A seleção de novos colaboradores acontece em três lojas do Grupo Pereira, na unidade Cônsul Assaf Trad, Brilhante e Três Barras, saiba os cargos
O Grupo Pereira, dono do Fort Atacadista e dos Supermercados Comper, anuncia 110 vagas para contratação de operadores de caixa, auxiliares de carga e descarga, auxiliares de cozinha, auxiliares de perecíveis, repositores de mercadorias e cozinheiro. Todas as vagas têm como requisito obrigatório o Ensino Fundamental completo.
Os currículos serão selecionados e, em seguida, acontecem as entrevistas com os candidatos às vagas. O processo de seleção acontece presencialmente em três lojas do Grupo Pereira em Campo Grande, os interessados devem levar currículo e documentos pessoais, conforme cronograma abaixo:
Dia 16 de maio (terça-feira) das 8h às 17h
Fort Cônsul Assaf Trad, localizado na Avenida Coronel Antonino, 5498 | Jardim Montevideu;
Dias 16, 17 e 18 de maio, das 8h às 16h
Comper Brilhante, localizado na rua Brilhante, 2702 | Vila Bandeirante;
Dia 17 de maio (quarta-feira) das 8h às 17h
Fort Três Barras, localizado na Avenida Três Barras 1499 | Vila Vilas Boas.
Os cargos ofertados não exigem experiência e os benefícios para os funcionários incluem: seguro de vida, assistência odontológica, alimentação na empresa (café da manhã, almoço/jantar), kit maternidade, suporte social (assistência social, jurídica, financeira, psicológica e previdenciária) aos funcionários e grupo familiar, crédito consignado após 1 ano de empresa e o Vuon Card (cartão de crédito com desconto em compras no Fort Atacadista e no Supermercados Comper). Algumas funções também remuneram por produtividade.
As 110 vagas estão distribuídas entre os cargos de:
O 3º Feirão de Oportunidades da Funsat (Fundação Social do Trabalho de Campo Grande) em parceira com 31 empresas, ofereceu, na segunda-feira (8), 1.000 vagas de contratações imediatas, com salários entre R$ 1.320 a R$ 3 mil. Deste total, 780 pessoas foram encaminhadas ao mercado de trabalho, sendo que 860 compareceram ao local.
Eram mil vagas ofertadas sendo que 860 compareceram ao local, buscando um trabalho
Os representantes do departamento de recursos humanos estavam presentes para fazer o recrutamento de funcionários. As empresas que estavam presentes e recrutaram funcionários foram: Assaí Atacadista, Atacadão, Fort Atacadista, Claro, Coca-Cola, Coco Bambu, Comper, Dale Sorvetes, Employer, Enjoy Inglês Profissionalizante, entre outros.
Nesta edição, foram ofertadas oportunidades para 150 profissões diferentes, como por exemplo, no setor de construção civil, setor de serviços, no comércio, indústria, mercado de automação e no agronegócio.
Para o diretor-presidente da Funsat, Paulo da Silva, a edição é um recorde de público e de encaminhamentos. “Nesse feirão, 31 equipes de recrutadores estão com estande na Funsat e foi o maior número em parceiria e engajamento deles, tanto que ofertamos 1.000 vagas para contratações imediatas. Então, fazemos os feirões para conseguir o maior número de pessoas possível no mercado de trabalho e, até o fim do ano, vamos realizar outros feirões e atender a áreas especificas”.
O diretor-adjunto, João Henrique Lima Bezerra, explica que o alicerce garante a efetividade do evento. “Temos conseguido uma aproximação maior com o mercado e implementado um atendimento mais acolhedor a quem nos procura, buscando emprego ou atrás de qualquer outro serviço, da Funsat. São avanços que refletem no destaque do feirão, mas fazem parte do nosso cotidiano.”
Oportunidade
Segundo o gerente de Marketing da Dalle Sorvetes, Rogério Guimarães, a firma está buscando profissionais que consigam fazer uma conexão junto à empresa. “Ao todo, foram ofertadas 12 vagas, sem experiência. A Dalle conta com o salário acima do piso e tem toda disponibilidade do plano de saúde, vale-alimentação, vale- -transporte e a contratação por CLT (Connsolidação das Leis do Trabalho)”, enfatizou.
Em busca do primeiro trabalho, Giovanna Corrêa, de 19 anos, participa pela primeira vez do Feirão de Oportunidades. “Estou em busca de uma vaga de emprego na área de recepcionista. Não estou com muita expectativa de encontrar um trabalho tão rápido, mas vou tentar. Até pelo fato de que pretendo entrar na faculdade e ir em busca de realizar o meu sonho.”
Já para Andreia de Castro Paes, de 43 anos, e está desempregada há 6 meses, é diferente. “Quero sair daqui com um emprego. Já trabalhei como repositora de mercado, mas, no que eu me encaixar ou se aparecer outra vaga boa, estou querendo. O importante é trabalhar”, pontuou.
Evento começou nesta manhã e vai até as 14h com oportunidades em 31 empresas
Para fomentar a empregabilidade na Capital, a Fundação Social do Trabalho (Funsat) realiza a 3ª edição do Feirão das Oportunidades, que acontece nesta segunda-feira (08), na sede da instituição. A iniciativa conta com 31 empresas parceiras que, juntas, vão ofertar 1.000 vagas de trabalho para contratações imediatas.
População da Capital lota feirão de empregos na manhã desta segunda-feira(8)
A edição de maio do Feirão, em comemoração ao mês do Trabalhador, terá oportunidades para 150 profissões, com salários que variam entre R$ 1.320 a R$3 mil. São vagas na construção civil, setor de serviços, comércio, indústria, mercado de automação e no agronegócio. A Funsat está localizada na Rua 14 de Julho, 992 – Vila Glória.
As oportunidades são para os trabalhadores interessados conseguirem vagas em grandes empresas de Campo Grande, que estarão na sede do órgão com representantes do departamento de Recursos Humanos. A ação dinamiza o recrutamento de funcionários e visa resultados imediatos de contratação no evento agendado nesta segunda-feira.
“Projetamos nessa edição, um recorde de público e de encaminhamentos e para isso, fechamos parcerias com uma quantidade maior de empresas. Nesse Feirão, são 31 equipes de recrutadores estarão com stand na Funsat, bem mais que os 21 que trouxemos na última edição. Foi justamente esse maior número de parceiros e apoio do engajamento deles que vamos poder ofertar 1.000 vagas para contratações imediatas”, fala o diretor-presidente da Funsat, Paulo da Silva.
Confira a lista das empresas que recrutam nessa agenda da Funsat, entre as 08 e às 14h:
Mato Grosso do Sul fechou o primeiro trimestre de 2023 com um saldo positivo de 14.366 novas vagas com carteira assinada criadas no período. Os dados são do Caged-MTE (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho e Emprego), compilados na Carta de Conjuntura do Mercado de Trabalho de abril, com os dados de março de 2023, divulgada nesta quinta-feira (27) pela Semadesc (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar). Clique aqui para ver o documento.
No acumulado dos últimos 12 meses, MS criou 37.959 empregos formais (Foto: Álvaro Rezende)
Somente no mês de março deste ano, foram criados 3.680 empregos formais no Estado. Em termos de ranking nacional de empregos formais, o Estado ficou em 13º no saldo de vagas no período. Os setores que mais geraram novos empregos formais foram: Serviços (+1.519); Indústria (+849) e Construção (+610). No acumulado dos últimos 12 meses, Mato Grosso do Sul apresentou uma criação de 37.959 empregos formais.
“É muito positivo ver que Mato Grosso do Sul apresentou um saldo de 3.680 novos empregos formais no mês de março de 2023, com todos os grandes setores apresentando saldos positivos. Esses dados são uma evidência clara do potencial econômico do nosso Estado e demonstram que estamos no caminho certo para fomentar o desenvolvimento e a geração de empregos em nosso estado. Continuaremos trabalhando para promover políticas públicas que incentivem o empreendedorismo e a inovação, além de fortalecer os setores que mais geram emprego e renda para a população sul-mato-grossense”, comentou o secretário Jaime Verruck, da Semadesc.
No acumulado dos últimos 12 meses os setores do Comércio e Serviços apresentaram um saldo de 8.293 e 12.459 vagas de trabalho a mais, respectivamente. Os principais serviços com os melhores saldos no mês de março de 2023 foram: Transporte, Armazenagem e Correio (+385 vagas), Educação (+343 vagas) e Saúde Humana e Serviços Sociais (+237 vagas).
O setor industrial apresentou saldo positivo principalmente no subsetor de Indústrias de Transformação, com 653 vagas de trabalho a mais. Na Construção Civil, foram mais 610 vagas no mês de março de 2023. No acumulado dos últimos 12 meses, a Indústria apresentou a criação de 3.578 novas vagas, enquanto na Construção Civil foram 7.153 novas contratações.
Os municípios com maior saldo acumulado de contratações no primeiro trimestre de 2023 foram Ribas do Rio Pardo, com 2.948; Campo Grande, com 2.558; Rio Brilhante (690); Nova Alvorada do Sul (667); Três Lagoas (628); Dourados (445); Chapadão do Sul (442); São Gabriel do Oeste (340); Aparecida do Taboado (336) e Naviraí (335).
O conjunto da atividade industrial foi responsável pela abertura de 1.932 postos formais de trabalho em Mato Grosso do Sul em fevereiro, resultado de 8.757 contratações e 6.825 demissões, conforme levantamento do Radar Industrial da Fiems. Esse foi o maior saldo registrado para o mês pelo Novo Caged. Já no acumulado de janeiro a fevereiro, são 4.284 vagas abertas pela indústria, resultante de 17.555 contratações e 13.271 demissões. Com isso, o setor industrial tem uma participação de 41% do total de vagas abertas no estado no período indicado.
As atividades industriais que mais abriram vagas no mês de fevereiro foram: obras de infraestrutura (+1.166), instalações e serviços especializados para construção (+313), abate de bovinos (+242), fabricação de açúcar (+115), atividades de apoio à extração de minério de ferro (+89), construção de edifícios (+88), fabricação de álcool (+43) e fabricação de calçados de material sintético (+30).
Já as atividades industriais que mais abriram vagas no acumulado de janeiro a fevereiro foram: obras de infraestrutura (+1.925), instalações e serviços especializados para construção (+743), construção de edifícios (+622), abate de bovinos (+357), atividades de apoio à extração de minério de ferro (+215), fabricação de açúcar (+193), curtimento e outras preparações de couro (+87), fabricação de álcool (+83), usinagem, tornearia e solda (+78), fabricação de óleos vegetais (+47), manutenção e reparação de tanques e reservatórios metálicos (+47) e instalação de máquinas e equipamentos industriais (+45).
Segundo o coordenador da Unidade de Economia, Estudos e Pesquisas da Fiems, Ezequiel Resende, o conjunto das atividades industriais em Mato Grosso do Sul encerrou fevereiro de 2023 com o total de 146.637 trabalhadores empregados. Indicando, até aqui, um aumento de 3,01% em relação ao fechamento do ano anterior, quando o contingente ficou em 142.353 funcionários.
“Com isso, a atividade industrial responde por 24,1% de todo o emprego com carteira assinada (CLT) existente em Mato Grosso do Sul, ficando atrás do segmento de Serviços, que emprega 231.559 trabalhadores, com participação equivalente a 38,1%”, afirmou o economista.
Municípios que mais empregaram
Em relação aos municípios, constata-se que em 39 deles as atividades industriais registraram saldo positivo de contratação no período de janeiro a fevereiro de 2023, proporcionando a abertura de 4.829 vagas.
Entre as cidades com saldo positivo de pelo menos 70 vagas, destacam-se: Ribas do Rio Pardo (+2.420), Campo Grande (+842), Corumbá (+245), Três Lagoas (+216), Nova Andradina (+188), Rio Brilhante (+167), Deodápolis (+97), Paranaíba (+80) e Angélica (+75).
As atividades que mais contribuíram nos municípios indicados foram: obras de infraestrutura (+1.793), construção de edifícios (+644), instalações e serviços especializados para construção (+566), abate de bovinos (+307), atividades de apoio à extração de minério de ferro (+215), fabricação de açúcar (+202), fabricação de álcool (+75), usinagem, tornearia e solda (+46), curtimento e outras preparações de couro (+44) e fabricação de celulose (+40).
Por outro lado, em outros 32 municípios as atividades industriais registraram saldo negativo, proporcionando o fechamento de 545 vagas. Entre as cidades com saldo negativo de pelo menos 70 vagas destaca-se Bataguassu (-96). As atividades que mais contribuíram no município indicado foram: fabricação de peças do vestuário (-57), fabricação de conservas de legumes e outros vegetais (-31) e fabricação de produtos de pastas celulósicas, papel e papelão (-31).
Mato Grosso do Sul contratou mais 5.688 trabalhadores com carteira assinada no mês de fevereiro, com destaque para os setores de Serviços, Agropecuária e Construção. No acumulado dos últimos 12 meses, o Estado apresentou uma criação de 39.857 empregos formais. Entre os municípios, Ribas do Rio Pardo é quem mais se destaca.
Os dados constam na Carta de Conjuntura do Mercado de Trabalho elaborada pela Coordenadoria de Estatística e Economia da Semadesc (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação), com base no levantamento do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) do Ministério do Trabalho e Emprego.
Construção Civil pode aquecer mais ainda o mercado de trabalho a partir do segundo semestre Foto Álvaro Rezende
Os líderes de geração de postos são Serviços (1.839 a mais), Agropecuária (1.653 a mais) e Construção (1.567 a mais). Os setores de Comércio e de Serviços vêm apresentando, no acumulado dos últimos 12 meses, um saldo de 7.935 e 13.631 vagas de trabalho, respectivamente.
“São números que refletem todo um trabalho para atrair investimentos. Preparamos Mato Grosso do Sul para receber empreendimentos que gerem valor aos nossos produtos, que criem empregos, renda e novas oportunidades”, aponta o governador Eduardo Riedel.
Titular da Semadesc, Jaime Verruck também analisou os números e fez ponderações.
“Isso é muito importante quando olhamos a atividade. A Construção Civil vem, já, há alguns meses, mostrando sua pujança e capacidade de resposta. Isso decorre dos investimentos que estão ocorrendo no Estado, principalmente industriais, e também residenciais, da área de apartamentos”.
O secretário acredita que, a partir do segundo semestre, quando for retomado pelo Governo Federal o Programa Minha Casa, Minha Vida, o setor da Construção Civil deve ter um novo impulso, principalmente nos pequenos municípios.
A Agropecuária também teve um aumento significativo em fevereiro devido ao início da colheita da soja, frisou Verruck, quando normalmente se contratam muitos trabalhadores.
“Agora inicia-se outras atividades do setor, como a colheita da cana. Estivemos em Nova Alvorada do Sul participando de um ato que marca a safra 2023 do setor sucroenergético, que vem com uma perspectiva muito positiva de incremento da safra e, consequentemente, dos empregos”, destaca, citando ainda o setor agroflorestal como importante gerador de empregos.
“Todas as empresas desse setor estão investindo no plantio de eucalipto. Isso demanda muita mão-de-obra e percebemos claramente isso nos municípios de Inocência, Água Clara, Ribas do Rio Pardo, Santa Rita do Pardo, Três Lagoas. Toda essa região florestal tem aumentado o nível de emprego na agropecuária”, destaca.
Com relação à Indústria de Transformação, que tem um emprego mais estável e ocupou 306 vagas em fevereiro, isso representa um indicador de solidez da economia, conclui Verruck.
Chama a atenção na Carta a alteração na distribuição regional dos novos empregos, que tinha Campo Grande no topo da lista todos os meses. No acumulado dos dois primeiros meses do ano, o município que mais gerou empregos formais foi Ribas do Rio Pardo, com 2.717 vagas.
Isso decorre da indústria de celulose da Suzano que está sendo construída lá e impulsiona todas as outras empresas que estão operando na cidade. Só no canteiro de obras da Suzano trabalham mais de 8 mil pessoas.
Verruck falou ainda sobre a PNAD Contínua (Pesquisa Nacional por Amostragem Domiciliar) do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) que coloca Mato Grosso do Sul ao lado de outros dois estados brasileiros com os menores índices de desocupação.
“Apenas 3,3% da população economicamente ativa está desocupada. É o que chamamos de pleno emprego em economia. Temos muitas vagas de trabalho para serem preenchidas, estimamos que pelo menos 20 mil vagas, falta a oferta da mão-de-obra. Com isso poderíamos ter gerado muito mais emprego em fevereiro. Para isso, a Semadesc está buscando identificar as pessoas que precisam de capacitação e qualificação, criar programas específicos para qualificar essas pessoas que hoje não conseguem acessar o mercado de trabalho”.
A colheita da safra e construção civil ajudaram a puxar a geração de empregos em Mato Grosso do Sul no mês de janeiro, que fechou com saldo positivo de 4.669 vagas. O resultado é referente a 33.424 admissões e 28.755 desligamentos. Os dados são do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) e apontam que a geração de emprego é a maior para o mês desde 2020.
Em termos de ranking nacional de empregos formais, o Estado seria o 7º no saldo de vagas no mês de janeiro. Os setores que mais geraram novos empregos formais foram: Agropecuária (1.920), Construção (1.703) e Serviços (838).
Foto da construção da unidade da Suzano: Álvaro Rezende
O resultado na agropecuária foi puxado pelo período da colheita da safra de soja, que amplia as contratações. Já na construção civil, as obras da fábrica da Suzano em Ribas do Rio Pardo e o reflexo disso no mercado imobiliário do município ajudaram a aquecer a oferta de trabalho.
No acumulado dos últimos 12 meses, Mato Grosso do Sul apresentou uma criação de 41.575 empregos formais. Já os setores de ‘Comércio’ e os ‘Serviços’ vêm apresentando, no acumulado dos últimos 12 meses, um saldo de 8.330 e 15.265 vagas de trabalho, respectivamente.
Os principais serviços com os melhores saldos no mês de janeiro de 2023 foram: Atividades Administrativas e Serviços Complementares (453 vagas), Atividades Profissionais, Científicas e Técnicas (244 vagas) e Administração Pública, Defesa e Seguridade Social (113 vagas).
A indústria, por sua vez, apresentou saldo positivo, principalmente no subsetor de Indústrias de Transformação, com +517 vagas de trabalho, enquanto na Construção Civil foram +1.703 vagas no mês de janeiro de 2023. No acumulado dos últimos 12 meses, a Indústria apresenta criação de 3.845 novas vagas, enquanto na Construção Civil foram 6.838 novas oportunidades.
Segundo o secretário de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia (Semadesc) Jaime Verruck os dados confirmam o bom momento da economia do Estado. ” Mato Grosso do Sul continua numa trajetória de criação de emprego e de empresas. Neste mês, especificamente, nós tivemos um crescimento da agropecuária, tivemos um avanço da construção civil e também da indústria. Isso é muito importante . E como é natural para o período, houve uma queda de vagas no comércio, que é um momento que ocorre algumas demissões em relação ao final do ano. Mas o importante é a tendência que Mato Grosso do Sul mantenha sua forte geração de emprego. Hoje nós temos uma das melhores ocupações do país e temos uma das menores taxas de desemprego”, salientou.
Municípios
O município de Ribas do Rio Pardo, que recebe um dos maiores investimentos privados do Brasil, a unidade de celulose da Suzano, apresentou o melhor resultado com geração de 1.247 empregos formais, enquanto que o pior resultado foi para Vicentina, com extinção de 118 empregos formais no acumulado do ano.
Mato Grosso do Sul registrou um saldo de 43.222 empregos no acumulado de janeiro a setembro de 2022. Segundo dados divulgados pelo Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), do Ministério do Trabalho e Previdência, nestes nove meses foram registradas 283.623 contratações formais e 240.401 desligamentos.
A variação percentual do saldo foi de 7,69% a sétima maior entre todos os 26 estados e o Distrito Federal. Somente o Amapá (10,39%), Roraima (10,12%), Mato Grosso (8,8%), Acre (8,12%), Maranhão (7,79%) e Goiás (7,77%), registraram índices maiores. O percentual de Mato Grosso do Sul, foi inclusive, superior ao nacional, que foi de 5,28%.
Conforme o Novo Caged, os cinco macro setores da economia sul-mato-grossense apresentaram resultado positivo na soma dos três trimestres de 2022. O maior saldo efetivo foi do setor de serviços, com 17.596 vagas (107.470 admissões e 89.874 demissões). Entretanto, o maior resultado percentual foi da construção com 27,94%. Confira abaixo todos os dados:
Setembro Em setembro, o Novo Caged contabilizou um saldo de 4.026 vagas. Foram 30.632 contratações e 26.606 desligamentos. O maior saldo foi de setor de serviços, com 1.161 vagas.
Somente em agosto, mais de 4,4 mil novas vagas foram criadas, detalha o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho e Emprego (Caged/MTE)
Mato Grosso do Sul abriu 38.967 mil novas vagas de emprego desde o início do ano, apontam dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho e Emprego (Caged/MTE), divulgados nesta quinta-feira (29). Em agosto, 4.439 mil novas vagas foram criadas no estado.
A categoria serviços foi a que gerou mais empregos em agosto Foto Divulgação
Em 2022, o setor que mais gerou novos empregos foi o de Serviços, com pouco mais de 141 mil vagas. Na sequência estão os setores da Indústria (16.336 novas vagas), Agropecuária (7.209 novas vagas), Construção (5.781 novas vagas), Comércio (4.828 novas vagas) e Indústria (4.813 novas vagas).
Em agosto, os setores que mais criaram novas vagas foram, respectivamente, Serviços, Indústria, Comércio e Construção Civil. Ribas do Rio Pardo, terceira cidade com maior geração de empregos do estado, ofereceu 3.369 vagas.
Campo Grande continua sendo a cidade que mais oferta novos empregos no estado, com 11.433 vagas. Três Lagoas ocupa a segunda colocação com 3.479 novas vagas, sendo seguida por Ribas do Rio Pardo com 3.369 vagas e Dourados com 2.551 novas vagas.
Trad transformou prefeitura em cabide de emprego, cuja gestão fechou 2021 com 11.524 servidores sem concurso, contra 5.902 de Bernal
O ex-prefeito de Campo Grande Marquinhos Trad (PSD) aumentou em 95,2% o número de servidores comissionados e temporários, nomeados por critério meramente político, nos cinco anos em que administrou a Capital. Isso explica o fato de o município ter estourado o limite constitucional com funcionalismo nos últimos anos.
Em dezembro de 2016, com o então prefeito Alcides Bernal, Campo Grande tinha 5.902 servidores sem concurso, quantidade que chegou a 11.524 com Marquinhos Trad em dezembro de 2021. Os dados foram obtidos pelo MS em Brasília com base na Lei de Acesso à Informação.
Alcides Bernal entregou folha de pessoal equilibrada, cujo estouro do limite ocorreu com Marquinhos Trad (Foto: Campo Grande News)
Em relação aos cargos comissionados, houve aumento de 125% de Bernal para Marquinhos, saindo de 759 para 1.710. Sobre os temporários, as nomeações também alcançaram números impressionantes, passando de 5.143 para 9.814, crescimento de 90%.
A prova de que Trad priorizou nomeações políticas é o número de servidores efetivos, cujo quadro passou de 15.330 para 16.446, aumento de apenas 7,2%.
Apesar da dificuldade em administrar Campo Grande, a gestão Alcides Bernal fechou 2016 com as despesas de pessoal equilibradas. O comprometimento com a folha do funcionalismo em relação à Receita Corrente Líquida (RCL) foi de 52,83%, abaixo do limite constitucional de 54%.
Em vez de reduzir esses gastos, devido à falta de dinheiro para pagamento de despesas obrigatórias, como o salário do funcionalismo, Marquinhos Trad os elevou em cinco anos no cargo. A prefeitura se transformou em cabide de emprego para afilhados políticos e cabos eleitorais.
Em 31 de dezembro do ano passado, três meses antes de Marquinhos deixar a prefeitura, por exemplo, as despesas com pessoal atingiram 59,16% da RCL, 5,16 pontos percentuais acima do limite constitucional, e 6,33 pontos acima do percentual registrado com Bernal.
Com isso, a partir de janeiro de 2023, a prefeita Adriane Lopes (Patriota) deverá eliminar o excesso de despesas à razão de 10% a cada exercício, até 2032, conforme previsão da Lei Complementar 178, de 2021. As demissões serão inevitáveis.
Em 2021, Marquinhos Trad gastou R$ 2,364 bilhões com pessoal, a capital que mais comprometeu sua receita com a folha do funcionalismo (ver aqui). Se tivesse cumprido o teto constitucional, de 54% da receita corrente líquida, Campo Grande teria economizado R$ 207 milhões, dinheiro suficiente para restabelecer o atendimento completo das unidades de saúde e concluir as mais de 30 de obras paralisadas.
Pior gestão
Em cinco anos sob o comando de Marquinhos Trad, Campo Grande colecionou os piores indicadores econômicos da sua história. Levantamento realizado recentemente pelo MS em Brasília, com base na prévia fiscal do Tesouro Nacional, referente ao primeiro quadrimestre, apontou a Capital como a pior gestão entre os 79 municípios sul-mato-grossenses (ver aqui).
Foram analisados três critérios: índice sobre a capacidade pagamento (Capag), poupança corrente líquida (relação entre despesas e receitas) e despesas com pessoal. Campo Grande foi reprovada nos três itens. Destaque foi Sonora, na região norte, com os três melhores índices entre as 79 cidades.