Vídeo: Planejamento e avaliações deixam Riedel ainda mais confiante

Secretaria de Governo coordena reunião do primeiro escalão com governador e é elogiada pelo foco na busca de resultados

A afirmação do planejamento estratégico na busca de resultados e o fortalecimento do foco nas prioridades programáticas são dois dos fatores que levaram o governador Eduardo Riedel (PSDB) a reforçar o otimismo com Mato Grosso do Sul. Ele gravou um vídeo para fazer esta avaliação sobre o que viu e ouviu numa reunião com todos os secretários, na qual os temas centrais foram os avanços já consolidados e as perspectivas para as próximas metas de gestão.

Riedel enalteceu o empenho de cada auxiliar e elogiou o secretário de Governo, Rodrigo Perez, pela coordenação do encontro, frisando que a base conceitual da governança está consolidada e isto aponta um 2025 de novas e grandes conquistas. Ele realçou a capacidade de um secretariado que é “extremamente comprometido com uma governança muito sólida, forte no que diz respeito à busca pela entrega dos resultados”.

Dirigindo-se a Rodrigo Perez, o governador saudou: “Parabéns pela condução do grupo e aos secretários que se comprometem com o que está proposto e que remete lá atrás, ao nosso plano de governo. A gente propôs uma candidatura baseada naquele plano, seguido à risca”. Perez afirmou: “Seguimos um planejamento cuidadoso, que precisa ser constantemente avaliado e ajustado aos vários contextos. O foco da governança é, acima de tudo, melhorar a qualidade de vida da população, gerando oportunidades e buscando os resultados pela mais ampla cidadania”.

Confira o vídeo com a manifestação de Riedel.

Estado dá mais de R$ 26 milhões em novo impulso a Maracaju

Parceria municipalista prevê investimentos em asfalto e drenagem em núcleo viário estratégica da cidade

Em mais uma iniciativa alicerçada pelo modelo municipalista de gestão, o Governo de Mato Grosso do Sul reforçou seu compromisso com Maracaju e concluiu os trâmites burocráticos para abertura de um novo “pacote” de obras. Com investimentos de R$ 26,1 milhões, serão realizadas a pavimentação asfáltica e a drenagem que faltam para a Avenida Senador Filinto Muller, núcleo estratégico da malha viária urbana.

Riedel: o municipalismo faz em Maracaju o que faz em todas cidades – Reprodução

Sob coordenação da Secretaria Estadual de Infraestrutura e Logística (Seilog) e da Agência de Gestão de Empreendimentos (Agesul), as obras tiveram o aviso de homologação licitatória publicado no Diário Oficial de sexta-feira, 07. A Seilog informou que a pavimentação da Avenida Senador Filinto Muller propiciará maior segurança e fluidez ao trânsito, melhorando a conexão com a via de saída do município. Isto facilitando o transporte de moradores, trabalhadores e produtores da região.

Segundo o titular da Seilog, Guilherme Alcântara, a importância da obra é indiscutível. Ele afirma que esta é uma demanda antiga da população e foi incluída pelo governador Eduardo Riedel (PSDB) entre as prioridades. “É uma providência que proporcionará qualidade de vida e segurança aos maracajuenses, com forte impacto positivo no desenvolvimento econômico para toda a região”, salientou.

Riedel acentuou sua expectativa otimista, lastreada pela solidez do modelo municipalista. “Estamos atuando em parceria porque existe uma compreensão comum em torno desta estratégia de gestão. Nosso objetivo é garantir que cada município tenha infraestrutura para o seu crescimento. E Maracaju está recebendo um investimento significativo neste aspecto, com obras que são marcos de modernidade e mobilidade para a economia local”, assinalou.

O imposto não é o mais caro

Existe algo pior que a carga tributária no Brasil? Sim, lógico, existe. É a sobrecarga, que agora pode ter um paradeiro com a reforma. Mas é esta mesma reforma que levou a maioria dos estados brasileiros a aumentar as alíquotas do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), pois não?

Certo. Mas esta é uma questão que se explica e se justifica. Acontece que quase todos os estados – ou todos os governos estaduais – conseguiram ajustar suas políticas financeiras e fiscais. Fecharam 2023 com as contas no raso ou profundamente abaixo da superfície. Diante disto, os governantes e suas equipes econômicas entenderam necessário antecipar uma solução de emergência para recuperar as receitas – e elevaram o valor do ICMS.

Imaginem um quadro da economia com nichos minimamente estáveis, como, por exemplo, a capacidade de compra da população, mesmo diante de inevitáveis oscilações. E imaginem em seguida este quadro sofrer bruscas mudanças, com os preços subindo além das médias e o custo dos produtos e de vida disparando, juntamente com a inflação.

Pois foi exatamente no vislumbrar desta amarga possibilidade que o governador Eduardo Riedel decidiu congelar a alíquota-padrão do ICMS. Tinha e tem um alicerce sólido para isto, que é o vigoroso equilíbrio da sua política financeira e fiscal. O Estado pode suportar impactos imediatos da reforma e ajustar-se a ela sem ferir a economia popular.

O ICMS incide em praticamente todos os produtos, afetando o preço final que chega ao contribuinte. Para 2024, o Governo do Estado prevê arrecadar R$ 25 bilhões, dos quais R$ 16 bilhões em ICMS. A estratégia de Mato Grosso do Sul é objetiva, tem lógica. O governador vê no crescimento econômico uma garantia de aumento na arrecadação. Com o povo podendo comprar, alimenta-se o comércio e outros segmentos, a economia gira com o giro do capital.

Mato Grosso do Sul é um dos únicos estados que não aumentaram a alíquota-padrão do ICMS. Segundo a A SimTax – empresa de consultoria e treinamento com foco no mercado -, com o aumento nas alíquotas surge uma correspondente elevação no Preço Fábrica (PF) e no Preço Máximo ao Consumidor (PMC) dos produtos.

Este é um cenário que o governo sul-mato-grossense pretende evitar. E assim, livrar a sociedade e o Estado de um terrível pesadelo – Deus não queira – que pode afligir os governos que aumentaram o imposto se não forem bem-sucedidos no controle de suas contas e a economia estadual desabar ainda mais.

Geraldo Silva

Mais de um milhão já se cadastraram no Celular Seguro

Cresce o número de adesões ao projeto do governo federal para atender pauta de segurança pessoal

Com 750.135 celulares registrados por meio do site ou aplicativo disponível na Play Store (Android) e na App Store (iOS), e incluídas 692.571 pessoas de confiança, o projeto Celular Seguro já tem mais de um milhão de usuários cadastrados. Esses números foram computados na manhã de segunda-feira, primeiro dia do ano.

Lançada há menos de duas semanas pelo governo federal, por meio do Ministério da Justiça e Segurança Pública, a ferramenta já recebeu 7.005 alertas de usuários envolvendo perda, roubo ou furto de aparelhos. Vítimas de furto e roubo de dispositivos móveis podem bloquear o aparelho e aplicativos digitais com um único clique. As empresas que já aderiram estão descritas nos termos de uso.

O ministério esclarece que não há limite para cadastro de números, mas eles precisam estar vinculados ao Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) do titular da linha para que o bloqueio seja efetivado. Quem estiver cadastrado no Celular Seguro pode indicar pessoas da sua confiança, que estarão autorizadas a efetuar os bloqueios, caso o titular tenha o celular roubado, furtado ou extraviado.

É possível que a própria vítima bloqueie o aparelho acessando o site por um computador. Após o registro de perda, roubo ou extravio do celular, bancos e instituições financeiras que aderiram ao projeto farão o bloqueio das contas. O procedimento e o tempo de bloqueio de cada empresa estão disponíveis nos termos de uso do site e do aplicativo.

O bloqueio dos aparelhos celulares seguirá a mesma regra. Até fevereiro, as empresas de telefonia também passarão a efetuar o corte das linhas. O Celular Seguro funciona como um botão de emergência, que deve ser utilizado somente em casos de perda, furto ou roubo do celular. A ação garante o bloqueio ágil do aparelho e de dispositivos digitais. O ministério destaca que a ferramenta não oferece a possibilidade de fazer o desbloqueio.

Em Campo Grande, 72% dos empresários esperam vender mais no Dia das Mães

A pesquisa foi realizada com 113 empresários dos setores de vestuário, perfumaria, eletrônicos, alimentação, joias, entre outros serviços

Levantamento da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG), aponta que 72% dos empresários da cidade esperam vender mais no Dia das Mães de 2023 em relação a 2022. A pesquisa foi feita entre os dias 3 de abril e 2 de maio.

Desse percentual, a maioria, ou seja 40,71%, crê em uma alta de pelo menos 10% e 21,24% dos entrevistados avaliam que podem superar as vendas em até 20%. Quase 10% dos empresários estão ainda mais otimistas e acreditam que as vendas serão superiores a 21% quando comparado ao mesmo período do ano passado.

O movimento de compras deve ser maior após o 5º dia útil, quando ocorre o recebimento do salário

A pesquisa também revelou a expectativa dos comerciantes quanto ao ticket médio dos consumidores. Enquanto 27% dos entrevistados preveem vendas entre R$ 51 e R$ 100, a maioria, ou seja, 47,75%, espera elevar esse valor para até R$200.

Pouco mais de 5% dos entrevistados sinalizaram que as vendas devem ultrapassar os R$ 200. E 5.41% dos empresários estão mais céticos e acreditam que o valor médio gasto com o presente será de até R$ 50,00.

Pensando em alavancar as vendas, cerca de 90% dos respondentes informaram que farão alguma ação nesta data. Facilitar os prazos de pagamento, criação de promoções, ofertas exclusivas e campanhas nas redes sociais são estratégias sinalizadas pelo setor para atrair o público.

O presidente da ACICG, Renato Paniago, explica que o movimento de compras deve ser intensificado após o quinto dia útil, quando ocorre o recebimento do salário. A liderança destaca que o Dia das Mães é uma das datas mais aguardadas pelo comércio e ajuda a impulsionar o faturamento das empresas.

“Sabemos que os segmentos de vestuário, calçados, acessórios e perfumaria costumam liderar a preferência de presentes para mães, mas o setor de serviços e alimentação também deve ter movimento. As empresas da nossa Capital estão preparadas para oferecer produtos variados, bom atendimento e preço que cabe em todos os bolsos, requisitos importantes para a tomada de decisão do consumidor na hora da compra do presente”, avalia Paniago.

A pesquisa foi realizada com 113 empresários dos setores de vestuário, perfumaria, eletrônicos, alimentação, joias, entre outros serviços.

Em meio à estiagem, MS registra agosto mais chuvoso dos últimos 30 anos

Milímetros de chuva em MS no mês de agosto

Em meio a um período de seca que já dura mais de três anos, Mato Grosso do Sul teve o mês de agosto de 2022 mais chuvoso das últimas três décadas, segundo boletim meteorológico elaborado pelo Cemtec (Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima do Estado).

Choveu mais nas regiões Centro e Sul do Estado, entre 80 e 200 milímetros (mm), com destaque para o município de Naviraí, onde a precipitação pluviométrica foi de 200 a 240 mm no mês. Campo Grande teve chuvas muito acima da média histórica (31,4 mm), registrando acumulado mensal de 239,4 mm e uma variação de 662,4% acima da média climatológica.

Em municípios das regiões do Pantanal, Sudoeste, Norte e Bolsão, as chuvas também ficaram acima da média. Porém o acumulado foi menor na comparação com o restante do Estado, entre 0 e 80 mm. Dentre os municípios monitorados, Paranaíba foi o único que teve chuvas abaixo da média histórica em agosto de 2022 onde, por exemplo, choveu 7,6 mm no mês, 43,28% menos do que a média mensal (13,4 mm).

A tradicional estiagem registrada em Mato Grosso do Sul nos meses de agosto é típico da época do ano, onde julho e agosto, conforme os dados históricos, são os meses com menores índices pluviométricos do ano no estado. Em anos de atuação do fenômeno La Ninã, condição climática que favorece a ocorrência de chuvas abaixo da média, principalmente na região Sul do Estado, esta situação de chuvas abaixo da média ou secas tendem a se intensificar.

Entretanto, entre os dias 7 e 10 de agosto, e também entre 16 e 18, a passagem de frentes frias, a mudança no fluxo dos ventos e o transporte de umidade favoreceram a ocorrência das fortes chuvas no Estado.

Os resultados analisados são das estações meteorológicas do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e da Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar (Semagro), além de pluviômetros automáticos do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden).

Mesmo com chuva, estiagem fez cachoeira secar

Apesar da grande precipitação pluviométrica registrada no mês de agosto em Mato Grosso do Sul, a chuvarada atípica não foi suficiente para estancar os efeitos da estiagem de longo prazo, que fez a maior cachoeira do Estado, a Boca da Onça, com 156 metros em Bodoquena, ficar totalmente sem água.

A seca prolongada que dura há muito tempo é a explicação para o acontecimento. “A longo prazo nos encontramos em situação de seca, há mais de três anos. 2019, 2020 e 2021 foram muito secos (chuvas abaixo da média histórica) e 2022 tende a fechar o ano abaixo da média anual de chuvas. Então, mesmo que o mês de agosto registre chuvas acima da média, não é suficiente para recuperar uma seca a longo prazo”, explica a meteorologista do Cemtec, Valesca Fernandes.

Mesmo acima da média, as chuvas de agosto não foram suficientes para encher os rios e minimizar os efeitos da estiagem. Em julho de 2022, por exemplo, choveu aproximadamente 75% menos do que média histórica em grande parte dos municípios sul-mato-grossenses. Ainda no mês de julho de 2022, a maioria das regiões do estado apresentaram 27 a 31 dias com chuvas abaixo de 1 mm, ou seja, uma condição praticamente sem chuvas durante todo o mês de julho.

Mato Grosso do Sul se mantém como o Estado que mais investe nas pessoas

Mato Grosso do Sul continua sendo o estado brasileiro com maior investimento per capita. De janeiro a junho de 2022, foram R$ 1,09 bilhão, o que representa R$ 445,08 por habitante, mais do que qualquer outro.

Na sequência aparecem Santa Catarina, com R$ 401,70 por habitante, e Mato Grosso, com R$ 306,41. O último lugar é o Rio Grande do Norte, com R$ 53,66 por habitante. Os números são do Tesouro Nacional.

Esse dinheiro está no asfalto das rodovias e das ruas e avenidas, na entrega de casas e lotes urbanizados, reforma e ampliação de escolas, construção de hospitais e até mesmo onde não é possível ver a olho nu, como no caso das obras de saneamento básico.

Entre as entregas estão obras emblemáticas como o hospital regional da Costa Leste Magid Thomé, de Três Lagoas; o Bioparque Pantanal; e as 300 moradias populares do residencial Jardim Canguru.

Segundo o governador Reinaldo Azambuja, Mato Grosso do Sul colhe os frutos de um trabalho de planejamento e de medidas duras, como as reformas administrativa (reduzindo de 17 para nove as secretarias) e previdenciária e a implantação de um teto de gastos para todos os poderes.

“Isso é resultado de um trabalho que começou lá atrás, quando tomamos medidas duras, até impopulares, mas necessárias para deixar o Estado de pé. Enfrentamos as dificuldades, a intolerância de alguns, e fizemos as reformas estruturantes. Decidimos agir com responsabilidade. Temos uma das menores estruturas administrativas do País. Decidimos gastar menos com o Governo para investir mais nas pessoas” , afirmou o governador.

“Aprimoramos os mecanismos de transparência. Estávamos na última posição, na lanterninha, e hoje somos os primeiros. A consequência disso está aí: investimentos em todos os municípios, obras de infraestrutura, empregos e atração também de capital privado, graças a credibilidade de conquistamos”, prosseguiu.

Responsável por tocar as obras, o secretário de Estado de Infraestrutura, Renato Marcílio, faz uma avaliação semelhante. “Mato Grosso do Sul fez a lição de casa, com uma política fiscal responsável o que nos permitiu ter capacidade de investir. Podemos afirmar, com absoluta certeza, que semeamos bem para ter uma boa colheita. Os investimentos em infraestrutura chegaram aos 79 municípios, melhorando a qualidade de vida da população sul-mato-grossense, com asfalto, saneamento básico, moradias, pavimentação de rodovias, construção de pontes de concreto que permitem ao nosso Mato Grosso do Sul seguir avançando”.

Fermento

Além disso, Mato Grosso do Sul dobrou o valor investido no primeiro semestre de 2022, tanto em relação ao mesmo período do ano passado, quanto no comparativo com o período de janeiro a junho de 2018.

Em quatro anos, o crescimento foi de 95,6%. Já no comparativo com os primeiros seis meses de 2021 o aumento foi ainda maior: 124,7%. Os dados foram divulgados pelo jornal Valor Econômico.

Com o aumento da arrecadação impulsionado pela retomada da economia, inflação e alta de commodities, os outros 26 estados e o Distrito Federal também elevaram os investimentos no primeiro semestre de 2022 contra iguais meses do ano passado, em termos reais.

Investimentos privados

Além dos investimentos com recursos públicos, Mato Grosso do Sul também construiu Parcerias Público-Privadas e uma política de incentivos fiscais que tem atraído empreendimentos bilionários.

Por meio da PPP da Sanesul, a empresa Aegea vai universalizar, até 2031, o esgotamento sanitário dos 68 municípios atendimentos pela estatal, em um investimento de R$ 3,8 bilhões.

Já a Sonda do Brasil, por meio da PPP da Infovia Digital, vai implantar 7 mil quilômetros de fibra óptica aos 79 municípios do Estado e implementar internet em alta velocidade em 119 praças públicas. Com a parceria, a velocidade de transmissão de dados vai saltar de 4MBps para 30MBps.

Somado a tudo isso, Mato Grosso do Sul tem recebido investimentos privados bilionários como a unidade da chilena Arauco, em Inocência, e a da Suzano, em Ribas do Rio Pardo, que estão gerando milhares de empregos e renda.