Cantor, que era dupla de Zé Henrique, desceu do carro em rodovia para trocar lugar na direção quando acidente aconteceu
O sertanejo Matheus, da dupla com Zé Henrique, morreu na madrugada de quarta-feira (29) ao ser atropelado na rodovia Dom Pedro 1º, em Valinhos, no interior de São Paulo. Ele voltava do Rio de Janeiro de carro, quando parou na rodovia para trocar de lugar na direção com o sogro, quando ocorreu o acidente. O pai da mulher de Matheus ficou ferido.
Cantor sertanejo Matheus, da dupla com Zé Henrique, morreu atropelado Foto Reprodução/Instagram
Segundo a Polícia Civil, o motorista que atropelou Matheus e o sogro teria dormido no volante e o veículo invadiu a pista contrária, causando o atropelamento de ambos. O condutor, um homem de 36 anos, foi preso em flagrante por homicídio e lesão corporal culposa.
Ainda de acordo com a polícia, o motorista passou pelo teste do bafômetro, que deu positivo para bebida alcoólica, por isso ocorreu a prisão em flagrante.
A dupla sertaneja se preparava para lançar um DVD, o primeiro da carreira. Luis Carlos, nome verdadeiro de Matheus, que é a nomenclatura artística, tinha 43 anos. Ele deixa mulher e filhos.
Foi identificado como Leandro Francisco da Silva, de 40 anos, o homem que morreu em acidente envolvendo o carro que dirigia e outros dois veículos, na Avenida Engenheiro Júlio César Alamy, via que dá acesso ao Aeroporto Santa Maria, em Campo Grande. A vítima era gerente de um hangar há muitos anos.
Acidente envolvendo três carros deixou um morto e dois feridos. — Foto: Lorena Segala
O acidente aconteceu na Avenida Júlio Cesar Alamy, sentido Aeroporto Santa Maria.
De acordo com a Polícia, o veículo Duster seguia sentido Campo Grande.
O veículo Celta seguia na pista contrária. Atrás do Celta, vinha o Ford Fiesta, conduzido por Leandro.
Leandro ultrapassou o Celta e bateu no Duster. O Ford Fiesta capotou.
Ele morreu no local. O corpo ficou preso às ferragens.
O corpo foi retirado pelos bombeiros. O condutor do Celta, de 40 anos, não sofreu ferimentos e recusou atendimento do Corpo de Bombeiros. Ele passou pelo teste do bafômetro, procedimento adotado toda vez que ocorre acidente com morte. O resultado foi negativo.
O motorista do Duster, que foi arremessado no momento da colisão, sofreu vários ferimentos e foi levado à Santa Casa para atendimento médico. Além dos bombeiros, atenderam a ocorrência Polícia Militar, Polícia Civil e Perícia Técnica. A família de Leandro esteve no local do acidente, a esposa dele passou mal e chegou a desmaiar. Durante os trabalhos da perícia, o trânsito ficou interditado no trecho
Enterrar o bichinho no terreno ou quintal é proibido por lei e pode contaminar o meio ambiente
Conviver com os animais domésticos cada vez mais faz parte do nosso cotidiano e, muitos deles, são tratados e considerados como parte da família. Justamente por isso, os tutores muitas vezes não sabem lidar com a morte do animal ou mesmo com o destino que dará ao corpo do pet.
Mesmo no momento da dor do luto, é importante optar pela destinação correta em serviços públicos ou empresas e cemitérios especializadas
O médico veterinário e professor do curso de Medicina Veterinária da Uniderp, Douglas Reis, afirma que enterrar o animal no quintal é uma opção que deve ser descartada pelo dono enlutado. “Isso é ilegal, previsto com pena de prisão ou multa, caso provoque danos à saúde pública ou ao meio ambiente. Mesmo no momento da dor do luto, é importante optar pela destinação correta em serviços públicos ou empresas e cemitérios especializadas, que cuidam inclusive da parte burocrática, como acontece nos sepultamentos de humanos”, alerta.
O QUE FAZER COM O CORPO DO ANIMAL FALECIDO?
Contate o Centro de Controle de Zoonoses: em muitos municípios do Brasil, as prefeituras oferecem o serviço gratuito de retirada e destinação correta dos animais. Neste caso, é preciso entrar em contato com os órgãos locais para agendar a retirada ou levar até ao endereço indicado.
O tutor deverá informar se o animal possa ter falecido devido a doenças contagiosas, pois nestes casos os profissionais em saúde irão avaliar o pet para identificar riscos à saúde pública.
Em grande parte dos casos de encaminhamento aos centros de zoonoses, os animais são levados ao aterro sanitário mais próximo, ou podem ainda ter a mesma destinação de materiais hospitalares, por meio da incineração.
Os CCZs também são responsáveis por resgatar animais de rua que falecem, investigando as causas da morte e possíveis riscos à população antes de dar uma destinação final ao pet.
Contate uma clínica veterinária: muitas clínicas veterinárias oferecem serviços de velórios e destinam o animalzinho para os CCZs ou locais autorizados nos municípios País afora.
Se o animal estiver doente já há algum tempo e falecer na clínica, possivelmente a equipe oferecerá opções para a destinação do pet. Se o falecimento ocorrer em casa, o tutor pode contatar a clínica mais próxima para pedir ajuda sobre a destinação.
Os preços podem variar de populares até cerca de R$ 600, a depender da localidade.
Contrate um serviço especializado: muitas empresas oferecem serviços exclusivos e personalizados de velório e enterro de pets em cemitérios profissionais, como os que recebem pessoas; e ainda a contratação de cremação individual ou coletiva, em que o tutor pode optar, inclusive, por receber ou não as cinzas do animalzinho. Os preços variam e podem chegar a R$ 2000, a depender da localidade.
Há também opções de planos funerários mensais, semelhantes aos planos para humanos, que podem custar até R$ 50 mensais.
Não enterre o animal no quintal: a decomposição do cadáver do pet pode liberar chorume, um líquido rico em bactérias, salmonela e duas substâncias potencialmente tóxicas para o solo, lençóis freáticos e poços artesianos: putrescina (molécula formada a partir de carne podre) e cadaverina (molécula produzida a partir de tecidos orgânicos de corpos em decomposição).
O enterro irregular pode ser enquadrado no Art. 54. da Lei Federal 9605/1998, que dispõe sobre as sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente e prevê pena de reclusão, de um a quatro anos, e multa, para quem “causar poluição de qualquer natureza em níveis tais que resultem ou possam resultar em danos à saúde humana, ou que provoquem a mortandade de animais ou a destruição significativa da flora”.
Vítima havia trocado de carro com o amigo há uma semana; amigo recebeu ameaças meses atrás por meio de mensagens
O jornalista Rubén Valdez, de Pedro Juan Caballero, que era amigo do radialista assassinado na terça-feira, Alexander Álvarez, afirmou que o parceiro de trabalho pode ter sido morto por engano, e que ele seria o alvo, isso porque há uma semana, os dois trocaram de veículos.
Rubén concedeu entrevista coletiva quando chegou a Polícia Nacional Foto Divulgação
Segundo o Ponta Porã News, m entrevista coletiva com a Polícia Nacional, o comunicador disse que nos últimos meses recebeu ameaças em seu telefone, mas minimizou e alegou ter sido um mal entendido.
Questionado sobre ter medo, Rubén respondeu que sim, “que todos nós temos medo. Estamos em Pedro Juan Caballero, em uma zona vermelha, e não podemos negar isso”, respondeu.
Ele revelou que por sua segurança, usa colete à prova de balas.
Em entrevista à Rádio Monumental 1080 AM nesta quarta-feira (15), ele garantiu que atualmente produz um documentário sobre as operações policiais, mas que não as considera perigosas, e também alegou não ter “problemas com ninguém.
Documento diz que além do trauma, outras ‘condições significativas contribuíram para a morte’. Pai de Sophia de Jesus Ocampo procurou a polícia e o Conselho Tutelar pelo menos quatro vezes antes do crime
O Instituto de Medicina Legal (IML) emitiu uma declaração de óbito em que aponta que a causa da morte de Sophia de Jesus Ocampo, de 2 anos, foi por um trauma na coluna cervical, que evoluiu para o acúmulo de sangue entre o pulmão e a parede torácica.
Criança morreu com dois anos em Campo Grande. — Foto: Redes Sociais/Reprodução
A declaração de óbito da Sophia, que apresenta que a causa da morte foi por um trauma raquimedular na coluna cervical, que evoluiu para uma hemorragia interna. O médico emergencista, Rodrigo Silva de Quadros, esclarece que houve uma lesão grave na coluna da menina.
“Trauma raquiomedeular significa uma lesão na medula espinhal e pode ser em qualquer altura do corpo. A medula espinhal é protegida por essa estrutura óssea que a gente conhece como a coluna cervical, coluna torácica e lombar. Essa lesão significa que existiu um trauma, e esse trauma causou a lesão na medula espinhal e na coluna vertebral”, explicou o médico
O documento emitido pelo IML também aponta que além do trauma na coluna cervical, outras “condições significativas contribuíram para a morte”.
Segundo as investigações, a criança apresentava sinais de estupro e espancamento.
Menina apresentava diversos ferimentos pelo corpo — Foto: Arquivo pessoal/ Reprodução
A menina chegou morta à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro Coronel Antonino, no dia 26 de janeiro. Stephanie de Jesus Da Silva e Christian Campoçano Leitheim, mãe e padrasto da menina, estão presos.
De acordo com a Polícia Civil, o pai da criança realizou duas denúncias de maus-tratos em 2022 e ambos os inquéritos policiais foram concluídos e encaminhados ao Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS).
A polícia identificou ainda que a menina foi atendida na rede pública de saúde mais de 30 vezes. Em uma das idas à unidade, a pequena estava com fratura na tíbia, mas o caso sequer foi avisado à polícia. Em resposta ao número de atendimentos a Secretaria Municipal de Saúde (Sesau) negou que os funcionários identificaram violência.
Dia da morte Segundo a avó da menina, uma professora de 48 anos, a criança estava passando mal e vomitando, desde o início da manhã de quinta-feira (26), dia em que morreu.
No dia, Sophia estava sendo cuidada pela mãe, Stephanie de Jesus Dada Silva, de 24 anos, e chegou a ter uma melhora no início da tarde. No entanto, a criança voltou a piorar por volta das 17h.
Ela foi levada pela própria mãe à UPA do bairro Coronel Antonino, mas chegou no local sem vida. Segundo informações da polícia, a criança já estava morta havia cerca de quatro horas quando deu entrada na unidade.
Ainda segundo a avó, a neta tinha hematoma nas costas, na boca, teve sangramento pelo nariz e apresentava abdômen inchado, indicando uma possível hemorragia interna.
Foi identificado como Yago da Silva Almeida, de 30 anos, o motociclista que morreu após bater em um poste de energia na avenida Guaicurus, em Campo Grande, durante a madrugada desta quinta-feira (20).
O motociclista teve traumatismo craniano e morreu no local
O acidente aconteceu por volta das 2h da madrugada, próximo ao museu José Antônio Pereira.
O Corpo de Bombeiros foi acionado, mas a vítima sofreu traumatismo craniano e teve morte instantânea.
O homem estava sem documentos, não sendo possível a sua identificação no local.
O caso foi registrado como morte a esclarecer pela Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac-Cepol)