Vídeo: Planejamento e avaliações deixam Riedel ainda mais confiante

Secretaria de Governo coordena reunião do primeiro escalão com governador e é elogiada pelo foco na busca de resultados

A afirmação do planejamento estratégico na busca de resultados e o fortalecimento do foco nas prioridades programáticas são dois dos fatores que levaram o governador Eduardo Riedel (PSDB) a reforçar o otimismo com Mato Grosso do Sul. Ele gravou um vídeo para fazer esta avaliação sobre o que viu e ouviu numa reunião com todos os secretários, na qual os temas centrais foram os avanços já consolidados e as perspectivas para as próximas metas de gestão.

Riedel enalteceu o empenho de cada auxiliar e elogiou o secretário de Governo, Rodrigo Perez, pela coordenação do encontro, frisando que a base conceitual da governança está consolidada e isto aponta um 2025 de novas e grandes conquistas. Ele realçou a capacidade de um secretariado que é “extremamente comprometido com uma governança muito sólida, forte no que diz respeito à busca pela entrega dos resultados”.

Dirigindo-se a Rodrigo Perez, o governador saudou: “Parabéns pela condução do grupo e aos secretários que se comprometem com o que está proposto e que remete lá atrás, ao nosso plano de governo. A gente propôs uma candidatura baseada naquele plano, seguido à risca”. Perez afirmou: “Seguimos um planejamento cuidadoso, que precisa ser constantemente avaliado e ajustado aos vários contextos. O foco da governança é, acima de tudo, melhorar a qualidade de vida da população, gerando oportunidades e buscando os resultados pela mais ampla cidadania”.

Confira o vídeo com a manifestação de Riedel.

Transferências via DOC e TEC deixarão de ser oferecidas por bancos em fevereiro de 2024

Federação de Bancos afirma que esses meios de pagamento perderam espaço para o PIX, que é imediato e livre de taxas

As transferências via DOC (Documento de Ordem de Crédito) e Transferência Especial de Crédito (TEC) deixarão de ser oferecidas pelos bancos associados à Federação Brasileira de Bancos (Ferabran) a partir de 29 de fevereiro de 2024.

Os serviços de transferências via DOC ou TEC poderão ser utilizados por clientes até às 22h do dia 15 de janeiro de 2024, período em que poderão agendar os envios com um prazo um pouco maior, até 29 de fevereiro de 2024.

Transferências via DOC e TEC deixarão de ser oferecidas por bancos em fevereiro de 2024
Foto: Getty Images

Os bancos encerrarão os sistemas de recebimento e processamento de DOC e TEC no dia 29.

• No DOC (Documento de Ordem de Crédito), as operações são efetivadas um dia após o recebimento da ordem de transferência pelo banco;

• O TEC (Transferência Especial de Crédito) são operações realizadas exclusivamente por empresas para o pagamento de benefícios a funcionários. A transferência é efetuada, no máximo, até o final do dia em que foi dada a ordem.

A medida é válida tanto para pessoas físicas, quanto para jurídicas. Atualmente, o valor máximo permitido para qualquer transação via DOC ou TEC é de R$ 4.999,99.

Popularização do PIX

Segundo a Febraban, as operações via DOC vêm sendo cada vez menos utilizadas nos últimos anos, principalmente depois do lançamento do PIX, em novembro de 2020. A federação destacou que a descontinuação dos serviços está relacionada à relação de custo e benefício para os clientes.

“Com o surgimento do PIX e a alta movimentação bancária com menores taxas, tanto a TEC quando o DOC deixaram de ser a primeira opção dos clientes, que têm dado preferência ao PIX, por ser gratuito e instantâneo”, afirma Isaac Sidney, presidente da Febraban.

A decisão veio após um levantamento da instituição, do ano passado, que mostrou que o DOC não aparece entre os principais meios de pagamento usados, ficando atrás até mesmo do uso de cheques:

  1. PIX foi a escolha preferida dos brasileiros, com 24 bilhões de operações;
  2. Cartões de crédito somaram 18,2 bilhões de operações;
  3. Cartões de débito somaram 15,6 bilhões de operações;
  4. Boletos somaram 4 bilhões de operações;
  5. Transferências via TED somaram 1,01 bilhão de operações;
  6. Cheques somaram 202,8 milhões de operações;
  7. Transações via DOC somaram 59 milhões de operações, apenas 3,7% do total.

Uso de máscaras deixa de ser obrigatório em aviões e aeroportos

O uso de máscaras ficou em vigor entre 2020 e agosto de 2022, quando foi abolida, mas voltou a ser implementada em novembro de 2022

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) retirou nesta quarta-feira (1º) a obrigatoriedade do uso de máscaras em aeroportos e aviões. A agência segue recomendando o uso do acessório nesses ambientes para evitar a transmissão da Covid-19, principalmente para os mais vulneráveis, pessoas com sintomas respiratórios e seus contatos.

Máscaras deixam de ser obrigatórias em aviões e aeroportos — Foto: Bárbara Munhoz/g1

A decisão vale a partir da publicação no Diário Oficial. A Anvisa reforça que haverá a obrigatoriedade de fornecimento, por parte da tripulação, de máscara facial para casos suspeitos. Veja medidas que continuam em vigor:

  • Desembarque por fileiras,
  • Impedimento de viagens para casos confirmados de Covid-19,
  • Exigência de limpeza e desinfecção de ambientes e aparelhos de ar-condicionado,
  • Avisos sonoros sobre o uso de máscara em aeroportos e aeronaves.

A diretoria da agência – o relator, Daniel Pereira, e os diretores Alex Machado, Rômison Rodrigues Mota, Meiruze Sousa Freitas e Antônio Barra Torres – foi unânime ao votar pela retirada da regra.

Segundo Daniel Pereira, o cenário epidemiológico atual da Covid-19, com a redução no número de internações e novos casos da doença, permite que a medida sanitária referente às máscaras seja atualizada.

Em seu voto, o diretor Alex Campos reforçou que as máscaras continuam sendo importantes no combate à pandemia e que elas seguem sendo recomendadas para pessoas com sintomas respiratórios.

A diretora Meiruze Freitas ressaltou que a vacinação é a melhor ferramenta contra a Covid e que as máscaras continuam sendo recomendadas para as pessoas mais vulneráveis. Ela também lembrou que a Anvisa pode voltar a adotar medidas mais restritivas, a depender do cenário da pandemia.

Luana Araújo, infectologista, lembra que a decisão é pela não obrigatoriedade para todo mundo, mas “não que seu uso não seja necessário, principalmente para as pessoas em condições vulneráveis – para as quais a regra de uso de máscaras em aglomerações ou ambientes mal ventilados continua válida como medida de educação sanitária”.

“Não é mais obrigatório, mas o bom senso e a gestão de risco individual devem sempre ser soberanos frente às medidas populacionais”, finaliza a infectologista num post em rede social.

O uso de máscaras nos voos no Brasil ficou em vigor entre 2020 e agosto de 2022, quando foi abolido, mas voltou a ser implementado em novembro de 2022.

Na época em que a exigência foi revogada, a agência avaliou que o cenário da pandemia permitia que o uso compulsório fosse convertido em uma medida de proteção individual recomendada, mas não imposta aos viajantes.

No entanto, meses depois, considerando o aumento expressivo de casos da doença, a Anvisa voltou a determinar a obrigatoriedade em novembro.