Quatro suspeitos são presos suspeitos de execução de jornalista no Paraguai

O jornalista paraguaio Alexander Alvarez, de 40 anos, foi executado com tiros na cabeça quando estava dentro do próprio carro, em Pedro Juan Caballero, cidade paraguaia na fronteira com o Brasil.

Quatro suspeitos da morte do jornalista Alex Álvazez foram presos, nesta sexta-feira (17), pela Polícia Nacional do Paraguai. A vítima foi morta com tiros na cabeça enquanto estava dentro do carro, em uma rua movimentada de Pedro Juan Caballero, cidade que fica na fronteira com o Brasil.

Os quatro presos na manhã de hoje em Pedro Juan Caballero. (Última Hora)

A operação foi conduzida pelo promotor Pablo Zorrilla e encontrou os suspeitos em uma casa, em Pedro Juan Caballero. Além da acusação da morte do jornalista, os presos são investigados por outros crimes, conforme informado pela polícia do Paraguai.

Segundo o promotor os presos foram os irmãos Ricardo Torales Giménez, de 23 anos, Marcial Torales Giménez, de 30, e Christian Torales Giménez, de 31, e Jorge Riquelme Jara, de 37 anos. Ricardo é procurado por roubo agravado e homicídio.

Os investigadores descartam que os suspeitos tinham a vítima como alvo errado e sustentam que os pistoleiros tinham Álex “bem identificado”.

Os celulares dos suspeitos foram apreendidos e serão periciados, mas a polícia não encontrou a arma do crime. A moto utilizada pelo pistoleiro também não foi localizada ainda. Segundo o promotor, um dos presos tinha uma moto semelhante à usada pelo pistoleiro, mas disse ter vendido o veículo ontem.

Inicialmente, os quatro presos serão autuados por receptação, já que a polícia encontrou peças de motos desmontadas na casa, possivelmente de veículos roubados.

O CASO
O jornalista paraguaio Alexander Alvarez, de 40 anos, foi executado com tiros na cabeça quando estava dentro do próprio carro, em Pedro Juan Caballero, cidade paraguaia na fronteira com o Brasil, nessa terça-feira (14). A Polícia Nacional do Paraguai investiga o assassinato.

De acordo com as informações preliminares, os pistoleiros chegaram atirando contra o carro, em plena luz do dia, que estava em uma avenida movimentada de Pedro Juan Caballero, cidade vizinha a Ponta Porã (MS).

O jornalista chegou a ser socorrido e levado com vida para o Hospital Regional de Pedro Juan Caballero. Na unidade, o jornalista deu entrada em estado grave, chegou a ser reanimado e não resistiu.

Alexander trabalhava há mais de 15 anos como jornalista em uma rádio de Pedro Juan Caballero. Há um ano, assumiu o cargo de produtor e apresentador de um programa de notícias em um veículo de comunicação na região de fronteira. O jornalista também era músico.

 

Jornalista acredita que radialista morreu em seu lugar “recebi ameaças e trocamos de carro recentemente”

Vítima havia trocado de carro com o amigo há uma semana; amigo recebeu ameaças meses atrás por meio de mensagens

O jornalista Rubén Valdez, de Pedro Juan Caballero, que era amigo do radialista assassinado na terça-feira, Alexander Álvarez, afirmou que o parceiro de trabalho pode ter sido morto por engano, e que ele seria o alvo, isso porque há uma semana, os dois trocaram de veículos.

Rubén concedeu entrevista coletiva quando chegou a Polícia Nacional Foto Divulgação

Segundo o Ponta Porã News, m entrevista coletiva com a Polícia Nacional, o comunicador disse que nos últimos meses recebeu ameaças em seu telefone, mas minimizou e alegou ter sido um mal entendido.

Questionado sobre ter medo, Rubén respondeu que sim, “que todos nós temos medo. Estamos em Pedro Juan Caballero, em uma zona vermelha, e não podemos negar isso”, respondeu.

Ele revelou que por sua segurança, usa colete à prova de balas.

Em entrevista à Rádio Monumental 1080 AM nesta quarta-feira (15), ele garantiu que atualmente produz um documentário sobre as operações policiais, mas que não as considera perigosas, e também alegou não ter “problemas com ninguém.

Polícia paraguaia acredita que execução de radialista não tenha ligação com trabalho

Ainda em fase inicial de investigações, a Polícia Nacional do Paraguai acredita que a morte do radialista Alexandre Àlvarez, ocorrida na tarde de terça-feira (14) em Pedro Juan Caballero, na região de fronteira, não tenha ligação com a profissão exercida por ele.

As informações são do portal do jornal ABC Color, após entrevista com o comissário Luis López, chefe do departamento de homicídios.

Imagens do circuito interno flagraram suspeito – Crédito: Reprodução

A vítima trabalhava na rádio Urundey FM e o programa apresentado por ela não constava opiniões sobre temas polêmicos da região. “Nunca foi uma pessoa que emitia opiniões ou criticava situações. Ele se limitava a dar informações de cidadania”, relatou o policial ao portal de notícias paraguaio nesta quarta-feira (15/2).

Para os colegas de trabalho, Àlvarez pode ter sido atacado por engano. Ele havia acabado de comprar um veículo, quando ocorreu o crime.

O assassinato

Foto Ponta Porâ em Dia

Alexandre Àlvarez foi atingido por vários disparos de arma de fogo após pistoleiro – informações preliminares apontavam para duas pessoas – se aproximar e abordar o veículo dele no cruzamento das ruas Toledo e Chóferes del Chaco.

A polícia do país vizinho conseguiu imagens do suspeito trafegando na região onde ocorreu o assassinato e trabalha para captura-lo.

Após o ataque, a vítima chegou a ser socorrida, colocada em uma caminhonete e levada para o Hospital Regional de Pedro Juan Caballero, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.

Radialista sofre atentado a tiros e morre na fronteira

Vítima estava dentro do carro quando foi emboscada

O radialista Alexander Álvarez Grance morreu no início da tarde desta terça-feira (14) após um atentado em Pedro Juan Caballero.

De acordo com informações do secretário de Segurança Pública de Ponta Porã, Marcelino Nunes de Oliveira, a vítima conduzia um veículo vermelho no cruzamento das ruas Toledo e Chóferes del Chaco, quando foi atingido por disparos de arma de fogo.

Foto Ponta Porâ em Dia

Conforme a FM Império, os autores estavam em uma motocicleta e cercaram o veículo para executar o radialista.

Alexander foi socorrido, colocado em uma caminhonete e levado para o Hospital Regional, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.

Álvarez trabalhava na emissora radial Urundey FM, emissora pertence a um deputado paraguaio.

 

Polícia diz ter identificado assassino de radialista na fronteira

Rubéns Paredes, diretor da Polícia Nacional de Amambay, afirmou que o assassino do radialista Humberto Coronel, foi identificado. A afirmação foi dada por ele ao ABC Color. O crime foi executado por Mauricio Miguel Recalde Arguello, 26 anos, conforme a polícia.

Radialista foi atingido por oito disparos quando deixou a emissora que trabalhava Foto Divulgação

Conforme o jornal, buscas aconteceram nesta manhã na residência de Miguel, mas o suspeito não foi localizado. O autor é ligado a outros homicídios ocorridos em Pedro Juan Caballero, em 2019.

As buscas pelo criminoso seguem no país vizinho.

Como mostrado pela FOLHA DE CAMPO GRANDE, o comunicador foi atingido por oito disparos quando deixou a emissora que trabalhava em Pedro Juan Caballero, na fronteira com o Brasil através de Ponta Porã. Ele morreu no local antes da chegada do socorro –relembre aqui

Vídeo: Câmeras filmaram radialista sendo executado por motociclista na fronteira

Câmeras de segurança registraram o momento em que o radialista paraguaio Humberto Andrés Coronel Godoy foi executado, nessa terça-feira (6), em Pedro Juan Caballero (PY), cidade que faz fronteira com o município brasileiro de Ponta Porã (MS). A vítima foi atingida por disparos de arma de fogo no momento em que estava prestes a entrar no próprio carro. Veja o vídeo abaixo.

Humberto foi morto quando saía da emissora de rádio Amambay, onde trabalhava. De acordo com a polícia paraguaia, havia uma equipe policial na esquina do local do crime, mas o suspeito não foi pego.

Pelas imagens, é possível ver que o radialista sai e se encaminha em direção ao próprio carro. Porém, antes dele entrar no veículo, um homem se aproxima em uma motocicleta, saca uma arma e realiza disparos contra ele.

Ferido com vários tiros, o radialista morreu no local. Jornalistas de Pedro Juan Caballero questionaram à polícia por que os militares que deveriam estar na frente do prédio, fazendo a segurança, estavam na outra esquina. É apurado se houve negligência, já que o radialista foi assassinado na frente da rádio, assim que saiu do local.

Testemunhas encaminharam ainda fotografia dos policiais, que estariam sentados na porta da rádio, usando o celular, momentos antes do atentado.

Radialista executado teria se negado a receber segurança

O radialista Humberto Coronel, da Radio Amambay 570AM, teria se negado a receber custódia da polícia paraguaia e do Ministério Público daquele país. Ameaçado há três meses, ele foi executado na tarde de terça-feira (6/9) próximo a emissora que trabalhava, em Pedro Juan Caballero, na fronteira com o Brasil através de Ponta Porã.

Radialista foi assassinado na tarde de ontem em Pedro Juan Caballero – Crédito: Divulgação

Em entrevista ao portal ABC Color, a promotora Katia Uemura disse que os dois órgãos estavam à disposição do comunicador, porém, por uma decisão dele, a segurança foi negada.

“Tanto o Ministério Público como a Polícia estavam à disposição dele, a procuradoria ordenou uma custódia policial permanente e a polícia se colocou à disposição. Foi uma decisão pessoal de Humberto em rechaçar”, contou.

Apesar disso, dois policiais estavam na frente da emissora de rádio quando a vítima deixou o prédio e acabou atacado por um pistoleiro de moto.

Oito disparos atingiram o comunicador, que morreu no local antes da chegada do socorro.

Katia também alegou que Humberto deveria ter tomado os cuidados necessários após receber as primeiras ameaças e tirou dos órgãos de segurança a responsabilidade pela morte dele.

“Não atribuiria à Polícia ou a Procuradoria essa responsabilidade [pela morte], porque uma pessoa ameaçada diretamente deve se resguardar”, contou ao portal do jornal ABC Color.

Apesar disso, os dois policiais que faziam a segurança do radialista passaram por oitivas e terão os aparelhos de telefone celular periciados.

Radialista executado na fronteira havia relatado ameaças há três meses

Humberto Andrés Coronel Godoy, 33, executado na tarde desta terça-feira (6/9) em Pedro Juan Caballero, na fronteira com o Brasil através de Ponta Porã, havia denunciado ameaça de morte à polícia em junho deste ano.

Radialista foi alvo de atentado nesta tarde – Foto Divulgação

Na ocasião, ele e outro colega de Rádio Amambay tiveram colados nas respectivas residências, cartazes com dizeres contrários aos trabalhos jornalísticos realizados por eles na emissora.

O caso aconteceu no dia 11 de junho e posteriormente registrado na 7ª Delegacia de Polícia de Pedro Juan Caballero.

Além de Humberto, Gustavo Manuel Baez Sánchez, 28, era alvo da ameaça. No cartaz, a frase dizia: “sabe muitas coisas. Vamos sair apagando o que sabe muito Gustavo Umbertito”, se referindo aos profissionais.


Humberto foi assassinado na tarde desta terça em Pedro Juan Caballero – Crédito: Ligado na Redação

Nesta tarde, o radialista paraguaio deixava a emissora que trabalhava quando uma pessoa passou de moto e efetuou vários disparos contra ele.

Humberto morreu antes da chegada do socorro, ao lado de um veículo.

A Polícia Nacional do país vizinho investiga o caso. Ainda não há informações sobre o atirador.

Radialista é executado a tiros na fronteira ao sair do local de trabalho

Na tarde desta terça-feira (6), o radialista Humberto Coronel foi executado na frente da rádio em que trabalhava, a Rádio Amambay 570 em Pedro Juan Caballero, fronteira com Ponta Porã, a 346 quilômetros de Campo Grande. Os pistoleiros que estavam de moto fugiram.

Humberto foi assassinado a tiros na saída do trabalho Foto Ponta Porã News

De acordo com a imprensa local, em junho deste ano a  vítima havia denunciado ameaçadas de morte pelas informações que  sofreu junto com seu colega Gustavo Baéz. A rádio onde Humberto trabalhava pertence a família do ex-prefeito de Pedro Juan, José Carlos Acevedo, morto após atentado.

De acordo com as informações da rádio, os suspeitos estariam aguardando por ele na frente da empresa. Assim que saiu, o radialista foi alvo do atentado a tiros e caiu na calçada com vários ferimentos.

Testemunhas chegaram a acionar o Corpo de Bombeiros, mas ele morreu antes de ser levado para o hospital.

Equipes da Polícia Nacional faz buscas para encontrar os autores.

Cartaz com ameaça encontrado por Humberto e Gustavo, em junho deste ano. (Foto: ABC Collor)