MS acumula quase 39 mil novas vagas de emprego em 2022

Somente em agosto, mais de 4,4 mil novas vagas foram criadas, detalha o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho e Emprego (Caged/MTE)

Mato Grosso do Sul abriu 38.967 mil novas vagas de emprego desde o início do ano, apontam dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho e Emprego (Caged/MTE), divulgados nesta quinta-feira (29). Em agosto, 4.439 mil novas vagas foram criadas no estado.

A categoria serviços foi a que gerou mais empregos em agosto Foto Divulgação

Em 2022, o setor que mais gerou novos empregos foi o de Serviços, com pouco mais de 141 mil vagas. Na sequência estão os setores da Indústria (16.336 novas vagas), Agropecuária (7.209 novas vagas), Construção (5.781 novas vagas), Comércio (4.828 novas vagas) e Indústria (4.813 novas vagas).

Em agosto, os setores que mais criaram novas vagas foram, respectivamente, Serviços, Indústria, Comércio e Construção Civil. Ribas do Rio Pardo, terceira cidade com maior geração de empregos do estado, ofereceu 3.369 vagas.

Campo Grande continua sendo a cidade que mais oferta novos empregos no estado, com 11.433 vagas. Três Lagoas ocupa a segunda colocação com 3.479 novas vagas, sendo seguida por Ribas do Rio Pardo com 3.369 vagas e Dourados com 2.551 novas vagas.

Mato Grosso do Sul está entre os 5 estados que mais contrataram no ano

Estado acumula mais de 19.068 novas vagas no mercado de trabalho formal nos primeiros quatro meses do ano

Impulsionado pelo setor de serviços, Mato Grosso do Sul permanece sendo destaque positivo na geração de empregos com carteira assinada, conforme dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) divulgados nesta segunda-feira (6) pelo Ministério do Trabalho e da Previdência Social.

Em abril, o Estado criou 2.586 novas vagas no mercado de trabalho formal (com 29.060 admissões e 26.474 desligamentos). Com esse resultado, a Unidade da Federação acumula mais de 19.068 novas vagas no mercado de trabalho formal no quadrimestre. O aumento de 3,39% em relação ao estoque de empregos do mês de dezembro de 2021 coloca Mato Grosso do Sul em 5º lugar em termos de crescimento percentual no ano de 2022, atrás apenas de Amapá (4,31%), Goiás (3,74%), Roraima (3,52%) e Mato Grosso (3,48%).

Para o governador Reinaldo Azambuja, a geração de empregos é resultado de políticas públicas e do desenvolvimento do Estado. “Esses números mostram a transformação de Mato Grosso do Sul e a confiança de quem quer investir aqui. Fizemos o dever de casa, as reformas necessárias e hoje Mato Grosso do Sul é um estado equilibrado financeiramente, capaz de cumprir obrigações, com o pagamento de salários do funcionalismo em dia e fazendo investimentos. Quem investe aqui tem segurança jurídica. Temos uma das melhores políticas de incentivos fiscais, abrindo uma janela de oportunidades, gerando empregos, renda e promovendo o desenvolvimento social”, explicou o governador Reinaldo Azambuja. 

Com exceção do industrial, que teve queda de 335 vagas, todos os setores tiveram saldo positivo no mês de abril em Mato Grosso do Sul. O melhor resultado ficou por conta da área de Serviços, com 1.038 empregos criados, seguido por Comércio (659), Agricultura (652) e Construção (572).

Entre os municípios sul-mato-grossenses com melhor saldo de empregos estão Campo Grande (552), Três Lagoas (453), Ribas do Rio Pardo (354), Nova Alvorada do Sul (304), Vicentina (241), Caarapó (230), Costa Rica (116), Ivinhema (111) e Nova Andradina (117). No mês, o Brasil gerou 196,9 mil empregos formais.

No acumulado de 12 meses (de maio de 2021 a abril de 2022), Mato Grosso do Sul gerou 37.808 empregos com carteira assinada. E para impulsionar ainda mais as contratações, até sexta-feira (10), a Funtrab (Fundação do Trabalho de Mato Grosso do Sul) realiza o Feirão Digital de Empregos por meio do aplicativo “MS Contrata+”, disponível para IOS e Android.

Confira aqui um resumo feito pela Funtrab sobre a geração de empregos em MS

Atitude, e não “varinha mágica”, criou as condições para MS gerar 36.287 empregos em 2021, diz Reinaldo

Medidas duras, impopulares e o equilíbrio das contas criaram as condições para que Mato Grosso do Sul pudesse manter os níveis de crescimento e chegar ao fim de 2021 com saldo de 36.287 novos postos de trabalho, afirmou o governador Reinaldo Azambuja. Ele comentou os números positivos do mercado de trabalho no Estado nesta terça-feira (1º), durante entrevista ao vivo no programa Band Cidade, da TV Guanandi.

Segundo o governador, a alta no nível de empregabilidade no Estado, que vem se repetindo nos últimos anos, tem uma explicação lógica: o equilíbrio. Sem uma gestão com indicadores positivos, tanto do ponto de vista fiscal quanto administrativo, dificilmente as políticas de indução ao desenvolvimento teriam êxito. Reinaldo destacou que o nível de empregabilidade está atrelado aos pilares de crescimento, sustentados por um conjunto de medidas de curto, médio e longo prazos. “Não tem varinha mágica. É atitude”, afirmou o governador.

De acordo com o Cadastro de Empregados e Desempregados (Caged), Mato Grosso do Sul acumulou no ano de 2021 a geração de 36.287 novos postos de trabalho, com destaque para o comércio – 11.822 novas vagas de emprego com carteira assinada. Em seguida vem o setor de serviços. O aumento em relação a 2020 foi de 6,9%. Campo Grande apresentou o melhor resultado com geração de 13.369 novos empregos formais, seguido por Dourados (4.038) e Três Lagoas (2.590).

“Não há milagre”, reiterou o governador, destacando que o desempenho na geração de empregos em 2021 reflete os resultados de medidas duras, impopulares, mas também de ações estratégicas, muitas delas adotadas para contornar períodos de retração da economia, como foi no início do primeiro mandato, e situações de crise sanitária, como a pandemia, que se arrasta por dois anos.

Reinaldo mencionou entre as ações estratégicas, capazes de contornar dificuldades e induzir o crescimento, os investimentos em infraestrutura, que chegaram nos 79 municípios. Hoje Mato Grosso do Sul é o primeiro no ranking de investimentos per capita, está entre os estados mais competitivos, promoveu ajustes e reformas necessárias ao equilíbrio das contas. As medidas de ajustes, segundo o governador, deram credibilidade à gestão pública, além de segurança para aos investimentos privados.

Um novo Estado

Reinaldo Azambuja também comentou a boa performance do Estado no enfrentamento da pandemia e o avanço na vacinação, com medidas compartilhadas e participação de todos os municípios. “A ciência orienta os nossos passos. Não politizamos a vacina, investimos na saúde e criamos uma teia de suporte aos municípios”, disse o governador sobre o êxito no enfrentamento da pandemia, situação que, segundo ele, permite ao Estado vislumbrar uma das melhores perspectivas de retomada do crescimento.

O governador disse que a crise obrigou a tomada de decisões e medidas impopulares, mas elas vieram acompanhadas de ações que amorteceram o impacto na vida dos trabalhadores e na manutenção de empresas. O ambiente de confiança no governo, em razão da solidez fiscal e políticas de incentivo e estímulo ao desenvolvimento contribuíram para a abertura de mais empresas, um indicador que remete ao resultado positivo na geração de novos empregos formais. Mato Grosso do Sul tem quase 300 mil empresas ativas, das quais 6 mil no setor industrial.