Vítima estava dentro do carro quando foi emboscada
O radialista Alexander Álvarez Grance morreu no início da tarde desta terça-feira (14) após um atentado em Pedro Juan Caballero.
De acordo com informações do secretário de Segurança Pública de Ponta Porã, Marcelino Nunes de Oliveira, a vítima conduzia um veículo vermelho no cruzamento das ruas Toledo e Chóferes del Chaco, quando foi atingido por disparos de arma de fogo.
Foto Ponta Porâ em Dia
Conforme a FM Império, os autores estavam em uma motocicleta e cercaram o veículo para executar o radialista.
Alexander foi socorrido, colocado em uma caminhonete e levado para o Hospital Regional, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.
Álvarez trabalhava na emissora radial Urundey FM, emissora pertence a um deputado paraguaio.
Homem preso por ter produzido artefato explosivo confessou participação de outras pessoas na organização de ato terrorista em Brasília
BRASÍLIA – Pelo menos seis pessoas tiveram participação na tentativa de praticar um ato terrorista na capital federal para tentar provocar “caos” e impedir a posse do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Preso pela Polícia Civil no último dia 24, George Washington de Oliveira Sousa, de 54 anos, detalhou como foi planejada a ação que resultou na instalação de uma bomba próxima a um caminhão de combustível no aeroporto de Brasília. O artefato não explodiu.
George Washington Sousa, bolsonarista preso pela Polícia Civil por atentado em Brasília. Foto: Divulgação / Estadão
Gerente de um posto de gasolina no interior do Pará, George revelou que, além dele, outros quatro homens e uma mulher sabiam da fabricação da bomba. Segundo ele, a ideia de provocar uma explosão surgiu no dia 23, no acampamento de extremistas na frente do Quartel General do Exército. Uma “mulher desconhecida” teria sugerido aos manifestantes que fosse instalada uma bomba na subestação de energia na cidade de Taguatinga, nos arredores de Brasília.
George contou que foi ao local da subestação numa picape Ranger branca de um dos manifestantes. Feito o reconhecimento, ele alega que o plano não avançou porque a tal mulher não teria providenciado um carro para a operação. Um homem de nome Alan teria se voluntariado para levar a bomba. Como teria sido constatado que havia dificuldade em instalar o explosivo na subestação, foi decidido que o alvo seriam postes de transmissão de energia próximos.
O gerente de posto de gasolina disse aos policiais que contou aos demais manifestantes que tinha explosivos. O material havia sido entregue a ele em Brasília por um fornecedor do Pará. “Eu disse aos manifestantes que tinha a dinamite, mas que precisava da espoleta e do detonador para fabricar a bomba”, contou.
Segundo ele, ainda no dia 23, por volta das 11h30, “um manifestante desconhecido” que estava acampado no QG lhe entregou um controle remoto, e quatro acionadores. “De posse dos dispositivos, eu fabriquei a bomba”, admitiu, no depoimento. George alega que entregou o explosivo a Alan, com o pedido para que fosse levada à subestação de energia. Ele alega que só ficou sabendo pela TV que a bomba tinha sido levada ao aeroporto.
No mesmo depoimento, George disse que se registrou como CAC (colecionador, atirador profissional ou caçador) para comprar armas. Ele alegou que veio para Brasília para protestar contra eleição de Lula e afirmou que, ao viajar de carro do Pará para Brasília, trouxe o arsenal apreendido pela Polícia no dia da prisão. Ele ainda contou que a ideia do atentado era de provocar um “caos” na capital, para estimular as Forças Armadas a intervir e decretar Estado de Sítio, impedindo a posse de Lula.
A tentativa de atentado provocou reação de integrantes do governo petista. O futuro ministro da Justiça, Flávio Dino, disse que o acampamento na frente do quartel é incubadora de terroristas.
Veja quem são os investigados:
George Washington Sousa – gerente de posto de gasolina no Pará que confessou ter fabricado a bomba;
Mulher do acampamento no QG do Exército – teria dado a ideia para explodir uma subestação de energia;
Dono de Ranger branca – manifestante acampado no QG do Exército que levou George para vistoriar o local onde seria instalada a bomba;
Homem do acampamento no QG do Exército – foi o fornecedor dos dispositivos de acionamento dos explosivos;
Alan – acampado no QG do Exército e responsável por levar a bomba até o aeroporto de Brasília;
Fornecedor dos explosivos – homem que trouxe a substância explosiva do Pará para Brasília.
Três pessoas foram atingidas com diversos tiros, no início da tarde desta quarta-feira (14), no bairro Jardim das Macaubas, em Campo Grande. De acordo com a polícia, as vítimas foram abordadas na hora do almoço por um trio de pistoleiros que executaram os disparos.
Ainda conforme a investigação, os suspeitos estavam em um carro vermelho e os tiros atingiram Dionathan Goldoni Vilhalba, 26 anos, na cabeça, que morreu após dar entrada na UPA (Unidade de Pronto Atendimento) Universitário.
Polícia investiga paradeiro dos suspeitos, que fugiram após o crime
A mulher de Dionathan, de 24 anos, foi atingida na perna e um homem de 30 anos, que seria irmão da jovem, também estava no local e foi atingido por ao menos três disparos nas costas. Um deles no pulmão. Ele foi socorrido e levado para a Santa Casa da Capital, onde passa por atendimento.
As vítimas almoçavam em frente a uma loja na Avenida dos Cafezais, quando o trio armado de aproximou. Os tiros foram dados pelos dois caronas e ao menos dez cápsulas foram encontradas no local.
Equipes do Corpo de Bombeiros, Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) e da Polícia Militar estiveram no local. Vizinhos chegaram a pensar que barulho seria de fogos de artifícios. Atiradores fugiram logo em seguida. Polícia Civil também foi chamada.
O caso segue em investigação e ainda não se sabe o que motivou o crime.
O líder indígena Vitorino Sanches, de 60 anos, foi morto por pistoleiros em Amambai (MS), a 352 km de Campo Grande. O atentado desta terça-feira (13) é o segundo que o indígena Guarani-Kaiowá sofreu em pouco mais de um mês. Em 1º de agosto, o representante sobreviveu a uma emboscada onde o carro dele foi alvejado com mais de 10 tiros.
Vítima caída em calçada logo após levar tiros. (Foto: Aty Jovem Guarani-Kaiowá/Reprodução)
Vitorino estava próximo de um veículo quando dois pistoleiros se aproximaram e dispararam contra ele. A região de Amambai vive clima de tensão desde junho, quando um outro indígena foi morto a tiros por policiais em um processo de retomada de terra.
Vitorino foi atingido por cinco disparos nas costas. Ele chegou a ser socorrido e levado para o Hospital Municipal de Amambai, onde foi constatada a morte. Policiais civis e militares foram acionados. O caso segue em investigação.
Em 2 de agosto, Vitorino Sanches, de 60 anos, prestou depoimento após ser vítima de um atentado em Amambai (MS). O carro do comerciante foi alvo de pelo menos 15 disparos de arma de fogo, sendo que dois deles atingiram a vítima.
Vitorino foi baleado no braço e na perna e encaminhado para o Hospital Regional da cidade. Após receber alta médica, ele prestou depoimento na delegacia da cidade.
“Ninguém falou nada para mim, ninguém me ameaçou. Como eu não falhei com ninguém, não briguei com ninguém, não tive discussão com ninguém, eu estava tranquilo. Não sei por que fizeram isso comigo”, disse a vítima na época do primeiro atentado.
A polícia paraguaia identificou mais três suspeitos de participação no atentado que resultou na morte do prefeito de Pedro Juan Caballero, José Carlos Acevedo Quevedo, 51. Os disparos ocorreram no dia 17 de maio e o chefe do Executivo daquela cidade teve o óbito constatado quatro dias depois.
Conforme a imprensa do país vizinho, são considerados foragidos e procurados, Rodney Ariel Rivarola, 29, Riky Javier Báez González, 25, e o irmão dele, Alan Andrés Báez González, 23.
Polícia paraguaia identificou suspeitos de participação do assassinato de prefeito de Pedro Juan Caballero – Crédito: Divulgação
Todos são residentes em Pedro Juan Caballero, cidade que faz fronteira com o Brasil através de Ponta Porã.
Outro envolvido, Ronny Ayala Benítez, 35, o ‘Alemão’, continua preso desde o dia 4 de julho.
Os quatro foram denunciados pelo Ministério Público do Paraguai, sustentando que os foragidos teriam participado do crime sob comando de ‘Alemão’.
No entender do órgão, o grupo já havia trabalhado como guarda-costas em uma cidade do interior do Paraguai e a pistola Glock 17 usada para matar Acevedo, é a mesma utilizada pelos integrantes durante incidente ocorrido em julho do ano passado, quando ainda atuavam na função.
Ainda segundo a imprensa paraguaia, Ronny, Ricky e Alan, foram detidos em dezembro de 2018 em Ponta Porã, por suspeita de atuarem como pistoleiros do ‘clã’ Pavão.
O ex-primeiro ministro do Japão Shinzo Abe, de 67 anos, morreu nesta sexta-feira, 8, após ser baleado duas vezes durante um comício para as eleições parlamentares japonesas na cidade de Nara, no oeste do país.
Segundo a imprensa japonesa, o atirador – que foi identificado como Tetsuya Yamagami, de 41 anos – usou uma arma artesanal. O suspeito foi preso por agentes de segurança e disse à polícia que estava insatisfeito com Abe e que queria matá-lo.
hinzo Abe foi levado para o hospital, mas não resistiu. O hospital informou que o ex-premiê morreu às 17h03 (horário local, 5h03, em Brasília), cerca de cinco horas e meia depois que foi baleado.
Um médico disse que Abe sangrou até a morte devido a dois ferimentos profundos, um deles no lado direito de seu pescoço. Ele não tinha sinais vitais quando deu entrada na unidade de saúde.
Abe fazia um discurso de campanha do lado de fora de uma estação de trem quando os tiros foram disparados por volta das 11h30 (horário local, 23h30 da quinta-feira em Brasília). Agentes das forças de segurança foram então vistos avançando sobre um homem com uma camiseta cinza e calças bege.
“Houve um estrondo alto e depois fumaça”, disse o empresário Makoto Ichikawa, que estava no local, à Reuters, acrescentando que a arma era do tamanho de uma câmera de televisão.
“O primeiro tiro, ninguém sabia o que estava acontecendo, mas após o segundo tiro, o que parecia ser uma polícia especial avançou sobre ele.”
Shinzo Abe foi o primeiro ex-premiê ou primeiro-ministro no cargo no Japão a ser assassinado desde os dias do militarismo pré-guerra no país, na década de 1930.
Renato Borelli teve o carro atingido por um artefato contendo terra, ovos e estrume; o magistrado não se feriu
Responsável por determinar a prisão do ex-ministro da Educação Milton Ribeiro, o juiz Renato Borelli, da 15ª Vara Federal, foi atacado nesta quinta-feira, dia 7, enquanto se deslocava em Brasília. O carro do juiz foi atingido por um artefato contendo terra, ovos e estrume. Os autores do ataque não foram identificados. O magistrado não se feriu.
Artefato contendo terra, ovos e estrume atingiu o carro do juiz federal Renato Borelli Reprodução/Twitter
O veículo de Borelli foi atingido nas laterais e no para-brisa dianteiro. O caso será investigado pela Polícia. Segundo informações da Justiça Federal, o juiz recebeu centenas de ameaças depois de autorizar a Polícia Federal a cumprir a ordem de prisão de Ribeiro, dos pastores Gilmar Santos e Arilton Moura e de outros dois suspeitos de crimes como corrupção passiva, tráfico de influência, prevaricação e advocacia administrativa.
O juiz justificou a prisão como forma de evitar a obstrução de Justiça e diante de suspeitas de interferência política e vazamento da operação, em um telefonema entre Ribeiro e o presidente Jair Bolsonaro, enviou o caso ao Supremo Tribunal Federal. Antes, o desembargador Ney Bello, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região ordenou que os alvos da Operação Acesso Pago fossem soltos.
Na semana passada, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), coordenador da pré-campanha de Jair Bolsonaro a reeleição, afirmou em entrevista ao Estadão que Borelli deveria responder no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) por ativismo político para desgastar o governo.
O nome do juiz foi compartilhado pelos perfis do deputado Eduardo Bolsonaro (União Brasil-SP) e do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), e o ex-secretário de incentivo à Cultura André Porciuncula classificou o caso como “ativismo judicial”. “Sim, o juiz que sentenciou o presidente a usar máscara é o mesmo que mandou prender o ex-ministro Milton”, publicou Eduardo Bolsonaro.
O magistrado tem em sua carreira uma lista de despachos contrários a políticos de diferentes partidos, como PT e MDB. Além de juiz federal, Borelli é palestrante e professor de Direito Administrativo em um curso preparatório para concursos. Ele dedica suas redes sociais a promover o curso, chamado Gran Jurídico, mas desde ontem tem recebido comentários como “comunista ativista” e “juiz esquerdista”.
O ex-primeiro ministro do Japão Shinzo Abe, de 67 anos, morreu nesta sexta-feira, 8, após ser baleado duas vezes durante um comício para as eleições parlamentares japonesas na cidade de Nara, no oeste do país.
Segundo a imprensa japonesa, o atirador – que foi identificado como Tetsuya Yamagami, de 41 anos – usou uma arma artesanal. O suspeito foi preso por agentes de segurança e disse à polícia que estava insatisfeito com Abe e que queria matá-lo.
Shinzo Abe foi levado para o hospital, mas não resistiu. O hospital informou que o ex-premiê morreu às 17h03 (horário local, 5h03, em Brasília), cerca de cinco horas e meia depois que foi baleado.
Um médico disse que Abe sangrou até a morte devido a dois ferimentos profundos, um deles no lado direito de seu pescoço. Ele não tinha sinais vitais quando deu entrada na unidade de saúde.
Abe fazia um discurso de campanha do lado de fora de uma estação de trem quando os tiros foram disparados por volta das 11h30 (horário local, 23h30 da quinta-feira em Brasília). Agentes das forças de segurança foram então vistos avançando sobre um homem com uma camiseta cinza e calças bege.
“Houve um estrondo alto e depois fumaça”, disse o empresário Makoto Ichikawa, que estava no local, à Reuters, acrescentando que a arma era do tamanho de uma câmera de televisão.
“O primeiro tiro, ninguém sabia o que estava acontecendo, mas após o segundo tiro, o que parecia ser uma polícia especial avançou sobre ele.”
Shinzo Abe foi o primeiro ex-premiê ou primeiro-ministro no cargo no Japão a ser assassinado desde os dias do militarismo pré-guerra no país, na década de 1930.
Ronny Ayala Benítez e Alejandro Ayala Otazú foram capturados no Departamento de Itapúa, no Paraguai. José Carlos Acevedo sofreu um grave atentado no dia 17 de maio, em cidade que fica na linha fronteiriça e é vizinha à Ponta Porã (MS)
Agentes do Departamento de Investigações de Itapúa prenderam, na noite de segunda-feira (4), dois suspeitos de assassinar o prefeito de Pedro Juan Caballero (PY), José Carlos Acevedo, morto em ataque, no dia 17 de maio. Ronny Ayala Benítez e Alejandro Ayala Otazú foram capturados no Departamento de Itapúa, no Paraguai.
Suspeitos de assassinar o prefeito de Pedro Juan Caballero — Foto: Reprodução
O secretário de Segurança Pública de Ponta Porã, Marcelino Nunes, confirmou que Ronny Ayala Benítez é um dos principais suspeitos de ser o autor do assassinato de José Carlos Acevedo. Ele também tinha um mandado de prisão internacional.
Os suspeitos também são apontados como possíveis responsáveis pelo assassinato do pistoleiro Óscar Cardozo, vulgo King Kong.
Dinheiro, celulares e arma apreendida pela polícia paraguaia — Foto: Reprodução
Durante a ocorrência, a polícia encontrou armas, dinheiro em guaranis e dólares, cartões, documentos, um carro e outras provas.
Um teste de balística determinou que uma das pistolas usadas para atacar o político é uma Glock 17. A arma de fogo estava com o guarda-costas da família Morales. A pistola Glock 17 usada no atentado contra o prefeito era de Fernando.
O CASO
O prefeito de Pedro Juan Caballero, José Carlos Acevedo, foi vítima de um atentado na tarde de terça-feira, 17 de Maio, quando deixava a Prefeitura da cidade.
Conforme as informações, José estava conversando com um jornalista, quando o autor chegou e efetuou 10 disparos de arma de fogo contra a vítima. Após o crime, o homem fugiu a pé.
A vítima tentou correr, mas caiu e foi atingido com tiros na cabeça. Ele foi socorrido em estado grave e encaminhado para um hospital particular. Já o jornalista, não ficou ferido.
João Paulo Albuquerque Lima, de 28 anos, e Alisson de Souza, de 27 anos, alvos de atentado que acabou na morte de um deles, na noite desta segunda-feira (21), em Campo Grande, pertenciam à quadrilha especializada em assaltar motoristas de aplicativo. Os dois, inclusive, respondiam pelo crime – entre diversas outras passagens – e estavam foragidos.
Carro foi atingido com pelo menos oito disparos. — Foto: Cristiano Arruda
Em um dos processos contra a dupla, de 2018, outras duas pessoas aparecem como suspeitos de participação no sequestro de um motorista. Segundo a denúncia, no dia 25 de março daquele ano, os quatro mantiveram a vítima refém por cerca de 3 horas.
Armados com uma faca, o grupo rendeu o motorista após ele aceitar corrida que começou em uma conveniência na avenida Marquês de Pombal, região do Tiradentes. No local, uma mulher, hoje com 25 anos, entrou no veículo e solicitou que o condutor fosse até o bairro Parati, na rua da Divisão, onde buscaria seu namorado, o primo e um amigo.
Os três homens embarcaram no banco traseiro. No trajeto, o autor que estava sentado atrás do banco do motorista aplicou uma “gravata”, enforcando a vítima. Uma touca foi usada para cobrir a cabeça do condutor, que também teve as mãos amarradas.
Um dos autores assumiu a direção do veículo e, por cerca de uma hora, o grupo percorreu ruas e avenidas da cidade, até um imóvel na região das Moreninhas. No local, a vítima foi mantida refém em um dos cômodos, sendo vigiada por um dos assaltantes.
O motorista só foi libertado após o dia amanhecer. Colocado de volta no carro, ele foi deixado na região da Uniderp Agrárias, em uma rua deserta. Logo depois, o jovem conseguiu denunciar o caso à polícia.
Dois dias após o crime, o carro do motorista de aplicativo foi localizado em poder de um dos bandidos. Isso foi possível após a vítima publicar o roubo em uma rede social e um amigo indicar o endereço onde o veículo estava.
Com a prisão de um dos envolvidos, os outros assaltantes foram identificados e presos. Investigações apontam que Alisson, o homem que sobreviveu ao ataque de ontem, foi quem anunciou o assalto. Já João Paulo, além de ter participado da ação, assumiu a direção do veículo e também forneceu materiais, como luvas, touca e um cinto.
Passagens Conforme apurado pela reportagem, a ficha dos dois amigos era extensa. João Paulo, que não resistiu aos tiros e morreu na noite desta segunda, tinha passagens por posse ou porte ilegal de arma de fogo de uso restrito, apropriação indébita, porte ilegal de arma de fogo de uso permitido, roubo majorado pelo emprego de arma, roubo majorado pela restrição da liberdade da vítima e lesão corporal.
Alisson, que está internado sob escolta na Santa Casa de Campo Grande, tinha várias passagens por receptação, furto, roubo majorado pelo emprego de arma de fogo, roubo majorado pela restrição da liberdade da vítima, dano qualificado, roubo majorado pela liberdade, tráfico de drogas, roubo majorado pelo concurso de pessoas e porte ilegal de arma de fogo.