Pix  pode ser usado em oito países

Para quem viaja, a expansão significa mais uma alternativa de pagamento, mas não elimina a necessidade de planejamento.

A transação envolve a conversão do valor da compra, realizada na moeda local, para reais. Antes de confirmar o pagamento, o cliente consegue visualizar o valor convertido. As condições, incluindo câmbio e eventuais tarifas, podem variar conforme a instituição responsável pela operação.

O Pix, sistema de pagamentos instantâneos criado pelo Banco Central, ultrapassou as fronteiras brasileiras e já pode ser utilizado em estabelecimentos de oito países: Argentina, Chile, Uruguai, Paraguai, Estados Unidos, Portugal, Espanha e França.

A expansão ocorre por meio de acordos entre instituições financeiras, fintechs e empresas autorizadas a realizar operações de câmbio.

Fora do Brasil, porém, o funcionamento não é exatamente igual ao que os brasileiros estão acostumados. O serviço depende de parceiros locais e da adesão dos estabelecimentos comerciais. Quando disponível, o consumidor pode realizar o pagamento pelo aplicativo do banco brasileiro, geralmente por meio da leitura de um QR Code.

A transação envolve a conversão do valor da compra, realizada na moeda local, para reais. Antes de confirmar o pagamento, o cliente consegue visualizar o valor convertido. As condições, incluindo câmbio e eventuais tarifas, podem variar conforme a instituição responsável pela operação.

Pix no exterior: como funciona, taxas e cuidados

Em Portugal, onde o Pix começou a ser disponibilizado no fim de 2024, a modalidade já aparece em diferentes estabelecimentos comerciais. A expectativa é que o sistema também passe a se comunicar com o MB Way, uma das principais plataformas de pagamentos instantâneos utilizadas no país.

A integração pretende facilitar operações entre os dois sistemas. Uma das soluções em desenvolvimento prevê que brasileiros possam utilizar o aplicativo de seus bancos para realizar pagamentos em estabelecimentos que trabalham com alternativas locais, como o MB Way e o Multibanco.

Na América do Sul, o Pix também pode ser encontrado em estabelecimentos de países como Argentina, Chile, Uruguai e Paraguai. A disponibilidade, entretanto, não é uniforme e depende das empresas que oferecem a conexão entre o sistema brasileiro e os meios de pagamento de cada país.

A expansão ocorre em meio ao crescimento do Pix no próprio Brasil. O Fundo Monetário Internacional (FMI) aponta o sistema como um dos principais responsáveis pelas mudanças no mercado de pagamentos brasileiro.
Segundo dados da instituição, o Pix representava 49% dos pagamentos eletrônicos realizados no país em 2025.

Para quem viaja, a expansão significa mais uma alternativa de pagamento, mas não elimina a necessidade de planejamento. Antes de utilizar o Pix fora do Brasil, é importante verificar se o estabelecimento aceita a modalidade, qual instituição processará a operação e quais taxas e condições de câmbio serão aplicadas.

Assim, embora o Pix esteja presente em um número crescente de países, sua utilização internacional ainda depende de acordos específicos e da infraestrutura financeira de cada mercado.

O avanço mostra como um sistema criado para facilitar pagamentos dentro do Brasil passou a fazer parte, gradualmente, das conexões entre diferentes meios de pagamento no exterior.

Com informações Portal Folha BV

MS fechou 1º semestre com saldo positivo de empregos e abertura de empresas

Para o governador Eduardo Riedel, os empreendedores têm consciência da segurança oferecida pelo Estado.

Geração de empregos e economia dinâmica com segurança, segundo Riedel.

A menos de cinco meses do final do mandato, o governador Eduardo Riedel (PP) está confiante nas projeções de crescimento que os indicadores fazem para Mato Grosso do Sul. Seu otimismo tem base em dados oficiais, que trouxeram resultados positivos na geração de empregos e na abertura de empresas no primeiro semestre.

“Os empreendedores têm plena ciência das boas condições que encontram para investir aqui, há segurança, e isto é um dos fatores fundamentais”, analisa.

O setor de serviços é o principal empregador e um dos maiores motores de vagas formais, respondendo por cerca de metade de todas as contratações do estado em períodos recentes.

O olhar de confiança de Riedel vê com satisfação que Mato Grosso do Sul, de janeiro a junho, apresentou um saldo positivo de 18.531 empregos formais com carteira assinada, segundo relatório do Novo Caged, divulgado pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Em Campo Grande, foi de 3.541 vagas o saldo positivo acumulado no mesmo período.

De janeiro a julho, a Junta Comercial (Jucems) contabilizou 10.415 novas empresas no Estado, das quais 7.973 de Serviços, 2.151 no Comércio e 291 na Indústria.

Entre os municípios, Campo Grande liderou o número de novas empresas abertas em julho, com 633 registros, seguido por Dourados (126), Chapadão do Sul (120), Três Lagoas (61) e Ponta Porã (37).

A indústria em Mato Grosso do Sul responde por cerca de 24% de todos os empregos formais, totalizando cerca de 180 mil trabalhadores com carteira assinada.

Os 10 municípios com maior número de abertura de novas empresas responderam por 82,6% das inscrições no mês. As atividades econômicas com maior número de constituições em julho foram serviços de escritório e apoio administrativo (54 empresas), atividade médica e ambulatorial restrita a consultas (51), holdings de instituições não financeiras (37), atividades de intermediação e agenciamento de serviços e negócios (34) e promoção de vendas (29).

Apesar da pandemia, Caged aponta saldo positivo na criação de empregos em MS no ano de 2020 | G1

O setor do comércio em Mato Grosso do Sul é um dos principais motores de empregabilidade, sendo diretamente responsável por empregar cerca de 148,2 mil a 155,8 mil pessoas formalmente. É o terceiro maior volume de empregos por setor no Estado, ficando ligeiramente atrás da indústria e do setor de serviços.

A indústria em Mato Grosso do Sul responde por cerca de 24% de todos os empregos formais, totalizando cerca de 180 mil trabalhadores com carteira assinada.

O setor de serviços é o principal empregador e um dos maiores motores de vagas formais, respondendo por cerca de metade de todas as contratações do estado em períodos recentes e concentrando centenas de milhares de postos de trabalho ativos com carteira assinada.

Governo quer tirar mais dos estados para cobrir o rombo, adverte Azambuja

Candidato ao Senado propõe luta para impedir que MS seja mais prejudicado com a reforma tributária.

Azambuja, na entrevista: Senado precisa defender os estados e municípios.

Se o Governo Federal procura elevar ainda mais os encargos dos estados, na desesperada tentativa de compensar o “rombo” nas contas públicas, é preciso reagir e barrar suas manobras. A advertência é do ex-governador Reinaldo Azambuja (PL), candidato ao Senado, ao afirmar que faz parte da sua agenda prioritária lutar e mobilizar forças para impedir que Mato Grosso do Sul e demais estados sejam novamente lesionados pela política econômica do Palácio do Planalto.”Mato Grosso do Sul não pode perder nada com a reforma tributária”, reitera Azambuja.

As novas medidas entrarão em vigor a partir de 2027. “O Governo Federal elevou a dívida pública da União, que saltou de 71% do PIB para 81% nesses 4 anos”, disparou, em entrevista ao Programa Tribuna Livre, da Rádio Capital FM, na sexta-feira (07/08). “É mais de R$ 10 trilhões o valor da dívida. E o povo brasileiro paga R$ 1 trilhão por ano somente de juros”, emendou.

Para evitar que o Estado seja ainda mais penalizado, Azambuja defende um parlamento forte, sobretudo o Senado. Em seguida, indaga e responde: “Quem mais perde com a reforma tributária? Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Espírito Santo. É aí que está a grande produção”.

“Mato Grosso do Sul não pode perder nada com a reforma tributária” (Azambuja).

Reinaldo defende pacto federativo e mais recursos para municípios

Ele explicou que a reforma começa com o CBS, imposto sobre bens e serviços. “Acaba o IPI, acaba o PIS e a Cofins a partir de janeiro. A transformação do ICMS e do ISS, que é das prefeituras, começa com 10% a partir de 2029. E aí virá numa sequência até à plenitude. Eu tenho muita dúvida, Mato Grosso do Sul pode perder com isso”.

Entretanto, Azambuja faz a ressalva. “A reforma simplifica o sistema, acaba com o arcabouço tributário do ICMS, que tem 27 legislações, e do ISS, com 5.800. Cada município legisla de um jeito, e aí começa uma guerra fiscal”, argumentou.

O Senado Federal, acredita, terá papel importante para evitar que estados e municípios sejam mais prejudicados na divisão dos recursos públicos. “Vamos lutar para estados e municípios receberem mais recursos. É nas cidades que as pessoas vivem, precisam dos investimentos em saúde, educação, infraestrutura e outras demandas básicas”, afirmou.

Na Feira, Azambuja endossou o clamor pela revitalização do espaço.

Na Feira
Na quinta-feira (06/08), Azambuja foi com a esposa, Fátima, e o governador Eduardo Riedel (PP), acompanhar o 19º Festival do Sobá, e destacou a importância cultural e turística da Feira Central. “É uma tradição que já está faz parte da identidade de Campo Grande. Temos visitantes de outros estados. Eles vem e gostam, saboreiam o sobá. Então, isso aqui é a cultura, é a tradição e ficamos muito felizes de poder participar”.

A presidente da Afecetur (Associação da Feira Central, Cultural e Turística de Campo Grande), Alvira Appel de Melo, destacou a amizade e a parceria do ex-governador com a Feira Central. “A nossa relação com o Reinaldo é muito boa. Ele criou laços de amizade, construídos com respeito e colaboração. Como governador, ele fez a diferença nas vidas das famílias”, assinalou.

Antes de deixar o espaço, Azambuja deixou um recado escrito de apoio à revitalização do local: “Vamos construir uma nova Feira”.

Extensão do veto russo à exportação de diesel e os efeitos para o Brasil

Restrições russas reforçam a pressão e a preocupação sobre o mercado do diesel.

Para o Brasil, o efeito tende a ser uma redução da oferta de cargas russas no curto prazo e uma perda de competitividade desse produto. Com a guerra na Ucrânia e as sanções ocidentais contra a Rússia, o diesel russo passou a ser vendido com desconto e ganhou espaço nas importações brasileiras.

Em 30 de julho, o governo russo anunciou uma nova restrição à exportação de diesel, gasolina e outros combustíveis, válida de 1 de agosto de 2026 a 31 de janeiro de 2027.

Os ataques contra refinarias russas pela Ucrânia, provocou desabastecimento. O governo russo determinou medidas de emergência, entre elas o veto à exportação dos derivados, inicialmente de 8 de julho até o fim do mês, agora estendido.

No caso do diesel, porém, não se trata de um bloqueio total durante todo o período, a partir de 1 de setembro, os produtores russos poderão exportar, enquanto intermediários e revendedores continuarão impedidos. A medida é para suprir de combustível o mercado interno russo.

Para o Brasil, o efeito tende a ser uma redução da oferta de cargas russas no curto prazo e uma perda de competitividade desse produto. Com a guerra na Ucrânia e as sanções ocidentais contra a Rússia, o diesel russo passou a ser vendido com desconto e ganhou espaço nas importações brasileiras.

Do óleo diesel importado pelo Brasil no primeiro semestre de 2026, a Rússia respondeu por 64,4% do volume adquirido. No período, a cotação média do diesel importado da Rússia foi de US$0,89 por quilo (FOB), enquanto o importado dos Estados Unidos esteve em média em US$0,92 por quilo ou 4,1%, mais caro que o russo.

Volume das importações de gasóleo (óleo diesel) e participação da Rússia e dos Estados Unidos por mês em 2026 em mil toneladas. (Fonte: Comex | Elaboração: Scot Consultoria)

A limitação das vendas por intermediários pode reduzir a oferta, diminuir os descontos e obrigar compradores brasileiros a disputar cargas de outras origens, uma vez que muitas das vendas para o Brasil são feitas por intermediários e não produtores.

Isso não significa falta de diesel ou aumento de preço no Brasil. Como os produtores russos poderão retomar as vendas em setembro, o impacto dependerá da quantidade efetivamente exportada, dos preços oferecidos e da capacidade brasileira de substituir cargas russas por produto dos Estados Unidos e de outros fornecedores. Ainda assim, a medida adiciona pressão a um mercado que já está com pouca folga.

O preço do diesel subiu neste ano, inicialmente, por causa da alta do petróleo. Os conflitos no Oriente Médio provocaram interrupções efetivas na produção e no transporte pelo Estreito de Ormuz, reduzindo a oferta e elevando o preço do barril.  Para amortecer o impacto interno, foi estabelecido um subsídio de R$1,12 por litro do diesel.

Posteriormente, com a recuperação parcial dos fluxos pelo Estreito de Ormuz, resultado do cessar-fogo entre os Estados Unidos e o Irã em 8 de abril e encerrado em 10 de julho, a oferta de petróleo aumentou e o preço do barril caiu.

Preço do petróleo Brent, em US$/barril, no ano de 2026. (Fonte: Investing | Elaboração: Scot Consultoria).

O diesel, no entanto, apesar da cotação ter caído, não foi na mesma proporção. Isso ocorreu porque a oferta do combustível refinado continuou limitada: refinarias exportadoras do Oriente Médio não haviam retomado plenamente as operações, enquanto o refino russo também permanecia afetado. Isso é relevante, pois o Brasil depende de cerca de 30,0% de diesel importado para abastecer o mercado interno.

Cotação média do diesel em São Paulo (R$/litro). (Fonte: Scot Consultoria).

Nesse contexto, a extensão do veto russo aumenta a pressão que já existia. A medida pode reduzir a disponibilidade de diesel com desconto, e dificultar uma queda consistente dos preços no mercado brasileiro.

O fim do cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã havia feito o governo federal manter o subsídio que seria revisto em agosto. O cenário russo vigente deve manter a medida.

Com o primeiro veto da Rússia, em 8 de julho, os Estados Unidos devem abocanhar a maior parte do mercado, o que além dos problemas geopolíticos, deve sustentar as cotações do derivado, já que o combustível estadunidense é mais caro que o russo.

Com informações do Portal Scot Consultoria/Rodrigo De Mundo.

Investimento é essencial para o Estado seguir crescendo, afirma Gerson

Presidente ressalta diálogo e estabilidade como garantias para o desenvolvimento de MS.

Gerson: “Trabalho político feito com amor deixa de ser obrigação e passa a ser missão”. (Foto: Redes Sociais).

O diálogo é um dos principais ingredientes da estabilidade política e institucional que torna viáveis as soluções de desenvolvimento econômico e social de Mato Grosso do Sul. A definição é do deputado estadual Gerson Claro (PP), presidente da Assembleia Legislativa (Alems), ao afirmar que o ciclo desenvolvimentista é um dos mais férteis da história sul-mato-grossense.

Ao realçar o papel decisivo da Alems na construção de garantias para contribuir com a governabilidade e dar ao Executivo os suportes políticos e institucionais na execução dos programas de governo, Gerson assinalou que o ambiente de estabilidade política e segurança jurídica atrai investimentos e impulsiona o progresso.

“Geração de empregos e melhoria da infraestrutura em todas as regiões, o municipalismo realizando obras nas 79 cidades, os indicadores positivos, tudo isso tem bases sólidas criadas pelo diálogo”.

“O Estado cresce, e o crescimento gera necessidade de investimento”.(Gerson Claro).

Em entrevista à Rádio Difusora, Gerson fez um balanço do primeiro semestre legislativo e elogiou o espírito público dos 24 parlamentares das bancadas de governo e oposição, atuando sempre em favor do Estado, sem prejuízo de suas convicções.

A Alems, frisou, votou medidas que abriram o caminho a diversas iniciativas governamentais para desenvolver Mato Grosso do Sul, como a aprovação de financiamentos destinados exclusivamente a obras estruturantes.
“O Estado cresce, e o crescimento gera necessidade de investimento”, definiu. “É igual reformar a casa, com a gente morando nela”, comparou. O Estado – prosseguiu Gerson – chamou a atenção do empresariado nacional e internacional, e esse ambiente favorável permitiu que Mato Grosso do Sul deixasse de ser apenas um produtor de matéria-prima para agregar valor à sua produção.

Ele citou a expansão da indústria da celulose, o crescimento das usinas de etanol de milho, os investimentos em bioenergia e a chegada de novas cadeias produtivas como exemplos da diversificação econômica que vem transformando diferentes regiões do Estado.

Obras transformam
Gerson comentou o significado das obras públicas, exemplificando com a pavimentação de uma estrada na região de Sidrolândia. Considerou que a importância de um investimento não está apenas na obra em si, mas na transformação que proporciona à população. “Não é o asfalto. É a vida das pessoas que foi transformada. Quem antes levava quatro horas para chegar à cidade, muitas vezes ficando atolado no caminho, hoje faz esse percurso em quinze minutos. É isso que dá sentido ao trabalho público.”

Gerson ainda aproveitou a entrevista para defender uma política construída com compromisso, história e resultados concretos. Segundo ele, a atividade política precisa ser encarada como uma missão de servir às pessoas, e não apenas como um cargo público. “O trabalho é obrigação. Mas o trabalho político, quando é feito com amor, com vontade e com a alma, deixa de ser obrigação e passa a ser missão. É esse trabalho feito como missão que transforma a vida das pessoas.”

Para o presidente da Alems, o diálogo permanente com prefeitos, vereadores e a sociedade tem sido um dos pilares do modelo de gestão em Mato Grosso do Sul. “Ouvir é um segredo muito grande. A gente cresce quando aprende a ouvir a crítica, aprender com ela e avançar. A hora que alguém acha ser dono da verdade, deixa de crescer. É ouvindo as pessoas que conseguimos construir um Estado mais forte e preparado para o futuro”.

Com incentivos fiscais, MS troca R$ 19,5 bi por 15 novas indústrias

Política de fomento econômico do governo Riedel assegura investimentos em diversos setores.

 Bataguassu, na Costa Leste, um dos municípios incluídos na nova lista de incentivos industriais.(Foto: Redes Sociais).

“Precisamos assegurar a continuidade do processo de fomento e de diversificação da economia”(Riedel)

Mato Grosso do Sul deixará de arrecadar R$ 11,95 bilhões em receitas do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) em 2027. Mas não é um prejuízo, e sim uma compensação econômica e socialmente lucrativa para os sul-mato-grossenses: a renúncia fiscal é o principal alicerce da política pública de fomento à economia lançada e executada pelo governador Eduardo Riedel (PP).

Ratificado pelo Fórum Deliberativo do MS-Indústria, o “pacote” atual prevê a instalação de 15 unidades industriais (nove de implantação e seis de ampliação).

Esses incentivos fazem parte da estratégia estadual para atrair investimentos e fortalecer a atividade econômica ( Riedel).

Os projetos serão implantados em regiões de cinco municípios: Campo Grande (Capital); Três Lagoas, Cassilândia e Aparecida do Taboado (Bolsão) e Bataguassu (Costa Leste). As indústrias são dos setores de fios e cabos elétricos, comércio atacadista de óleos e gorduras, empresa atacadista de cereais, artefatos de borracha, reciclagem de resíduos, indústria química, cervejaria e mineração.

O Fórum Deliberativo aprovou ainda mais seis projetos de ampliação industrial, totalizando as 15 empresas beneficiadas. “Precisamos assegurar a continuidade do processo de fomento e de diversificação da economia. É a garantia que temos para geração de emprego e renda, além de fortalecer as economias estaduais e municipais”, afirmou Riedel.

Interdição no fim de semana: A circulação de veículos será interditada entre sábado e domingo dos dias: 08 de agosto (a partir das 17h) e 09 de agosto (até às 12h). (Foto: Saul Schramm).

Porto Morrinho
A Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos) informou que agora em agosto serão necessárias novas interrupções de tráfego na ponte da BR-262 sobre o Rio Paraguai, em Porto Morrinho, a 70 km de Corumbá.

É a agência estadual que gerencia as obras de reparos na estrutura da travessia, feitas em cooperação técnica com o DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes).

Segundo a Secretaria Estadual de Infraestrutura e Logística (Seilog), as obras de recuperação estrutural – que começaram em abril – estão em fase de concretagem de laje. Por isso, a circulação de veículos será interditada nos fins de semana, entre sábado e domingo dos dias: 08 de agosto (a partir das 17h) e 09 de agosto (até às 12h); 15 de agosto (a partir das 17h) e 16 de agosto (até às 12h); 22 de agosto (a partir das 17h) e 23 de agosto (até às 12h).

Tarifas de pedágio da BR-163 sobem até 43% a partir de 5 de agosto em MS

Veículos de passeio passarão a pagar entre R$ 9,20 e R$ 14,10 nas nove praças da rodovia; motociclistas seguem isentos.

Motoristas que utilizam a BR-163 em Mato Grosso do Sul enfrentarão novo reajuste nas tarifas de pedágio a partir da zero hora desta quarta-feira (5). A ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) autorizou o aumento das tarifas nas nove praças da rodovia e publicou a medida no Diário Oficial da União.

Reajuste acumula alta de 40,5%

O aumento aprovado é de 40,53%, resultante da aplicação de um degrau tarifário de 33,64% somado à correção inflacionária de 5,16%. A decisão foi publicada em 22 de julho no DOU e entra em vigor na data anunciada.

Segundo a Motiva Pantanal, concessionária responsável pela administração da BR-163/MS, a atualização dos valores faz parte da 1ª Revisão Ordinária do contrato de concessão otimizado. O reajuste considera a atualização monetária prevista em contrato e a aplicação do primeiro degrau tarifário, vinculado ao cumprimento das metas de investimentos estabelecidas pela ANTT.

Novos valores por praça de pedágio

Com a atualização, a tarifa para veículos de passeio (dois eixos) passa a variar entre R$ 9,20 e R$ 14,10, conforme a praça de pedágio. Os novos valores são:

Mundo Novo: R$ 9,20

Itaquiraí: R$ 12,50

Caarapó: R$ 12,60

Rio Brilhante: R$ 12,70

Campo Grande: R$ 14,10

Jaraguari: R$ 10,90

São Gabriel do Oeste: R$ 10,70

Rio Verde de Mato Grosso: R$ 14,00

Pedro Gomes: R$ 10,30campograndenews

As demais categorias de veículos também terão reajuste proporcional, de acordo com o número de eixos.

Isenção para motocicletas e descontos

As motocicletas seguem isentas do pagamento de pedágio e contam com pista exclusiva para passagem. Motoristas que utilizam TAG eletrônica continuam tendo direito ao DBT (Desconto Básico de Tarifa), de 5%, enquanto veículos leves podem obter reduções progressivas por meio do DUF (Desconto de Usuário Frequente).

Nas cabines manuais, os motoristas podem pagar em dinheiro ou com cartões de crédito e débito por aproximação. A concessionária também disponibiliza pistas automáticas para veículos com TAG e totens de autoatendimento para pagamento com cartão.

Trecho da BR-163 (MS) que foi duplicado pela concessionária responsável (Foto: Divulgação/Motiva Pantanal)

Investimentos previstos na rodovia

A concessionária afirma que antecipou as metas previstas para o período, com auditoria de verificador independente e validação da agência reguladora. Conforme a Motiva Pantanal, somente no primeiro ano do contrato otimizado estão previstos investimentos de aproximadamente R$ 1,053 bilhão para recuperação do pavimento, duplicações, implantação de faixas adicionais, dispositivos de retorno, vias marginais, modernização das bases operacionais e construção de PPDs (Pontos de Parada e Descanso).

Até março de 2026, cerca de R$ 555 milhões já haviam sido executados.

Atendimento aos usuários

A concessionária mantém atendimento gratuito aos usuários durante 24 horas por dia, com 17 bases do SAU (Serviço de Atendimento ao Usuário), equipes médicas e mecânicas, guinchos, ambulâncias, caminhões de combate a incêndio e monitoramento operacional. Em 2025, foram registrados aproximadamente 90 mil atendimentos operacionais e cerca de 47 mil usuários receberam assistência na rodovia.

Extensão da BR-163 em MS

A BR-163 corta Mato Grosso do Sul de sul a norte, ligando Mundo Novo, na divisa com o Paraná, a Sonora, na divisa com Mato Grosso. São cerca de 845 quilômetros de extensão, passando por 21 municípios, entre eles Dourados e Campo Grande.

INSS inicia em 25 de agosto pagamento de benefícios

O calendário vai até 8 de setembro, de acordo com o número do benefício.

O INSS começa a pagar terça-feira (25/08) os benefícios referentes a agosto de 2026, com depósitos que se estendem até 8 de setembro, conforme numero final do benefício.

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) começa a pagar na terça-feira (25/08) os benefícios referentes a agosto de 2026, com depósitos que se estendem até 8 de setembro. O calendário segue a ordem do número final do benefício (NB), antes do traço, e divide os pagamentos em dois grupos: quem recebe até um salário mínimo (R$ 1.621) e quem recebe acima do piso nacional.

Quem recebe até um salário mínimo

Para aposentadorias, pensões, BPC/LOAS e auxílios de até R$ 1.621, os depósitos ocorrem entre 25 de agosto e 8 de setembro, de segunda a sexta, em dias úteis, conforme o final do número do benefício. A tabela oficial é a seguinte:

Final 1: 25 de agosto (terça-feira)

Final 2: 26 de agosto (quarta-feira)

Final 3: 27 de agosto (quinta-feira)

Final 4: 28 de agosto (sexta-feira)

Final 5: 31 de agosto (segunda-feira)

Final 6: 1º de setembro (terça-feira)

Final 7: 2 de setembro (quarta-feira)

Final 8: 3 de setembro (quinta-feira)

Final 9: 4 de setembro (sexta-feira)

Final 0: 8 de setembro (terça-feira)

Quem recebe acima do salário mínimo

Benefícios superiores a R$ 1.621 são pagos em cinco dias, entre 1º e 8 de setembro, com finais agrupados em pares para concentrar os depósitos. O calendário é:

Finais 1 e 6: 1º de setembro

Finais 2 e 7: 2 de setembro

Finais 3 e 8: 3 de setembro

Finais 4 e 9: 4 de setembro

Finais 5 e 0: 8 de setembro

Como consultar a data exata e o valor do benefício

Para confirmar a data certa e o valor do pagamento, o segurado pode acessar o aplicativo ou o site do Meu INSS, usando login Gov.br, e consultar o extrato do benefício. No sistema, aparece o número do benefício (NB), que deve ser usado para checar o dia correto no calendário — e não o CPF ou o número do cartão. Em caso de atraso, a orientação é aguardar até o fim do dia útil correspondente ao seu final antes de entrar em contato com o INSS pelos canais oficiais (Meu INSS ou telefone 135).

Calendário do segundo semestre

O calendário anual de pagamentos do INSS foi divulgado no fim de 2025 e segue o mesmo padrão de escalonamento por finais do NB ao longo de todo o ano. Para agosto de 2026, o período total de pagamentos vai de 25 de agosto a 8 de setembro para quem recebe até um salário mínimo, e de 1º a 8 de setembro para quem recebe acima do piso.

10 mil empregos: Montadora chinesa anuncia fábrica de R$ 4,6 bilhões no Brasil

A empresa vai instalar no Espírito Santo um complexo industrial com capacidade para produzir até 200 mil veículos.

Salários de até R$ 30 mil: GWM abre dezenas de vagas para nova fábrica de carros no Brasil

A montadora chinesa GWM (Great Wall Motor) confirmou a instalação de um novo complexo industrial no Brasil. O empreendimento será construído em Aracruz, no Espírito Santo, onde a empresa planeja investir R$ 4,6 bilhões em uma fábrica com previsão de iniciar as operações em 2029.

Para viabilizar o projeto, foi destinada uma área de 1,74 milhão de metros quadrados, localizada em Barra do Riacho, região estratégica próxima à rodovia ES-257 e a estruturas portuárias que devem facilitar a chegada de componentes e a exportação de veículos.

Montadora chinesa chega ao Brasil com mega fábrica e projeta 3,5 mil vagas de emprego | Jornal Correio

Complexo terá todas as etapas da produção

O terreno foi escolhido para abrigar uma fábrica completa, com espaço para futuras ampliações e instalação de empresas fornecedoras de autopeças e serviços.

O projeto prevê quatro etapas principais da fabricação dos veículos:

Estamparia, responsável pela conformação das chapas metálicas da carroceria;

Soldagem, etapa em que a estrutura do veículo será montada;

Pintura, destinada ao tratamento e acabamento das carrocerias;

Montagem final, quando serão instalados motor, bancos, vidros, rodas e demais componentes.

Produção pode chegar a 200 mil veículos por ano

Segundo o projeto apresentado pela montadora, a unidade terá capacidade para produzir até 200 mil veículos por ano quando estiver operando plenamente. A expectativa também é de um impacto significativo na geração de empregos. Durante a fase de construção, a previsão é criar entre 1.500 e 3.500 postos de trabalho, principalmente na construção civil. Após o início das operações, a estimativa é que o complexo gere até 10 mil empregos diretos e indiretos, considerando toda a cadeia produtiva.

Montadora chinesa ganha terreno público de 1,74 milhão de m² e planeja fábrica de R$ 4,6 bilhões no Brasil.

Projeto mira mercado brasileiro e exportações

Inicialmente, a produção será voltada ao mercado nacional. Em uma segunda etapa, a GWM pretende utilizar a fábrica como base para exportar veículos para países da América Latina, como Argentina, Chile, Colômbia, México e Uruguai.

A localização de Aracruz foi considerada estratégica justamente pela combinação entre infraestrutura rodoviária, disponibilidade de área industrial e proximidade dos portos do Espírito Santo.

O que já está confirmado?

Embora o anúncio da fábrica e a definição da área já tenham sido oficializados, parte do cronograma ainda depende de etapas técnicas e administrativas.

Entre os próximos passos estão a obtenção das licenças ambientais, estudos do solo, obras de terraplanagem, construção da planta industrial e instalação dos equipamentos.

Caso o cronograma seja cumprido, a expectativa da empresa é iniciar as atividades da nova fábrica em 2029.

Com informações do Portal A Tarde

Banco Central atualiza o Pix para pagar sem abrir aplicativo

O Pix por Biometria deve ser introduzido em 2026, oferecendo uma alternativa inovadora para pagamentos online.

Pix por biometria promete transformar os pagamentos digitais, oferecendo mais agilidade nas compras e reforço na segurança.

Desenvolvido pela Getnet e pela Mastercard, este sistema possibilita a realização de transações em lojas virtuais sem a necessidade de abrir aplicativos bancários. Utilizando tecnologia de biometria via Open Finance, a solução visa facilitar e acelerar as compras, diminuindo o abandono de carrinhos de compra.

Clientes poderão confirmar pagamentos através de reconhecimento facial, impressão digital ou PIN. Essa inovação promete simplificar as etapas de compra, visando reduzir o índice de carrinhos abandonados, um problema recorrente em grandes plataformas de e-commerce. Tanto usuários de dispositivos móveis quanto de computadores poderão usufruir dessa praticidade.

A tecnologia do Pix por Biometria fundamenta-se na infraestrutura do Open Finance. Após um cadastro inicial, o consumidor vincula sua conta ao sistema, permitindo futuras transações sem a necessidade do aplicativo bancário.

Esta eficiência é assegurada pela Lina OpenX, parceira da Mastercard e regulada pelo Banco Central do Brasil.

Pix por Biometria: o que é e como funciona? – Futuru's Contábil

Futuro dos pagamentos digitais
A introdução do Pix por Biometria representa um passo importante para a segurança e a eficiência dos pagamentos digitais. Espera-se que, com a adoção desta tecnologia em mais plataformas, o número de usuários aumente significativamente.

A segurança e a simplicidade prometidas atraem consumidores em busca de uma experiência de compra online fluida e menos complicada. Embora o pleno impacto desta tecnologia ainda esteja em desenvolvimento, o contínuo aperfeiçoamento e ampliação do seu uso prevê tornar o comércio eletrônico mais acessível e seguro.

Com informações do Portal Mix Conteúdos Digitais