Dupla envolvida na morte de “Tanajura” é presa tentando fugir

Na madrugada desta quinta-feira (3), outras duas pessoas foram presas acusadas de envolvimento no assassinato de Anderson Barbosa Martins, 43, o “Tanajura”, ocorrido em Dourados no dia 31 de outubro. A polícia localizou e prendeu Eduardo Josias Monteiro da Silva, 27, vulgo “gago”, e Janderson Gonçalves Vilhagra, 19, quando tentavam fugir da cidade.

Segundo o Dourados News, três pessoas já haviam sido presas anteriormente acusadas de participação na morte de “Tanajura”. Em continuidade às diligências do caso, policiais do SIG (Setor de Investigações Gerais) identificaram que “gago” e Janderson teriam participação na morte e, juntamente com a PRF (Polícia Rodoviária Federal), efetuaram a prisão da dupla.

A dupla tentava fugir para capital – Crédito: Osvaldo Duarte/ Dourados News

 

Os dois foram flagrados quando seguiam em um carro conduzido por um motorista de aplicativo, na BR-163, sentido Dourados a Campo Grande. Equipe da PRF abordou o condutor do veículo que disse que foi contratado para levar a dupla até a capital.

O SIG foi até a base da PRF e recolheu os acusados para o 1° Distrito Policial.

À polícia, Eduardo Josias Monteiro da Silva, o “gago”, nega que tenha efetuado disparos contra “tanajura” e cita que teria dado apoio a dinâmica do crime.

Já Janderson assume ter atirado contra o executado. Eduardo e Janderson foram autuados por homicídio.

A execução seria uma possível vingança relacionada ao assassinato de Edson de Souza Alencar, o “Edinho Cadeirante”, ocorrido no dia 10 de julho, em um bar localizado na Avenida Hayel Bon Faker.

Crédito: Osvaldo Duarte/ Dourados News

Anterior a prisão da dupla, três pessoas já tinham sido presas pelo crime, sendo João Lucas Dias dos Santos, 22, que conduzia o VW Gol preto que levou os atiradores até o local no dia do fato. Já Ana Valéria Moraes dos Santos, 31, e Regina Gonçalves da Silva, 37, auxiliaram no planejamento do ataque.

O caso envolve integrantes de facção criminosa que atuam dentro e fora dos presídios. Duas pessoas teriam a missão de ‘eliminar’ Tanajura no sábado (29/10), porém, a informação foi ‘vazada’ à vítima por uma delas e o crime acabou ‘adiado’.

EXECUÇÃO

Anderson Barbosa Martins, 43, foi executado na porta da casa onde morava na noite de segunda-feira. Os disparos o atingiram quatro vezes na barriga, uma no pescoço, no olho esquerdo e outro no braço direito.

De acordo com a polícia, Tanajura tinha várias passagens por tráfico, furto e tentativa de homicídio.

Anderson estava em um conjunto de quitinetes, nas proximidades da escola Vilmar Vieira de Matos, onde morava, quando dois homens chegaram em um veículo e o chamaram. Em seguida a dupla realizou os disparos.

O Corpo de Bombeiros foi chamado, mas quando chegou a vítima já não apresentava sinais vitais.

Homem que matou esposa na frente dos filhos se entrega à polícia

Nesta segunda-feira (24), Nelci Cassimiro, de 46 anos, se entregou na Delegacia de Atendimento à Mulher (DAM), em Ponta Porã. Ele é acusado de matar a esposa a facadas na frente dos filhos e deixar o corpo no quintal do imóvel, no dia 18 de outubro.

Homem se entregou na DAM

O autor compareceu na delegacia acompanhado dos advogados e apresentou arrependimento durante o depoimento, mas permanecerá preso pelo feminicídio.

Conforme informado pelo Dourados News, Ana Carolina Jara, 26 anos, foi assassinada com pelo menos seis facadas, na em residência localizada no distrito Nova Itamarati. Os filhos do casal, de 4 e 6 anos, estavam no local do crime.

Após matar a esposa, Nelci teria ido até a casa de uma amiga da vítima e confessado o crime. Em seguida ele fugiu, porém, não saiu da cidade.

A Polícia Militar encontrou o corpo de Ana no quintal de residência localizada em assentamento de Ponta Porã

Segundo boletim de ocorrência, por volta das 23h, a Polícia Militar foi acionada e ao chegar na casa encontrou Ana morta, caída no quintal.

Motorista afirma que foi atrapalhado por luz alta antes de matar ciclista atropelado

Roberto, 61 anos, que conduzia caminhonete Nissan Frontier no momento do atropelamento que matou Caio Espíndola Guarekoi na noite dessa terça-feira (18), diz ter sido atrapalhado por luz alta de veículo que trafegava no sentido contrário da pista de rolamento.

O acidente fatal aconteceu na rodovia MS-379, próximo de Laguna Carapã. Caio, indígena morador no assentamento São Francisco,  chegou a ter a cabeça esmagada em decorrência da violência do impacto.

Vítima teve a cabeça esmagada e boné ficou preso no para-choque da caminhonete – Foto Divulgação

Segundo ocorrência, Roberto estava voltando de Dourados, acompanhado da esposa de 60 anos. Eles seguiam em direção a Aral Moreira, onde residem.

O motorista da caminhonete disse à polícia que a luz alta do veículo do outro veículo atrapalhou sua visão, impedindo qualquer reação que pudesse impedir a colisão.

Os levantamentos de perícia apontam que o ciclista Caio estava no meio da pista, possivelmente mexendo em alguma parte da bicicleta. Testemunhas afirmam que ele estaria embriagado que havia saído para comprar mais bebida alcoólica.

Através de imagens registradas no local do acidente é possível observar a bicicleta com o aro completamente retorcido e também o boné de Caio preso no para-choque da caminhonete Nissan.

Equipe da PMR (Polícia Militar Rodoviária) esteve no local para atender a ocorrência.

Homem que matou pai de enteada se apresenta na 5ªDP e alega legítima defesa

Alex de Azevedo Pereira, 31 anos, que matou Agnaldo Cezar de Souza, 37 anos, a tiros na segunda-feira (10), no Jardim Monumento, em Campo Grande, prestou depoimento na 5ªDP e alegou que agiu em legítima defesa, justificando que teria comprado a arma há 15 dias, pois a vítima apresentava um histórico de violência contra sua esposa e a enteada de 13 anos.

Vítima caída sem vida na varanda da residência

Ele foi ouvido pelo delegado que está à frente do caso Rodolfo Daltro, e essa versão deve ser investigada. Ainda durante o depoimento Alex disse acreditava que a vítima estava armada, pois colocou a mão na cintura, foi quando ele realizou os disparos.

Arma usada no crime foi jogada em um córrego segundo o suspeito. Equipes da Polícia Civil realizaram diligências para encontrar, mas sem êxito.

No dia do crime a vítima foi até a residência do suspeito para buscar a filha de apenas 13 anos de idade, para passar a semana de feriado com ele. No local, o padrasto começou a discutir com Agnaldo.

Testemunhas relataram que o autor não queria que o pai levasse a adolescente e, efetuou quatro disparos contra a vítima. Três atingiram a região do peito e um as costas.

A filha do homem estava na casa e acabou presenciando todo o crime. Alex fugiu logo em seguida. Equipe do Corpo de Bombeiros chegou a ser acionada, mas quando chegaram a vítima já estava em óbito.

Justiça decreta prisão preventiva de motorista que matou Michelli atropelada

A Justiça de Mato Grosso do Sul converteu na manhã desta sexta-feira, 14 de agosto, em preventiva a prisão de Charles de Goes Júnior, condutor embriagado que atropelou duas pessoas e matou Michelli Alves Custódio, de 36 anos, durante a madrugada desta quinta-feira (13). O homem estava preso em flagrante e responde por homicídio doloso consumado e homicídio doloso tentado.

Michelli Custódio deixa dois filhos – (Foto: Reprodução/Redes Sociais)

O pedido de prisão preventiva elaborado pela delegada plantonista da Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) do Centro Especializado de Polícia Integrada (Cepol), Joilce Silveira Ramos descreve a ação de Charles como “covarde e repugnante, que causa revolta na sociedade, provoca clamor público e deve ser punido com rigor”. Michelli morreu antes mesmo da chegada dos socorristas e deixa dois filhos, de oito e dez anos.

Durante interrogatório, Charles afirmou que bebeu durante nove horas antes de dirigir. Ainda, declara que o pneu do Renault Sandero estourou, momento em que veio a perder o controle do veículo e atropelar as vítimas. Ainda, relata não ter visto o momento do acidente, por isso saiu com o carro, e que apenas ficou sabendo da morte de Michelli depois do ocorrido. A Perícia Técnica desmentiu essa versão. “Também não é crível que o motorista não tenha visto nada após a batida, nem mesmo a pessoa que subiu no capô tentando detê-lo, uma vez que entrou na primeira curva e parou adiante”, declara a delegada no pedido de prisão preventiva.

A dinâmica dos fatos, conforme a Polícia Civil, ocorreu da seguinte maneira: Michelli havia acabado de chegar de viagem durante a madrugada quando mulher em situação de rua bateu na porta da residência dela, na rua Ouro Branco esquina com a avenida Fábio Zahran, e pediu por comida. A vítima fatal, então, foi até a frente do local acompanhada de familiar. Após certo momento, o Charles invadiu a calçada e atropelou Michelli e a outra mulher, que foi socorrida com vida e encaminhada inconsciente para a Santa Casa de Campo Grande.

Para impedir que o motorista fugisse, o familiar da vítima se jogou contra o carro, e foi arrastado por cerca de duas quadras até que Charles parasse na rua das Palmas. Michelli na hora. O pedido de prisão descreve, ainda, que testemunha relatou que foram os próprios filhos da vítima fatal quem viram o corpo da mãe caído ao solo e acionaram o socorro.

Polícia identifica autor de empurrão que matou mulher durante festa

As investigações em andamento sobre a morte de Adriana Aparecida Maciel, 42 anos, indicam que ela foi empurrada pelo marido da cunhada, na madrugada de domingo (2).

Adriana faleceu depois de ser empurrada e bater a cabeça contra um tijolo durante a madrugada de domingo    Foto Arquivo Pessoal

O homem, já identificado pela Polícia Civil, tem 31 anos. A expectativa é que ele se apresente em uma das delegacias de Dourados nesta segunda-feira (3).

Antes, depoimentos haviam apontado um irmão da vítima como suposto autor, hipótese já descartada.

O caso foi alterado de feminicídio para lesão corporal seguida de morte.

Adriana estava em uma confraternização de família na Rua 2, residencial Harrison Figueiredo, quando se envolveu em uma discussão com a cunhada.

Segundo os relatos de testemunhas, o homem de 31 anos, marido da cunhada da vítima, entrou no meio da confusão para tentar separar as mulheres, quando Adriana acabou caindo e batendo a cabeça em um tijolo.

Ela chegou a ser socorrida pelo marido e por vizinhos e encaminhada para a UPA (Unidade de Pronto Atendimento), mas não resistiu ao ferimento.

As investigações estão em andamento.

 

“Fez bem às crianças”, diz mãe que matou filhas envenenadas, afogadas e esfaqueadas

Responsável pelas mortes das próprias filhas, de 6 e 10 anos, na cidade de Edéia, em Goiás, Izadora Alves de Faria não demonstrou arrependimento pelos crimes.

De acordo com informações da polícia local, divulgadas pelo g1, a criminosa confessou os assassinatos e deu detalhes da execução sem chorar ou exibir tristeza pela perda das crianças.

Mãe confessa que matou filhas envenenadas, afogadas e depois a facadas (Foto: Reprodução)

Responsável pelas mortes das próprias filhas, de 6 e 10 anos, na cidade de Edéia, em Goiás, Izadora Alves de Faria não demonstrou arrependimento pelos crimes.

De acordo com informações da polícia local, divulgadas pelo g1, a criminosa confessou os assassinatos e deu detalhes da execução sem chorar ou exibir tristeza pela perda das crianças.

“Na cabeça dela, ela tinha feito um bem para as crianças. Ela acha que livrou as meninas de viver uma vida que ela viveu”, disse o delegado responsável pelo caso, Daniel Moura.

Izadora foi localizada ferida em um matagal próximo à casa da família, com sinais de que havia tentado o suicídio. Ela foi levada a um hospital da região, onde ficou sob escolta e foi ouvida pela polícia.

Na última quarta-feira (28), ela foi encaminhada ao presídio de Israelândia. Após passar por audiência de custódia, a criminosa teve a prisão convertida para preventiva.

Responsável pela decisão, o juiz Hermes Pereira Vidigal considerou que a mulher agiu de forma “fria, repugnante e cruel” e avaliou que ela oferece risco se permanecer em liberdade.

Entenda o crime
Izadora admitiu ter envenenado, afogado e esfaqueado as filhas Maria Alice, de 6 anos, e Lavínia, de 10, na última terça-feira.

“Ela confessou o crime, o modo como ela matou as crianças. Segundo ela, de início, ela tentou dar veneno, mas como ela viu que não iria funcionar, ela levou as crianças para uma caixa d’água, que fica em frente à casa, e tentou eletrocutar as crianças com uma extensão ligada à rede elétrica. Como ela viu que não ia dar certo, ela desligou a extensão e foi lá na caixa d’água e afogou as crianças”, disse o delegado.

“Quando as crianças estavam desacordadas, ela tirou as duas da caixa d’água e as colocou num colchão. Para certificar que tinha matado elas, ela deu um golpe de arma branca”, completou.

Os corpos das garotas foram encontrados sobre um colchão na garagem pelo pai, que havia voltado para casa no horário de almoço.

Em depoimento, o rapaz contou que havia tido uma briga com a esposa um dia antes do episódio. Nela, Izadora teria ameaçado matar as filhas e tirar a própria vida.

“O pai falou que o relacionamento dos dois estava conturbado e ela precisava fazer tratamento psiquiátrico porque não estava bem”, relatou o delegado.

A criminosa deve responder por homicídio qualificado, com aumento de pena pelo fato de as vítimas serem menores de 14 anos e filhas dela. Se condenada, pode pegar até 100 anos de prisão.

Mãe confessa que matou filhas envenenadas, afogadas e depois a facadas

Informação foi confirmada pela polícia após prisão da mulher em mata na região de Edeia, no sul de Goiás.

Uma mulher de 30 anos admitiu à Polícia Militar ter matado as duas filhas, de 6 e 10 anos, na própria casa, em Edéia, no sul de Goiás, na manhã de terça-feira (27). Segundo o delegado Daniel Moura, ao ser presa em uma mata, Izadora Alves de Faria afirmou ter envenenado, afogado e depois ter dado uma facada na filha caçula, Maria Alice, e outra na primogênita, Lavínia.

De acordo com a investigação, o crime foi praticado por volta das 9h. O pai das meninas encontrou os corpos na área ao chegar à casa no horário do almoço. A mulher foi presa às 22h em uma mata fora da cidade e foi levada para um hospital, de onde recebeu alta nesta quarta-feira (28).

Mãe confessa que matou filhas envenenadas, afogadas e depois a facadas (Foto: Reprodução)

Em entrevista ao Metrópoles, o delegado disse que na casa havia um frasco de veneno para rato aberto e outro fechado, uma caixa d’água cheia com uma extensão elétrica ligada dentro, como se a acusada tivesse a intenção de eletrocutar as filhas.

“Os corpos das vítimas estavam na área da frente da casa, em cima de um colchão e cobertos por um lençol, com sinais de lesão por arma branca [faca]. Cada uma estava com um ferimento na região do tórax”, afirmou o delegado. O casal vivia na residência com as crianças.

De acordo com Moura, o pai das meninas encontrou as duas mortas ao chegar em casa. “Ele está totalmente abalado por causa das circunstâncias do crime. Está perplexo”, contou o delegado.

“Ele [o pai] se deparou com o portão trancado, mas disse que estranhou porque tinha deixado o portão aberto. Ela [Izadora] não respondeu e ele ficou meia hora chamando do lado de fora. Quando conseguiu entrar, ele viu na área um colchão e um cobertor por cima. Ao perceber os sinais de sangue, tirou o cobertor e viu as duas filhas mortas”, relatou Moura.

O delegado diz que a linha de investigação está bem adiantada, considerando a forma como o crime foi praticado e “a faca utilizada para matar as meninas”. Moradores relataram aos policiais que a relação do casal era “conturbada” e que ela havia iniciado tratamento psicológico, mas que suspendeu há alguns meses.

A polícia deve ouvir mais testemunhas para concluir a investigação. “Caso não surja algum fato novo e a situação se desenrole no caminho de investigação traçada, a mãe será indiciada por duplo homicídio com causa de aumento de pena por ser mãe e as crianças serem menores de 14 anos. Se for condenada, pode pegar até 100 anos de prisão”, explicou o delegado.

 

Homem que matou dentista cortou dedo da vítima para sacar dinheiro no banco

Responsável pelo assassinato do dentista Rafael Caranhato, de 24 anos, Leonardo Proencio, de 22, decepou um dedo da vítima para realizar saques da conta do rapaz com a impressão digital.

A informação foi confirmada pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) e divulgada pelo g1 na noite da última terça-feira (20). O órgão denunciou o criminoso por latrocínio.

Homem matou o dentista Rafael Caranhato (foto) – Foto: Reprodução/Redes Sociais

Responsável pelo assassinato do dentista Rafael Caranhato, de 24 anos, Leonardo Proencio, de 22, decepou um dedo da vítima para realizar saques da conta do rapaz com a impressão digital.

A informação foi confirmada pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) e divulgada pelo g1 na noite da última terça-feira (20). O órgão denunciou o criminoso por latrocínio.

Criminoso é preso
A polícia deu início a buscas pelo veículo da vítima e o encontrou passando Ibirama, no Vale do Itajaí, a cerca de 190 km de Friburgo.

Leonardo foi parado e preso em flagrante com os objetos da vítima, dinheiro, o canivete usado no assassinato, um cigarro de maconha e o dedo da vítima enrolado em um guardanapo.

A Justiça decretou a prisão preventiva do rapaz, que responderá detido por latrocínio e transporte de drogas para consumo pessoal.

 

Menor que confessou ter matado menina de 13 anos por ciúmes é levado para Unei

O adolescente de 17 anos acusado, de matar Ariane Oliveira Canteiro, 13 anos, foi transferido da Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) para Unei (Unidade Educacional de Internação) Laranja Doce, em Dourados.

Ele foi apreendido em flagrante nesse domingo (11) pela prática de ato infracional análogo ao crime de “ocultação de cadáver”, segundo nota divulgada pela Polícia Civil, além de responder também por ato infracional análogo ao crime de feminicídio.

Ontem no 1º Distrito Policial de Dourados o menor chegou a confessar que matou a menina no dia 2 de setembro por ciúmes.

Ele disse que matou após a menina negar pedido de namoro – Crédito: Osvaldo Duarte/Dourados News

Ele disse que Ariane não aceitou pedido de namoro e tinha interesse por outro rapaz.

O adolescente invadiu a casa da adolescente e a arrastou pelos fundos do imóvel.

O corpo de Ariane foi encontrado ontem em meio a um matagal nas proximidades da Aldeia Jaguapiru, já em estado avançado de putrefação.

Os policiais e peritos investigam se a menina foi estuprada.

O suspeito foi localizado nas redondezas e conduzido pela equipe da Polícia Civil com o apoio da liderança da Reserva Indígena e encaminhado para Unei Laranja Doce nesta segunda-feira (12).