VÍDEO: Autor de disparos em bar de Corumbá durante jogo de futebol se apresenta à polícia

O caso aconteceu na tarde de domingo (9). Câmeras de segurança do estabelecimento registraram toda a ação. Após o depoimento o autor dos disparos foi liberado e arma usada por ele foi apreendida

O autor dos disparos de arma de fogo que atingiu um homem, de 28 anos, que assistia a um jogo de futebol em um bar na área central de Corumbá – distante 413 quilômetros de Campo Grande -, se apresentou à polícia na tarde de segunda-feira (10). Após o depoimento ele foi liberado e arma usada por ele foi apreendida.

Em depoimento, ele contou que atirou na vítima porque ela e o amigo estavam bêbadas causando confusão no local e em determinado momento partiram para cima dele, mesmo mostrando que estava armado, ambos não se sentiram intimidados e foram até ele, foi quando efetuou os tiros atingindo a perna de um dos envolvidos.

Questionado em depoimento sobre o uso da arma, ele contou que já teria sofrido ameaça de morte e desde então andava armado para se proteger, mesmo não tendo porte de uso. Ele vai responder pelo crime de tentativa de homicídio e porte ilegal de arma de fogo.

O homem baleado na perna segue internado e deve passar por um procedimento, no local onde o tiro foi atingido.

De acordo com a Santa Casa de Corumbá, o paciente segue internado e o corpo clínico da ortopedia está realizando estudo do quadro do paciente, para decidir a medida que será tomada.

O delegado responsável pela investigação disse que vai intimar a vítima para ouvir a versão dela e concluir o inquérito.

Entenda

O caso aconteceu na tarde de domingo (9). Câmeras de segurança do estabelecimento registraram toda a ação. Nas imagens, é possível ver a vítima em uma mesa com alguns amigos acompanhando a partida, quando em dado momento, o suspeito e a vítima começam a trocar alguns insultos em decorrência do jogo de futebol.

Após algum tempo discutindo sobre a partida, o suspeito que estava acompanhado de uma mulher, se exalta, saca uma arma e dispara duas vezes contra a vítima, que teve uma das pernas atingidas. O suspeito fugiu do local.

Mulher que assassinou filho de ex-vereador em Naviraí se entrega à polícia

Ela confessa que matou Fábio Messias de Oliveira porque estava sendo ameaçada de morte pela vítima

Mulher suspeita de matar Fábio Messias de Oliveira, filho do ex-vereador Benedito Messias do (PSD), na cidade de Naviraí, se entregou à polícia na manhã da última terça-feira (7). A Polícia Civil de Mato Grosso do Sul, por meio da Primeira Delegacia de Polícia Civil de Naviraí, identificou a suspeita do delito de homicídio e apreendeu a arma usada no crime. A mulher não foi presa por não ter sido encontrada no tempo de flagrante, mas foi indiciada pelo homicídio.

Arma usada no crime foi apreendida (Foto: Divulgação/Polícia Civil)

Na manhã de segunda-feira, 06 de março, uma equipe do corpo de bombeiros foi acionada para realizar atendimento a um homem, de 40 anos, vítima de disparos de arma de fogo. Imediatamente, os socorristas compareceram no local e encaminharam o rapaz inconsciente ao hospital municipal da cidade, onde em razão da gravidade dos ferimentos, acabou vindo a óbito momentos depois.

Logo após o registro da ocorrência policial, equipe de policiais civis passaram a realizar diligências investigativas com a finalidade de esclarecer o crime, sendo que, na tarde do mesmo dia, os policias lograram êxito em identificar a suspeita, contudo, a mesma não foi localizada.

Na manhã de terça-feira (7), a suspeita se apresentou em sede policial acompanhada por seu advogado, ocasião em que confessou o crime, alegando que praticou o delito porque estava sendo ameaçada de morte pela vítima, sendo apreendida a arma supostamente usada no crime (revólver calibre .38). Em razão de não se encontrar em umas das hipóteses legais de prisão em flagrante, a suspeita foi indiciada por homicídio doloso e depois foi liberada.

Agora a Polícia Civil de Naviraí dará continuidade as investigações no âmbito do Inquérito Policial que foi instaurado para a devida apuração dos fatos.

Vídeo: Mulher que atropelou e matou padrasto se apresenta na Delegacia

A vítima estava sentada em frente a um mercado no bairro Portal Caiobá quando foi atropelada pela suspeita. O homem morreu na Santa Casa de Campo Grande

Vanusa Roberto, de 25 anos, que atropelou por duas vezes e matou o namorado da mãe, Maikon da Silva, de 39 anos, no último domingo (22) na região do Portal Caiobá, se apresentou na Polícia Civil, nesta quinta-feira (26), quatro dias após o crime.

Na delegacia, a suspeita admitiu o crime e disse ter matado o homem após ele ter agredido a mãe dela. O momento do crime foi filmado por câmeras de segurança.

Ela estava acompanhada de seu advogado e e relatou que nos dias dos fatos, saiu de casa no período da manhã para tomar banho de rio com uma amiga e ao retornar para residência foi informada por sua irmã que o homem teria agredido fisicamente sua mãe.

Quando entrou no imóvel, Vanusa encontrou a mãe desacordada. Então, ligou para o homem que não atendeu. Sendo assim, pegou o veículo modelo Chevrolet Corsa, na companhia de uma amiga e, foi até o local em que Maikon poderia estar, porém, não o localizou.

Vanusa Roberto confessou que atropelou o padrasto (Foto: Reprodução/Rede Social)

No momento em que retornava para sua residência, a condutora recebeu uma ligação do homem que admitia ter agredido fisicamente a convivente e que estava ingerindo cerveja em um mercado na região. A mulher então dirigiu-se ao estabelecimento comercial e avistou Maikon agachado em frente ao local, avançou em sua direção e o atropelou.

A mulher disse que queria “dar um susto” no rapaz e não se lembrar de ter atropelado o namorado da mãe por duas vezes. Na polícia, a suspeita deu depoimento e foi indiciada por homicídio qualificado pelo motivo fútil e pelo emprego de recurso que dificultou ou impossibilitou a defesa da vítima.

Rapaz que matou amigo a tiros se apresenta à Polícia Civil e alega legítima defesa

Magno Lopes dos Santos, 27 anos que matou o amigo de infância Rafael Freitas Silva, de 29 anos, a tiros na tarde da última segunda-feira, 21 de Novembro, no Jardim Leblon, em Campo Grande (MS) se apresentou espontaneamente nesta sexta-feira (25) na 6ª Delegacia de Polícia Civil.

Ele alegou em depoimento que atirou em Rafael por medo, já que vinha sendo ameaçado pelo rapaz há pelo menos três anos. “O suspeito já chegou a mudar de Estado por causa das ameaças”, explicou o advogado de defesa, Willian Maksoud.

O acusado do crime e o advogado de defesa (Henrique Arakaki, Midiamax)

A arma usada no crime é legalizada segundo advogado. ” Meu cliente se apresentou e entregou arma juntamente com a documentação. “Ele é CAC [Colecionador, Atirador Desportivo e Colecionador) e tirou o registro depois de receber ameaças da vítima. Vamos apresentar print de conversas onde Rafael ameaça o Magno”, explicou.

Advogado afimrou ainda que mesmo preso Rafael mandava mensagens para Magno, com se estivesse seguindo os passos dele com fotos do carro e pelos locais onde ele passava.

No depoimento, Magno contou que no início as ameaças eram por conta da criação do filho. Ele afirmava que não queria que o motorista participava da criação do menino. “Ele tinha medo do Rafael por conta das ameaças. No dia ele relata que foi entregar uma marmita para a ex e para o filho e quando saiu encontrou com o Rafael que saiu correndo atrás dele. Quando o rapaz fez menção de estar armado ele então atirou, mas ficou tão nervoso que não sabe nem quantos tiros deu”, afirmou o advogado.

Homem que matou pai de enteada se apresenta na 5ªDP e alega legítima defesa

Alex de Azevedo Pereira, 31 anos, que matou Agnaldo Cezar de Souza, 37 anos, a tiros na segunda-feira (10), no Jardim Monumento, em Campo Grande, prestou depoimento na 5ªDP e alegou que agiu em legítima defesa, justificando que teria comprado a arma há 15 dias, pois a vítima apresentava um histórico de violência contra sua esposa e a enteada de 13 anos.

Vítima caída sem vida na varanda da residência

Ele foi ouvido pelo delegado que está à frente do caso Rodolfo Daltro, e essa versão deve ser investigada. Ainda durante o depoimento Alex disse acreditava que a vítima estava armada, pois colocou a mão na cintura, foi quando ele realizou os disparos.

Arma usada no crime foi jogada em um córrego segundo o suspeito. Equipes da Polícia Civil realizaram diligências para encontrar, mas sem êxito.

No dia do crime a vítima foi até a residência do suspeito para buscar a filha de apenas 13 anos de idade, para passar a semana de feriado com ele. No local, o padrasto começou a discutir com Agnaldo.

Testemunhas relataram que o autor não queria que o pai levasse a adolescente e, efetuou quatro disparos contra a vítima. Três atingiram a região do peito e um as costas.

A filha do homem estava na casa e acabou presenciando todo o crime. Alex fugiu logo em seguida. Equipe do Corpo de Bombeiros chegou a ser acionada, mas quando chegaram a vítima já estava em óbito.