Mãe que arremessou e matou bebê de 2 meses tem prisão preventiva decretada

Ela passou por audiência de custódia na tarde de terça-feira (3) e segue presa em Cassilândia

A mulher suspeita de matar o próprio filho, de 2 meses, ao arremessá-lo contra o asfalto por três vezes em Cassilândia (MS), a 415 km de Campo Grande, teve a prisão preventiva decretada nesta terça-feira (3) pelo Poder Judiciário. A decisão foi do juiz Vinicius Aguiar Milani.

De acordo com a Polícia Militar, a mulher estava em surto quando matou a criança. Ela foi presa em flagrante pela Polícia Civil de Cassilândia no domingo (1º), pela morte do filho. Em audiência de custódia, a Justiça acatou o pedido e decretou a prisão preventiva da suspeita.

Em depoimento, a mãe confessou que matou o próprio filho e, segundo relatos, não esboçou arrependimento durante o interrogatório. O caso segue em investigação pela Polícia Civil de Cassilândia.

Entenda o caso
O subtenente da PM em Cassilândia, Gustavo Santana Proença, informou que os oficiais foram acionados quando a criança chegou gravemente ferida na Santa Casa do município.

“A guarnição foi para o hospital e conseguiram o endereço da mãe. Chegando na casa, a polícia encontrou a mãe, o pai e avó da criança. Aos oficiais, o marido da suspeita disse que a esposa tinha dito um surto, saiu com a criança pela rua e derrubou a criança por acidente”, disse Gustavo sobre a primeira hipótese levantada pela família da vítima.

No hospital, a médica que atendeu a ocorrência informou os policiais de que os hematomas pelo corpo da criança não eram decorrentes de uma queda acidental, mas sim de uma agressão mais violenta, conforme explicou o subtenente da Polícia Militar.

Após receber a informação sobre a possibilidade da agressão, a Polícia Militar encaminhou a mãe, o pai e o avó da criança para a Polícia Civil. Na delegacia, a mulher confessou o crime, disse ter dito um surto e arremessado o filho contra o asfalto por três vezes.

Homem que matou empresário a tiros alega que agiu em defesa da família

Homem de 65 anos, que não teve a identidade revelada pela polícia, se apresentou na segunda-feira ao delegado Dermeval Inácio Neto, do 1º Distrito Policial de Dourados. Ele é acusado de matar, na madrugada do dia 1º de janeiro, em Bonito, Thiago dos Santos Freitas, 34. O fato ocorreu após uma briga de trânsito na cidade turística.

Thiago estava passando o Ano Novo com a família em Bonito (Foto: Redes Sociais)

Ele foi ouvido e liberado para responder pelo homicídio em liberdade, já que estava fora do período de flagrante, e entregou à polícia a arma utilizada no crime, uma pistola 9mm.

Em nota divulgada pelas advogadas, o idoso alega que agiu em legítima defesa, bem como para proteger a família. O suspeito estava de férias com a família em Bonito. Após queima de fogos, retornaram para a hospedagem. “Nesta ocasião, a vítima, a qual aparentava estar embriagada, quase atropelou o genro e o neto de L.D.S, motivo pelo qual se iniciou uma discussão entre o genro e a vítima”, descreve trecho da nota.

O suspeito teria retirado o genro da janela do carro e o afastou da vítima e continuaram a caminho da hospedagem. Em determinado momento, conforme a nota, Thiago dirigiu em alta velocidade, deu um “cavalinho de pau” e fechou a família de L.D.S entre a caminhonete e um muro.

O acusado conta, ainda, que Thiago mencionou pegar algo no porta luvas da caminhonete. Ao abrir a porta do veículo, o acusado disparou contra o empresário. De acordo com a defesa, o tiro foi efetuado “para proteger sua família, em especial seu neto de 05 anos de idade, que estava no colo do genro em todos os momentos”.

O suspeito foi ouvido por delegado de polícia e responderá o processo em liberdade. Segundo a defesa, o idoso possui residência fixa e emprego lícito e nunca se envolveu em qualquer delito.

 

Polícia procura homem que matou a esposa a tiros

Após atirar contra a mulher, o esposo chegou a levar a vítima em uma Unidade de Pronto Atendimento 

Reginaldo Marques Junior, de 36 anos, é procurado pela Polícia Civil como suspeito de matar a esposa a tiros, em Corumbá (MS), nesse sábado (31). A imagem do suposto autor circula nas redes sociais na intenção de identificá-lo.

Homem é procurado pela Polícia Civil. — Foto: Reprodução

Naiade Aparecida Pereira Gutterres foi morta aos 35 anos, em Corumbá, com dois tiros dentro da própria casa.

À polícia, uma testemunha afirmou ter ter escutado os disparos de arma de fogo. Em seguida, o rapaz viu o suspeito buscando um carro e a vítima ensanguentada, no chão.

Conforme a polícia, o corpo da vítima foi deixado pelo esposo nos fundos de uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA). Em seguida, o marido fugiu. A mulher não resistiu e morreu na unidade de saúde. O carro usado pelo suspeito foi encontrado abandonado, na tarde de segunda-feira (2).

De acordo com a Polícia Civil, além do nome verdadeiro, Reginaldo usava outros quatro nomes falsos, na tentativa de fugir de mandado de prisão.

Quem tiver informações que possam ajudar a polícia a localizar o suspeito, pode ligar para o 190 (da PM) ou para os números 3234-9904 / 3234-9923 / 3234-9900 (da Polícia Civil).

Grupo tentava se esconder após executar jovens ‘sem aval’ de membros de facção

Apuração do SIG (Setor de Investigações Gerais) com base em depoimentos colhidos na quarta-feira (28), indicam que José da Silva Câmara, 23, e Caio Henrique de Oliveira, 21, podem ter sido executados sem a aprovação de uma facção criminosa que atua dentro e fora dos presídios.

As sete pessoas presas ontem estavam escondidas em uma casa com objetivo de fugir da polícia e também de membros da facção criminosa, segundo informações concedidas pelo delegado do SIG de Dourados, Erasmo Cubas.


Os corpos foram encontrados amarrados e jogados em cova rasa na região da Pedreira – Crédito: Divulgação

“O grupo estava escondido para evitar ser encontrado tanto pela polícia como por outra cúpula do grupo criminoso que não teria concordado com a execução”, disse.

Ele explicou ainda que os acontecimentos tiveram início após uma briga em uma residência no bairro Estrela Porã, na região Sudoeste de Dourados.

“O motivo do homicídio é que esses rapazes tinham que ser executados porque eles teriam entrado na casa de um casal que estaria brigando, ou não, e ali teria acontecido uma algazarra. O rapaz da casa se diz protegido por facção criminosa e pediu uma ajuda”, detalhou Cubas.

Porém, a facção não teria concedido aval ao grupo para que o grupo cometesse a execução.

A princípio, José e Caio haviam sido sequestrados na noite do dia 23 de dezembro para receberem um “corretivo”, expressão usada pelos envolvidos no duplo homicídio durante as oitivas realizadas nessa quarta-feira (29) na sala do SIG.

Um dos jovens estava em Campo Grande e determinou as ações por telefone. Ele chegou a Dourados e preso na residência, com os demais suspeitos.

O delegado disse ainda que quatro pessoas estão diretamente envolvidas na execução e ocultação de cadáver, além de tráfico de drogas e posse de arma de fogo.

Os demais devem responder por favorecimento pessoal, tráfico de drogas e posse de arma de fogo e munições encontrados na casa.

Informações preliminares da perícia indicam que Caio e José foram sequestrados no dia 23 de dezembro, torturados e assassinados nas primeiras horas do dia 24, próximo ao local onde foram enterrados, às margens da BR463, na saída de Dourados para Ponta Porã.

Comerciante matou o primos a tiros quando ele passava de carro em frente a sua conveniência

Um homem de 35 anos foi morto a tiros, por volta das 13h30 deste domingo (25), quando passava de carro em frente a uma conveniência, no distrito de Prudêncio Thomas, em Rio Bilhante, a 160 quilômetros de Campo Grande.

Segundo a polícia, a suspeita é que a vítima, Gilberto de Jesus Rocha, de 35 anos, tenha sido morto por um primo, Vitor Algusto José Francisco de 25 anos, dono da conveniência. Esse parente fugiu do local logo após o crime.

Carro da vítima foi atingido por diversos disparos de arma de fogo em Rio Bilhante — Foto: Rio Brilhante em Tempo Real

O pai da vítima de 35 anos disse que o filho estaria na sua casa, que fica próximo ao local do crime, Gilberto disse ao pai que iria buscar a esposa para o almoço natalino, entrando no veículo Gol e saindo, quando o filho saiu da resistência o homem já escutou os disparos, correu para ver o que era e viu o filho baleado dentro do veículo, mas ao chegar perto notou que o filho já estava sem vida, Gilberto faria aniversário no dia 28.

Depois dos fatos uma ambulância foi acionada mas certificou a morte do homem, a polícia militar chegou no local isolou a área para a chegada da polícia civil e perícia técnica que fez os levantamentos e em seguida liberou o corpo para a empresa funerária, o caso é investigado pela polícia.

De acordo com o delegado responsável pelas investigações, Goethe Arce Rocha, os dois tinha uma divergência antiga, mas a polícia apura ainda o teria motivado o crime.

Perícia recolheu várias capsulas de munição no carro da vítima de homicídio em Rio Brilhante — Foto: Rio Brilhante em Tempo Real

Peritos fizeram o levantamento no local e no carro da vítima. Eles recolheram no veículo várias capsulas de munição, um pen drive e ainda uma faca.

Imagens das câmeras de segurança da conveniência também já foram requisitadas pela polícia para ajudar nas investigações.

O velório de Gilmar ocorrerá na capela do distrito de Prudêncio Thomaz, a partir das 08h desta segunda-feira (26). O sepultamento será às 15h, no cemitério do distrito.

Falso engenheiro que matou francês a martelada no Rio é preso em Campo Grande

Nesta sexta-feira (23), uma equipe de policiais civis do GOI – Grupo de Operações e Investigações recebeu informações acerca do paradeiro de indivíduo com mandado de prisão em aberto expedido pela Justiça do Rio de Janeiro por crime de tortura e que também é apontado como suspeito de participação do crime de roubo seguido de morte de um empresário francês, ocorrido naquele Estado em agosto desse ano.

Acusado pela morte de francês no RJ foi preso em Campo Grande – Crédito: Divulgação

Em checagem ao Banco Nacional de Mandados de Prisão, foi constatado mandado de prisão contra Alessandro de Azevedo Monteiro.

Ele é o falso engenheiro acusado de ser o autor do assassinato a marteladas do francês Rodolphe Jean-Claude Maurice Joly, 25, em 28 de agosto.

Checando uma informação e diante do mandado de prisão expedido no dia 6 de outubro pela Justiça do Rio, o GOI fez batida em um pensionato da Avenida Mato Grosso, onde Alessandro foi localizado. Um funcionário contou que ele estava morando no local.

No quarto, Alessandro não resistiu à prisão e ainda afirmou que “já esperava a polícia”. Ele foi encaminhado para a Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) do Centro de Campo Grande.

Diante da tortura, a polícia descobriu que a vítima havia se desentendido com um homem que contratou para fazer a reforma do imóvel. Alessandro se passou por engenheiro após um anúncio e procurou Rodolphe. Eles assinaram contrato no dia 20 de julho no valor de R$ 180 mil e a vítima pagou um terço acertado, de R$ 60 mil.

A partir de então, eles começaram a ter divergência, pois Alessandro parou de prestar o serviço. Rodolphe descobriu que Alessandro não era engenheiro e já tinha ficha criminal, decidindo que iria entrar com uma ação contra ele. Foi quando Alessandro decidiu matá-lo.

No dia 27 de agosto, o trio foi até o imóvel, onde amarram a vítima e a agrediram com marteladas. Eles fugiram do local levando um aparelho iPhone 11 ProMax, um Playstation 5 e um MacBook, que foram vendidos a receptadores na manhã seguinte. A polícia conseguiu identificar os receptadores e recuperou todos os bens.

O pedagogo e empresário francês Rodolphe Jean-Claude Maurice foi torturado com marteladas e morto dentro de uma casa que ele comprou para reformar e transformar em pousada na zona oeste do Rio de Janeiro. A polícia, quando o corpo foi encontrado no dia 28 de agosto deste ano, apurava latrocínio – roubo seguido de morte – contudo, a violência empregada no crime chamou a atenção.

 

Rapaz alega que tomou faca e matou irmão em legítima defesa

Gabriel Augusto Santana Ribeiro, 22 anos, foi ouvido nesta segunda-feira (28) acusado pelo assassinato do próprio irmão, Hugo Vitor Ribeiro dos Santos, 21, com uma facada no peito na quinta-feira, 24 de novembro. O crime aconteceu na Favela do Mandela, no Bairro Izabel Garden, em Campo Grande. À polícia, ele alegou legítima defesa.
Conforme informações da Polícia Civil, Gabriel confessou o crime e na versão dele, conta que Hugo Vitor quem teria tomado posse primeiramente da faca. Afirma que conseguiu desarmar o irmão caçula e o esfaqueou até a morte.

Faca utilizada no crime foi localizada hoje (29) – (Foto:Divulgação/PCMS)

O caso era investigado 2ª Delegacia de Polícia Civil de Campo Grande. Na manhã de hoje, 29 de novembro, a faca utilizada no crime também foi encontrada e apreendida pelos policiais. O autor foi indiciado por homicídio qualificado por motivo fútil e recurso que dificulte a defesa do ofendido.

O CASO

Gabriel é conhecido na região por envolvimento em diversas discussões. Ele e Hugo Vitor residiam juntos na casa da avó e também possuíam costume de brigar entre si. Na manhã do dia 24 de novembro, o acusado e a vítima teriam, novamente, entrado em vias de fato.

O irmão, então, esfaqueou Hugo Vitor até a morte. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado ao local para prestar os primeiros atendimentos a vítima, porém o jovem já estava em óbito. Gabriel fugiu após o crime e foi localizado.

Rapaz que matou amigo a tiros se apresenta à Polícia Civil e alega legítima defesa

Magno Lopes dos Santos, 27 anos que matou o amigo de infância Rafael Freitas Silva, de 29 anos, a tiros na tarde da última segunda-feira, 21 de Novembro, no Jardim Leblon, em Campo Grande (MS) se apresentou espontaneamente nesta sexta-feira (25) na 6ª Delegacia de Polícia Civil.

Ele alegou em depoimento que atirou em Rafael por medo, já que vinha sendo ameaçado pelo rapaz há pelo menos três anos. “O suspeito já chegou a mudar de Estado por causa das ameaças”, explicou o advogado de defesa, Willian Maksoud.

O acusado do crime e o advogado de defesa (Henrique Arakaki, Midiamax)

A arma usada no crime é legalizada segundo advogado. ” Meu cliente se apresentou e entregou arma juntamente com a documentação. “Ele é CAC [Colecionador, Atirador Desportivo e Colecionador) e tirou o registro depois de receber ameaças da vítima. Vamos apresentar print de conversas onde Rafael ameaça o Magno”, explicou.

Advogado afimrou ainda que mesmo preso Rafael mandava mensagens para Magno, com se estivesse seguindo os passos dele com fotos do carro e pelos locais onde ele passava.

No depoimento, Magno contou que no início as ameaças eram por conta da criação do filho. Ele afirmava que não queria que o motorista participava da criação do menino. “Ele tinha medo do Rafael por conta das ameaças. No dia ele relata que foi entregar uma marmita para a ex e para o filho e quando saiu encontrou com o Rafael que saiu correndo atrás dele. Quando o rapaz fez menção de estar armado ele então atirou, mas ficou tão nervoso que não sabe nem quantos tiros deu”, afirmou o advogado.

Adolescente que matou idoso durante roubo é apreendido

Um adolescente, de 17 anos, foi apreendido, nessa terça-feira (22), suspeito de matar o idoso Luiz Venitte Reina durante um roubo e jogar o corpo da vítima em um rio, em Itaquiraí (MS), a 405 km de Campo Grande. O crime ocorreu em agosto de 2022, o jovem chegou a ser apreendido no mesmo período, mas foi solto por decisão judicial, segundo a Polícia Civil.

O jovem foi apreendido em Campo Grande pela equipe do Departamento de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (Dracco). O suspeito foi encaminhado para uma Unidade Educacional de Internação (Unei) da capital, onde vai responder por ato infracional análogo ao crime de latrocínio.

Vítima foi morta com dois tiros. — Foto: Reprodução/RedesSociais

A polícia suspeita da participação de quatro jovens na ação. De acordo com a Polícia Civil, os envolvidos demonstraram bastante frieza e crueldade na forma de execução, assim como não demonstraram arrependimento, confessando que a ação foi premeditada.

A delegada da Dracco, Ana Cláudia Medina disse que outros dois envolvidos, também menores de idade, estão apreendidos em Itaquiraí. “Existe a participação de um quarto que ainda está em tramitação”, completa.

O CASO

No início de agosto de 2022, a Polícia Civil foi informada do desaparecimento de Luiz Venitte Reina, de 68 anos. O homem morava no assentamento Santa Rosa, em Itaquiraí. Com o início das investigações, a polícia passou a ter como principal suspeita o crime de latrocínio, pois receberam informações que um grupo de adolescentes passou pela casa da vítima e bens haviam desaparecido.

Após buscas pela cidade, as autoridades encontraram dois adolescentes, de 16 e 17 anos, que confessaram que haviam roubado uma caminhonete, uma moto e uma arma da vítima, além de atirarem contra ela. Outros pertences de Luiz também foram localizados com os suspeitos.

A polícia também chegou à conclusão de que os jovens teriam ocultado o corpo da vítima, jogando-o em um rio da cidade. Em 16 de agosto, o corpo de Luiz foi encontrado no Rio Amambai, localizado na cidade em que ele morava.

Caminhonete da vítima apreendida com um dos envolvidos. — Foto: Reprodução/RedesSociais

Outros adolescentes também foram apontados como atuantes no ato infracional. Um deles, com então 16 anos, havia ficado com a caminhonete da vítima e viajado para Campo Grande, levando uma menina de 11 anos, com quem mantinha um relacionamento amoroso, de acordo com a polícia.

O jovem foi encontrado dentro da caminhonete, que estava estacionada em frente à casa de um parente dele. Ele estava junto à menina e portava a arma roubada da vítima. Segundo a Polícia Civil, a criança foi deixada sob custódia do Conselho Tutelar para que fosse reintegrada à família, que já realizava buscas por ela.

O adolescente foi apreendido, porém devido a uma decisão judicial foi solto. Nessa terça-feira (22), ele foi apreendido novamente.

As investigações concluíram que a ação foi premeditada. Um dos envolvidos era enteado da vítima e tinha informações sobre os pertences dela, assim como da rotina da casa. O grupo pegou uma arma de fogo e foram até a residência de Luiz.

No local, praticaram o ato infracional análogo a roubo e ainda dispararam contra a vítima, atingindo-a no peito e na nuca. Na sequência, levaram o corpo da vítima na carroceria da caminhonete até o Rio Amambai, onde abandonaram o cadáver, aponta a polícia.

Após matar o noivo em motel, mulher é presa sem roupa ao tentar roubar kombi

A autora do crime declarou ainda que foi vítima de estupro dentro do motel

A mulher que matou o noivo dentro de um quarto de motel em Goiás nesta semana foi presa pela polícia na quarta-feira, 9, ao ser encontrada seminua enquanto tentava roubar uma kombi para fugir do local do crime.

Marcela Hellen foi presa após cometer o crime Foto: Redes sociais

Segundo informações da TV Band, Marcela Hellen cometeu o crime e roubou o carro da vítima, seu noivo Jordan Guimarães, para escapar. Na fuga, ela acabou arrancando o portal do motel, mas abandonou o veículo quando este parou de funcionar. Foi neste momento que ela abordou, com a mesma arma que cometeu o crime, o motorista de uma kombi com a intenção de roubar o automóvel.

O motorista da kombi conseguiu avisar a polícia, que encontrou Marcela e efetuou a prisão.

“Durante a prisão, os policiais perceberam que a arma de fogo tinha um estojo deflagrado. Questionada se teria efetuado algum disparo, ela confessou que alvejou o noivo em um motel de Brasília”, contou o tenente Renato Zaniz, supervisor do 17º Comando Regional da PMGO, ao Correio Braziliense.

A autora do crime declarou ainda que foi vítima de estupro dentro do motel.

O crime

Jordan Guimarães foi encontrado morto na quarta-feira em um motel no Setor de Postos e Motéis Sul, no Distrito Federal, segundo informações são da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF).

A autora do crime com Jordan Guimarães Foto: Redes sociais

Conforme o boletim de ocorrência, a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros foram acionados na madrugada, por volta das 4h30, horário em que a Marcela saiu em um carro e arrebentou o portão do motel para fugir.

Quando os Bombeiros chegaram, o homem já estava sem vida e com ferimentos e hematomas pelo corpo.

A Polícia Militar informou à TV Globo que a mulher foi presa mais tarde em Girassol, cidade em Goiás, e confessou a autoria do crime.

De acordo com a PCDF, testemunhas disseram a Polícia Militar que o casal entrou no motel na segunda-feira, 7, por volta das 16h30. Já na terça-feira, 8, outra pessoa foi até o local com um transporte de aplicativo e deixou o estabelecimento aproximadamente duas horas depois.

O caso é investigado pela 11ª Delegacia de Polícia do Núcleo Bandeirante, no Distrito Federal.