Acidente ocorreu na manhã desta terça-feira no distrito de Vila Vargas, em Dourados
Um menino de dois anos de idade morreu após se afogar em uma piscina, no quintal de residência no distrito de Vila Vargas, em Dourados, nesta terça-feira (11).
Segundo as primeiras informações do Dourados News, a criança foi retirada da água e levada para posto de saúde.
Os profissionais de saúde da unidade solicitaram apoio de equipe do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência).
Os socorristas foram até o distrito, mas o menino já havia falecido.
As circunstâncias do acidente que levou a morte do menino estão sendo investigadas.
Mãe da vítima, de 14 anos, apresentou três versões diferentes para explicar o caso; polícia segue investigando
O laudo da necropsia revelou que a criança de 2 anos que morreu em casa, na noite de domingo (2), em Aquidauana (MS) – a 134 quilômetros de Campo Grande – foi vítima de colapso cardíaco, ou seja, a causa da morte foi considerada natural. Segundo o registro policial, a criança chegou a ser socorrida pelo Corpo de Bombeiros, mas morreu no hospital da cidade.
Caso foi registrado na 1ª Delegacia de Polícia de Aquidauana. — Foto: Divulgação
A Polícia Civil informou que segue ouvindo pessoas ligadas a vítima e também militares do Corpo de Bombeiros que prestaram atendimento ao menino. Os depoimentos vão ajudar a polícia a entender o que aconteceu, principalmente após a mãe perceber que havia algo de errado com a criança.
Conforme o delegado responsável pelo caso, Luis Fernando Domingos Mesquita, a mãe da vítima, de 14 anos, apresentou três versões diferentes para explicar o caso.
“Informações narradas no boletim de ocorrência informaram que a genitora havia entregado a criança para a tia paterna, por volta das 17h. A tia devolveu a criança por volta das 3h, teria dito que não poderia ficar com a criança até o começo da manhã. A genitora percebeu que a criança estava gelada, procurou o irmão. Acionaram o Corpo de Bombeiros de Aquidauana, que encaminhou a criança ao Hospital Regional, onde a morte foi constatada”.
Ao longo das investigações, a mãe do menino acabou mudando a versão do ocorrido. “Ela informou que permaneceu com a criança o dia todo e durante a noite. Na madrugada, ao verificar a criança, viu que ela estava gelada e rígida. Dessa forma, acionou a CB e encaminhou a criança para o pronto-socorro de Aquidauana”, contou Mesquita.
Durante o atendimento médico, a equipe realizou massagens de reanimação, mas o menino não resistiu. O caso continua em investigação para tentar elucidar a dinâmica dos fatos.
Familiares tentaram socorrer a criança e levar ao posto de saúde, mas ele não resistiu
Um menino, de apenas dois anos de idade, morreu afogado no bairro São Conrado, em Campo Grande, na manhã desta quinta-feira (23). O acidente aconteceu na piscina de uma casa, no bairro São Conrado.
Ambulâncias do Samu e dos bombeiros em frente ao posto de saúde do Santa Emília — Foto: Fábio Rodrigues
De acordo com o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), a criança foi encontrada na piscina já sem batimentos cardíacos. A família levou o menino às pressas para a Unidade Básica de Saúde (UBS) do bairro Santa Emília. Os socorristas chegaram a tentar reanimar a criança por uma hora, mas não conseguiram.
Muito abalada, a mãe da criança precisou ser amparada, após a confirmação da morte. Não foram divulgados detalhes do acidente, até o momento.
De acordo com a polícia, o suspeito é namorado da mãe da criança e “cuidou” da menina no fim de semana para que a convivente pudesse trabalhar
A polícia investiga um homem, que não teve a identidade divulgada, por suspeita de estuprar e torturar uma menina de 2 anos, em Campo Grande. O caso foi registrado pela mãe da criança nessa segunda-feira (14), inicialmente na Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM) e repassada na manhã dessa terça-feira (15) para a Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca).
De acordo com o delegado Roberto Morgado, a mãe teria deixado a criança aos “cuidados” do namorado no fim de semana para poder trabalhar. À polícia, ela contou que a filha possuía lesões de tortura e também uma suspeita de violência sexual.
A menina passou por exames de corpo de delito e a polícia investiga o caso. “Os exames periciais já foram feitos e encaminhadas medidas protetivas contra o suspeito. As testemunhas estão sendo procuradas para prestar depoimento”, afirmou o delegado responsável.
Ainda conforme a polícia, o caso foi registrado como tortura e estupro de vulnerável e ambos os crimes seguem em investigação.
Documento diz que além do trauma, outras ‘condições significativas contribuíram para a morte’. Pai de Sophia de Jesus Ocampo procurou a polícia e o Conselho Tutelar pelo menos quatro vezes antes do crime
O Instituto de Medicina Legal (IML) emitiu uma declaração de óbito em que aponta que a causa da morte de Sophia de Jesus Ocampo, de 2 anos, foi por um trauma na coluna cervical, que evoluiu para o acúmulo de sangue entre o pulmão e a parede torácica.
Criança morreu com dois anos em Campo Grande. — Foto: Redes Sociais/Reprodução
A declaração de óbito da Sophia, que apresenta que a causa da morte foi por um trauma raquimedular na coluna cervical, que evoluiu para uma hemorragia interna. O médico emergencista, Rodrigo Silva de Quadros, esclarece que houve uma lesão grave na coluna da menina.
“Trauma raquiomedeular significa uma lesão na medula espinhal e pode ser em qualquer altura do corpo. A medula espinhal é protegida por essa estrutura óssea que a gente conhece como a coluna cervical, coluna torácica e lombar. Essa lesão significa que existiu um trauma, e esse trauma causou a lesão na medula espinhal e na coluna vertebral”, explicou o médico
O documento emitido pelo IML também aponta que além do trauma na coluna cervical, outras “condições significativas contribuíram para a morte”.
Segundo as investigações, a criança apresentava sinais de estupro e espancamento.
Menina apresentava diversos ferimentos pelo corpo — Foto: Arquivo pessoal/ Reprodução
A menina chegou morta à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro Coronel Antonino, no dia 26 de janeiro. Stephanie de Jesus Da Silva e Christian Campoçano Leitheim, mãe e padrasto da menina, estão presos.
De acordo com a Polícia Civil, o pai da criança realizou duas denúncias de maus-tratos em 2022 e ambos os inquéritos policiais foram concluídos e encaminhados ao Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS).
A polícia identificou ainda que a menina foi atendida na rede pública de saúde mais de 30 vezes. Em uma das idas à unidade, a pequena estava com fratura na tíbia, mas o caso sequer foi avisado à polícia. Em resposta ao número de atendimentos a Secretaria Municipal de Saúde (Sesau) negou que os funcionários identificaram violência.
Dia da morte Segundo a avó da menina, uma professora de 48 anos, a criança estava passando mal e vomitando, desde o início da manhã de quinta-feira (26), dia em que morreu.
No dia, Sophia estava sendo cuidada pela mãe, Stephanie de Jesus Dada Silva, de 24 anos, e chegou a ter uma melhora no início da tarde. No entanto, a criança voltou a piorar por volta das 17h.
Ela foi levada pela própria mãe à UPA do bairro Coronel Antonino, mas chegou no local sem vida. Segundo informações da polícia, a criança já estava morta havia cerca de quatro horas quando deu entrada na unidade.
Ainda segundo a avó, a neta tinha hematoma nas costas, na boca, teve sangramento pelo nariz e apresentava abdômen inchado, indicando uma possível hemorragia interna.
Eles foram autuados por homicídio qualificado; caso é apurado pela delegacia especializada
Uma menina, de 2 anos chegou morta à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Bairro Coronel Antonino, na noite desta quinta-feira (26), em Campo Grande. A polícia investiga a suspeita de espancamento por parte do padrasto da menina e possível estupro. De acordo com o delegado do caso, Pedro Cunha, a criança tinha muitos hematomas pelo corpo.
Mãe e padrasto foram presos em flagrante pelo crime de homicídio qualificado por motivo fútil e devem passar por audiência de custódia. Eles foram levados para a Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) Centro.
Caso foi registrado na Depac Centro, em Campo Grande Foto Divulgação
Segundo a avó da menina, uma professora, de 48 anos, a criança estava passando mal e vomitando, desde o início da manhã. A criança estava sendo cuidada pela mãe, uma vendedora, de 24 anos, e chegou a ter uma melhora no início da tarde, mas piorou por volta das 17h.
Ainda segundo a avó, a neta tinha hematoma nas costas, na boca, teve sangramento pelo nariz e apresentava abdômen inchado, indicando uma possível hemorragia interna.
No entanto, segundo informações da polícia, a criança já estava morta havia cerca de quatro horas “com sinais de rigidez cadavérica”.
O caso deve ser investigado pela Depca (Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente).
Histórico Ainda de acordo com o delegado do caso, a menina tinha uma longa ficha médica na Unidade de Saúde. Além de dois boletins de ocorrência por maus-tratos, registrados contra o padrasto da criança.