso foi registrado e a Polícia Civil já segue com diligências.