Em menos de quatro anos mais de 40 mil famílias deixaram de viver em absoluta vulnerabilidade no Estado.

De acordo com estudos dos núcleos de inteligência, planejamento e execução de programas governamentais sul-mato-grossenses, o êxito das intervenções conduzidas com ganhos sociais e econômicos consolidou uma tendência de evolução gradual e consistente de avanços.
Assim, o governo estadual vem reduzindo a taxa de extrema pobreza, que recuou para 1,6% da população em menos de quatro anos.
Hoje, Mato Grosso do Sul tem a terceira menor taxa do país nessa categoria, atrás apenas de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul. Com a estratégia “Sem Deixar Ninguém Para Trás”, coordenada pela Secretaria de Assistência Social e dos Direitos Humanos (Sead), o Estado dispõe de ações transversais e de uma força-tarefa que combina busca ativa de famílias vulneráveis, transferência de renda e qualificação profissional.

Auxílio emancipista
O governador Eduardo Riedel (PP) deixa claro, em suas andanças, que este é um processo cujo andamento não pode ser interrompido, e é necessário criar mecanismos robustos para conservá-lo com a dinâmica original.
Esta semana, em uma de suas conversas com o povo, ele disse a uma dona-de-casa que as desigualdades estão sendo combatidas em sua gestão de uma forma que busca fortalecer a autonomia de cada família e reduza ao máximo sua dependência do auxílio oficial.

“Na conversa com a Dona Maria, falei sobre as pessoas que ainda vivem em situação de extrema pobreza. Mais de 40 mil conseguiram sair dessa condição em Mato Grosso do Sul, porém o nosso trabalho precisa avançar para ampliar oportunidades e dar condições para que mais gente possa melhorar de vida”, relatou. Riedel opina o programa assistencial é necessário e válido, mas deve ser emancipista, abrindo oportunidades de emprego e renda, para que todos tenham acesso à própria subsistência.
Estrutura e conceito
As políticas públicas governamentais operam um modelo focado na “busca ativa”, pela inclusão produtiva e na atração dos investimentos privados.
Riedel aprimorou a estrutura e o conceito das ações inclusivas, por meio, principalmente, da Sead. Entre outras atribuições, as equipes do programa social fazem visitas domiciliares nos 79 municípios usando georreferenciamento e o Índice de Vulnerabilidade Social (IVS).
Desta forma, identificam problemas específicos de cada família para conectar os necessitados diretamente aos serviços públicos.
Outra engrenagem no processo gira para promover a atração dos investimentos e a geração de emprego. O motivador é o crescimento econômico, que entre outras conquistas estimulou a diversificação das atividades.
Um dos exemplos da vigorosa presença do capital privado é a a expansão da indústria de celulose. “Mato Grosso do Sul diversificou a sua matriz produtiva, sem abrir mão da competitividade do agro. Novas cadeias ganharam espaço, a pecuária aumentou a produtividade e a indústria acompanhou essa transformação”, ressalta Riedel.






