“Articulou-se bem, construir parcerias com o poder público e atraiu a iniciativa privada”, define o candidato.

Autônomo há apenas 39 anos, a 240 km de Campo Grande, com cerca de 6,5 mil habitantes, hospitaleiro e carismático, Vicentina é um município cujas acanhadas dimensões geográficas dão a ideia de grandes dificuldades para dispor de bases econômicas capazes de provê-las. Ideia equivocada, como bem observou o ex-secretário estadual de Meio Ambiente e candidato a deputado federal, Jaime Verruck (Republicanos).
“Vicentina tem seu próprio meio de crescimento, buscou valer-se de seu potencial, articulou-se bem, construiu parcerias produtivas com o poder público e atraiu a iniciativa privada”, explicou Verruck. “Agora é um núcleo sucroenergético, com base agrícola combinada e mercado formal intenso, integrando três ativos que definem o município, que nestes últimos anos recebeu atenção para alavancar o desenvolvimento”.
O candidato lembrou que foram realizadas várias ações voltadas à interiorização dos investimentos, à geração de empregos e ao fortalecimento da base produtiva local.
O principal marco foi o convênio para construção de três barracões destinados a receber novas empresas. Verruck, economista e doutor em Desenvolvimento, salientou que a cidade se destaca no mapa industrial pela presença da Kagiva, do Grupo Mundi, o maior produtor de bolas esportivas do país.
Eixo logístico
Além da estrutura produtiva, Vicentina se beneficia de sua inserção no eixo logístico da BR-376/MS, rodovia que atravessa a região produtora da Grande Dourados e funciona como rota de acesso a São Paulo, ao Paraná e aos portos de exportação. A Central Energética Vicentina está autorizada a produzir 585 m³/dia de etanol hidratado.
Na base agrícola combinada, a cana-de-açúcar, com a soja e o milho, somaram a maior parte dos R$ 127,3 milhões da produção agrícola de 2024.
O mercado formal é representado por dados vigorosos, como a proporção de 27,1 empregos por 100 habitantes e saldo de 127 vagas no Caged apenas em abril de 2026.






