Professores da REME terão que voltar a usar máscaras e álcool 70

Para frear casos de doenças respiratórias, que tem provocado a lotação dos leitos pediátricos em Campo Grande, a Sesau (Secretaria Municipal de Saúde) e a Secretaria de Educação se reuniram hoje (10) no Coes (Centro de Operações de Emergência em Saúde.

Eles discutiram os problemas respiratórios em bebês e por esta razão farão uma parceria para novas medidas de Saúde na Capital, dentro das escolas e creches, propondo novas regras e obrigatoriedades.

O secretário de Saúde, Sandro Benites falou sobre o retorno da obrigatoriedade dos professores e diretores de usarem máscaras e o uso do álcool 70 nas escolas.

E recomendou que crianças que estejam com problemas respiratórios não sejam enviados para as escolas.

Outro assunto questionado foi sobre o avanço da Dengue. “Quanto aos idosos, estamos primeiro resolvendo a questão da pediatria. Estamos vivendo uma epidemia de fato. Para a população eu faço um APELO para que procurem o pronto atendimento aptos para a Dengue e as UTIS estão sendo específicas para os problemas respiratórios infantis. “, declarou Benites.

Uso de máscaras deixa de ser obrigatório em aviões e aeroportos

O uso de máscaras ficou em vigor entre 2020 e agosto de 2022, quando foi abolida, mas voltou a ser implementada em novembro de 2022

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) retirou nesta quarta-feira (1º) a obrigatoriedade do uso de máscaras em aeroportos e aviões. A agência segue recomendando o uso do acessório nesses ambientes para evitar a transmissão da Covid-19, principalmente para os mais vulneráveis, pessoas com sintomas respiratórios e seus contatos.

Máscaras deixam de ser obrigatórias em aviões e aeroportos — Foto: Bárbara Munhoz/g1

A decisão vale a partir da publicação no Diário Oficial. A Anvisa reforça que haverá a obrigatoriedade de fornecimento, por parte da tripulação, de máscara facial para casos suspeitos. Veja medidas que continuam em vigor:

  • Desembarque por fileiras,
  • Impedimento de viagens para casos confirmados de Covid-19,
  • Exigência de limpeza e desinfecção de ambientes e aparelhos de ar-condicionado,
  • Avisos sonoros sobre o uso de máscara em aeroportos e aeronaves.

A diretoria da agência – o relator, Daniel Pereira, e os diretores Alex Machado, Rômison Rodrigues Mota, Meiruze Sousa Freitas e Antônio Barra Torres – foi unânime ao votar pela retirada da regra.

Segundo Daniel Pereira, o cenário epidemiológico atual da Covid-19, com a redução no número de internações e novos casos da doença, permite que a medida sanitária referente às máscaras seja atualizada.

Em seu voto, o diretor Alex Campos reforçou que as máscaras continuam sendo importantes no combate à pandemia e que elas seguem sendo recomendadas para pessoas com sintomas respiratórios.

A diretora Meiruze Freitas ressaltou que a vacinação é a melhor ferramenta contra a Covid e que as máscaras continuam sendo recomendadas para as pessoas mais vulneráveis. Ela também lembrou que a Anvisa pode voltar a adotar medidas mais restritivas, a depender do cenário da pandemia.

Luana Araújo, infectologista, lembra que a decisão é pela não obrigatoriedade para todo mundo, mas “não que seu uso não seja necessário, principalmente para as pessoas em condições vulneráveis – para as quais a regra de uso de máscaras em aglomerações ou ambientes mal ventilados continua válida como medida de educação sanitária”.

“Não é mais obrigatório, mas o bom senso e a gestão de risco individual devem sempre ser soberanos frente às medidas populacionais”, finaliza a infectologista num post em rede social.

O uso de máscaras nos voos no Brasil ficou em vigor entre 2020 e agosto de 2022, quando foi abolido, mas voltou a ser implementado em novembro de 2022.

Na época em que a exigência foi revogada, a agência avaliou que o cenário da pandemia permitia que o uso compulsório fosse convertido em uma medida de proteção individual recomendada, mas não imposta aos viajantes.

No entanto, meses depois, considerando o aumento expressivo de casos da doença, a Anvisa voltou a determinar a obrigatoriedade em novembro.

Aeroporto de Campo Grande volta a exigir uso de máscara contra Covid

Outros aeroportos em Mato Grosso do Sul também obrigam a utilização de máscara facial

A partir desta sexta-feira (25), o uso de máscara facial é obrigatório no Aeroporto Internacional de Campo Grande. A determinação é da da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O uso do item em outros aeroportos em Mato Grosso do Sul também é obrigatório.

Aeroporto de Campo Grande volta a exigir uso de máscara contra Covid

Na última terça (22), a Anvisa decidiu que o uso de máscaras em aviões e aeroportos seria novamente obrigatório no Brasil, por causa do aumento no número de casos de Covid-19.

A obrigatoriedade esteve em vigor entre 2020 e 17 agosto de 2022, quando a Anvisa decidiu abolir a exigência. Em votação unânime, os diretores justificaram que o cenário da pandemia permitiu que o uso compulsório fosse convertido em uma medida de proteção individual recomendada, mas não imposta aos viajantes.

Agora, o retorno do uso do acessório foi aprovado pela maioria dos diretores do órgão. A Anvisa considerou que o atual cenário epidemiológico da Covid-19 e o surgimento as novas variantes do vírus “requerem novas medidas de prevenção para evitar a proliferação da doença”.

De acordo com a Inframerica, para embarcar nas aeronaves o uso de máscara é obrigatório. No entanto, nas áreas de circulação pública – onde ficam os check-ins, e no saguão de desembarque – o uso é facultativo.

Anvisa aprova fim da obrigatoriedade de máscaras em aviões

Equipamento passará apenas a ser recomendado nos voos

Depois de mais de dois anos, as máscaras deixarão de ser exigidas nos aviões e nos aeroportos. Por unanimidade, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou ontem (17) o fim da exigência do equipamento de proteção em voos no Brasil.

Equipamento passará apenas a ser recomendado nos voos (Foto: Rovena Rosa)

Apesar do fim da obrigatoriedade, as máscaras faciais e o distanciamento social continuarão a ser recomendados como medidas para minimizar o risco de transmissão da covid-19. A medida foi aprovada pelos cinco diretores da agência: Alex Machado Campos, que foi o relator; Daniel Pereira; Rômison Rodrigues Mota; Meiruze Sousa Freitas e Antonio Barra Torres, diretor-presidente da Anvisa.

Mesmo com o fim da obrigatoriedade das máscaras, uma série de protocolos em vigor desde o início da pandemia de covid-19 foi mantida. Os aeroportos e as companhias aéreas continuarão a cumprir as seguintes medidas:

• disponibilização de álcool em gel

• avisos sonoros com adaptações, recomendando o uso de máscaras, especialmente por pessoas vulneráveis

• procedimentos de limpeza e desinfecção contínuas

• sistemas de climatização

• desembarque por fileiras

Em documento, a Anvisa informou que o cenário epidemiológico atual permite que algumas medidas sanitárias tomadas em 2020 sejam atualizadas, como o uso obrigatório das máscaras. “Diante do atual cenário, o uso de máscaras, adotado até então como medida de saúde coletiva, é convertido em medida de proteção individual”, destacou a Anvisa.

A máscara nos terminais aéreos e nos aviões deixou de ser exigida em diversos países, como os Estados Unidos, a França, o Reino Unido e Portugal.

Em maio, a Anvisa liberou o serviço de bordo e autorizou o uso da capacidade máxima de passageiros nos aviões, mas manteve o uso de máscaras em aviões e áreas restritas de aeroportos.