O líder comunitário Walter Maria de Arruda foi homenageado, nesta segunda-feira (15), na Câmara Municipal de Campo Grande. Ele, que é vice-presidente da Conam (Confederação Nacional das Associações de Moradores), recebeu o Título de Visitante Ilustre por proposição do presidente da Casa, vereador Carlos Augusto Borges, o Carlão.
Walter Arruda recebeu o Título de Visitante Ilustre por proposição do presidente da Casa, Carlão
“A Câmara faz uma homenagem justa ao Walter Arruda, que veio trazer sua experiência do movimento comunitário. Veio trazer um ganho muito grande. É um conhecedor nato do movimento. A Câmara tem essa prerrogativa, de homenagear aquelas pessoas que merecem e dedicam seu tempo para ajudar as pessoas”, disse Carlão, que também veio do movimento comunitário.
“Muitas pessoas mudam, e não podemos mudar. Temos competência de gerir essa Casa. Fico honrado de vir do movimento de bairro. O movimento comunitário tem pessoas capacitadas para serem gestores. Aqui, provamos que essas pessoas estão prontas para exercerem mandatos, tanto no Executivo, como no Legislativo”, continuou.
“O líder comunitário vive fazendo o bem, sem olhar a quem, e sem ganhar nenhum vintém. Que esse tipo de homenagem possa incentivar os líderes a se doarem ainda mais por suas comunidades. A voz do povo é a voz de Deus. E a voz dos moradores, representados por esses líderes, é a voz da nossa população”, disse Walter Arruda.
Também foi homenageado o presidente da Ucam (União Coxipoense das Associações dos Moradores de Bairros), José Maurício Pereira, que, por motivos de agenda, não pode estar presente na entrega das placas.
Paul Mackenzie Nthenge, suspeito por causar dezenas de mortes, já chegou a ser preso duas vezes devido a sua pregação extrema
Paul Mackenzie Nthenge, acusado de levar seus seguidores a jejuarem “para encontrar Jesus” e causar a morte de ao menos 73 pessoas no leste do Quênia, é um taxista que virou “pastor” em 2003. Segundo a AFP, sua pregação extrema já o fez ser preso duas vezes desde 2017. Ao menos 73 corpos foram localizados nos últimos três dias em Malindi, leste do país, segundo a polícia do Quênia atualizou na segunda-feira, 24.
Paul Mackenzie Nthenge é acusado de levar seus seguidores a jejuarem “para encontrar Jesus” e causar a morte de ao menos 73 pessoas no leste do Quênia (Foto: REUTERS/Stringer)
De acordo com as investigações, todas as vítimas faziam parte da Igreja Internacional das Boas Novas, fundada por Makenzie Nthenge. Conforme aponta a polícia, ele foi quem incentivou os seguidores a fazerem jejum total “para conhecer Jesus”. E, apesar de ter sido preso há 10 dias, ainda há pessoas que o seguem escondidas jejuando, de acordo com as investigações.
O jornal queniano The Standard informou que os patologistas vão colher amostras de DNA e realizar testes para determinar se as vítimas realmente morreram de fome.
De acordo com a BBC, a polícia prendeu Nthenge no dia 15 de abril depois de descobrir os corpos de quatro pessoas suspeitas de terem morrido de fome e encontrar outras pessoas famintas. Nos dias seguintes, os demais corpos foram sendo localizados.
Porém, segundo a AFP, essa não foi a primeira vez de Nthenge na mira da polícia. De acordo com o site da igreja, ele fundou o movimento em 2003, montou filiais em Nairóbi e ao longo da costa do Quênia que atraíram mais de 3 mil devotos.
Nthenge difundia um programa intitulado “Mensagem dos últimos tempos” que falava sobre “ensinamentos, pregações e profecias sobre o final dos tempos, comumente chamados escatologia”. Ele dizia “levar o evangelho do nosso senhor Jesus Cristo livre do engano e do intelecto do homem”.
O objetivo, segundo diz o site da igreja, era “nutrir os fiéis de forma holística em todos os assuntos da espiritualidade cristã enquanto nos preparamos para a segunda vinda de Jesus Cristo por meio do ensino e do evangelismo”.
Além disso, Nthenge também lançou um canal no YouTube em 2017, em que abordava aos seguidores práticas “demoníacas” que não deveriam ser praticadas. Naquele mesmo ano, ele foi preso sob a acusação de “radicalização” após estimular crianças a não frequentarem a escola porque a educação, segundo dizia, não era reconhecida pela Bíblia.
Dois anos depois, ele afirma ter criado sua igreja após se mudar para a cidade de Shakahola. No mês passado, chegou a dizer ao jornal Nation que “teve uma revelação de que havia chegado a hora de desistir”.
Preso novamente em março Segundo um levantamento feito pela AFP a partir da mídia local, o “pastor” foi preso novamente em março após duas crianças morrerem de fome sob a custódia de seus pais. Ele foi libertado sob fiança e disse à revista americana Nation que estava “chocado com as acusações”.
Poucos dias depois, uma batida policial em uma floresta perto da cidade costeira de Malindi levou os investigadores a exumar o local em busca de valas comuns. Devido ao número de mortos já encontrados, o ocorrido foi apelidado de “Massacre na Floresta de Shakahola”.
Nthenge segue sob custódia policial após se render às autoridades.
Na quinta-feira (2), ocorreu a solenidade da 1ª Sessão Legislativa em Mato Grosso do Sul
Na manhã de quinta-feira (2), durante a solenidade da 1ª Sessão Legislativa em Mato Grosso do Sul, o governador Eduardo Riedel (PSDB) afirmou que o representante do governo da Alems não precisaria ser, necessariamente, do PSDB.
“A gente não tem isso definido ainda e, como eu disse, é uma discussão que passa pelos partidos aliados e nós temos alguns, então nós vamos tomar essa decisão na semana que vem”, disse.
Governador do Estado durante hasteamento da bandeira do Estado Foto: Luciana Nassar
O assunto se tornou pauta durante coletiva de imprensa, logo após a solenidade, momento em que o Governador destacou a importância de pensar bem nessas indicações.
“Vamos discutir isso na próxima semana, terça-feira terá a primeira sessão ordinária da Casa. Mas não necessariamente o líder tem que ser do PSDB”, disse, sem citar qualquer nome cogitado.
Nos últimos dois anos, a atual terceira vice-presidente da Alems, Mara Caseiro (PSDB), era a líder do governo de Reinaldo Azambuja (PSDB).
Sessão solene
Riedel chegou às 8h45 e passou em revista às tropas da PMMS (Polícia Militar) na rampa do Palácio Guaicurus. Em seguida, o governador hasteou a bandeira do Estado. Coube ao presidente da Alems, Gerson Claro (PP), hastear a bandeira do Brasil; e o presidente do TJMS (Tribunal de Justiça de MS), desembargador Sérgio Fernandes Martins, hasteou a bandeira de Campo Grande.
Na mensagem aos deputados, Riedel disse que a política do municipalismo seguirá sendo fortalecida nos próximos anos. “É preciso enaltecer o amplo respeito recebido pelos prefeitos nesses anos. O adensamento do municipalismo seguirá forte no Estado”, frisou.
Homem tem mandado de prisão por 20 crimes, diz Senad
Policiais paraguaios prenderam na manhã desta quinta-feira (15/12) em Salto Del Guaíra, próximo a fronteira com o Brasil através de Mato Grosso do Sul, o brasileiro José Renan Oliveira, conhecido como ‘Formiga’.
Ele estava na companhia de outras duas pessoas, que não tiveram os nomes divulgados, no momento do ato.
Renan durante prisão no Paraguai nesta manhã Foto: Divulgação/Senad
Renan, que tinha mandado de prisão internacional por vinte crimes. De acordo com as informações policiais, “Formiga” teria se instalado no Paraguai para coordenar o tráfico de drogas e armas para o Nordeste brasileiro e chefiava a organização criminosa ‘A Massa’, formada por dissidentes da facção Comando Vermelho, segundo o ABC Color.
A prisão dele ocorreu através de trabalho conjunto entre a polícia paraguaia e brasileira.
Ainda de acordo com o ABC Color, a Senad (Secretaria Nacional Antidrogas) do país vizinho informou que os três serão expulsos para o Brasil após a realização dos trâmites legais.
Catraca é apontado por autoridades como chefe de uma facção criminosa no município de Sonora
Uma operação policial desencadeada no início da manhã desta sexta-feira (7) resultou na morte de Gilso Lúcio Araujo de Souza, mais conhecido como Catraca, que é apontado por autoridades como chefe de uma facção criminosa no município.
Inicialmente, a informação era de que ele e mais duas pessoas teriam morrido durante a operação que conta até com helicóptero para cumprimento de mandados na cidade de Sonora, a 351 quilômetros de Campo Grande,
Entretanto, a polícia só confirma uma morte. O delegado Allan Patrick Rodrigues da Cruz acompanha o caso.
Os moradores de Sonora estão apreensivos com a situação. Nos grupos de WhatsApp disparam áudios e questionamentos sobre o ocorrido. Por lá, a informação também era de três mortos.
“Catraca” já foi preso duas vezes por homicídio simples na forma tentada, outras duas por ameaça com agravante de violência doméstica, além de responder por tráfico de drogas, crimes de furto, roubo, desobediência, direção perigosa, furto qualificado e lesão corporal.
Policiais foram recebidos com tiros e revidaram. Gilso foi atingido e não resistiu Foto: WhatsApp/EMS
Segundo a polícia, “Catraca” era considerado o líder do PCC (Primeiro Comandado da Capital) na cidade de Sonora, alvo principal da operação realizada nesta manhã. Ao cumprir o mandado, os policiais foram recebidos com tiros e revidaram. Gilso foi atingido e socorrido para o hospital da cidade, mas não resistiu e faleceu.
A arma usada por “Catraca” foi apreendida, na casa dele a polícia encontrou dinheiro vivo, cocaína, celulares e materiais utilizados para o uso de entorpecentes. Segundo a PM, nenhum policial ficou ferido. A operação segue em andamento e mais detalhes serão divulgados em breve pelo delegado Allan Patrick Rodrigues da Cruz.
O líder indígena Vitorino Sanches, de 60 anos, foi morto por pistoleiros em Amambai (MS), a 352 km de Campo Grande. O atentado desta terça-feira (13) é o segundo que o indígena Guarani-Kaiowá sofreu em pouco mais de um mês. Em 1º de agosto, o representante sobreviveu a uma emboscada onde o carro dele foi alvejado com mais de 10 tiros.
Vítima caída em calçada logo após levar tiros. (Foto: Aty Jovem Guarani-Kaiowá/Reprodução)
Vitorino estava próximo de um veículo quando dois pistoleiros se aproximaram e dispararam contra ele. A região de Amambai vive clima de tensão desde junho, quando um outro indígena foi morto a tiros por policiais em um processo de retomada de terra.
Vitorino foi atingido por cinco disparos nas costas. Ele chegou a ser socorrido e levado para o Hospital Municipal de Amambai, onde foi constatada a morte. Policiais civis e militares foram acionados. O caso segue em investigação.
Em 2 de agosto, Vitorino Sanches, de 60 anos, prestou depoimento após ser vítima de um atentado em Amambai (MS). O carro do comerciante foi alvo de pelo menos 15 disparos de arma de fogo, sendo que dois deles atingiram a vítima.
Vitorino foi baleado no braço e na perna e encaminhado para o Hospital Regional da cidade. Após receber alta médica, ele prestou depoimento na delegacia da cidade.
“Ninguém falou nada para mim, ninguém me ameaçou. Como eu não falhei com ninguém, não briguei com ninguém, não tive discussão com ninguém, eu estava tranquilo. Não sei por que fizeram isso comigo”, disse a vítima na época do primeiro atentado.
A ex-ministra da Agricultura e Pecuária e deputada federal Tereza Cristina (PP) segue líder na preferência do eleitorado nas eleições para o Senado. Em nova pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta segunda-feira, 5 de Setembro, ela aparece com 41% das intenções de voto.
O levantamento mostra que ela cresceu 1% desde a primeira pesquisa Real Time Big Data divulgada em 24de Agosto, quando a candidata tinha 40%.
O segundo colocado é o juiz Odilon de Oliveira (PSD) com 16% das intenções de voto, mesmo índice obtido na pesquisa anterior.
Na terceira colocação aparece Luiz Henrique Mandetta (União Brasil) com 12% das intenções; dois pontos a mais que na pesquisa anterior.
A pesquisa ouviu 1 mil eleitores entre os dias 2 e 3 de setembro, tem 95% de índice de confiança e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob número MS-08696/2022.
Uma ação conjunta desenvolvida na tarde de segunda-feira, dia 29 de agosto, envolvendo policiais da Defron (Delegacia Especializada na Repressão de Crimes de Fronteira) e da Força Tática, do 3º Batalhão de Polícia Militar de Dourados, prendeu por volta das 15 horas, José Antônio Melo Correa, 38 anos, vulgo Zé Sitioca, que seria um dos líderes de uma facção criminosa.
Lider de facção criminosa preso em Dourados – Crédito: Osvaldo Duarte / Dourados News
A prisão aconteceu na residência de Zé Sitioca, localizada na rua Leônidas Além, no jardim Água Boa, onde os policiais apreenderam no banheiro da casa uma trouxinha de cocaína, pesando 9,7 gramas e uma balança de precisão, uma motocicleta Yamaha XT, com placa de Dourados e a importância de R$ 95, em dinheiro.
Zé Sitioca foi preso e encaminhado juntamente com a droga e o material apreendido para a sede da Defron, onde foi autuado em flagrante por tráfico de drogas e em seguida transferido para uma das celas da Depac (Delegacia de Pronto Atendimento comunitário), onde ficará a disposição da justiça.
Ação conjunta desenvolvida pela Senad (Secretaria Nacional Antidrogas) e a Polícia Federal resultou na prisão de Rodrigo da Silva Porto, um dos líderes do PCC (Primeiro Comando da Capital).
A captura ocorreu na manhã desta sexta-feira (27/5) em um restaurante de Ponta Porã, na fronteira com o Paraguai.
No país vizinho, os policiais também o procuraram em dois locais na cidade de Pedro Juan Caballero, onde ele usava documentos falsos em nome de outra pessoa.
Durante as ações desencadeadas nesta manhã, vários documentos foram apreendidos e serão analisados pelos investigadores.
Ações ocorreram nas cidades de Ponta Porã e Pedro Juan Caballero – Crédito: Divulgação
A operação conjunta foi realizada no âmbito de uma aliança entre ambas as instituições que tem como objetivo combater o crime organizado e suas operações transnacionais.